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Sem vontade de treinar? Personal revela o que fazer para ganhar motivação
Chegar do trabalho e querer apenas relaxar no sofá é algo comum, mas se você tem metas fitness e deseja manter a consistência nos treinos, algumas estratégias podem ajudar a superar essa preguiça inicial.
A personal trainer Nicole Glor compartilhou com a revista Parade alguns truques que usa para manter a rotina de exercícios, mesmo nos dias em que a vontade de treinar é mínima. Confira algumas dicas para se manter ativo:
Escolha uma atividade que você goste
Não há uma única maneira correta de se exercitar. O ideal é encontrar um tipo de atividade física que te dê prazer, seja musculação, dança, pilates ou corrida. Quando você gosta do que faz, o treino se torna mais fácil de manter.Treine com um parceiro
Ter um amigo ou parceiro de treino pode tornar o processo mais divertido e motivador. Além de incentivar um ao outro, é uma ótima oportunidade para colocar o papo em dia enquanto fazem uma aula ou um circuito juntos.Crie uma playlist motivadora
Ouvir uma boa música pode ajudar a preparar o corpo e a mente para o treino. Selecione músicas animadas para ouvir no caminho até a academia ou enquanto se aquece, ajudando a entrar no clima da atividade física.Facilite a preparação
Se ir até a academia parece um esforço grande demais em certos dias, opte por um treino em casa. Ter um conjunto de exercícios simples para fazer no próprio ambiente pode ser uma alternativa eficiente para manter a rotina ativa.Aumente a frequência aos poucos
Se começar a treinar diariamente parece um desafio impossível, vá com calma. Estabeleça metas realistas e vá aumentando a frequência das atividades ao longo das semanas. Assim, o hábito será criado de forma natural e sustentável.Com essas dicas, fica mais fácil manter a regularidade nos treinos, mesmo nos dias de menor disposição. O mais importante é dar o primeiro passo e lembrar que cada movimento conta!
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Erros no Trabalho: Hábitos e atitudes que podem sabotar a sua carreira
Existe formas de agir no trabalho que são universais e que todos deveriam seguir. Respeitar seus colegas e superiores é apenas uma delas. No entanto, existem certos comportamentos e hábitos que devem ser evitados para quem quiser ter mais sucesso profissional.
Clique na galeria para saber o que não deve ser feito no lugar onde você trabalha.
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Aprenda a fazer um chá simples que pode melhorar a digestão
Alguns ingredientes naturais, como gengibre e hortelã-pimenta, são conhecidos por seus benefícios para a digestão. Pensando nisso, o blog Taste compartilhou uma receita especial que combina esses dois poderosos aliados com outros ingredientes para preparar um chá digestivo cheio de sabor e propriedades terapêuticas. Que tal experimentar?
Ingredientes:
3 colheres de chá de gengibre fresco picado
1 pedaço de casca de limão
1 sachê de chá de hortelã-pimenta
2 colheres de chá de sementes de funcho, levemente amassadas
1 colher de chá de sementes de cominho, levemente amassadas
1 colher de chá de manjerona fresca picada
500 ml de água ferventeModo de preparo:
Em um bule, adicione todos os ingredientes. Despeje a água fervente sobre eles e tampe. Deixe em infusão por cerca de 10 minutos.
Coe o chá diretamente em xícaras e sirva quente.Essa infusão é perfeita para aliviar desconfortos digestivos e proporcionar um momento de bem-estar. Aproveite!
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Resistência à dor: Por que algumas pessoas sentem mais do que outras?
Você já encostou em alguma coisa muito quente e rapidamente recuou para se proteger? Ou talvez você tenha entrado na água gelada da praia e sentido uma forte câimbra no corpo todo. De uma forma ou de outra, todos nós sentimos dor. O que pode variar drasticamente de pessoa para pessoa é a maneira exata como conseguimos resistir a ela. Nesta galeria, você vai descobrir por que algumas pessoas conseguem “suportar” mais a dor e outras nem tanto, porque são mais sensíveis. Compreender a dor pode te ajudar a entender melhor o seu corpo e a ter uma melhor saúde geral.
Curioso para saber por que as pessoas têm diferentes tolerâncias à dor? Clique e veja.
