• Oito frutas que ajudam a aliviar as cólicas menstruais

    As cólicas menstruais podem variar em intensidade de mulher para mulher, mas, independentemente do nível de dor, sempre causam desconforto. No entanto, a alimentação pode ser uma aliada nesse período, e algumas frutas oferecem propriedades que ajudam a reduzir os sintomas.

     

    A ginecologista Gurpreet Batra explicou ao site HealthShots quais são as melhores frutas para aliviar as cólicas menstruais e como elas atuam no organismo. Confira abaixo:

    Banana
    Rica em potássio e vitamina B6, a banana ajuda a relaxar os músculos do útero, reduzindo as contrações dolorosas. Além disso, seu teor de magnésio auxilia no alívio da tensão muscular e do inchaço.

    Abacaxi
    O abacaxi contém bromelina, uma enzima conhecida por suas propriedades anti-inflamatórias. Essa substância ajuda a reduzir a inflamação no corpo e promove o relaxamento muscular, o que pode aliviar as cólicas.

    Melancia
    A melancia é altamente hidratante e contém magnésio, um mineral essencial para o relaxamento muscular e a redução da dor. Além disso, seu alto teor de água auxilia na eliminação de toxinas, combatendo o inchaço comum nesse período.

    Laranja
    Rica em vitamina C e cálcio, a laranja possui ação anti-inflamatória e contribui para a melhora do fluxo sanguíneo, reduzindo a dor. Além disso, seu alto teor de fibras ajuda a regular o intestino, evitando desconfortos gastrointestinais que podem surgir com o ciclo menstrual.

    🥭 Mamão
    O mamão contém papaína, uma enzima que auxilia na regulação do fluxo menstrual e na redução das contrações uterinas. Seu efeito laxante leve também ajuda a evitar a sensação de inchaço e desconforto abdominal.

    🥑 Abacate
    Fonte de gorduras saudáveis e magnésio, o abacate pode ajudar a equilibrar os hormônios e reduzir os espasmos musculares causadores das cólicas. Além disso, sua ação anti-inflamatória contribui para o alívio das dores.

    Frutas vermelhas (morangos, framboesas, amoras e mirtilos)
    Ricas em antioxidantes e flavonoides, as frutas vermelhas combatem a inflamação e melhoram a circulação sanguínea, ajudando a reduzir dores e inchaços durante o período menstrual.

    Maçã
    A maçã é rica em fibras e possui um efeito digestivo suave, evitando desconfortos intestinais que podem intensificar as cólicas. Além disso, contém antioxidantes que combatem os radicais livres e reduzem inflamações.

    Inclua essas frutas na sua alimentação

    Além do consumo dessas frutas, manter-se hidratada e adotar uma alimentação equilibrada pode contribuir significativamente para a redução dos sintomas da menstruação. Aposte em sucos naturais, saladas de frutas e vitaminas para aproveitar os benefícios dessas aliadas naturais no alívio das cólicas menstruais.

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  • Esses hábitos diários podem diminuir seus anos de vida!

    É seguro dizer que a maioria de nós está ciente de alguns dos comportamentos que aumentam o risco de morte. Estamos falando de coisas como tabagismo, sedentarismo e má alimentação. Mas quais hábitos em particular podem afetar a nossa longevidade sem ser esses que todo mundo já sabe de cor e salteado? A ciência vem estudando isso há muito tempo e muitas pesquisas têm sido realizadas. É claro que causalidade e correlação entram em jogo quando falamos sobre algumas dessas coisas. Algumas atividades podem realmente fazer com que você viva menos, mas outras podem ser apenas uma coincidência e mais aspectos podem ter que ser considerados.

    Nesta galeria, você encontrará uma lista de hábitos que foram associados a uma menor expectativa de vida. Clique e veja de quantos você é culpado!

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  • Ervilhas: 7 razões para incluir este alimento na sua dieta

    Não é um grande fã de ervilhas? Após conhecer os benefícios que está deixando de aproveitar, você provavelmente mudará de ideia. Em uma entrevista ao site HealthShots, uma nutricionista revelou as vantagens de incluir este alimento na sua dieta.

