• Coreia do Sul: Curiosidades pouco conhecidas

    Com uma história rica, culinária deliciosa, cidades fantasticamente modernas e paisagens campestres igualmente fascinantes, a Coreia do Sul deveria estar na lista de viagens de todos. Que tal passear pelas muitas ilhas vulcânicas ao largo da costa do continente? Se é um amante do melhor da gastronomia, por que não se banquetear com comida de rua e churrasco incríveis? O que não faltam são coisas para se fazer nesse país, que se destaca também pela cultura vibrante (além da arte tradicional, o sucesso do k-pop e de filmes e séries em todo o mundo não nos deixam mentir!).

    Na galeria, conheça as maravilhas de fazer inveja da Coreia do Sul – para além do k-pop e dos doramas.

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  • Ozempic manipulado: médicos alertam para riscos de remédio alternativo

    A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) divulgaram nota nesta quarta-feira (5) na qual alertam a população sobre “graves riscos” associados ao uso de medicamentos injetáveis de origem alternativa ou manipulados para tratar obesidade e diabetes.

     

    Os medicamentos em questão, de acordo com as entidades, são análogos do GLP-1 e GIP, incluindo a semaglutida (Ozempic e Wegovy, da farmacêutica Novo Nordisk) e a tirzepatida (Mounjaro e Zepbound, do laboratório Eli Lilly), aprovados por agências reguladoras como a brasileira Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a norte-americana Food and Drug Administration (FDA, na sigla em inglês).

    “Medicamentos biológicos, como a semaglutida e a tirzepatida, exigem processos rigorosos de fabricação para assegurar que o organismo utilize e metabolize a substância de forma eficaz e segura. Essas moléculas são administradas por injeções subcutâneas, o que demanda padrões rigorosos de esterilidade e estabilidade térmica”, destacou a nota.

    O uso de versões alternativas ou manipuladas, segundo as entidades, figura como “prática crescente, preocupante e perigosa” e carece de bases científicas e regulatórias que garantam eficácia, segurança, pureza e estabilidade do produto, “expondo os usuários a sérios riscos à saúde, pois não passam pelos testes de bioequivalência necessários, tornando impossível prever seus efeitos no corpo humano”.

    “Relatos da FDA documentam problemas graves de administração em versões alternativas ou manipuladas, com doses superiores ou inferiores às recomendadas, contaminações e substituição por outros compostos”, alerta a nota. “A semaglutida e a tirzepatida alternativas ou manipuladas são frequentemente divulgadas como opções mais acessíveis e igualmente eficazes, o que é uma falsa promessa.”

    Ainda de acordo com as entidades, a comercialização direta dessas medicações alternativas ou manipuladas por profissionais de saúde em consultórios configura prática contrária ao Código de Ética Médica, “ferindo a confiança da relação médico-paciente”. “Versões vendidas em sites, redes sociais ou por WhatsApp também aumentam o risco de adulteração, contaminação e ineficácia por desestabilização térmica”.

    Dentre as recomendações que constam na nota está:

    1. que profissionais de saúde não prescrevam semaglutida ou tirzepatida alternativas ou manipuladas. “Apenas utilizem medicamentos aprovados por agências reguladoras, com fabricação industrial certificada e vendidos em farmácias”;
    2. que pacientes rejeitem tratamentos que incluam versões alternativas ou manipuladas dessas moléculas – incluindo vendas diretas em sites, aplicativos ou em consultórios – e busquem alternativas aprovadas pela Anvisa;
    3. que órgãos reguladores e fiscalizadores, em especial a Anvisa e os conselhos de medicina, intensifiquem ações de fiscalização sobre todas as empresas e pessoas envolvidas na prática.

    Por fim, as entidades reforçam a importância de seguir recomendações baseadas na ciência e na ética, priorizando a segurança e o bem-estar da população. “E reiteram o compromisso social de melhorar o acesso a medicações seguras e eficazes para tratar a obesidade e o diabetes mellitus, assim como reivindicam políticas públicas de inclusão e abordagem ampla de prevenção e tratamento dessas condições”.

    Falsificações

    Em janeiro de 2024, a Organização Mundial da Saúde (OMS) chegou a fazer um alerta para a escassez de medicamentos como um problema global, sobretudo em países de baixa e média renda. Segundo a entidade, desde setembro de 2021, o número de insumos em falta em dois ou mais países cresceu 101%.

