• Orgulhosos até dizer chega! Os signos que nunca reconhecem os seus erros

    Tudo o que dizem e fazem é o mais acertado. Para estas pessoas, reconhecer o erro é algo muito difícil de acontecer.

     

    Segundo a lista do ‘website’ Terra, estes são os três signos mais orgulhosos e que nunca admitem os erros que cometeram.

    Touro (21 de abril a 20 de maio)

    “É um dos signos mais orgulhosos do zodíaco. Acham que estão sempre certos e nunca admitem quando falham.”

    Peixes (20 de fevereiro a 20 de março)

    “Consideram que estão sempre certos nas suas ideias e é complicado fazer com que vejam outro ponto de vista.”

    Virgem (23 de agosto a 22 de setembro)

    “Para eles, nunca estão errados. Quando estão, nunca admitem.”

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  • Cardápios aéreos: O que os passageiros comiam durante a era de ouro da aviação

    Atualmente, as refeições regulares a bordo são pouco inspiradoras quando comparadas às servidas durante o auge da aviação. Claro, aqueles que viajam na primeira classe têm acesso a um padrão mais alto de comida, mas, em geral, não é comparável aos itens do menu servidos no século XX.

    Nesta galeria, levamos você a uma viagem pela história da comida de avião, dos lanches leves aos pratos extravagantes. Clique para descobrir o que os passageiros comiam durante as viagens aéreas do passado.

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  • Os países mais caros para se viver em 2025; posição do Brasil surpreende!

    Todos nós conhecemos esse mecanismo: aumento dos preços dos aluguéis, contas caras de supermercado e valores excessivos de serviços públicos. Parece que o sonho de um estilo de vida confortável está cada vez mais distante, levando muitas pessoas a pensar em se mudar para outro país, na esperança de encontrar melhores condições de vida e custos mais baixos. A ideia da mudança é atraente, porém nem todos os destinos oferecem o mesmo alívio.

    Numbeo, a maior base de dados de colaboração coletiva do mundo sobre custos e qualidade de vida, lançou recentemente a sua última classificação dos países e territórios mais caros para se viver em 2025. Ao ter em conta despesas importantes como habitação, compras e transporte, esta lista abrange informações valiosas sobre onde os preços estão muito altos, e onde ainda é possível morar.

    Clique para descobrir os 30 principais países e territórios onde seu salário durará menos – e por quê. Será que o Brasil é mesmo um dos mais caros?

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  • O que comer antes e depois do bloquinho de Carnaval

    Manter uma boa alimentação no Carnaval é a principal dica para quem quer curtir a festa até o último minuto. Comer os alimentos certos antes de sair para os blocos de rua é fundamental para garantir o bem-estar na folia. Assim como as refeições pós-bloquinho são essenciais para repor as energias e a hidratação.

     

    Pensando nisso, a nutricionista Amanda Figueiredo e as endocrinologistas e metabologistas Dra. Tassiane Alvarenga e Dra. Thais Mussi revelam estratégias baseadas em ciência para garantir energia e hidratação antes, durante e após a folia.

    O que comer e o que evitar antes do bloco?

    Antes de sair para o bloquinho de Carnaval, é importante consumir uma refeição equilibrada que forneça energia sustentada e ajude a manter a saciedade. “O consumo de carboidratos de baixo e médio índice glicêmico, combinado com proteínas magras e gorduras insaturadas, contribui para a manutenção da glicemia estável e evita quedas bruscas de energia”, explica Dra. Tassiane Alvarenga, titulada pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

    “A recomendação é incluir carboidratos de baixo e médio índice glicêmico, como arroz integral, batata-doce, aveia e frutas, acompanhados de proteínas magras, como ovos, frango ou iogurte natural”, complementa Amanda Figueiredo, nutricionista clínica pela USP e pós-graduada em Saúde da mulher e reprodução humana pela PUC.

    “As gorduras boas, presentes no azeite de oliva, abacate e oleaginosas, também são essenciais para garantir uma digestão eficiente e evitar quedas bruscas de energia”, afirma.

