• Descubra a solução simples para remover manchas de potes plásticos

    Remover manchas de alimentos de recipientes plásticos pode ser um desafio, especialmente aquelas deixadas por molhos à base de tomate. Segundo a especialista em limpeza Sarah Dempsey, citada pela revista Woman & Home, um truque simples pode resolver o problema: usar pastilhas de limpeza de próteses dentárias.

     

    O método é fácil e eficaz. Basta seguir os passos abaixo:

    Encha o recipiente plástico com água morna.

    Adicione uma pastilha de limpeza de prótese dentária e aguarde até que ela se dissolva completamente.

    Deixe agir por algumas horas.

    Finalize lavando o recipiente com água quente e detergente, como de costume.

    De acordo com Dempsey, o efeito das pastilhas ajuda a decompor resíduos oleosos e eliminar as manchas impregnadas no plástico, deixando os potes com aparência de novos.

    Esse truque tem conquistado cada vez mais adeptos por sua praticidade e eficiência, sendo uma alternativa útil para quem quer manter os recipientes sempre limpos e livres de marcas persistentes.

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  • Fora de hora! Signos que chegam sempre atrasados aos compromissos

    Olhar para o relógio é coisa que nunca fazem. Estas pessoas chegam sempre atrasadas e para elas está tudo bem. Arranjam sempre o que fazer e são capazes de inventar várias desculpas.

     

    Segundo a lista do jornal Clarín, este são os signos que chegam sempre atrasados aos seus compromissos. Conhece alguém assim?

    Áries (21 de março a 20 de abril)

    “Chegam constantemente atrasados. Arranjam sempre outras coisas para fazer.”

    Gêmeos (21 de maio a 21 de junho)

    “Enquanto esperam por eles, é bem possível que estejam conversando com um estranho ou descobrindo algo novo. Quando chegam são capazes de inventar desculpas bem criativas.”

    Leão (22 de julho a 22 de agosto)

    “Não se atrasa por qualquer motivo, é mesmo proposital. Preferem sempre aproveitar cada momento.”

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  • Regra do Contato Zero: Por que ela realmente funciona para passar para uma nova fase?

    Não há como evitar: separações são difíceis. Quer você esteja com alguém há seis meses ou seis anos, é muito difícil desassociar sua vida da que você tinha com outra pessoa; inevitavelmente traz à tona um vasto leque de emoções difíceis. Bem, existem muitas teorias por aí sobre qual é a melhor maneira de sair de um relacionamento e, em grande medida, isso depende do indivíduo. Para muitas pessoas, entretanto, seguir a regra do contato Regra Zero é um ótima forma para começar.

    Curioso? Confira esta galeria para saber mais.

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  • Estudo sugere avaliar risco de AVC com exame da retina por meio de IA

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um novo estudo investiga a associação entre a quantidade e as características dos vasos sanguíneos na retina e o risco de desenvolver um AVC (acidente vascular cerebral). A proposta é que o exame da retina com inteligência artificial ofereça um complemento a exames tradicionais como os de colesterol e glicemia.

     

    Marcelo Franken, diretor da Socesp (Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo) e gerente médico do Hospital Israelita Albert Einstein, explica que “a retina é um dos lugares mais acessíveis para observar vasos sanguíneos com exames clínicos, ainda que seja necessário o uso de equipamentos específicos, como lentes e fontes de luz”.

    O estudo foi publicado em novembro na revista científica Heart. Com o auxílio de inteligência artificial, os pesquisadores analisaram imagens da retina e identificaram parâmetros que podem indicar maior risco de AVC. Vasos sanguíneos de estrutura mais simples, com menos ramificações, por exemplo, podem indicar problemas na circulação e maior chance de hipóxia (falta de oxigênio), condições ligadas ao AVC.
    Durante um acompanhamento médio de 12,5 anos, foram registrados 749 casos de AVC entre 45.161 participantes.

    O estudo identifica 29 parâmetros significativamente associados ao risco de acidente vascular cerebral, como a quantidade de vasos (densidade), o calibre (se são mais largos ou estreitos), a tortuosidade (se são mais retos ou sinuosos) e a distribuição (como estão espalhados pela retina).