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Doença do beijo: cuidados para curtir o carnaval sem riscos
Do bloquinho aos bailes de clube, passando pelo trio elétrico e pelas festas particulares que acabam reunindo mais gente do que o esperado, o beijo na boca durante a folia de carnaval é uma prática com muitos adeptos espalhados pelo país. Afinal, a combinação de calor, música e alegria ajuda a dar um empurrãozinho para os romances, ainda que eles não durem até o fim do bloco. Mas os beijos em desconhecidos podem, sim, trazer alguns riscos para a saúde e é preciso ter cuidado para evitá-los.
Por ser uma área com mucosa, a boca é a porta de entrada para uma série de infecções. E o beijo é o veículo perfeito para isso. Segundo o infectologista e professor de Medicina da Universidade Positivo (UP), Marcelo Ducroquet, uma série de doenças infecciosas podem ser transmitidas por meio daquele beijão ao som de um samba ou axé. E o mais preocupante é que várias dessas infecções não apresentam sintomas, enquanto outras são transmissíveis mesmo sem eles. A mais famosa dessas patologias é a que ficou conhecida como “doença do beijo”, embora o nome oficial seja mononucleose.
“Ela é causada pelo vírus Epstein-Barr e pode ser transmitida por meio da saliva. Alguns dos sintomas são tosse, gânglios linfáticos inchados, cansaço, dor de garganta, perda de apetite, inflamação do fígado e hipertrofia do baço”, detalha o especialista. A maior parte das pessoas que contraem essa doença tem entre 15 e 25 anos e, uma vez que isso acontece, o vírus fica no organismo para o resto da vida.
Mas essa não é a única infecção transmitida pelo beijo. “A mais comum das doenças transmitidas pelo beijo é o resfriado, que todo mundo tem uma, duas ou três vezes por ano. Um pouco mais grave do que isso, também uma doença respiratória, é a influenza. Essa, temos uma vez a cada cinco ou dez anos, se não tomar a vacina. Dependendo da condição prévia da pessoa, ela pode parar no hospital ou até morrer. Por isso é importante manter a vacina da influenza em dia”, alerta.
Além das questões respiratórias, há outros tipos de enfermidades transmitidas pela saliva. O herpes simplex, por exemplo, também é um risco. Quem tem a doença costuma apresentar bolhas nos lábios que podem ser muito dolorosas. Elas desaparecem e reaparecem com alguma frequência e, embora alguns medicamentos ajudem a controlar o incômodo, o problema não tem cura. Outra infecção com transmissão via oral é o citomegalovírus, com sintomas como ínguas pelo corpo e febre. “Não são doenças muito graves, mas, uma vez infectado, não há cura e você pode passar a ser um transmissor. Até por isso esses vírus têm alta circulação, porque não podem ser eliminados do organismo e, muitas vezes, são transmitidos mesmo quando o portador não apresenta sintomas”, explica.
Boa higiene bucal não é suficiente
Para se proteger, não basta contar com a boa higiene bucal alheia ou mesmo caprichar na escovação e fio dental. “A maior parte dessas doenças não é visível e não há como saber quem tem e quem não tem. É importante observar se a pessoa que você vai beijar não tem, por exemplo, uma lesão na boca, que é comum no caso de herpes, mas, no geral, quem beija desconhecidos não tem meios práticos para evitar pegar essas doenças”, esclarece Ducroquet. Ele lembra, ainda, que, no carnaval ou fora dele, a preocupação maior deve ser sempre com as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Essas, sim, podem ser prevenidas com o uso correto de preservativos.
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Antidepressivos podem acelerar declínio cognitivo de pacientes com demência
(FOLHAPRESS) – O uso de alguns antidepressivos pode agravar o quadro de demência em pacientes idosos, aponta um estudo realizado na Suécia com mais de 18 mil indivíduos. Em particular, os resultados indicam que os inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS, do inglês “selective serotonin reuptake inhibitors”), como o escitalopram, estão associados a uma aceleração do declínio cognitivo.
Estudos anteriores já haviam buscado avaliar a segurança do uso de antidepressivos em pacientes com quadros de neurodegeneração. Algumas pesquisas sugerem um impacto positivo desses medicamentos na redução dos biomarcadores da demência, embora os resultados até então fossem inconsistentes.