    Por outro lado, para não sobrecarregar o sistema digestivo e garantir boa disposição, é preciso evitar alimentos ultraprocessados, frituras e bebidas açucaradas antes da folia. “Esses itens podem causar picos de glicemia seguidos de quedas rápidas de energia, além de contribuir para desconfortos digestivos, como inchaço e cansaço”, confirma Dra.Thais Mussi, especialista em Endocrinologia e Metabologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

    O que comer durante o bloquinho

    Durante os blocos de rua, é importante fazer refeições rápidas e energéticas para evitar a fadiga. “Durante a permanência no bloquinho, opções práticas, como frutas, oleaginosas e barrinhas proteicas, auxiliam na oferta contínua de energia sem comprometer a digestão” garante a médica Dra. Tassiane Alvarenga.

    “A água de coco também é uma excelente opção para repor os eletrólitos perdidos pelo suor”, completa a nutricionista Amanda Figueiredo.

    Para quem não dispensa um drinque na folia, as especialistas recomendam intercalar a ingestão de álcool com água, consumir alimentos ricos em antioxidantes (como frutas vermelhas e vegetais) e evitar beber de estômago vazio. Além disso, optar por bebidas com menos açúcar e não misturar diferentes tipos de álcool ajuda a minimizar os impactos negativos no organismo.

    O que comer depois do bloquinho para recuperação

    Após um dia de folia, a recuperação nutricional é fundamental. “A hidratação com água de coco ou soro caseiro deve ser a prioridade, seguida por refeições que ajudem na reposição de nutrientes”, conta a médica Dra. Thais Mussi.

    “Alimentos ricos em proteínas, como ovos, frango e tofu, juntamente com carboidratos de fácil digestão, como batata-doce e quinoa, são ideais para restaurar a energia. Além disso, frutas ricas em água, como melancia e abacaxi, ajudam na reidratação e fornecem vitaminas essenciais”, explica a nutricionista.

    A médica Dra. Tassiane Alvarenga reforça que exposição prolongada ao calor, somada à ingestão de álcool, pode levar à desidratação e fadiga. “Por isso, é fundamental manter uma boa ingestão de líquidos, especialmente água, água de coco e chás de ervas, para evitar mal-estar, tontura e outros sintomas de desidratação”, finaliza.

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  • Doença do beijo: cuidados para curtir o carnaval sem riscos

    Do bloquinho aos bailes de clube, passando pelo trio elétrico e pelas festas particulares que acabam reunindo mais gente do que o esperado, o beijo na boca durante a folia de carnaval é uma prática com muitos adeptos espalhados pelo país. Afinal, a combinação de calor, música e alegria ajuda a dar um empurrãozinho para os romances, ainda que eles não durem até o fim do bloco. Mas os beijos em desconhecidos podem, sim, trazer alguns riscos para a saúde e é preciso ter cuidado para evitá-los.

     

    Por ser uma área com mucosa, a boca é a porta de entrada para uma série de infecções. E o beijo é o veículo perfeito para isso. Segundo o infectologista e professor de Medicina da Universidade Positivo (UP), Marcelo Ducroquet, uma série de doenças infecciosas podem ser transmitidas por meio daquele beijão ao som de um samba ou axé. E o mais preocupante é que várias dessas infecções não apresentam sintomas, enquanto outras são transmissíveis mesmo sem eles. A mais famosa dessas patologias é a que ficou conhecida como “doença do beijo”, embora o nome oficial seja mononucleose.

    “Ela é causada pelo vírus Epstein-Barr e pode ser transmitida por meio da saliva. Alguns dos sintomas são tosse, gânglios linfáticos inchados, cansaço, dor de garganta, perda de apetite, inflamação do fígado e hipertrofia do baço”, detalha o especialista. A maior parte das pessoas que contraem essa doença tem entre 15 e 25 anos e, uma vez que isso acontece, o vírus fica no organismo para o resto da vida.

    Mas essa não é a única infecção transmitida pelo beijo. “A mais comum das doenças transmitidas pelo beijo é o resfriado, que todo mundo tem uma, duas ou três vezes por ano. Um pouco mais grave do que isso, também uma doença respiratória, é a influenza. Essa, temos uma vez a cada cinco ou dez anos, se não tomar a vacina. Dependendo da condição prévia da pessoa, ela pode parar no hospital ou até morrer. Por isso é importante manter a vacina da influenza em dia”, alerta.

