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As habilidades mais buscadas na hora de contratar um profissional
A economia foi virada de cabeça para baixo por causa da pandemia, mas uma baixa oferta de certas habilidades no mercado de trabalho torna as pessoas que possuam determinadas competências altamente empregáveis.
Inclusive, algumas das maiores plataformas de networking de carreira e emprego (Indeed, Glassdoor e LinkedIn) agregaram dados para revelar quais aptidões são as mais procuradas pelos empregadores. Para descobrir quais habilidades são as mais buscadas na hora de contratar um profissional hoje, clique nesta galeria.
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Linhaça: o superalimento rico em ômega-3 que beneficia todo o corpo
Muito mais do que uma simples semente, a linhaça é um verdadeiro superalimento, repleto de nutrientes essenciais para a saúde. Rica em ômega-3, um ácido graxo fundamental para o organismo, a semente contribui para a saúde do coração, do cérebro e da pele, tornando-se uma excelente alternativa para quem busca fontes vegetais desse nutriente.
A nutricionista Juliana Andrade, em entrevista ao jornal Metrópoles, destaca que a linhaça pode substituir fontes tradicionais de ômega-3, como peixes. Segundo ela, o consumo ideal é de uma a duas colheres de sopa por dia, garantindo seus benefícios sem excessos.
Mais do que ômega-3: um aliado do intestino e da pele
Além do alto teor de ômega-3, a linhaça se destaca por ser uma excelente fonte de fibras solúveis e insolúveis, que auxiliam no bom funcionamento do intestino e ajudam a manter os níveis de glicemia equilibrados.Outro diferencial da linhaça é sua riqueza em minerais essenciais, como magnésio e fósforo, além de conter lignanas, compostos antioxidantes que protegem as células contra os radicais livres e retardam o envelhecimento da pele.
Benefícios para a pele, cabelos e unhas
Graças à sua ação anti-inflamatória e antioxidante, o ômega-3 presente na linhaça promove uma pele mais elástica e hidratada, além de fortalecer cabelos e unhas, tornando-os mais resistentes e saudáveis.
Com tantos benefícios, incluir a linhaça na alimentação diária pode ser uma escolha simples e eficaz para melhorar a saúde e o bem-estar de forma natural.
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Por que as futuras pandemias são inevitáveis e como podemos nos preparar
Em 2020 e 2021, a humanidade passou por um dos maiores desafios dos últimos tempos: a pandemia de Covid-19. Mas esse vírus não foi o primeiro, nem vai ser o último, a atacar a população. As doenças infecciosas são mais prejudiciais para nós agora do que nunca. Há 7,9 bilhões de pessoas no planeta, muitas delas vivendo em cidades. Esses espaços confinados são onde as doenças prosperam e se multiplicam. Com a Covid-19, vimos como o mundo parou, embora não fosse tão imediatamente perigoso quanto um patógeno poderia ser. E, apesar de seus efeitos claramente prejudiciais, devemos antecipar mais perigos no futuro.
No entanto, há precauções que podemos tomar para antecipar e proteger contra outro surto contagioso. Clique nesta galeria para saber por que outra pandemia é inevitável e como podemos pará-la.
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Cuidados com a saúde respiratória são essenciais com a chegada do outono
A chegada do outono no Brasil, que em 2025 tem início no próximo dia 20, traz mudanças bruscas de temperatura e a redução da umidade do ar, criando condições ideais para a propagação de doenças respiratórias. Gripes, resfriados, crises de asma, rinite alérgica e o agravamento de problemas pulmonares crônicos se tornam mais frequentes, impactando principalmente idosos, crianças e pessoas com comorbidades. Especialistas alertam para a necessidade de reforçar os cuidados com a saúde e destacam a vacinação como medida essencial de prevenção.
Além do aumento da circulação de vírus e bactérias, o ar seco e a maior concentração de poluentes contribuem para o agravamento de quadros respiratórios. “A redução da umidade do ar e a exposição a agentes infecciosos elevam significativamente os riscos de infecções respiratórias. Além disso, com a queda das temperaturas, há mais tendência de permanecermos em ambientes fechados e pouco ventilados, facilitando a disseminação de vírus como o da gripe e o da Covid-19”, explica a Dra. Sandra Guimarães, pneumologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
A vacinação contra doenças respiratórias é uma das estratégias mais eficazes para reduzir a incidência de infecções e suas complicações, especialmente entre os grupos mais vulneráveis. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde reforça a necessidade de manter o calendário vacinal atualizado, com destaque para a imunização contra gripe, pneumonia e Covid-19. “A vacina contra a gripe reduz significativamente o risco de complicações graves e hospitalizações. Já a vacina pneumocócica previne casos mais severos de pneumonia, que podem ser fatais em pacientes vulneráveis”, destaca a Dra. Sandra.