A professora emérita da Universidade Federal Fluminense, Vilma Câmara, afirma que a neurodegeneração e a depressão podem estar relacionadas. Segundo ela, pacientes que apresentam humor deprimido ao longo da vida e não conseguem uma cura podem desenvolver demência na velhice.
A especialista ressalta ainda que a depressão pode ocasionar sintomas de perda de cognição, como o esquecimento. Por esse motivo, em estágios iniciais, é comum que os profissionais prescrevam antidepressivos na tentativa de eliminar essa possível causa subjacente.
No novo estudo sueco, os autores destacam que alguns pacientes recebem a prescrição desses medicamentos para tratar sintomas comportamentais e psicológicos da demência, os quais podem ser confundidos com episódios depressivos. Para esses casos, o estudo desaconselha o uso dos remédios, pois o tratamento não estaria direcionado à causa subjacente dos sintomas.
Os resultados foram obtidos a partir de uma pesquisa com dados de quase 19 mil pessoas, com idade média de 78 anos, incluídas em uma coorte. Todos os participantes, recém-diagnosticados com demência, receberam a prescrição de antidepressivos pela primeira vez até seis meses antes do diagnóstico da doença. Eles foram monitorados entre 2007 e 2018, com avaliações de sua função cognitiva por meio de exames realizados, em média, a cada quatro anos.
Na coorte, os ISRS foram prescritos para seis em cada dez participantes, sendo estes os antidepressivos mais populares entre os diversos tipos disponíveis. Os dados apontam uma correlação significativa entre doses mais altas desses remédios e o aumento dos quadros de demência grave entre os pacientes. O estudo foi publicado na prestigiada revista científica BMC Medicine.
Além disso, os pesquisadores constataram que há maior risco de fraturas e mortalidade geral entre pacientes com demência que utilizaram essa classe de antidepressivos. Segundo os autores, contudo, os ISRS não podem ser associados diretamente ao aumento do declínio cognitivo com base apenas nos dados analisados.
Entre as limitações do estudo, os pesquisadores apontam que a análise pode ter sido subdimensionada. A gravidade da demência em cada paciente pode contribuir individualmente para o declínio cognitivo, sem que se possa atribuí-lo com certeza ao medicamento.
De acordo com especialistas, é fundamental buscar um diagnóstico preciso para promover o tratamento adequado. No Brasil, o diagnóstico da demência é realizado, majoritariamente, de forma clínica, conforme explica Kleber Francisco Vargas, psiquiatra vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares e ao hospital universitário de Campo Grande. Para tanto, é fundamental passar por uma avaliação neuropsicológica, que analisa as diversas funções cerebrais.
Os dados de uma anamnese abrangente são complementados por exames de sangue, que ajudam a descartar outras causas de demência; de imagem, como a ressonância magnética do crânio; e por testes de espectroscopia, que avaliam a presença de determinadas proteínas no organismo.
O tratamento envolve intervenções tanto medicamentosas quanto não medicamentosas. Entre os fármacos utilizados, os anticolinesterásicos se destacam por ajudar a retardar o avanço da doença. Nos avanços mais recentes, os antiamiloides, aprovados pela agência sanitária americana entre 2021 e 2024, surgem como uma novidade, embora ainda não sejam utilizados no Brasil.
Por outro lado, para preservar a reserva cognitiva, é importante que os pacientes pratiquem atividades físicas, mantenham uma boa alimentação e se participem de trabalhos biopsicossociais de reabilitação cognitiva, com o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar que inclua, entre outros, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas.
Entre os estudos que investigaram os efeitos dos antidepressivos em pacientes com demência, destaca-se um trabalho publicado na revista científica Alzheimer’s & Dementia, que acompanhou 5,5 mil holandeses por um período de dez anos ou mais. Todos os participantes ingressaram no estudo sem sinais de perda de cognição, e seu histórico de uso dessas drogas foi analisado por meio de registros de farmácia.
Embora os resultados tenham indicado que a neurodegeneração foi um pouco maior com antidepressivos tricíclicos do que com os ISRS, o estudo conclui que não há evidências suficientes para associar o uso dessas drogas ao risco de demência, ao declínio cognitivo acelerado ou à atrofia cerebral.