    A análise da retina é uma técnica não invasiva, rápida e acessível, podendo ser integrada aos check-ups oftalmológicos de rotina.

    Já o uso de inteligência artificial aumenta a precisão na avaliação do risco de AVC, tornando o exame mais eficiente, diz o estudo. A combinação dessas informações com as de idade e sexo apresentou resultados tão bons quanto os métodos tradicionais que analisam colesterol e pressão arterial, afirmam os pesquisadores.

    O neurocirurgião Hugo Sterman, especialista em AVC da Rede D’Or, diz que os vasos da retina têm características semelhantes aos vasos do cérebro, especialmente em relação a mudanças provocadas por fatores de risco clássicos para derrames, como pressão alta, diabetes, colesterol elevado e tabagismo. Por isso, observar alterações nesses vasos pode ajudar a avaliar o estado de saúde dos vasos cerebrais.

    “É possível que, no futuro, com auxílio de inteligência artificial, esse método possa ter um custo vantajoso e de baixo risco”, afirma Sterman.

    O cardiologista Marcelo Franken afirma que a retina já é analisada rotineiramente em pacientes com hipertensão e diabetes, pois mudanças visíveis nos vasos indicam problemas de saúde mal controlados. A novidade do estudo, ele avalia, está no uso da inteligência artificial para identificar alterações que não são perceptíveis ao olho humano.

    Ele ressalta que exames como o de colesterol e a avaliação de calcificação coronária também são utilizados desde a juventude, embora exijam recursos laboratoriais e procedimentos mais invasivos. “Não é uma descoberta revolucionária, mas é uma ferramenta adicional interessante para avaliar o risco de doenças vasculares”, afirma.

    A análise dos vasos da retina tem potencial para ser incorporada futuramente na avaliação de rotina, permitindo um melhor controle de fatores de risco e ajustes mais precisos nas medicações, aprimorando o acompanhamento dos pacientes, citam os especialistas.

    Embora promissor, o estudo precisa ser validado em populações mais diversas. A pesquisa utilizou dados do UK Biobank, com predominância de participantes brancos.

    De acordo com Marcelo Franken, diferenças genéticas e biológicas podem influenciar tanto o risco de doenças quanto a resposta a tratamentos. “Algumas etnias têm mais propensão a desenvolver doenças como diabetes ou hipertensão, enquanto outras podem responder de forma distinta a medicamentos.”

    O médico acrescenta que a diversidade étnica do Brasil torna pesquisas realizadas no país mais representativas para diferentes populações. “O estudo traz novas possibilidades, mas ainda não podemos generalizar os achados sem mais evidências.”

    O levantamento foi conduzido por pesquisadores do Centre for Eye Research Australia, Universidade de Melbourne, Harvard Medical School, Beijing Tongren Hospital e Hong Kong Polytechnic University.

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  • As Leis de Aborto mais severas no mundo: Brasil e outros países

    As leis sobre aborto variam muito ao redor do mundo, com alguns países impondo regulamentações altamente restritivas que limitam o acesso ao procedimento. Em muitas dessas nações, o aborto só é permitido quando a vida da mãe está em risco. Essas leis rígidas frequentemente colocam a saúde das mulheres em risco significativo, assim como os profissionais de saúde que realizam o procedimento, com ambos enfrentando sentenças de prisão ou multas pesadas. 

    Clique para descobrir os países com as leis de aborto mais restritivas, inclusive no Brasil.

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  • Menopausa precoce acomete mulheres com câncer de mama

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Os hormônios femininos frequentemente atuam como combustível para certos tipos de câncer de mama. Por isso, muitos tratamentos incluem bloqueio hormonal, o que resulta em uma menopausa abrupta. Foi o que aconteceu com Nathalia Coutinho, diagnosticada com a doença aos 39 anos, em 2022. Além do bloqueio hormonal, ela passou por cirurgia e quimioterapia.

     

    “Eu era uma mulher jovem. Não tinha nenhum sinal de climatério, nem de menopausa, nem de nada”, diz.