A gripe, causada pelo vírus Influenza, tem diversos subtipos, como o H1N1 e o H3N2, que costumam circular com mais intensidade nessa época do ano. Os sintomas podem variar de quadros leves a graves, podendo levar à hospitalização e, em casos mais extremos, ao óbito. “A vacinação contra Influenza é fundamental para reduzir o impacto da gripe, especialmente em crianças pequenas, idosos e pessoas com condições médicas preexistentes”, acrescenta a pneumologista.
Com a continuidade da circulação do Coronavírus, a pneumologista também recomenda que a população elegível receba as doses de reforço da vacina contra a Covid-19. “O Coronavírus ainda representa riscos, principalmente para indivíduos com histórico de problemas respiratórios, por isso a vacinação contínua continua sendo essencial”, explica a médica.
É importante ficar atento as campanhas de imunização contra a gripe e outras doenças respiratórias, com distribuição gratuita das vacinas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A recomendação da especialista é que a população busque os postos de saúde antes do pico da sazonalidade, que normalmente ocorre no inverno, entre os meses de junho e setembro.
O Calendário Nacional de Vacinação de 2025, divulgado pelo Ministério da Saúde, já está disponível e inclui atualizações importantes para a imunização contra O Influenza e o reforço da vacina contra a Covid-19. A vacinação contra a gripe passou a fazer parte do calendário de rotina para crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes e idosos a partir de 60 anos, com doses disponíveis nas unidades de saúde a partir da segunda quinzena de março LINK.
“Quanto antes a imunização for realizada, maior será a proteção individual e coletiva. Não devemos esperar os sintomas aparecerem para tomar a vacina, pois a imunização é uma ferramenta preventiva, não curativa”, alerta a Dra. Sandra.
Embora a imunização seja fundamental, adotar medidas simples no dia a dia pode reduzir ainda mais o risco de doenças respiratórias durante o outono. Entre as principais recomendações estão manter os ambientes bem ventilados e evitar locais fechados com aglomerações, higienizar as mãos com frequência para evitar a transmissão de vírus e bactérias, hidratar-se adequadamente para manter as vias respiratórias protegidas, utilizar umidificadores de ar ou bacias com água para minimizar os efeitos do clima seco, proteger-se contra mudanças bruscas de temperatura com roupas adequadas, usar máscaras faciais ao apresentar sintomas gripais e procurar atendimento médico ao primeiro sinal de piora dos sintomas respiratórios.
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Cardiologista indica nove hábitos que previnem ‘inimigo silencioso’
A hipertensão arterial, também conhecida como “pressão alta”, é uma condição que frequentemente não apresenta sintomas e pode perdurar por muitos anos sem ser detectada. No entanto, é uma das principais causas de danos nos vasos sanguíneos e aumenta significativamente o risco de acidentes vasculares cerebrais (AVC) e infartos. Esse “inimigo silencioso” afeta milhões de pessoas ao redor do mundo, tornando a prevenção uma questão vital para a saúde cardiovascular.
Com o objetivo de ajudar a prevenir a hipertensão, o cardiologista Celso Amodeo compartilhou, no portal Saúde em Dia, nove hábitos que podem reduzir os riscos e promover uma vida mais saudável:
Mantenha uma alimentação saudável e equilibrada – Priorize alimentos frescos, ricos em nutrientes e evite alimentos ultraprocessados;
Atenção ao consumo de sal – O excesso de sódio é um dos principais fatores de risco para a hipertensão. Procure moderar o uso de sal nas refeições;
Pratique exercícios físicos regularmente – A atividade física melhora a circulação e ajuda a manter o coração saudável;
Abandone o cigarro – O tabagismo é um grande vilão para o sistema cardiovascular, comprometendo a saúde dos vasos sanguíneos;
Reduza o consumo de álcool – O consumo excessivo de bebidas alcoólicas pode aumentar a pressão arterial;
Garanta um sono de qualidade – Dormir bem é essencial para a regulação de diversas funções corporais, inclusive a pressão arterial;
Use anti-inflamatórios apenas com prescrição médica – O uso indiscriminado de anti-inflamatórios pode impactar negativamente a pressão arterial.