     

    Sangeeta Tiwari explica como as ervilhas podem contribuir para a sua saúde de várias maneiras. Confira:

    Melhoram o intestino

    “As ervilhas são uma excelente fonte de fibras, que ajudam na digestão, previnem a constipação e promovem um intestino saudável.”

    Ricas em antioxidantes

    “Elas podem ajudar a proteger o corpo contra o estresse oxidativo e a inflamação.”

    Melhoram a saúde do coração

    “A combinação de fibras, potássio e antioxidantes presentes nas ervilhas pode beneficiar a saúde cardiovascular.”

    Ajudam a controlar o peso

    “Cem gramas de ervilhas contêm cerca de 81 calorias.”

    Melhoram a saúde ocular

    “Elas podem proteger os olhos da luz azul emitida por telas e dispositivos móveis.”

    Ajudam a controlar o açúcar no sangue

    “As ervilhas são ricas em proteínas, que ajudam a estabilizar os níveis de açúcar no sangue.”

    Reforçam o sistema imunológico

    “Elas são repletas de vitaminas e antioxidantes que fortalecem o sistema imunológico.”
     
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  • Por que mulheres têm risco maior de Alzheimer do que homens?

    Pesquisadores brasileiros e norte-americanos descobriram que mulheres com declínio cognitivo, desde casos mais leves até quando a pessoa recebe um diagnóstico de demência, causado por doenças como Alzheimer e demência de corpos de Lewy, apresentam no sangue níveis mais baixos de duas moléculas, a acetil-L-carnitina e, especialmente, a carnitina livre, em comparação com pacientes saudáveis.

     

     

    Além disso, também observaram que, entre aquelas com o problema, quão mais grave ele fosse, mais baixos eram os níveis das duas moléculas no sangue. Para a pesquisa, eles analisaram amostras de líquor (um líquido transparente que envolve o cérebro e a medula espinhal, e é coletado por meio de punção lombar) e sangue de 125 pacientes, coletadas no Brasil e nos Estados Unidos.

     

    O estudo, com apoio do Instituto Serapilheira e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), envolveu cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), da Universidade de Nova York, da Universidade Duke e da Universidade da Califórnia em Irvine, e foi publicado na revista científica Molecular Psychiatry, do prestigioso grupo de publicações Nature.

     

    Ao propor um novo alvo terapêutico, a descoberta pode abrir caminhos para o desenvolvimento de novos tratamentos e também aperfeiçoar técnicas de diagnóstico menos invasivas. Isso porque os cientistas também encontraram uma forte correlação entre a carnitina e os marcadores liquóricos de beta-amiloide e tau (hoje os indicadores-chave da doença de Alzheimer).

     

    Como a mesma relação não foi observada entre homens, que, segundo os cientistas, parecem naturalmente ter níveis mais baixos de carnitina, ela também dá uma pista para entender por que mulheres enfrentam um risco maior de desenvolver Alzheimer – a incidência é duas vezes maior no sexo feminino do que no masculino.

     

    \”Foi surpreendente\”, fala Mychael Lourenço, professor do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ, cientista apoiado pelo Serrapilheira e um dos líderes do estudo. \”Nossa hipótese era de que ela (a carnitina) estaria reduzida no sangue de todo mundo, inclusive de homens. Mas não foi o que observamos.\”

     

    A hipótese dos pesquisadores, explica Lourenço, é de que a carnitina protege o cérebro. \”Quando ela cai, a pessoa fica mais vulnerável. E, por alguma razão, ela decai mais em mulheres.\”

     

    A pesquisa foi inspirada em estudos anteriores feitos em camundongos. Em um deles, por exemplo, cientistas observaram melhorias na função cognitiva dos roedores após a administração de acetil-L-carnitina.