    Além das questões respiratórias, há outros tipos de enfermidades transmitidas pela saliva. O herpes simplex, por exemplo, também é um risco. Quem tem a doença costuma apresentar bolhas nos lábios que podem ser muito dolorosas. Elas desaparecem e reaparecem com alguma frequência e, embora alguns medicamentos ajudem a controlar o incômodo, o problema não tem cura. Outra infecção com transmissão via oral é o citomegalovírus, com sintomas como ínguas pelo corpo e febre. “Não são doenças muito graves, mas, uma vez infectado, não há cura e você pode passar a ser um transmissor. Até por isso esses vírus têm alta circulação, porque não podem ser eliminados do organismo e, muitas vezes, são transmitidos mesmo quando o portador não apresenta sintomas”, explica.

    Boa higiene bucal não é suficiente

    Para se proteger, não basta contar com a boa higiene bucal alheia ou mesmo caprichar na escovação e fio dental. “A maior parte dessas doenças não é visível e não há como saber quem tem e quem não tem. É importante observar se a pessoa que você vai beijar não tem, por exemplo, uma lesão na boca, que é comum no caso de herpes, mas, no geral, quem beija desconhecidos não tem meios práticos para evitar pegar essas doenças”, esclarece Ducroquet. Ele lembra, ainda, que, no carnaval ou fora dele, a preocupação maior deve ser sempre com as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Essas, sim, podem ser prevenidas com o uso correto de preservativos.

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  • Riscos de descongelar peixes embalados a vácuo: entenda o alerta

    O peixe embalado a vácuo é uma opção prática e bastante comum nos supermercados, facilitando o transporte e armazenamento. Além de economizar espaço no congelador, esse tipo de embalagem também preserva a qualidade do alimento. No entanto, especialistas alertam que o descongelamento dentro dessa embalagem pode representar um risco à saúde.

     

    O site Well+Good consultou Alyssa Pilot, especialista em segurança alimentar, que explicou os perigos dessa prática. Segundo ela, o ambiente de baixo oxigênio criado pelo vácuo pode favorecer a proliferação da bactéria Clostridium botulinum, responsável pelo botulismo, uma doença grave que afeta o sistema nervoso e pode ser fatal se não tratada rapidamente.

    “Essas bactérias podem crescer e produzir toxinas em alimentos embalados a vácuo, enlatados ou conservados. Deixar peixes embalados a vácuo descongelando na geladeira pode aumentar o risco de formação dessas toxinas”, explica a especialista.

    Para evitar esse problema, a recomendação é remover o peixe da embalagem antes de descongelá-lo na geladeira. Dessa forma, o contato com o oxigênio ajuda a impedir o crescimento da bactéria.

    É importante destacar que esse risco é específico para peixes embalados a vácuo. Outros alimentos, como carnes e vegetais, não apresentam o mesmo problema.

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  • Camundongos fazem manobras associadas a primeiros socorros, sugerem estudos

    (FOLHAPRESS) – Camundongos percebem quando um parceiro de gaiola está em perigo e são capazes de fazer uma série de manobras associadas a primeiros socorros para tentar socorrer o outro.

     

    Isso é o que dois estudos independentes publicados no último dia 21 na revista científica Science, uma das mais importantes do mundo, dizem. Segundo os pesquisadores, áreas específicas cerebrais dos roedores apresentaram maior atividade durante o comportamento de reanimação.

    A ativação dessas áreas não foi verificada nem quando os dois animais estavam ativos, nem quando o outro parceiro estava dormindo, sugerindo que foram ativadas após a verificação de inconsciência do parceiro.

    Um camundongo socorrista morde a boca e a língua de um parceiro inconsciente, puxando a língua para fora da boca e ampliando as vias aéreas do animal, comportamento classificado como uma reanimação Sun et al./Science/Universidade do Sul da Califórnia A imagem mostra dois ratos em um ambiente controlado. As descobertas renderam, ainda, uma publicação de perspectiva na mesma edição do periódico, seção destinada a comentários de autores não envolvidos no estudo original. A nota foi assinada por William Sheeran e Zoe Donaldson, do departamento de Biologia Celular, Molecular e do Desenvolvimento e do departamento de Psicologia e Neurociência, respectivamente, da Universidade de Colorado em Boulder, Estados Unidos.

    No primeiro artigo, liderado por Huizhong Tao e Li Zhang, do Instituto Zilkha de Neurogenética e do departamento de Fisiologia e Neurociência, ambos da Universidade do Sul da Califórnia, os cientistas dispuseram dois camundongos companheiros de gaiola já familiarizados e anestesiaram um deles. Eles filmaram a reação do parceiro e verificaram uma sequência de ações, incluindo aproximação do animal pelo outro, farejamento, limpeza dos pelos (“grooming”) e mordidas na região oral, incluindo “puxar a língua” do parceiro inconsciente –interpretado como forma de desobstrução das vias orais para ajudar o outro a retomar a consciência.

