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Estudo revela hábito que pode aumentar risco de depressão em idosos
Um estudo publicado neste mês na revista Aging and Mental Health sugere uma possível relação entre o consumo de álcool e o aumento do risco de depressão em idosos. A pesquisa indica que a aposentadoria pode influenciar esse comportamento, intensificando sintomas depressivos.
De acordo com o estudo, o consumo excessivo de álcool foi associado a um agravamento dos sintomas de depressão entre os participantes. “O estudo destaca a importância de considerar tanto o consumo de álcool quanto a depressão, além da necessidade de desenvolver estratégias para mitigar os impactos negativos da aposentadoria”, afirmou Antonia Díaz-Valdés Iriarte, uma das autoras da pesquisa, ao Health.
A análise foi baseada em dados coletados entre 1994 e 2020, abrangendo mais de 27 mil indivíduos. Os resultados mostraram que idosos que consumiam álcool em excesso — quatro ou mais doses no caso das mulheres e cinco ou mais para os homens — apresentaram um aumento médio de 0,07 pontos nos sintomas de depressão em comparação com aqueles que não consumiam bebidas alcoólicas.
Apesar dos achados, os pesquisadores alertam que são necessários mais estudos para confirmar a relação entre os fatores analisados. “As descobertas devem ser interpretadas como observacionais, e não como conclusões definitivas”, acrescentou Díaz-Valdés Iriarte.
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Conheça o chá que pode combater o inchaço e melhorar a memória
O chá de alecrim tem ganhado destaque pelos seus diversos benefícios para a saúde. Além de ajudar a reduzir o inchaço, essa infusão pode melhorar a circulação sanguínea e fortalecer a memória, de acordo com um estudo citado pelo Mirror.
O médico Juan Quispe Rodríguez ressaltou as propriedades medicinais do alecrim, enfatizando que seu uso como diurético, anti-inflamatório, antioxidante e protetor gástrico faz parte da tradição popular há séculos.
“O alecrim contém compostos bioativos como flavonoides, terpenos e ácidos fenólicos, que lhe conferem propriedades antioxidantes”, explicou o especialista.
Com seus efeitos positivos no organismo, o chá de alecrim se apresenta como uma alternativa natural para quem busca uma vida mais saudável.
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Alimentos que te protegem contra a ressaca!
Inegável os efeitos negativos que a bebida pode fazer mal ao seu corpo, especialmente quando se abusa do álcool. Mas tomando alguns cuidados antes de “começar os trabalhos” do fim de semana, pode ajudar a minimizar os danos. Na verdade, escolher os alimentos certos antes de tomar uma cervejinha ou desfrutar de alguns drinks pode ajudar a controlar a fome, equilibrar os eletrólitos e diminuir alguns das consequências adversas associados ao álcool – inclusive a ressaca!
Curioso? Na galeria, veja os melhores alimentos para comer antes de beber.
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Estudos revelam impacto do ômega 3 na saúde
(DINO) Em 28/01/2025 17h00O aumento na expectativa de vida e as mudanças no comportamento dos consumidores têm impulsionado a busca por suplementação como estratégia para melhorar a qualidade de vida, conforme apontam especialistas do setor de saúde. Em particular, <a href="https://www.scielo.br/j/rbgg/a/nkdrMFdzyVQQDSSKfb4CYXM/?lang=pt" target="blank” rel=”follow” data-mce-target=”blank”>a suplementação com ácidos graxos essenciais, como o Ômega 3, tem sido amplamente recomendada devido aos seus efeitos benéficos na saúde cardiovascular.
O <a href="https://www.dsm-firmenich.com/pt-br/businesses/taste-texture-health/markets-products/dairy/fresh-dairy-fermented/meg-3.html#::text=Nossos%20%C3%B3leos%20de%20peixe%20MEG,saud%C3%A1vel%20a%20crescente%20popula%C3%A7%C3%A3o%20mundial.” target=”blank” rel=”follow” data-mce-target=”blank”>selo Meg-03 se tornou sinônimo de confiança no mercado de suplementos, devido à rigorosa auditoria e testes independentes que certificam a origem e pureza dos ingredientes, além de assegurar práticas de produção sustentáveis e éticas. Com consumidores cada vez mais informados, a certificação oferece maior segurança e transparência, permitindo investimentos conscientes na saúde.