     

    \”Nossos achados são robustos, mas é um estudo inicial. Não dá para dizer ainda que essa redução é causal. Então, não dá para supor ou inferir que tomar comprimidos ou suplemento de carnitina vai melhorar a memória\”, alerta. Também não é para aumentar o consumo de carne (uma das fontes alimentares da substância) indiscriminadamente, pensando que seja uma solução. Até porque o consumo exagerado desse alimento está ligado a problemas de saúde, como doenças cardíacas, diabetes do tipo 2 e até câncer.

     

    Atualmente, a prevenção da demência neurodegenerativa é principalmente baseado em 14 fatores de risco modificáveis. De acordo com relatório de um comitê da respeitada revista científica The Lancet, lançado no ano passado, 45% dos casos da doença no mundo poderiam ser evitados se eles fossem mudados.

     

    A geriatra Claudia Kimie Suemoto, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), não envolvida no trabalho, ressalta que trata-se de um estudo de \”excelente qualidade\”, conduzido por grupos de pesquisadores experientes. Segundo ela, os resultados são importantes para ajudar a entender e projetar pesquisas futuras sobre a diferença de risco de Alzheimer entre homens e mulheres.

     

    Além disso, a correlação da carnitina com os marcadores tradicionais dá mais força ainda para a hipótese de que a carnitina tem um papel-chave na origem do Alzheimer.

    A professora destaca, porém, que o estudo tem limitações. Ela gostaria de que esses achados, agora, fossem replicados em amostras maiores e mais diversas.

     

    Afinal, o que é carnitina e por que é importante?

     

    Segundo Lourenço, a carnitina foi identificada pela primeira vez no século XX, e descrita como uma molécula derivada de carne bovina estragada.

     

    \”De fato, de 95% a 97% da carnitina que temos no corpo vem da nossa alimentação, principalmente de carne animal\”, conta.

     

    Ela é uma molécula muito importante para nossas células, especialmente para aquelas dos músculos e do fígado, e para a queima de gordura, conforme explica o professor da UFRJ.

     

    Quando nos alimentamos, usamos açúcar como nossa fonte principal de energia. No entanto, quando não conseguimos comer, precisamos usar a gordura armazenada em diferentes níveis e partes do corpo como fonte energética.

     

    Para isso, entra em cena a carnitina, que ajuda a gordura a chegar dentro das mitocôndrias, onde vai ser utilizada como fonte energética, explica Lourenço.

     

    \”Eu brinco que é como se a carnitina, dentro da célula, fosse uma espécie de ‘promoter’. Imagina quando você vai numa festa, tem uma fila grande, mas conhece o promoter. Ele te busca na fila e te bota para dentro mais rápido.\”

     

    Acontece que cientistas descobriram que, além de promoter, a carnitina tem outro bico, digamos assim. No nosso corpo, parte dela se torna acetil-L-carnitina que, segundo Lourenço, também atua na regulação de mecanismos epigenéticos no cérebro, algo crucial para o bom funcionamento do órgão.

     

    Em suma, mudanças epigenéticas são aquelas que ocorrem no DNA sem que sua sequência seja alterada. É só pensar na troca de lençol de uma cama: é importante para a higiene, porém, a estrutura da cama continua a mesma.

     

    \”Essas modificações são importantes porque elas controlam a expressão de genes que vão, em última instância, comandar a função das sinapses, que são os pontos de comunicação entre os neurônios e que fazem basicamente o nosso cérebro funcionar\”, explica Lourenço.

     

    Foi a descoberta dessa função que fez os cientistas ficarem cada vez mais interessados no possível papel da carnitina no declínio cognitivo.

     

    Por que o Alzheimer é mais comum entre mulheres?

     

    Parte da animação dos cientistas com este estudo está na possibilidade de ajudar a responder um mistério que envolve a doença de Alzheimer: por que ela é mais comum entre as mulheres?

     

    Parte disso, é claro, pode ter a ver com o fato de elas viverem mais, afinal, o aumento da idade é um importante fator de risco para o Alzheimer. Mas cientistas perceberam que só isso não explica tudo.

     

    Um estudo sueco, por exemplo, mostrou que as taxas de incidência de qualquer demência eram relativamente semelhantes entre homens e mulheres até os 80 anos. Após essa idade, as mulheres tinham mais chances de serem diagnosticadas com a doença, especialmente quando se tratava de Alzheimer.