Outro trabalho, de revisão sistemática e meta-análise, realizado por pesquisadores da Alemanha e da Suíça e divulgado no ano passado, demonstra que os antidepressivos também não promovem efeitos positivos na saúde desses pacientes. Entre os mais de 27 mil artigos científicos analisados, não foram encontradas evidências satisfatórias de que essas drogas possam melhorar o estado cognitivo, a qualidade de vida ou a funcionalidade na população idosa com demência.
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Meu Filho só come macarrão, e agora?
Cara feia, comida no prato, choro e muitos formatos de rejeição são desafios enfrentados por famílias com crianças que têm seletividade alimentar na hora das refeições. Carla Deliberato, fonoaudióloga especialista em motricidade oral com enfoque em alimentação, explica que a seletividade alimentar ocorre quando há desinteresse ou recusa de determinados alimentos com frequência pela criança. “Ela seleciona os alimentos que irá comer e isso pode estar relacionado com a textura, a cor, a temperatura, o cheiro e ou o sabor do alimento”, exemplifica.
O que, inicialmente, pode parecer apenas uma birra, pode gerar reflexos em todo o desenvolvimento futuro da criança, já que ela pode passar a apresentar deficiências nutricionais provocadas pela carência de determinados alimentos e isso pode trazer consequências em seu desenvolvimento e até na vida social, como não comer fora de casa.
Sinais de alerta
A especialista elenca uma lista de comportamentos da criança que podem indicar a necessidade de procurar ajuda de um fonoaudiólogo especializado para corrigir a rota:
- Recusa ou não apresenta interesse na maioria das refeições;
- Tem náuseas ou vômitos durante a alimentação;
- Cospe alimentos com relativa frequência;
- Aceita apenas uma textura ou consistência do alimento;
- Engasga-se com frequência;
- Tem dificuldade para mastigar;
- Não consegue se alimentar na mesa de refeição, preferindo andar ou ficar em outros locais para comer;
- Faz caretas, sente “nojo” ou se sente muito incômodo com o cheiro dos alimentos.
Possíveis causas
A fonoaudióloga explica que a raiz da seletividade pode ter uma variedade de motivos, entre eles, uma desordem de processamento sensorial. “Isso leva à necessidade de uma avaliação específica de integração sensorial com a terapeuta ocupacional”, recomenda a fono.
Em outros casos, a origem pode estar em questões gastrointestinais prévias ou de problemas de desenvolvimento. “Estudos já apontam um índice de 25% a 40% de lactentes e crianças pequenas saudáveis com algum sintoma de dificuldade alimentar”, exemplifica Carla.
Por que só comem macarrão?
Este grande dilema das famílias é abordado pela Carla de forma realista e convidativa a novos costumes. “Comer é um ato aprendido e os pais precisam dar modelos muito positivos durante as refeições com seu filho”, alerta a especialista, ao continuar: “De nada adianta exigir que a criança coma verduras, se a própria família não consome e só prepara macarrão para ela”.
Para ajudar nesse processo, ela sugere as 5 dicas abaixo para adotar no dia a dia:
- Estimular a criança a explorar a própria boca com objetos mordedores, brinquedos e alimentos);
- Convidar para o preparo das refeições, bolos, ou ajudando a descascar frutas;
- Estimular o desenvolvimento da autonomia, pedindo ajuda para a colocar os pratos na mesa, incentivando-a a servir o próprio prato;
- Refeições em família como estímulo à curiosidade por alimentos novos que ela ainda não conhece;
- Não usar tablets ou estímulos visuais para não desviar a atenção da criança do contexto dos alimentos.
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Abusar do ar-condicionado no verão piora olho seco
Olhos vermelhos, sensação de corpo estranho, ardência, coceira e visão borrada são os sintomas da síndrome do olho seco que está lotando os consultórios. Não é para menos. A OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta que a incidência da síndrome salta de 10% para 20% no verão entre trabalhadores que abusam do ar-condicionado em ambientes fechados e sem ventilação.
