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A prova no DNA: A Europa também foi colônia
Nossa capacidade de aprender mais sobre nossos ancestrais mais antigos nunca foi tão boa. Graças aos avanços da tecnologia, cientistas que trabalham com arqueólogos podem datar restos mortais com mais precisão do que nunca. A “paleogenética” permite estudar a sequência de um genoma inteiro de pessoas que viveram há dezenas de milênios. Como resultado, uma explosão de novas informações se tornou disponível, o que promete transformar nossa compreensão do passado, à medida que novas descobertas surgem.
Por exemplo, você sabia que os europeus são descendentes de três migrações distintas de pessoas de outros lugares: África, Oriente Médio (Turquia) e Estepes (sul da Rússia/leste da Ucrânia)?
Intrigado? Clique para saber mais sobre as origens dos primeiros colonizadores da Europa.
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Neurocientista revela qual bebida faz melhor ao cérebro
Com alto teor de catequinas, L-teanina e cafeína, o chá verde pode ser muito benéfico para o cérebro por “conter compostos bioativos que apresentam efeitos neuroprotetores significativos”, de acordo com o neurocientista Fabiano de Abreu.
Como explica ao jornal Metrópoles, o ideal é consumir chá verde pela manhã ou início da tarde, após as refeições. “A combinação de cafeína e L-teanina na bebida melhora o desempenho cognitivo sem causar efeitos colaterais de agitação excessiva”, diz Fabiano de Abreu, que explica que a ingestão de chá verde à noite pode impactar o sono.
Destaca também que “os polifenóis presentes no chá verde podem interferir na absorção de alguns minerais se tomados antes das refeições”.
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Este é o signo mais impulsivo do zodíaco. Conhece alguém assim?
Calma não é o forte dessas pessoas. Elas falam tudo na cara e, muitas vezes, não pensam muito nas consequências de suas ações. Esse comportamento faz parte de quem elas são.
De acordo com uma lista do jornal Los Andes, Leão (22 de julho a 22 de agosto) é o signo mais impulsivo do zodíaco. “São autoconfiantes, algo que pode levá-los a agir sem pensar muito nas consequências”, explica a publicação.
A necessidade de ser o centro das atenções faz com que leoninos tomem decisões rápidas e ousadas. Esse traço de personalidade também se reflete na forma como interagem com amigos ou colegas de trabalho, o que evidencia ainda mais sua impulsividade. Porém, essa característica pode causar problemas para eles no futuro.
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Doenças Genéticas: O que os médicos não sabiam e o que eles descobriram agora
Por anos, imaginamos nosso código genético como um projeto estático, um conjunto fixo de instruções passadas de nossos pais. Mas pesquisas inovadoras estão quebrando essa crença antiga. Cientistas estão descobrindo que nossos corpos são um mosaico complexo de variações genéticas, um caleidoscópio de diferenças sutis que se acumulam ao longo das nossas vidas. Essa revelação tem o potencial de revolucionar a maneira como entendemos e tratamos doenças, abrindo portas para novos diagnósticos e terapias.
Intrigado? Clique na galeria para explorar as descobertas sobre mutações genéticas e seu impacto na saúde humana.
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Mulheres têm mais dor crônica do que é homens, e não é por acaso
(FOLHAPRESS) – Estudos recentes apontam que cerca de metade das condições que geram dores crônicas acometem mais mulheres. Fatores como a sensibilização e percepção da dor e diferenças hormonais explicam essa diferença, mas não só isso. A cultura e a sociedade têm papel importante nessa estatística.
A dor é uma experiência sensitiva individual que acontece com todos. A dor crônica, por outro lado, é quando essa sensação ocorre constantemente, sem motivo aparente, por mais de três meses, e estima-se que acomete cerca de 20% dos adultos.
Existem algumas explicações para que os estudos concluam que a maioria dessas pessoas são mulheres.
O primeiro e mais comum é biológico: “o estrogênio aumenta a sensibilização à dor, enquanto a testosterona tem um efeito protetor”, diz Alex Mélo, doutorando na Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da USP (Universidade de São Paulo) e colaborador no Ambulatório de Ginecologia de Diversidade de Gênero da mesma instituição.