O Ômega 3, com sua<a href="https://www.tuasaude.com/omega-3/" target="blank” rel=”follow” data-mce-target=”blank”> eficácia comprovada e a garantia de qualidade assegurada pelo selo Meg-03, representa um significativo avanço para aqueles que buscam melhorar a saúde cardíaca de maneira segura e eficaz. A Absolut Nutrition reafirma seu compromisso em fornecer suplementos confiáveis no mercado brasileiro, com foco em saúde preventiva e qualidade para o bem-estar e longevidade.
Importância do DHA e EPA
Os ácidos graxos ômega-3, especialmente o DHA (ácido docosa-hexaenoico) e o EPA (ácido eicosapentaenoico), são componentes importantes para diversos aspectos da saúde.
Ter <a href="https://www.scielo.br/j/rdor/a/mdrG5xM86XJqwvLDXycC5Jn/" target="blank” rel=”follow” data-mce-target=”blank”>concentrações adequadas no suplemento Ômega 3 proporciona benefícios significativos, como:
Benefícios Comprovados do Ômega 3
O Ômega 3 tem ganhado destaque na prevenção da saúde devido aos benefícios amplamente documentados em estudos científicos. De acordo com a <a href="https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/cir.0000000000000482" target="blank” rel=”follow” data-mce-target=”blank”>American Heart Association, o consumo regular de ácidos graxos, como o DHA (ácido docosa-hexaenoico) e o EPA (ácido eicosapentaenoico), pode reduzir significativamente o risco de doenças cardíacas. Essa afirmação é reforçada por instituições respeitáveis como o <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22332096/" target="blank” rel=”follow” data-mce-target=”blank”>National Institutes of Health (NIH), que também documentam o impacto positivo dos ômega-3 na saúde do coração.
Além dos benefícios para o coração, o Ômega 3 é reconhecido por suas propriedades anti-inflamatórias. <a href="https://www.scielo.br/j/rdor/a/mdrG5xM86XJqwvLDXycC5Jn/" target="blank” rel=”follow” data-mce-target=”blank”>Estudos indicam que ele pode aliviar os sintomas de condições crônicas, como a artrite reumatoide. Existem ainda pesquisas que sugerem o importante papel desses ácidos graxos na saúde mental, auxiliando na redução dos sintomas de depressão e ansiedade. Evidências científicas sugerem que o DHA é essencial na manutenção da saúde cerebral, influenciando positivamente a memória e a cognição ao longo da vida.
A Qualidade e o Selo Meg-03
A qualidade dos suplementos é fundamental para garantir benefícios à saúde. O <a href="https://www.dsm-firmenich.com/pt-br/businesses/taste-texture-health/markets-products/dairy/fresh-dairy-fermented/meg-3.html#::text=MEG%2D3%C2%AE%20%7C%20dsm%2Dfirmenich%20Sabor%2C%20textura%20e%20sa%C3%BAde” target=”blank” rel=”follow” data-mce-target=”blank”>selo Meg-03 destaca-se nesse contexto, assegurando que os produtos são puros e livres de contaminantes que poderiam comprometer sua eficácia. Essa certificação é relevante para consumidores que buscam produtos com integridade comprovada, sendo um aspecto distintivo no mercado de suplementos. O selo atesta a conformidade com normas internacionais de produção, assegurando a ausência de metais pesados e outras substâncias nocivas, importante em um setor onde a qualidade pode não ser sempre garantida.
O selo Meg-03 é visto como um padrão confiável, pois os produtos que o carregam passam por um rigoroso processo de auditoria e testes independentes. Esse processo não apenas verifica a origem e a pureza dos ingredientes, mas também assegura que as práticas de produção sejam sustentáveis e éticas. Com consumidores cada vez mais informados e preocupados com a origem de seus suplementos, o selo oferece uma camada adicional de segurança e transparência. Dessa forma, ao optar por produtos com a certificação Meg-03, os consumidores podem estar seguros de que estão tomando uma decisão informada, assegurando que o rótulo corresponde ao conteúdo.
O selo Meg-03 no Ômega 3 assegura eficácia e segurança para a saúde do coração. Absolut Nutrition, atuante no mercado nacional e comprometida com a qualidade, reforça seu compromisso de fornecer suplementos confiáveis para consumidores focados em saúde preventiva e produtos de alta qualidade voltados para o bem-estar e longevidade.