De acordo com o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, a maioria dos pacientes trabalham em ambientes bastante refrigerados e alguns ainda usam lente de contato que também ajuda a reduzir a lubrificação do olho. Nessas condições o ar se torna muito seco e até quem tem produção normal de lágrima pode sentir algum desconforto ocular, afirma Queiroz Neto. O problema, ressalta, é que a exposição diária ao ar seco pode fazer com que este incômodo progrida para uma alteração crônica do filme lacrimal.
A situação fica pior ainda para quem trabalha o dia todo no computador. Isso porque, explica, diante das telas piscamos menos e a posição dos olhos facilita a evaporação da lágrima.
O especialista explica que baixa umidade dos ambientes refrigerados está associada ao olho seco evaporativo, um aumento da evaporação da lágrima que em 70% dos casos acontece por alterações nas glândulas de meibômio que ficam nas bordas da pálpebra e secretam a camada gordurosa da lágrima que impede este processo. .
Fatores de risco
Queiroz Neto diz que o olho seco pode acometer tanto homens como mulheres, mas a população feminina tem duas vezes mais chance de ter o problema. Isso porque, a síndrome pode estar relacionada às oscilações no nível do estrogênio durante a fase reprodutiva e à falta dele na pós menopausa.
Além do ar seco e alterações hormonais, Queiroz Neto aponta outros fatores de risco:
Medicamentos Descongestionantes, anti-histamínicos, tranquilizantes antidepressivos, diuréticos, pílula anticoncepcional, anestésicos, beta bloqueadores, anticolinérgicos.
Doenças
Artrite, lúpus, sarcoidose, Síndrome de Sjögren, alergias e ParkinsonLente de Contato
Hidrofílicas que se hidratam da lágrimaIdade
A partir de 65 anos nossos olhos reduzem em 60% a produção lacrimal.
Excesso de lágrima artificial irrita os olhos
O único colírio indicado na terapia de olho seco é a lágrima artificial. Ao contrário do que muitos imaginam não é um medicamento inofensivo. O oftalmologista conta que alguns pacientes instilam este tipo de colírio até 10 vezes ao dia quando a indicação é de 4 vezes. O excesso provoca irritação por causa dos conservantes. “Como diz o ditado – a diferença entre veneno e remédio é a dose”, afirma. Nem a lágrima artificial é só uma “aguinha” e é necessário analisar a lágrima para indicar o tratamento correto Isso porque
Quando a produção lacrimal é prejudicada por blefarite, Queiroz Neto afirma que a aplicação de luz pulsada é o tratamento mais indicado. Isso porque, desobstrui as glândulas de meibômio nas pálpebras e restabelece a circulação da lágrima.
.Dicas de prevenção
O especialista diz que para estimular a produção da lágrima o primeiro passo é beber 35 ml/quilo o que equivale a 2 litros/dia para uma pessoa com 60 quilos. de água ao dia. “A alimentação deve incluir as fontes de ácidos graxos encontrados na semente de linhaça, óleo de peixes e amêndoas, além de frutas, verduras e legumes ricos em vitaminas A e E”, afirma
Nas atividades que exigem concentração visual como o uso de computador Queiroz Neto ensina 3 dicas: posicionar a tela 30 graus abaixo da linha dos olhos, fazer pausas de 5 minutos a cada hora de trabalho e piscar voluntariamente. Seguindo estas orientações simples é possível ganhar mais produtividade e conforto para os olhos, finaliza.
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Vai viajar no Carnaval? Saiba como evitar perrengues nos aeroportos
Com o aumento da demanda por viagens no Carnaval, o setor aéreo se prepara para um verdadeiro bloco nos céus. As companhias aéreas disponibilizarão cerca de 2 milhões de assentos entre 28 de fevereiro e 5 de março, um crescimento de 6% em relação a 2024, segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR). O Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão) espera receber 674 mil passageiros no período, um salto de 22% em comparação ao ano passado. Já a LATAM Brasil ampliará sua malha aérea em 12,6%, especialmente para destinos badalados como Salvador, Recife e Rio de Janeiro.
Mas nem tudo é festa: atrasos, cancelamentos e extravio de bagagens podem transformar a viagem dos sonhos em um pesadelo. Em 2024, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) registrou um aumento de 40% nas reclamações de passageiros no Carnaval, principalmente relacionadas a mudanças inesperadas de voo.