     

    Hoje, as três principais hipóteses investigadas para resolver esse quebra-cabeça são:

     

    Cromossomo X: os homens têm um cromossomo X e outro Y, enquanto as mulheres têm dois cromossomos X. Embora, segundo Claudia, por ora, não se tenha identificado nenhum gene sexual relacionado a danos que levam ao Alzheimer, cientistas têm apostado nessa direção. Em um estudo recente publicado na Nature, pesquisadores mostraram que o cromossomo X materno afeta a cognição e o envelhecimento cerebral de camundongos fêmeas.

     

    Variações hormonais: o principal hormônio dos homens é a testosterona. Durante a puberdade, os níveis dela aumentam significativamente e, após essa fase, se mantêm relativamente constantes ao longo da vida. Com o envelhecimento, ocorre uma queda lenta e gradual, sem mudanças bruscas. Já nas mulheres, os hormônios predominantes são o estrogênio e a progesterona. Também na puberdade ocorre um aumento nos níveis deles, mas, ao contrário dos homens, há variações tanto em curto prazo (ciclo menstrual) quanto em longo prazo (menopausa e perimenopausa).

     

    Condições socioeconômicas: Claudia comenta que a geração que atualmente está enfrentando demência viveu em tempos em que as mulheres tiveram menos acesso à educação formal e permaneceram por menos tempo na escola em comparação aos homens. Isso resulta em menor escolaridade e, consequentemente, em trabalhos com menor complexidade cognitiva ao longo da vida. Ou seja, menos oportunidades de formação de reserva cognitiva, que protege contra o Alzheimer.

     

    Diagnóstico

     

    O diagnóstico de Alzheimer não é simples. O passo inicial depende da reclamação do paciente (ou de quem convive com ele) sobre sintomas como falhas na memória. A partir daí, o médico pede testes neuropsicológicos para determinar se há declínio cognitivo em comparação com indivíduos de mesma idade e escolaridade. Com isso, é possível dizer se a pessoa tem ou não demência.

     

    O próximo passo é descobrir a causa da demência. Nessa fase, o médico pode pedir exames laboratoriais e de imagem para descartar outras causas e fechar um diagnóstico presuntivo de Alzheimer. Ele pode ainda solicitar exames de biomarcadores – elementos presentes no organismo que sugerem a ocorrência de determinada doença. Os mais utilizados são o PET amiloide (um exame de imagem) e a biópsia do líquor.

     

    Mesmo assim, podem restar dúvidas. Vale destacar que exames como o PET são muito caros e não disponíveis em boa parte do País. Com a tendência de envelhecimento populacional, cientistas correm contra o tempo para encontrar biomarcadores que permitam exames mais baratos, acessíveis e menos invasivos.

     

    No ano passado, pesquisadores mostraram que um exame de sangue que analisa beta-amiloide, tau e tau fosforilada foi capaz de detectar a doença de Alzheimer com precisão de 91%, superando as avaliações tradicionais de médicos da atenção primária e de especialistas em demência. O estudo foi publicado na respeitada revista científica The Journal of the American Medical Association (Jama).

     

    \”Os exames de sangue para pesquisa têm um potencial muito bom, com acurácia bastante boa, mas ainda não é 100%\”, comenta Lourenço. Medir carnitina pode ser um indicador interessante para ajudar a melhorar a acurácia diagnóstica e tentar chegar ali perto de 100% de precisão\”, avalia.

     

    Suplemento de carnitina?

     

    Com os avanços na compreensão da bioquímica do cérebro – na década de 1990, principalmente -, os cientistas começaram a estudar os impactos da suplementação de carnitina em pacientes com Alzheimer. De lá para cá, os resultados não foram robustos e quando apontaram melhoras na cognição, foram modestos.

     

    \”Do ponto de vista prático, acho que esse mecanismo de quebra de gordura nas células pode ser um alvo terapêutico, mas temos que buscar outros alvos relacionados que não envolvam diretamente suplementação de carnitina\”, comenta Lourenço, sobre as portas que o estudo deles abre. Ele, porém, comenta que seria interessante refazer os estudos sobre suplementos só com mulheres.