    “Essa escassez de medicamentos é uma força motriz reconhecida para remédios falsificados ou de qualidade inferior e acarreta o risco de muitos procurarem obter medicamentos através de meios não oficiais, como a internet”, destacou a OMS, em nota.

    O comunicado cita especificamente a escassez global, registrada em 2023, de produtos indicados para o tratamento do diabetes tipo 2 e utilizados também para a perda de peso, como o semaglutida. A substância é o princípio ativo do Ozempic, caneta de aplicação na pele para controle do apetite.

    Anvisa

    Em outubro, a Anvisa recebeu um comunicado da farmacêutica Novo Nordisk, responsável pela produção do Ozempic, sobre indícios de que canetas de insulina foram readesivadas e reaproveitadas com rótulos do medicamento. A suspeita era que os adesivos tenham sido retirados indevidamente de canetas originais de um lote da medicação e utilizados em embalagens de insulina vendidas.

    A orientação da Anvisa é que a população e os profissionais de saúde fiquem atentos às características da embalagem do Ozempic e adquiram somente produtos dentro da caixa, em farmácias regularizadas junto à vigilância sanitária, sempre com a emissão de nota fiscal.

    A agência recomenda ainda que não sejam adquiridos produtos de sites e canais que comercializam medicamentos usando nomes de marcas ou aplicativos de vendas, além de perfis em redes sociais que oferecem os produtos.

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  • Câncer em jovens é um desafio crescente no Brasil

    O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que em 2025 o país registrará cerca de 700 mil novos casos de câncer, com os tumores de mama se mantendo como o mais comum entre mulheres e o de próstata entre os homens, porém nódulos de intestino vem registrando crescimento preocupante em prevalecia, inclusive entre adultos jovens.

     

    Quando ampliamos o mapa e analisamos a América Latina o cenário é igualmente alarmante. Estudos do Global Cancer Observatory, vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS), apontam que o câncer colorretal é responsável por 15% da incidência da doença em pessoas com menos de 50 anos na região.

    Segundo Dr. Thiago Jorge, Coordenador do Setor de Tumores Gastrointestinais do Centro Especializado em Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, “os tumores de intestino têm aparecido em idades cada vez mais precoces, e isso é um dado alarmante. Muitas vezes, o diagnóstico é feito de forma tardia porque ainda há uma percepção equivocada de que jovens não estão suscetíveis a esse tipo de doença.”

    O oncologista ainda ressalta que tumores de pâncreas, fígado e nas vias biliares também têm se tornado mais comuns nos últimos anos e merecem ter uma atenção geral da população.

    Fatores como histórico familiar, obesidade, sedentarismo e alimentação rica em ultraprocessados estão entre as principais causas atribuídas ao crescimento de casos. Além disso, a exposição prolongada a poluentes, microplásticos, resíduos tóxicos e substâncias químicas presentes em pesticidas, por exemplo, está cada vez mais associada a alterações genéticas e ao surgimento de tumores.

    “O impacto do ambiente, combinado com hábitos pouco saudáveis, cria um cenário ainda mais desafiador para o controle e a prevenção do câncer na população jovem”, completa o oncologista.

    No caso do câncer de mama em mulheres jovens o impacto é ainda mais significativo. “Embora as campanhas de rastreamento estejam bem estabelecidas para mulheres acima de 40 anos, ainda há um desconhecimento sobre a relevância de diagnosticar o câncer de mama em pacientes mais jovens. É essencial desmistificar a ideia de que esse tipo de tumor não pode acometer mulheres antes dos 40 e ampliar o acesso a tecnologias diagnósticas para esse público”, explica o Dr. Pedro Exman, coordenador do Grupo de Tumores de mama e ginecológicos do Centro Especializado em Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

    A identificação precoce da doença é um divisor de águas. “Quando o câncer é descoberto em seus estágios iniciais, o tratamento pode ser mais eficaz e menos agressivo, preservando a qualidade de vida da paciente”, reforça o médico.

    Apesar de avanços em algumas áreas, como o acesso a mamografias gratuitas no Brasil e a ampliação de testes preventivos para câncer colorretal, especialistas destacam que a América Latina ainda enfrenta desafios estruturais significativos no combate à doença.