Para evitar que a folia vire frustração, o advogado Rodrigo Alvim, especialista em Direito dos Passageiros, lista os principais problemas que podem surgir e o que a legislação garante em cada caso, conforme a Resolução 400 da ANAC:
Voo atrasado
A partir de 1 hora: a companhia deve oferecer comunicação (internet e telefone).
A partir de 2 horas: tem direito a alimentação (voucher, lanche ou refeição).
A partir de 4 horas: Se o atraso exigir pernoite, a companhia aérea deve providenciar hospedagem e transporte até o local de descanso. Caso o passageiro esteja em sua cidade de residência, a empresa deve fornecer apenas o transporte até o local de descanso. Importante: se o voo atrasar no período da tarde, o passageiro não terá direito à hospedagem, salvo se o atraso impossibilitar o retorno para casa no mesmo dia.
Atraso de 4 horas: Além da assistência material prevista, o passageiro tem dois direitos adicionais: o direito ao reembolso integral do valor do voo ou, caso esteja no meio do caminho, areacomodação em qualquer companhia aérea para o destino final, no primeiro voo disponível, sem custo adicional. Se optar pelo reembolso e estiver em trânsito, o passageiro deve ser gratuitamente alocado em voo de volta ao aeroporto de origem.
Voo cancelado ou reprogramado
- Reembolso integral, incluindo taxas;
- Reacomodação em outro voo da própria empresa ou de outra companhia, sem custo adicional;
- Execução do serviço por outro meio de transporte.
- Além dessas assistências, o passageiro tem direito à assistência material durante o atraso ou cancelamento do voo, como alimentação (voucher, lanche ou refeição) e hospedagem, conforme o tempo de espera.
Bagagem extraviada
- Para voos nacionais, a empresa tem 7 dias para devolver a mala.
- Em voos internacionais, o prazo é 21 dias.
- Se a bagagem não for encontrada dentro desses períodos, o passageiro tem direito a indenização.
- Enquanto a mala não aparece, a empresa deve cobrir os gastos emergenciais, como itens de higiene e roupas.
Rodrigo Alvim recomenda que o passageiro registre a reclamação imediatamente no balcão da companhia e no site da ANAC em caso de problemas. “Os passageiros não precisam aceitar passivamente esses transtornos. A legislação garante direitos e as empresas devem cumprir. O ideal é que os viajantes estejam atentos e exijam o que lhes é devido”, reforça.
Se a companhia aérea não resolver o problema, o consumidor pode registrar uma queixa na plataforma Consumidor.gov.br, procurar um órgão de defesa do consumidor (Procon) ou até entrar com uma ação judicial. Afinal, ninguém quer que a viagem dos sonhos vire um samba de uma nota só!
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Saiba como armazenar os tomates para não ficarem moles e sem sabor
Os tomates são ingredientes versáteis e estão presentes em diversas receitas, desde molhos e sopas até saladas e pratos quentes. No entanto, armazená-los de forma inadequada pode acelerar o amadurecimento e deixá-los moles e sem sabor.
De acordo com Elizabeth Adams, especialista da Urban Locker, um truque simples pode ajudar a prolongar a vida útil dos tomates. Em entrevista ao Daily Record, ela explicou que basta armazená-los com o caule virado para baixo.
“Os tomates possuem um ponto fraco na região onde o caule estava ligado, tornando essa área mais permeável ao ar e bactérias”, destacou Adams. “Ao colocá-los com o caule voltado para baixo, reduzimos a perda de umidade e retardamos o amadurecimento, evitando que estraguem rapidamente.”
Além dessa dica, especialistas recomendam evitar armazenar tomates na geladeira, pois a baixa temperatura pode comprometer sua textura e sabor. O ideal é mantê-los em temperatura ambiente, longe da luz solar direta, e consumir dentro de alguns dias para garantir o melhor frescor.
Caso os tomates já estejam muito maduros e você precise armazená-los por mais tempo, a refrigeração pode ser uma opção, mas o recomendado é retirá-los da geladeira cerca de 30 minutos antes do consumo para que recuperem o sabor e a textura originais.
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