    Como o anestésico aplicado era de curta duração, assim que o animal inconsciente recobrou a atenção o “socorrista” deixou de prestar ajuda e se afastou do parceiro.

    Os cientistas então colocaram detectores elétricos para avaliar a atividade cerebral dos roedores durante a reanimação, além de medirem os níveis de hormônios e neurotransmissores liberados por diferentes neurônios, e verificaram maior atividade no núcleo paraventricular hipotalâmico com a liberação de ocitocina, hormônio frequente associado à empatia e ao cuidado nos mamíferos.

    Segundo os pesquisadores, esse experimento pode revelar mecanismos dos circuitos cerebrais relacionados à empatia em grupos antes desconhecidos, como nos roedores. “Em nossos experimentos, o camundongo fazia mais do que se aproximar do parceiro, apresentando várias ações que ajudam a despertar o animal receptor. Interpretamos esses comportamentos como semelhantes à reanimação”, explica Tao.

    O mesmo padrão foi detectado, por exemplo, quando os camundongos são apresentados a um animal que acabou de morrer, sugerindo que é a falta de resposta do parceiro que desencadeia a ação.

    “É desafiador determinar a verdadeira intenção dos animais por trás de comportamentos. Por meio das consequências [recuperação e afastamento], sabemos que o receptor é ajudado a se recuperar do estado anestesiado [inconsciente], mas não excluímos a possibilidade de que o animal seja impulsionado por instintos quando reconhece o estado inconsciente do parceiro, sem uma verdadeira intenção de reanimá-lo”, afirmam os autores.

    De acordo com Tao, o comportamento de reanimação foi mais associado a fêmeas, indicando que há uma diferença no nível de ocitocina liberado, especialmente quando os animais não têm familiaridade entre si. “Nossos resultados sugerem que, em humanos, as mulheres podem exibir níveis mais altos de comportamento empático em comparação a homens quando veem um desconhecido com sinais de perigo, mas isso ainda precisa ser estudado sistematicamente.”

    Já no outro artigo publicado na mesma edição da Science, liderado por Emily Wu e Weizhe Hong, da UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles), os pesquisadores descobriram um papel da amígdala medial na regulação da resposta de primeiros socorros.

    No experimento, também foram dispostos ratos em gaiolas de diferentes idades e sexos, sendo que um foi sedado com dexmedetomidina, sedativo comumente usado em pacientes em unidades de terapia intensiva que necessitam de ventilação mecânica. Eles verificaram uma aproximação maior e comportamento de “grooming” nos animais direcionado com maior frequência à região da cabeça, indicando uma intenção de reanimar o parceiro.

    O comportamento de cuidado era suprimido quando genes ligados à liberação de um neurotransmissor (ácido gama-aminobutírico) na amígdala medial eram silenciados. O ácido tinha sua secreção aumentada quando a área era estimulada, sugerindo que a amígdala medial pode fazer parte do circuito neural que regula a diferenciação entre os dois estados, de aproximação e de não prestar ajuda.

    “Essas descobertas lançam luz sobre os mecanismos neurais subjacentes a comportamentos tipicamente sociais em relação a indivíduos inconscientes, ampliando nossa compreensão da capacidade dos animais de detectar e reagir a diferentes condições adversas de outros”, escrevem os autores.

    No caso da pesquisa da Universidade do Sul da Califórnia, Tao e colegas afirmam que pretendem examinar se tais comportamentos estão presentes em outras espécies animais e investigar mais a fundo quais regiões do cérebro, incluindo aquelas que têm receptores de ocitocina, estão envolvidas na mediação desses comportamentos.

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  • Chefs alertam para erros ao cozinhar que deixam os pratos menos saudáveis

    Se deseja preparar refeições mais saudáveis em casa, é essencial evitar alguns erros comuns que podem comprometer a qualidade dos alimentos e impactar sua saúde. O site Eat This, Not That consultou chefs renomados, que apontaram práticas inadequadas na cozinha que devem ser evitadas.

     

    Erros que comprometem a saúde na cozinha
    Confiar cegamente em alimentos geneticamente modificados
    “Presumir que são sempre melhores pode levar a escolhas menos saudáveis. É fundamental ler os rótulos com atenção”, alerta o chef Julian Boudreaux.