Leve Vida by Absolut Nutrition
A Leve Vida, parte do grupo Absolut Nutrition, chegou ao mercado com uma missão de promover saúde e bem-estar através de uma linha completa de nutracêuticos. Seus produtos são 100% naturais, com ênfase no cuidado saudável para corpo e mente. Em um mercado crescente de saúde preventiva, a Leve Vida se esforça para ser não apenas uma escolha confiável, mas essencial para aqueles que buscam longevidade e uma vida equilibrada.
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Sinais de que você encontrou sua alma gêmea
Desde a infância, somos ensinados a ver as relações sob a ótica do romantismo. Nos acostumamos com a ideia de que existe uma alma gêmea e tem quem passe a vida inteira procurando essa pessoa. Livros, filmes e músicas nos mostram como deve ser o parceiro perfeito. Na verdade, esse conceito de que cada um tem um indivíduo que o completa, sua metade da laranja, é algo um pouco idealizado já nos contos de fadas. Você pode não acreditar que exista a pessoa certa, e tudo bem. Mas você saberia identificar alguém especial na vida real que faria você sentir que encontrou sua alma gêmea?
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32% dos brasileiros não foram ao dentista no último ano
Um estudo realizado pela ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Dispositivos Médicos), com apoio do CFO (Conselho Federal de Odontologia) e executado pela consultoria italiana Key-Stone, revelou dados inéditos e importantes sobre a saúde bucal no Brasil. A pesquisa realizada no período dezembro de 2023 a dezembro de 2024 analisou tanto o comportamento da população em relação à frequência às consultas odontológicas quanto o perfil dos próprios dentistas.
De acordo com o levantamento, 68% dos brasileiros visitaram o dentista no último ano, sendo que as mulheres lideram essa estatística. Entre aqueles que disseram ter visitado o dentista, a higiene bucal foi o tratamento mais realizado: 70% dos entrevistados afirmaram ter feito. Em contrapartida, 39% deles buscaram serviço de obturação e restauração dentária.
No entanto, os dados mostram uma desigualdade no acesso ao atendimento odontológico: 75% dos pacientes com ensino superior buscaram o dentista, enquanto apenas 54% dos brasileiros com escolaridade básica fizeram o mesmo.
A pesquisa também revelou que a renda tem uma forte correlação com a frequência de consultas: 80% das pessoas que ganham mais de 10 salários mínimos frequentaram regularmente o dentista, enquanto apenas 59% das pessoas com até um salário mínimo buscaram atendimento odontológico.
Para Paulo Henrique Fraccaro, CEO da ABIMO, a situação financeira é determinante para o acesso ao dentista, devido ao alto custo dos tratamentos odontológicos. “Hoje, por exemplo, uma simples obturação pode custar entre R$ 500 e R$ 800. Se a pessoa não tiver condições financeiras adequadas, ela acaba adiando a consulta, e o que poderia ser resolvido com um tratamento simples se transforma em algo mais complexo”, afirma. Ele lembra que o governo federal teve um esforço significativo, por meio do Ministério da Saúde, para levar a odontologia à população por meio de assistência técnica financiada pelas prefeituras, com subsídio da União. “A proposta de saúde bucal do governo federal previa a instalação de gabinetes odontológicos pelas prefeituras para atender a população carente. Contudo, a implementação tem sido muito lenta, dificultando o acesso e ampliando as desigualdades.”
Em relação ao sistema público de saúde, a pesquisa revela que 23% dos pacientes procuraram atendimento odontológico pelo SUS, sendo que a maior parte dessa parcela apresenta níveis educacionais mais baixos e faixas de renda menores. Por outro lado, 74% dos atendimentos ocorreram na rede privada, o que evidencia que a demanda por serviços odontológicos particulares ainda supera significativamente a procura pelo SUS.
“A pesquisa revela dados importantes sobre o comportamento dos brasileiros com relação à busca pelo atendimento odontológico e deixa evidente, por exemplo, a necessidade de ampliação de oferta dos serviços de Saúde Bucal na rede pública. Felizmente há uma perspectiva de que isso possa ocorrer gradualmente por meio da aplicação da Política Nacional de Saúde Bucal, criada por meio da lei federal 14.572 de 2023 e que incluiu o Programa Brasil Sorridente no SUS. Esse foi um avanço importante que deve garantir maior acesso aos tratamentos odontológicos, beneficiando especialmente as pessoas em situação de vulnerabilidade”, pontua Claudio Miyake, presidente do Conselho Federal de Odontologia (CFO).