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  • Os melhores Carnavais ao redor do mundo – cidades brasileiras se destacam, claro

    O espetáculo deslumbrante de penas e lantejoulas, o aroma tentador da culinária local, os aplausos de uma multidão eletrificada, o pulso hipnótico da percussão… Nada se compara à magia de um grande Carnaval. Em algumas cidades ao redor do mundo, as comemorações de Carnaval trazem mais festividades do que qualquer outra ocasião, transformando as ruas em um turbilhão de cores e comemorações. E as cidades brasileiras se destacam, claro!

    De Nova Orleans ao Rio de Janeiro, passando por Veneza e Londres, é possível colocar sua fantasia mais chamativa e dançar da manhã à madrugada em algumas das festividades mais icônicas do mundo.

    Nesta galeria, reunimos os maiores, mais brilhantes e mais barulhentos Carnavais que todo mundo deveria experienciar pelo menos uma vez na vida. Será que sua cidade entrou na lista entre os destaques brasileiros? Clique na galeria para descobrir.

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  • Síndrome de Alagille: doença afeta o fígado, coração, olhos, ossos e rins

    Mesmo que semelhante a outras doenças hepáticas, a síndrome de Alagille (ALGS, em inglês) se difere por apresentar características incomuns que afetam órgãos diversos. No mês que marca o Dia de Conscientização da Síndrome de Alagille, a gastroenterologista e hepatologista pediátrica, Marise Tofoli, explica o que é a doença e como alguns sintomas já podem ser percebidos nos primeiros meses de vida. “A icterícia neonatal persistente é o primeiro sinal de alerta para a possibilidade da síndrome. Ela pode estar acompanhada de coceira intensa, problemas cardíacos congênitos, face com característica triangular (com testa larga e proeminente, olhos profundos e queixo pequeno) e uma alteração na parte interna dos olhos que só pode ser detectada durante um exame oftalmológico especializado”.

     

    A ALGS afeta um em cada 30 mil nascidos vivos.1 Trata-se de uma doença hereditária, com 50% de chance de cada filho herdá-la. A enfermidade é resultado de uma mutação no gene JAG1 ou, menos frequentemente no NOTCH2, que estão envolvidos no desenvolvimento embrionário de diferentes tecidos. “O indivíduo com a doença tem no fígado diminuição dos ductos biliares intra-hepáticos, podendo levar a colestase (diminuição ou interrupção do fluxo biliar do líquido produzido pelo fígado). Nos rins, a doença pode desencadear malformações ou alterações funcionais. Já no esqueleto, podem ser observadas vértebras em forma de borboleta nas radiografias e, no coração, podem ter alterações em suas estruturas, levando a problemas cardíacos. Também não podemos deixar de pontuar que existem muitos casos de pacientes que podem apresentar deficiências nutricionais, como déficit de vitaminas lipossolúveis – como, por exemplo, as vitaminas A, D, E e K”, reforça a especialista

    Em relação ao diagnóstico, a hepatologista explica que são necessários exames para avaliação dos sinais da doença. “Raios x de tórax, para avaliação da coluna torácica, ecocardiograma e avaliação oftalmológica são alguns dos exames realizados. A biópsia hepática também pode ser feita para avaliar se há redução dos ductos biliares. E, por fim, o teste genético confirma o diagnóstico ao identificar as mutações no gene JAG1 ou NOTCH2”, explica.
     

    Impactos e tratamento da síndrome de Alagille

    A magnitude dos sintomas pode impactar diretamente na qualidade de vida dos indivíduos com a doença. “O prurido persistente, além de causar um sofrimento físico pode levar, muitas vezes, à alterações de sono, humor, com tendência a fadiga e irritabilidade, podendo ocorrer prejuízos emocionais como ansiedade”, explica Marise, que reforça a importância do acompanhamento multidisciplinar – com hepatologistas, cardiologistas, geneticistas, nutricionistas, psicólogos – uma vez que melhora a abordagem e o controle dos sintomas, facilita o tratamento das comorbidades, permite o rastreamento adequado de complicações e promove suporte psicológico para pacientes e famílias.

    Em dezembro de 2024, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma nova opção terapêutica para o tratamento do prurido colestático associado à síndrome de Alagille em pacientes com 12 meses ou mais. A presidente da Associação MariaVitoria de Doenças Raras (AMAVI Raras), Lauda Santos, explica que a aprovação é um marco para a comunidade de pacientes. “A coceira intensa, muitas vezes intratável, causa prejuízos importantes para o desenvolvimento da criança, além de afetar toda a família que a acompanha. Ter uma alternativa terapêutica eficaz – e não invasiva para o alívio desse sintoma – é um ganho imensurável para a qualidade de vida de quem convive com esta doença”, conta.