    Nathalia conta que sempre foi excelente em fazer contas de cabeça e que hoje possui muita dificuldade. Essa perda de potência mental é um dos sintomas da menopausa que ela vem enfrentando, assim como insônia e alguns fogachos noturnos –um dos sintomas mais comuns da menopausa, que costuma ocorrer por volta dos 50 anos.

    Embora a menopausa seja mais frequente nessa faixa etária, o câncer de mama também é prevalente nesse período. Por isso, recomenda-se que mulheres entre 40 e 69 anos realizem exames de mamografia regularmente.

    A quimioterapia pode afetar os ovários, um efeito conhecido como toxicidade ovariana, como explica Laura Testa, chefe do grupo de oncologia mamária do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo). “Ela pode fazer com que os ovários deixem de funcionar adequadamente, seja durante o tratamento, seja antecipando uma menopausa futura”, afirma. No entanto, a médica ressalta que essa menopausa pode ser definitiva ou temporária, e o retorno da função ovariana varia de caso a caso.

    Nathalia compara a perda de cabelo durante a quimioterapia com a menopausa. Enquanto a queda dos fios é amplamente discutida, permitindo que as mulheres se preparem emocionalmente, os efeitos da menopausa não recebem a mesma atenção. “Se menopausa fosse em homens, a ciência já teria encontrado soluções”, critica.

    “No caso da mulher com câncer de mama, isso ainda está numa total penumbra”, diz. “Você sai da quimioterapia e precisa lidar com algo absolutamente inesperado: a menopausa, que traz uma série de outros sintomas.” Muitas vezes, ela afirma não saber distinguir quais efeitos são causados pela quimioterapia e quais são sintomas da menopausa.

    O ano seguinte ao tratamento foi especialmente desafiador para Nathalia, pois ela enfrentou novos sintomas e teve que se adaptar a um “novo normal”. Ela descreve a menopausa associada ao câncer como um processo que acontece em um momento de grande fragilidade devido à quimioterapia, comparando seu corpo a uma “terra arrasada”.

    O oncologista Oren Smaletz, do Hospital Israelita Albert Einstein, reforça a importância do acompanhamento regular com um ginecologista, mesmo para mulheres que não apresentam sintomas evidentes, garantindo que se mantenham informadas. “A menopausa é um momento de fragilidade, uma mudança não só hormonal, mas também fisiológica e psicológica. As mulheres precisam estar cientes dos riscos e benefícios da reposição hormonal.”

    Embora a reposição hormonal seja um dos principais tratamentos para a menopausa, ela é geralmente contraindicada para pacientes com câncer de mama, especialmente para aquelas com receptor hormonal positivo, como é o caso de Nathalia.

    O oncologista indica tratamentos com acupuntura e novos medicamentos em desenvolvimento, como o fezolinetant, que não possui hormônio e atua no sistema nervoso central para diminuir os fogachos.

    Uma das estratégias que Nathalia adotou para lidar com os sintomas foi a prática de exercícios físicos. “Você não tem mais a mesma força e potência, mas ajuda muito porque libera endorfina e melhora o sono, já que você cansa o corpo”, conta. Essa é uma das principais recomendações dos especialistas e, para Testa, a atividade física não é opcional, e sim obrigatório. “Ela tem o poder de mitigar muitos desses sintomas.”

    Outra estratégia que Nathalia adotou foi a higiene do sono, criando um ritual antes de dormir, como evitar o uso do celular, para não prejudicar o descanso. Além disso, a médica sugere o uso de hidratantes vaginais sem hormônio para combater a secura vaginal, mas enfatiza que cada caso deve ser avaliado individualmente.

    “Você precisa encontrar um novo ponto de equilíbrio para tudo. Esse processo exige muito. Exige olhar para si mesma e entender que você mudou, que não é mais a mesma pessoa de antes, e refletir sobre o que ganhou e o que perdeu”, conclui Nathalia.

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  • Os empregos com maior crescimento e maior queda em número de vagas em 2025

    O mercado de trabalho está evoluindo rapidamente. O mais recente Relatório do Futuro dos Empregos do Fórum Econômico Mundial lança luz sobre as principais tendências que impactarão indústrias e trabalhadores.