     

    Precisamos estudar mulheres

     

    Essa é uma das principais mensagens do estudo: a medicina precisa olhar mais para as mulheres. Sabe-se, por exemplo, que mulheres são amplamente medicadas em excesso e sofrem efeitos colaterais excessivos porque as dosagens dos medicamentos são calculadas com base em estudos feitos predominantemente em homens – o estudo é das Universidades de Chicago e da Califórnia. \”Precisamos estudar mulheres. Muitos estudos já foram feitos com homens\”, finaliza Lourenço.

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  • Muito cuidado com estes sinais! Podem indicar doenças graves

    Está preocupado com a frequência com que vai ao banheiro fazer o ‘número dois’?

     

    Isso pode não ser um problema se acontecer regularmente e sem esforço. No entanto, alguns sinais merecem atenção.

    O site Well+Good conversou com o gastroenterologista Peyton Berookim, que destacou alguns fatores que indicam a necessidade de exames ou consultas médicas especializadas.

    Essas condições podem estar relacionadas à saúde digestiva e evoluir para problemas mais graves.

    Os sinais de alerta incluem:

    • Sangue nas fezes
    • Constipação crônica ou diarreia
    • Mudanças de peso sem explicação
    • Dor abdominal e inchaço
    • Vômitos
    • Azia

    “Se apresentar algum desses sintomas, o médico pode solicitar exames de sangue, testes de fezes ou até uma colonoscopia”, explicou o especialista. Esses exames ajudam a diagnosticar condições como síndrome do intestino irritável, doença inflamatória intestinal, câncer colorretal e refluxo.

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  • Dez frutas com poucas calorias que ajudam a emagrecer

    Deixar de comer não é a solução para emagrecer. O importante é fazer as escolhas acertadas para conseguir alcançar os objetivos. Existem frutas baixas em calorias em que pode apostar.

     

    Elizabeth Shaw é dietista e revelou ao ‘website’ Eat This, Not That algumas das frutas menos calóricas que deve ter sempre em casa. São saciantes, ajudam a manter-se hidratado e fazem com que, a longo prazo, consiga perder alguns quilos.

    Veja a lista.

    1- Maçãs, 94,6 calorias por unidade;

    2-
    Mirtilos, 84,4 calorias por xícara;

    3-
    Framboesas, 64 calorias por xícara;

    4- Pêssegos, 63 calorias por unidade;

    5-
    Papaia, 62,4 calorias por xícara;

    6-
    Amoras, 61,9 calorias por xícara;

    7-
    Melão, 61,1 calorias por xícara;

    8-
    Maçãs Verdes, 94,6 calorias por unidade;

    9-
    Morangos, 48,6 calorias por xícara;

    10-
    Melancia, 45,6 gramas por xícara.

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  • Signos que podem acabar casando com o seu melhor amigo

    Sim, leu bem. A sua cara-metade pode estar mesmo debaixo do seu nariz e você nunca apercebeu. Não acredita? Veja a lista dos signos que podem acabar por casar com o seu melhor amigo. É do Astrotalk. 

     

    Gêmeos (21 de maio a 21 de junho)

    Para os nativos deste signo, a amizade deve ser a base de qualquer relação forte, isto faz com que se apaixonem facilmente por um amigo que “os compreenda completamente”. 

    Câncer (21 de junho a 21 de julho)

    Já os nativos deste signo valorizam a lealdade e a confiança acima de tudo. Para eles “casar com um melhor amigo significa ter um parceiro que os conhece por dentro e por fora e que os aceita como são”.

    Libra (23 de setembro a 22 de outubro)

    “São charmosos, diplomáticos e adoram estabelecer ligações profundas.” Para os nativos deste signo, casar com um melhor amigo pode ser “um sonho tornado realidade” porque têm a oportunidade de criar “uma relação cheia de respeito mútuo, compreensão e valores compartilhados”. 