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  • Esperança antienvelhecimento: Cientistas rejuvenescem cobaias restaurando células velhas

    Durante anos, a luta contra o envelhecimento levou as pessoas a gastarem bilhões em cosméticos, cirurgias e tratamentos antienvelhecimento na esperança de voltar no tempo. Agora, uma nova pesquisa do Instituto de Biofísica da Academia Chinesa de Ciências pode ter descoberto um avanço potencial. Cientistas descobriram uma maneira de reverter alguns sinais de envelhecimento em camundongos, mirando a senescência celular, um fator-chave do envelhecimento.

    Essa pesquisa pode ser o primeiro passo em direção ao próximo grande salto na busca pela juventude eterna? Clique para saber mais.

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  • Saiba como fazer Bolo cremoso de milho

    Não existe hora certa para comer um bolinho, seja na hora do café, para petiscar ou até como sobremesa, um bolinho sempre cai bem. Para você arrasar na cozinha, Vitarella te ensina a preparar um Bolo Cremoso de Milho, que leva Wafer de abacaxi no preparo.

     

    Confira o modo de preparo abaixo:

    Bolo Cremoso de Milho

    Ingredientes:

    • 4 ovos
    • 1 xícara de chá de milho verde
    • 200g de açúcar
    • 150g de farinha de trigo sem fermento
    • 200g de chocolate branco
    • 2 colheres de essência de baunilha
    • 200g de Margarina Vitarella
    • ½ pacote de Biscoito Wafer Abacaxi Vitarella

    Modo de Preparo

    – Derreter a margarina com o chocolate branco picado em banho maria;
    – Bata os ovos com o milho no liquidificador, depois misture em um recipiente com o trigo, a mistura do chocolate com a manteiga, e a essência de baunilha;
    – Coloque em uma forma de bolo inglês untada e enfarinhada, uma camada da massa, o biscoito wafer e cubra com o restante da massa.
    – Leve ao forno de 30 a 40 minutos a 180c.

    Rendimento: 8 a 10 fatias
    Tempo de Preparo: 1 hora

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  • Roer as Unhas: Pode ser muito mais prejudicial do que parece

    Onicofagia é o hábito compulsivo de roer as unhas. Somente nos Estados Unidos, acredita-se que até 30% das pessoas roam as unhas. O hábito geralmente começa na infância e é desencadeado por estresse, ansiedade, tédio ou até mesmo perfeccionismo. Embora pareça inofensivo, o costume pode levar a problemas físicos, como infecções, causar problemas dentários e danos às unhas, além de constrangimento social.

    Clique na galeria para descobrir as causas e perigos do hábito de roer as unhas e uma variedade de estratégias que podem ajudar você a acabar de vez com esse hábito.

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  • Muito cuidado com estes sinais! Podem indicar doenças graves

    Está preocupado com a frequência com que vai ao banheiro fazer o ‘número dois’?

     

    Isso pode não ser um problema se acontecer regularmente e sem esforço. No entanto, alguns sinais merecem atenção.

    O site Well+Good conversou com o gastroenterologista Peyton Berookim, que destacou alguns fatores que indicam a necessidade de exames ou consultas médicas especializadas.

    Essas condições podem estar relacionadas à saúde digestiva e evoluir para problemas mais graves.

    Os sinais de alerta incluem:

    • Sangue nas fezes
    • Constipação crônica ou diarreia
    • Mudanças de peso sem explicação
    • Dor abdominal e inchaço
    • Vômitos
    • Azia

    “Se apresentar algum desses sintomas, o médico pode solicitar exames de sangue, testes de fezes ou até uma colonoscopia”, explicou o especialista. Esses exames ajudam a diagnosticar condições como síndrome do intestino irritável, doença inflamatória intestinal, câncer colorretal e refluxo.

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  • Esperança antienvelhecimento: Cientistas rejuvenescem cobaias restaurando células velhas

    Durante anos, a luta contra o envelhecimento levou as pessoas a gastarem bilhões em cosméticos, cirurgias e tratamentos antienvelhecimento na esperança de voltar no tempo. Agora, uma nova pesquisa do Instituto de Biofísica da Academia Chinesa de Ciências pode ter descoberto um avanço potencial. Cientistas descobriram uma maneira de reverter alguns sinais de envelhecimento em camundongos, mirando a senescência celular, um fator-chave do envelhecimento.

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