Gabriel Kubota, coordenador do Centro de Dor do Departamento de Neurologia do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, afirma que o limiar de dor, ou seja, a tolerância à dor se mostra ser menor nas mulheres. E esse limiar pode variar de acordo com a fase do ciclo menstrual, além de influências genéticas e do próprio sistema imune.
A influência hormonal existe e explica em partes essa discrepância, mas os estudos avançaram para além da questão biológica: “a compreensão da dor evoluiu para reconhecer sua natureza multidimensional e subjetiva, incluindo componentes sensoriais, emocionais e cognitivos”, diz Nadyne Saab, doutoranda em Psicobiologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP.
FATORES PSICOSSOCIAIS
Os homens tendem a se queixar menos de dor a depender da pessoa com quem estão se comunicando. Além disso, pessoas do gênero masculino procuram menos os equipamentos de saúde quando sentem dor. Kubota diz que isso poderia ser explicado pelo aspecto cultural de um arquétipo masculino resistente e forte.
Já a queixa de dor nas mulheres é muitas vezes desvalorizada. “Se atribui que é normal da mulher ter dor no período menstrual, é normal da mulher ter enxaqueca, quando na verdade não, ela precisa ser tratada, é uma condição, que gera sofrimento”, acrescenta o médico.
Eder Souza, enfermeiro especialista em dor e gerente do Centro de Referência da Dor Crônica Bom Retiro, aponta que, para além da literatura, essa estatística se confirma no dia a dia do serviço de saúde que gerencia. Segundo ele, as mulheres lidam com uma sobrecarga diferente dos homens, como triplas jornadas de trabalho, o cuidado do lar, dos filhos e do empoderamento que algumas realidades sociais impõem.
O estresse é outro fator que exacerba a experiência dolorosa. Mélo reitera que o impacto social de discriminação e preconceito gera hipervigilância e estresse crônico, consequentemente aumentando os níveis de cortisol e a sensibilização à dor.
Isso acontece em grupos minoritários como as mulheres, com um agravante de classe, etnia, cor e gênero, como é o caso das mulheres trans, principal foco do estudo do doutorando. “Homens trans, ao usarem testosterona, podem experimentar alguma redução ou manutenção da percepção dolorosa. Isso mostra que fatores hormonais influenciam sim, mas o impacto social continua aparecendo como o principal perpetuador da dor crônica.”
IMPLICAÇÕES E TRATAMENTOS
Saab aponta que viver com dor crônica também pode desencadear uma série de limitações e impactos na vida de quem convive com o problema, como uma piora em níveis de depressão e ansiedade, o aparecimento de distúrbios do sono, alterações na autoestima e problemas em relacionamentos interpessoais devido ao estresse gerado.
Por isso, é imprescindível o acompanhamento multidisciplinar para o tratamento da dor crônica. A presença de diferentes profissionais permite o olhar biopsicossocial, que engloba as questões fisiológicas, psicológicas e sociais que causam o problema.
O Centro de Referência da Dor Crônica do Bom Retiro é um dos seis desse serviço de saúde na capital paulista. Os pacientes que se encaixam no perfil para o tratamento são encaminhados pelas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) do município. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, cada centro realiza 200 atendimentos diários de pessoas a partir dos 13 anos de idade.
As especialidades envolvidas nos atendimentos são fisiatras, psicólogos, assistentes sociais, reumatologistas, ortopedistas, fisioterapeutas, acupunturistas, terapeutas ocupacionais e profissionais da enfermagem. Além dos atendimentos individuais, os usuários podem participar de rodas de conversas, grupos de meditação e práticas de exercícios.
“Um dos privilégios que nós temos hoje é de reunir todas as especialidades num único lugar”, diz Souza. “Nós também conseguimos fazer essa discussão com outros serviços da rede. Então, se tem uma mulher que sofre de violência ou um idoso vulnerável, nós conseguimos fazer a articulação.”