Perfil dos dentistas no Brasil
O estudo também traçou o perfil de atuação dos dentistas no Brasil, revelando que apenas 35% dos profissionais trabalham com convênios odontológicos, um percentual que sobe para 39% entre mulheres dentistas.
Além disso, procedimentos estéticos, que incluem ortodontia e tratamento de estética dentária, como clareamento ou lente de contato dental, são praticados por 86% dos dentistas entrevistados. Em contraste, a medicina estética para harmonização orofacial é a disciplina menos praticada dentro dos consultórios odontológicos, com pouco mais de um terço da amostra declarando que a prática. Dos entrevistados, 8% preveem introduzir a técnica no futuro, 12% estão interessados em explorar essa oportunidade, enquanto quase metade (46%) não demonstra interesse em realizá-las. No entanto, observa-se uma maior difusão em consultórios nos estados da região Sul (44%) e em consultórios maiores (43% nos consultórios com pelo menos três cadeiras).
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Frutas que parecem inofensivas, mas são venenosas
Em 20 de agosto, a atriz Alicia Silverstone compartilhou um vídeo no TikTok onde aparece comendo o que parecia ser uma “cereja de Jerusalém” colhida no jardim de alguém enquanto passeava por Londres, na Inglaterra. A estrela de ‘As Patricinhas de Beverly Hills’ (1995) não sabia que essa fruta, conhecida no Brasil como “erva-de-santa-maria” ou “tomateiro-do-diabo”, é, na verdade, uma planta altamente venenosa pertencente à família das beladonas (Solanaceae), que inclui algumas das plantas mais tóxicas do mundo.
Para garantir que você não cometa o mesmo erro, esta galeria destaca algumas das frutas mais venenosas conhecidas – e algumas delas são bem conhecidas no Brasil. Clique na galeria e saiba mais sobre esses perigos ocultos na natureza.
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Colírios: nem tudo que lubrifica os olhos é seguro
Uma rotina comum ilustra o problema: após horas em frente a telas, alguém sente irritação nos olhos e busca alívio rápido em um colírio qualquer adquirido na farmácia. Embora essa solução pareça simples e inofensiva, o uso inadequado de colírios pode trazer riscos à saúde ocular, como destaca o <a href="https://hvilar.com.br/oftalmologistas/dr-mateus-martins-cortez-vilar/" target="blank” rel=”follow”>Dr. Matheus Vilar, oftalmologista do <a href="https://visionone.com.br/hospitais-de-olhos/vilar-hospital-de-olhos/" target="blank” rel=”follow”>Vilar Hospital de Olhos, hospital que integra a rede <a href="https://visionone.com.br/" target="blank” rel=”follow”>Vision One.
“O uso excessivo ou inadequado de colírios pode levar a complicações, como o efeito rebote. Certos produtos, especialmente os vasoconstritores [soluções oftalmológicas que contêm substâncias capazes de contrair os vasos sanguíneos da conjuntiva], causam vermelhidão persistente quando utilizados em excesso”, explica o médico. Além disso, conservantes presentes em muitas fórmulas podem irritar a superfície ocular e o alívio momentâneo proporcionado por esses produtos pode mascarar sintomas de condições mais graves, retardando o diagnóstico.
No Brasil, uma<a href="https://ictq.com.br/pesquisa-do-ictq/871-pesquisa-automedicacao-no-brasil-2018#:~:text=No%20Brasil%2C%2079%25%20das%20pessoas,e%20em%202016%2C%2072%25." target="blank” rel=”follow”> pesquisa do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) revela que 79% das pessoas acima de 16 anos consomem medicamentos sem prescrição médica ou farmacêutica. Essa prática, que inclui o uso de colírios, aumenta os riscos de complicações oculares. Segundo o Dr. Mateus, mesmo produtos aparentemente inofensivos, como lágrimas artificiais, podem apenas aliviar desconfortos temporários sem tratar causas subjacentes, como a disfunção das glândulas de Meibômio ou doenças autoimunes. Ele também destaca que colírios anestésicos, embora raramente vendidos sem receita, podem agravar lesões corneanas, quando usados de forma inadequada.