    Do surgimento da inteligência artificial (IA) e automação à crescente demanda por tecnologias ecológicas, o relatório oferece insights valiosos sobre quais carreiras estão prestes a crescer e aquelas que podem enfrentar declínio significativo. Clique para explorar os empregos de crescimento e declínio mais rápidos e o que essas mudanças significam para o futuro do trabalho como o conhecemos.

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  • Frenectomia: cirurgia se populariza após caso de filho da Viih Tube

    A “língua presa”, conhecida nos termos médicos como anquiloglossia, é uma condição em que o frênulo lingual é curto, espesso ou resistente, dificultando movimentação da língua. A origem pode ser genética ou por traumas, e atinge bebês e adultos. É o caso de Ravi, filho da influenciadora Viih Tube, que com poucos meses de vida será submetido a uma cirurgia de correção na língua: a frenectomia. No caso de bebês, o frênulo curto, o chamado “freio da língua” pode dificultar a amamentação ao não permitir a sucção adequada. 

     

    Segundo o médico Paulo Mendes Junior, otorrinolaringologista do IPO, maior hospital do segmento na América Latina, o procedimento é simples, mas que pode trazer grandes benefícios para a fala, a alimentação e a estética dentária, melhorando a qualidade de vida de bebês, crianças e adultos. “O corte do frênulo, chamado popularmente de ‘freio na língua’ é simples. Ele pode ser feito em consultório, até mesmo por dentistas. Mas para melhor conforto do paciente, pode ser orientado a realizar no centro cirúrgico para a necessidade da sedação anestésica, que seria uma máscara que libera anestésico. O paciente tem alta no mesmo dia e não precisa passar por internamento”, detalha o especialista.

    A frenectomia, tem anestesia local, com diferentes técnicas disponíveis para o corte do “freio”. Na cirurgia, as fibras devem ser removidas completamente, de forma bem cuidadosa para que o “freio” não apareça novamente e uma nova cirurgia seja necessária. Em alguns casos pode ser necessário fonoaudiológico. “O pós-operatório é tranquilo e inclui repouso de pelo menos 24 horas. Indicamos também a ausência de atividades físicas nos sete primeiros dias, além do consumo exclusivo de alimentos líquidos, pastosos e frios nos três primeiros dias. Por ser um procedimento rápido e que exige cuidados básicos no pós-operatório, é interessante que ele seja realizado nos primeiros meses de vida”, revela Paulo Mendes Junior.

    Além da “língua presa”, a frenectomia é recomendada com frequência para casos em que o freio labial é muito curto ou espesso, causando, por exemplo, um espaço excessivo entre os dentes superiores centrais. Por ser um procedimento tranquilo e de fácil recuperação, a frenectomia pode ser realizada desde os primeiros dias de vida. Em bebês, o diagnóstico de anquiloglossia geralmente é feito logo após o nascimento, especialmente se houver dificuldades na amamentação. “Para crianças maiores, a cirurgia costuma ser recomendada quando há impacto na fala ou na dentição. Já em adultos, a indicação pode surgir por dificuldades na mastigação, fonação ou estética dentária”, completa o especialista.

    O SUS Cobre a Frenectomia?

    Sim, o Sistema Único de Saúde (SUS) cobre a frenectomia nos casos em que há indicação médica ou odontológica, especialmente quando o problema compromete funções essenciais como a alimentação e a fala. O procedimento pode ser realizado em hospitais públicos ou em unidades básicas de saúde com atendimento odontológico especializado.

    Leia Também: Síndrome de Alagille: doença afeta o fígado, coração, olhos, ossos e rins

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  • O campo magnético do Sol mudou — o que isso significa para a humanidade?

    Em um evento cósmico inspirador, mas pouco conhecido, o Sol mais uma vez inverteu seu campo magnético. Essa mudança dramática, onde os polos magnéticos norte e sul do Sol trocam de lugar, é um aspecto fundamental da dinâmica solar e sinaliza o pico da atividade solar.