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Dez tipos de câncer que podem ser prevenidos
Cerca de 40% dos casos de câncer poderiam ser prevenidos evitando fatores de risco, geralmente associados a comportamento e alimentação. A informação é da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). A cada ano, conforme o National Cancer Institute (NCI), são registrados 20 milhões de novos casos de câncer no mundo e 9,7 milhões resultam em mortes. E as projeções não são otimistas, o NCI estima que até 2040 o número de novos casos de câncer por ano aumente para 29,9 milhões e 15,3 milhões de mortes. E fevereiro é uma oportunidade de difundir informações sobre prevenção e controle da doença, uma vez que traz várias datas consigo: dia 4 é o Dia Mundial de Combate ao Câncer; dia 05 é o Dia Nacional da Mamografia; e dia 15 é o Dia Mundial de Luta contra o Câncer na Infância.
Compreender que a mudança de alguns hábitos pode significar a proteção contra uma doença tão agressiva é essencial para mudar a realidade. O médico oncologista André Sasse, do Vera Cruz Oncologia, em Campinas (SP), explica que 1/3 das mortes pela patologia tem o tabagismo como principal causa externa; que 30% dos tipos são decorrentes de maus hábitos alimentares e obesidade; 5% são causados pelo consumo de bebida alcoólica; e 5% são causados por vírus para os quais existem vacinas.
O quê você pode fazer para se prevenir contra certos tipos de câncer? Confira as orientações do especialista:
Pulmão – os principais cuidados devem ser evitar o tabagismo, evitar a exposição ao fumo passivo, não se expor a substâncias nocivas como amianto, radônio, arsênio e poluição sem os devidos mecanismos de proteção (especialmente no ambiente de trabalho).
Bexiga – evitar o tabagismo, ingerir bastante água, evitar exposição a produtos químicos nocivos, como substâncias usadas em tintas, borracha e couro (somente com o uso de proteção); atente à presença de sangue na urina ou vontade de urinar com frequência.
Pele – usar protetor solar e evitar a exposição excessiva ao sol.
Colo de Útero – tomar a vacina contra o HPV, realizar exames regulares (Papanicolau) e usar preservativo nas relações sexuais.
Fígado – vacina conta hepatite B, evitar consumo excessivo de álcool, não usar anabolizantes e tratar infecções hepáticas.
Esôfago – evitar o tabagismo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas.
Estômago – alimentação saudável (evitar alimentos processados e ricos em sal) e evitar o cigarro.
Mama – manter o peso saudável, praticar atividade física, evitar consumo excessivo de álcool, fazer exames preventivos regulares e controle de reposição hormonal.
Próstata – evitar o consumo de álcool excessivo, praticar atividade física, ter alimentação saudável e evitar a obesidade, fazer exames preventivos regulares.
Endométrio – ter bons hábitos alimentares, ricos em nutrientes, vitaminas e sais minerais, manter o peso saudável, praticar atividade física e controle de reposição hormonal.
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Como reduzir o inchaço nos olhos ao acordar, segundo especialista
Acordar com os olhos inchados pode ser um problema comum, especialmente após uma noite de sono ruim. No entanto, algumas medidas simples podem ajudar a prevenir e reduzir esse inchaço. O site Only My Health conversou com o médico Shrey Kumar, que compartilhou dicas eficazes para lidar com essa condição.
1. Priorize um sono de qualidade
Dormir entre sete e nove horas por noite permite que o corpo se recupere e equilibre os líquidos, evitando o acúmulo ao redor dos olhos.
2. Mantenha-se hidratado
Beber bastante água ao longo do dia ajuda a reduzir a retenção de líquidos e a eliminar toxinas que podem contribuir para o inchaço.
3. Use compressas frias
Aplicar uma toalha fria, fatias de pepino ou sacos de chá refrigerados sobre os olhos pode ajudar a reduzir a inflamação e aliviar o inchaço rapidamente.
4. Durma com a cabeça elevada
Manter a cabeça ligeiramente mais alta ao dormir evita o acúmulo de líquidos ao redor dos olhos, reduzindo o inchaço matinal.
5. Reduza o consumo de sal
O excesso de sódio no organismo pode piorar a retenção de líquidos e agravar o inchaço. Optar por uma dieta equilibrada e evitar alimentos ultraprocessados pode fazer diferença.