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  • A primeira semana de fevereiro promete ser incrível para estes signos

    Os astros estão do lado destas pessoas. A primeira semana do novo mês será perfeita para conseguirem alcançar alguns dos seus objetivos.

     

    Segundo a lista do C5N, estes são os três signos que mais serão beneficiados nos primeiros dias de fevereiro. Veja se é o seu caso.

    Aquário (21 de janeiro a 19 de fevereiro)

    “Vão conseguir atrair mais oportunidades para a sua vida. Tudo irá estar do seu lado.”

    Gêmeos (21 de maio a 21 de junho)

    “Será uma altura perfeita para crescerem a nível profissional e pessoal.”

    Áries (21 de março a 20 de abril)

    “Terão energias renovadas para novos projetos e investimentos.”

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  • Ozempic: Qual é a alimentação ideal para quem usa inibidores de apetite?

    Se você toma um medicamento GLP-1, como Ozempic, Wegovy, Mounjaro ou Zepbound, é bom que preste atenção em sua dieta. Esses remédios para perda de peso são aclamados por sua capacidade de desacelerar a digestão e enviar sinais de saciedade ao cérebro. Para algumas pessoas, isso funciona tão “bem” que elas se esquecem de comer, causando problemas de desnutrição e desidratação. Em outros casos, certos alimentos podem piorar os sintomas digestivos associados ao tratamento e causar efeitos colaterais desagradáveis.

    Intrigado? Clique nesta galeria para descobrir o que você deve e não pode consumir de comidas e bebidas ao tomar medicamentos GLP-1.

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  • Bruxismo atinge 40% dos brasileiros; veja dicas para prevenir transtorno

    No Brasil, quase metade da população é afetada pelo bruxismo. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, 40% dos brasileiros possuem o hábito de apertar, deslizar ou ranger os dentes durante o sono de modo involuntário. O transtorno pode causar dores de cabeça, incômodos e zumbidos no ouvido, desgaste e amolecimento dental e, em casos graves, problemas nas gengivas, nos ossos e na articulação da mandíbula (ATM). 

     

    De acordo com a coordenadora do curso de Odontologia da Faculdade Anhanguera, professora Manuella Lamarão, essa desordem funcional é provocada pela ansiedade, estresse ou por fatores genéticos. “Além de causar prejuízos na saúde bucal, o bruxismo pode provocar outros desconfortos, como insônia, dor de cabeça e outros problemas. As causas devem ser investigadas com um profissional”, pontua. 

    Segundo a dentista, muitas pessoas convivem com o transtorno sem ter ciência do problema, uma vez que a compressão exagerada dos dentes acontece enquanto dormem. A disfunção pode levar à desobstrução e necrose dos vasos no ápice da raiz e, consequentemente, afetar os nervos e a polpa dentária. Os portadores sentem dores musculares, alterações no sono e estalos ao abrir e fechar a boca. 

    A análise clínica e exames como a polissonografia são capazes de avaliar o grau do distúrbio. Alguns hábitos podem diminuir ou aumentar o risco de crises de bruxismo e a docente destaque quatro recomendações que podem ser aplicadas no dia a dia: 

    Alimentação. O consumo exagerado de frutas cítricas, cafeína e refrigerantes pode gerar o acúmulo de resíduos ácidos na boca, o que irá provocar erosão dentária e agravar a condição. Incluir vegetais na dieta auxilia no equilíbrio da saúde bucal. 

    Mastigação. Mascar chicletes, roer unhas ou mordiscar constantemente objetos duros, como a ponta de lápis e canetas, pode gerar um padrão compulsivo no indivíduo e causar o transtorno. 

    Qualidade do sono. Não é recomendado dormir com luzes acesas ou com a televisão ligada. Para um repouso profundo, é indicado não interagir com telas (celulares e tablets), pelo menos, por uma hora antes de adormecer. 

    Autocuidado. Exercícios físicos e terapias psicológicas auxiliam a diminuir a tensão e estresse do dia a dia, que pode provocar o bruxismo. Incluir atividades prazerosas na rotina irá diminuir a probabilidade de crises. 

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