    Embora esse fenômeno possa parecer distante e abstrato, seus efeitos se estendem muito além do próprio Sol. Uma reversão do campo magnético influencia muitos aspectos do espaço e do nosso planeta. Cientistas têm rastreado esse evento com grande interesse, usando observatórios espaciais avançados para estudar como o campo magnético em evolução do Sol influencia o sistema solar.

    Então, o que faz o campo magnético do Sol se inverter? Como isso afeta a Terra e o que podemos esperar nos próximos meses e anos? Clique nesta galeria para descobrir.

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  • Sachês de nicotina favorecem o câncer e viciam, diz especialista

    Especialistas em câncer e tabagismo alertam que os sachês de nicotina não são uma boa alternativa para quem quer parar de fumar ou usar um produto menos nocivo do que o cigarro. Os pouches ou snus, como são mais conhecidos, contêm nicotina sintética ou extraída do tabaco, em concentrações que vão de 6miligramas (mg) a 25mg por sachê, o que é bastante superior ao cigarro, que tem cerca de 1mg por unidade.

     

    Diferentemente do cigarro ou do vape, esse produto não é fumado, e sim colocado entre a gengiva e os lábios, liberando a nicotina diretamente na boca, o que pode causar a impressão de ser menos prejudicial. Mas isso não é verdade, de acordo com a consultora na área de tabagismo da Fundação do Câncer, Milena Maciel:

     

     

    “A mucosa oral tem muitos vasos, então a velocidade de absorção é mais rápida. Aí ela chega mais rápido no cérebro e no sangue”, explica a especialista.

     

    Além de ser extremamente viciante – por interferir nos neurotransmissores que causam a sensação de prazer – a nicotina é um estimulante cerebral. Por isso, assim que o efeito imediato passa, é comum que o usuário se sinta ansioso ou irritado, o que o motiva a tomar uma nova dose. Mas a tolerância do cérebro ao efeito da nicotina aumenta gradativamente e, com o tempo, o usuário acaba precisando de uma dose cada vez maior, para obter o mesmo efeito. 

    As consequências não são apenas no cérebro. A nicotina favorece a proliferação de células cancerígenas, o que significa que mesmo sem fumaça, e sem os outros componentes do tabaco, os sachês podem aumentar o risco de câncer. “E há outros ingredientes que causam mal à saúde como níquel, cromo, amônio e formaldeído, altamente cancerígeno”, complementa Milena. 

    A nicotina também eleva a pressão arterial, a frequência dos batimentos e provoca vasoconstrição – um “aperto” nos vasos sanguíneos, o que favorece problemas cardíacos. E por causa do seu modo de absorção, os sachês ainda podem causar problemas bucais, como ressecamento da mucosa, gengivite, cáries, e até a perda dos dentes. 

    Apesar de produtos a base de nicotina – como adesivos e gomas de mascar – serem utilizados como adjuvantes no tratamento contra o tabagismo, inclusive pelo Sistema Único de Saúde, a Fundação do Câncer também alerta que os sachês não devem ser considerados como opção. 

    “Quando você faz um tratamento, os profissionais sabem qual a dosagem exata que tem que ser tomada e quanto tempo você tem que usar e tem um tratamento terapêutico em paralelo a isso. Então existe todo um protocolo que já foi comprovado que faz a pessoa parar de fumar. Não é porque a nicotina está sendo usada ali, que ela pode ser usada de qualquer jeito”, explica Milena. 

    Regulamentação

    Os sachês de nicotina não são regulamentados no Brasil, mas podem ser comprados facilmente pela internet. Em janeiro, a Vigilância Sanitária do Mato Grosso do Sul apreendeu mais de 2 mil pouches que tinham sido enviados pelos Correios. Para atrair compradores, os vendedores destacam que esse é um produto discreto, que pode ser usado em qualquer lugar e apelam para argumentos semelhantes aos usados com os cigarros eletrônicos: que ele não gera fumaça nem mal cheiro, e tem diversos sabores. 

    Para a consultora da Fundação do Câncer, isso aumenta ainda mais o perigo:

    “Tem crianças e adolescentes usando. Pessoas que nunca pensaram em fumar, estão achando bonito e querendo experimentar. Até porque eles vêm numa caixinha bonitinha né? Com sabores diferentes… Parece até uma coisa “high tech”, moderna”. 