    Substituir carnes por versões ultraprocessadas
    “Muitas dessas alternativas são ricas em gorduras e ingredientes altamente processados, o que pode prejudicar a microbiota intestinal”, explica o chef Joseph VanWagner.

    Exagerar no uso de óleo ou manteiga
    “É importante medir as quantidades e buscar alternativas mais saudáveis”, recomendam os especialistas.

    Usar frigideiras antiaderentes sem verificar a composição
    “Algumas contêm produtos químicos que podem ser prejudiciais à saúde”, destacam os chefs.

    Optar por ingredientes de baixa qualidade
    “Além de não oferecerem sabor e textura adequados, esses ingredientes podem comprometer a qualidade nutricional das receitas”, alerta VanWagner.

    Não higienizar corretamente panelas de ferro fundido
    “Esse tipo de panela precisa ser bem lavado e seco corretamente para evitar acúmulo de resíduos”, reforçam os especialistas.

    Interpretar mal os rótulos de produtos considerados ‘saudáveis’
    “Nem sempre os produtos comercializados como saudáveis são realmente benéficos. Muitos deles contêm aditivos e ingredientes processados”, alerta Boudreaux.

    Cozinhar vegetais em excesso
    “O cozimento prolongado pode destruir grande parte das vitaminas e minerais presentes nos vegetais”, explica VanWagner.

    Adicionar muito sal às receitas
    “Uma única refeição pode ultrapassar a quantidade diária recomendada de sódio, o que pode ser prejudicial para a saúde cardiovascular”, ressaltam os chefs.

    Ficar atento a esses detalhes pode fazer toda a diferença para garantir refeições equilibradas, nutritivas e saborosas no dia a dia.

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  • Aprenda um truque simples para remover manchas de batom da roupa

    Manchas de batom na roupa são comuns para quem usa maquiagem regularmente, mas removê-las pode ser mais simples do que parece. De acordo com Marla Mock, presidente da empresa de limpeza Molly Maid, há uma técnica eficaz que requer apenas três itens: uma faca, álcool isopropílico e um pano limpo ou bola de algodão.

     

    Segundo a especialista, o álcool isopropílico não apenas dissolve a mancha, mas também ajuda a secar rapidamente o tecido. O processo é fácil: primeiro, remova cuidadosamente o excesso de batom com a faca. Em seguida, umedeça o pano ou o algodão com álcool e pressione sobre a mancha sem esfregar. Repita até que a marca desapareça completamente e, por fim, lave a peça normalmente.

    O método, divulgado pelo site de Martha Stewart, pode ser útil para manter as roupas impecáveis sem necessidade de produtos específicos para remoção de manchas.

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  • Como saber se você está bebendo água de menos ou em excesso?

    A hidratação adequada é essencial para o bom funcionamento do organismo, influenciando desde a digestão até a regulação da temperatura corporal. No entanto, muitas pessoas não sabem avaliar se estão consumindo a quantidade ideal de líquidos ao longo do dia.

     

    A nutricionista Devon Wagner, em entrevista à Prevention, destaca que a ingestão adequada de água é fundamental para diversas funções do corpo, incluindo a digestão, a saúde da pele, o funcionamento dos rins e o equilíbrio da temperatura corporal.

    Mas como identificar se você está hidratado corretamente? O médico Eric Adkins, também citado pela Prevention, recomenda observar a cor da urina como um dos principais indicadores de hidratação.

    Urina amarela escura ou alaranjada: pode ser um sinal de desidratação, indicando que o corpo precisa de mais água para manter suas funções essenciais.

    Urina muito clara ou transparente: pode indicar excesso de hidratação, o que pode levar à diluição de eletrólitos essenciais, como sódio e potássio.
    Urina amarelo-claro ou palha: este é o tom ideal, sugerindo um nível adequado de hidratação.

    Além da cor da urina, outros sinais de desidratação incluem fadiga, tontura, dores de cabeça, boca seca e pele ressecada. O consumo recomendado de água pode variar de pessoa para pessoa, mas a média diária para adultos gira em torno de dois a três litros, dependendo do clima, nível de atividade física e outros fatores individuais.

    Para garantir uma hidratação adequada, especialistas recomendam beber água ao longo do dia, mesmo sem sentir sede, e evitar o consumo excessivo de bebidas com cafeína ou açúcares, que podem comprometer o equilíbrio hídrico do corpo.
     

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