Apesar de serem vendidos sem receita, muitos colírios contêm ingredientes que podem ser prejudiciais em casos específicos, como olhos sensíveis ou condições pré-existentes, a exemplo do <a href="https://hvilar.com.br/oftalmologia/glaucoma/" target="blank” rel=”follow”>glaucoma. Por isso, a consulta com um médico é essencial. “Um <a href="https://hvilar.com.br/oftalmologistas/" target="blank” rel=”follow”>oftalmologista pode identificar a origem do desconforto ocular, recomendar o tratamento mais adequado e prevenir complicações graves, como <a href="https://hvilar.com.br/oftalmologia/glaucoma/" target="blank” rel=”follow”>glaucoma, ceratite ou <a href="https://hvilar.com.br/oftalmologia/uveites/" target="blank” rel=”follow”>uveíte“, ressalta Dr. Mateus do <a href="https://hvilar.com.br/" target="blank” rel=”follow”>Vilar Hospital de Olhos.
Para quem está sentindo desconforto ocular e cogita recorrer a um colírio sem prescrição, o Dr. Mateus enfatiza a importância de consultar um oftalmologista para identificar a verdadeira causa do problema. Ele também recomenda manter-se hidratado e adotar medidas como pausas no uso de telas para minimizar fatores ambientais que possam agravar a situação. Por isso, buscar ajuda médica o quanto antes é crucial para evitar complicações e obter um diagnóstico preciso. O <a href="https://meuvisaosaude.com.br/" target="blank” rel=”follow”>cartão Visão Saúde apresenta uma solução para quem não possui convênios médicos, oferecendo consultas oftalmológicas a preços acessíveis em <a href="https://meuvisaosaude.com.br/hospitais-de-olhos/" target="blank” rel=”follow”>hospitais parceiros distribuídos pelo país.
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Médico alerta para o sintoma inusitado de falta de ferro
A deficiência de ferro no organismo pode provocar uma série de sintomas incômodos e, em alguns casos, inesperados. Entre os sinais mais conhecidos estão o cansaço extremo, a palidez e a sensação de fraqueza, mas há um sintoma peculiar que nem todos reconhecem: o desejo compulsivo de mastigar gelo, conhecido como pagofagia.
De acordo com a organização de saúde Mayo Clinic, citada pelo jornal britânico Mirror, o desejo de mastigar gelo está frequentemente associado à deficiência de ferro, com ou sem anemia. No entanto, a razão exata para essa ligação ainda não é completamente compreendida.
O médico Kunal Sood, também citado no Mirror, acrescenta que outros sinais de deficiência de ferro podem incluir pele pálida e pernas trêmulas. Esses sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas todos indicam a importância de buscar orientação médica para um diagnóstico preciso e tratamento adequado.
Especialistas explicam que o ferro é essencial para a produção de hemoglobina, uma proteína presente nos glóbulos vermelhos responsável pelo transporte de oxigênio para todo o corpo. Quando os níveis de ferro estão baixos, o organismo pode apresentar sintomas que afetam a qualidade de vida e a funcionalidade do corpo.
O que fazer em caso de deficiência de ferro?
Se você suspeita de que pode estar com deficiência de ferro, é fundamental consultar um médico, que poderá solicitar exames de sangue para avaliar os níveis de hemoglobina e ferritina. Além disso, o especialista pode recomendar mudanças na dieta ou suplementação de ferro, se necessário.
Fontes alimentares ricas em ferro incluem carne vermelha, frango, peixe, feijão, lentilha, espinafre e cereais fortificados. Para melhorar a absorção do ferro, recomenda-se consumir alimentos ricos em vitamina C, como laranja, kiwi e morango, juntamente com as fontes de ferro.
A deficiência de ferro é uma condição tratável, mas o acompanhamento médico é essencial para evitar complicações, como a anemia ferropriva, que pode causar problemas mais sérios de saúde se não for tratada adequadamente.
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Cinco anos após a Covid-19: As perguntas que ainda precisam de respostas
Cinco anos atrás, o mundo como o conhecíamos mudava para sempre. Foi um momento sombrio quando começamos a ouvir sobre um novo vírus chamado Covid-19. Hoje, esse termo evoca memórias dolorosas, mas as dificuldades da pandemia ainda hoje são uma realidade para muitos. Também conhecido como coronavírus, o Covid-19 fez com que muitas partes do mundo entrassem em lockdown (medida restritiva obrigatória que impediu a circulação de pessoas em locais públicos) e quarentena (restrição ao domicílio). Em alguns lugares, você não podia sair de casa a menos que estivesse com máscara e, se isso acontecesse, era para ir no máximo ao supermercado ou farmácia.
Hoje, ainda há várias perguntas sem resposta. Nesta galeria, você descobrirá mais sobre essa doença indutora de pandemia e os mistérios que ainda assolam o mundo hoje.
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