    Milena Maciel defende que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária  (Anvisa) abra um processo regulatório para o produto, e também proíba a fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda dos sachês, a exemplo do que fez com os vapes no ano passado. 

    Especialistas em câncer e tabagismo alertam que os sachês de nicotina não são uma boa alternativa para quem quer parar de fumar ou usar um produto menos nocivo do que o cigarro. Os pouches ou snus, como são mais conhecidos, contêm nicotina sintética ou extraída do tabaco, em concentrações que vão de 6miligramas (mg) a 25mg por sachê, o que é bastante superior ao cigarro, que tem cerca de 1mg por unidade.

    Diferentemente do cigarro ou do vape, esse produto não é fumado, e sim colocado entre a gengiva e os lábios, liberando a nicotina diretamente na boca, o que pode causar a impressão de ser menos prejudicial. Mas isso não é verdade, de acordo com a consultora na área de tabagismo da Fundação do Câncer, Milena Maciel:

    “A mucosa oral tem muitos vasos, então a velocidade de absorção é mais rápida. Aí ela chega mais rápido no cérebro e no sangue”, explica a especialista.

    Além de ser extremamente viciante – por interferir nos neurotransmissores que causam a sensação de prazer – a nicotina é um estimulante cerebral. Por isso, assim que o efeito imediato passa, é comum que o usuário se sinta ansioso ou irritado, o que o motiva a tomar uma nova dose. Mas a tolerância do cérebro ao efeito da nicotina aumenta gradativamente e, com o tempo, o usuário acaba precisando de uma dose cada vez maior, para obter o mesmo efeito. 

    As consequências não são apenas no cérebro. A nicotina favorece a proliferação de células cancerígenas, o que significa que mesmo sem fumaça, e sem os outros componentes do tabaco, os sachês podem aumentar o risco de câncer. “E há outros ingredientes que causam mal à saúde como níquel, cromo, amônio e formaldeído, altamente cancerígeno”, complementa Milena. 

    A nicotina também eleva a pressão arterial, a frequência dos batimentos e provoca vasoconstrição – um “aperto” nos vasos sanguíneos, o que favorece problemas cardíacos. E por causa do seu modo de absorção, os sachês ainda podem causar problemas bucais, como ressecamento da mucosa, gengivite, cáries, e até a perda dos dentes. 

    Apesar de produtos a base de nicotina – como adesivos e gomas de mascar – serem utilizados como adjuvantes no tratamento contra o tabagismo, inclusive pelo Sistema Único de Saúde, a Fundação do Câncer também alerta que os sachês não devem ser considerados como opção. 

    “Quando você faz um tratamento, os profissionais sabem qual a dosagem exata que tem que ser tomada e quanto tempo você tem que usar e tem um tratamento terapêutico em paralelo a isso. Então existe todo um protocolo que já foi comprovado que faz a pessoa parar de fumar. Não é porque a nicotina está sendo usada ali, que ela pode ser usada de qualquer jeito”, explica Milena. 

    Os sachês de nicotina não são regulamentados no Brasil, mas podem ser comprados facilmente pela internet. Em janeiro, a Vigilância Sanitária do Mato Grosso do Sul apreendeu mais de 2 mil pouches que tinham sido enviados pelos Correios. Para atrair compradores, os vendedores destacam que esse é um produto discreto, que pode ser usado em qualquer lugar e apelam para argumentos semelhantes aos usados com os cigarros eletrônicos: que ele não gera fumaça nem mal cheiro, e tem diversos sabores. 

    Para a consultora da Fundação do Câncer, isso aumenta ainda mais o perigo:

    “Tem crianças e adolescentes usando. Pessoas que nunca pensaram em fumar, estão achando bonito e querendo experimentar. Até porque eles vêm numa caixinha bonitinha né? Com sabores diferentes… Parece até uma coisa “high tech”, moderna”. 

    Milena Maciel defende que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária  (Anvisa) abra um processo regulatório para o produto, e também proíba a fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda dos sachês, a exemplo do que fez com os vapes no ano passado. 

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