Seguindo essas orientações, é possível evitar o inchaço nos olhos ao acordar e manter um olhar mais descansado e saudável.
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Sinais de compulsão alimentar: como identificar e lidar com o problema
Você já se pegou comendo grandes quantidades de comida e sentindo que quase perdeu o controle sobre o que estava fazendo? Isso pode ser um sinal de perturbação de ingestão alimentar compulsiva (PIAC), um distúrbio alimentar frequentemente associado à obesidade.
De acordo com o psicólogo Marco Guerreiro, em post nas redes sociais, durante e após um episódio de compulsão alimentar, as pessoas frequentemente sentem que perderam o controle. Esse comportamento é caracterizado por uma ingestão excessiva de alimentos, muitas vezes sem fome, e ocorre com mais frequência em indivíduos que enfrentam problemas de peso, como a obesidade.
O especialista aponta três sintomas principais dessa condição:
Comer rapidamente e em grandes quantidades, muitas vezes repetidamente, mesmo sem estar com fome.
Sentir-se enjoado, deprimido ou culpado após consumir grandes porções de alimentos.
Comer em segredo durante os episódios de compulsão, por vergonha da quantidade de comida consumida.
Além desses sintomas, a ingestão compulsiva pode levar a consequências sérias para a saúde, como o aumento do risco de doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e problemas emocionais como ansiedade e depressão. Pessoas com PIAC podem ter dificuldades para controlar o comportamento alimentar, e o sentimento de culpa após os episódios pode perpetuar um ciclo de consumo excessivo e transtornos emocionais.
Se você ou alguém que conhece está passando por isso, é importante procurar ajuda profissional. O tratamento pode envolver terapia cognitivo-comportamental, apoio psicológico e, em alguns casos, medicamentos para ajudar a controlar os episódios de compulsão alimentar. Não há vergonha em buscar apoio para lidar com esse distúrbio alimentar, e a ajuda especializada pode ser um passo crucial para melhorar a saúde física e mental.
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Conheça alguns alimentos comuns que levam ao envelhecimento da pele
Com o passar dos anos, é natural que a pele perca elasticidade. No entanto, alguns alimentos podem acelerar esse processo, especialmente aqueles ricos em açúcar. É importante ficar atento à alimentação para preservar a saúde e a aparência da pele.
O site ‘SheFinds’ consultou dermatologistas para identificar os alimentos que afetam o colágeno e contribuem para o envelhecimento precoce.
Confira:
Manteiga e Margarina
De acordo com Robyn Newmark, “as gorduras trans presentes nesses alimentos não apenas aumentam o risco de doenças cardíacas, mas também podem acelerar o processo de envelhecimento da pele”.Bolos e Doces de Confeitaria
“Carboidratos refinados elevam os níveis de açúcar no sangue, o que estimula a produção de óleo na pele, tornando-a mais brilhante e contribuindo para o envelhecimento precoce”, explicam os especialistas.Cereais Açucarados
“O consumo excessivo de açúcar refinado causa danos intrínsecos às proteínas de colágeno da pele”, alerta a dermatologista Elaine F. Kung.Manter uma alimentação equilibrada é essencial para proteger a pele e retardar os sinais do tempo.
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Orgulhosos até dizer chega! Os signos que nunca reconhecem os seus erros
Tudo o que dizem e fazem é o mais acertado. Para estas pessoas, reconhecer o erro é algo muito difícil de acontecer.
Segundo a lista do ‘website’ Terra, estes são os três signos mais orgulhosos e que nunca admitem os erros que cometeram.
Touro (21 de abril a 20 de maio)
“É um dos signos mais orgulhosos do zodíaco. Acham que estão sempre certos e nunca admitem quando falham.”
Peixes (20 de fevereiro a 20 de março)
“Consideram que estão sempre certos nas suas ideias e é complicado fazer com que vejam outro ponto de vista.”
Virgem (23 de agosto a 22 de setembro)
“Para eles, nunca estão errados. Quando estão, nunca admitem.”
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