Estou em risco de hipertensão?
A pressão arterial é classificada em diferentes categorias de risco.
Confira abaixo os níveis indicados:
Risco baixo: pressão inferior a 120/80 mm Hg;
Risco médio: entre 121-139/80-89 mm Hg;
Risco elevado: acima de 140/90 mm Hg.É importante destacar que existem exceções. Por exemplo, para pessoas com diabetes, o risco elevado é considerado quando a pressão arterial está acima de 130/80 mm Hg. Além disso, para indivíduos com mais de 80 anos, a pressão sistólica (que mede a força com que o coração bombeia o sangue) deve, idealmente, estar abaixo de 150 mm Hg, conforme informações da rede de saúde CUF.
Esses hábitos simples, aliados ao acompanhamento médico regular, podem fazer toda a diferença na prevenção e controle da hipertensão arterial, ajudando a reduzir significativamente os riscos de complicações mais graves.
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Melhore seu contato visual com estas dicas simples
No que diz respeito à comunicação não verbal, o contato visual está entre as técnicas mais importantes. Manter contato visual com alguém enquanto falamos demonstra interesse, engajamento e nos ajuda a exalar um ar de confiança. Mas o contato visual nem sempre é fácil em todas as situações – e, às vezes, pode até ser exagerado. No entanto, existem algumas técnicas práticas que você pode aplicar se estiver com dificuldades.
Bateu curiosidade? Confira esta galeria para saber como melhorar essa habilidade.
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Quatro alimentos que ‘sugam’ o açúcar do sangue e ajudam na perda de peso
Manter o controle dos níveis de açúcar no sangue é essencial para garantir o bem-estar geral e prevenir condições como o diabetes tipo 2. Além disso, uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes também é uma grande aliada no processo de emagrecimento.
Em um artigo publicado no Metrópoles, a nutricionista Thaiz Brito destacou alimentos que auxiliam na regulação da glicose e evitam picos de insulina, os quais estão diretamente relacionados ao acúmulo de gordura no corpo. Confira os quatro alimentos poderosos que podem transformar o corpo:
1. Gengibre
Rico em gingerol, o gengibre possui propriedades anti-inflamatórias e é eficaz no controle dos níveis de açúcar no sangue.
2. Chá Verde
Segundo Thaiz Brito, o chá verde é uma ótima fonte de antioxidantes, como os polifenóis, e tem ação anti-inflamatória. “Ele ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue, melhorando a sensibilidade à insulina”, explicou.
3. Alho
O alho contribui para a regulação da produção de insulina, ajudando a reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2.
4. Cúrcuma
De acordo com a nutricionista, a cúrcuma é rica em compostos antioxidantes, vitaminas C e B6, além de ferro e cálcio. Esses nutrientes auxiliam no controle da glicose e promovem benefícios gerais à saúde.
Incorporar esses alimentos na dieta pode ser uma maneira natural de prevenir problemas relacionados à glicemia e melhorar a qualidade de vida.
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Suplementos podem ajudar a envelhecer melhor, mas não tratam doenças nem substituem dieta e exercícios
(FOLHAPRESS) – A vida seria muito mais fácil se houvesse uma resposta simples e definitiva sobre o que podemos adicionar às nossas dietas para combater ou atenuar o inexorável processo de envelhecimento, mas as recomendações sobre o que devemos ingerir são, por excelência, individuais. Não é todo mundo que vai precisar receber injeções periódicas para repor vitamina B12 (como acontece com alguns vegetarianos ou com quem fez cirurgia bariátrica) ou tomar comprimidos com magnésio (por exemplo, algumas pessoas com diabetes e com doença de Crohn).
A B12 é uma das vitaminas do complexo B que no corpo humano atuam na maturação das hemácias (células vermelhas do sangue) e na síntese de DNA, entre outros processos. Alguns estudos associaram níveis baixos da B12 a um maior risco de demência.
E se suplementássemos, então, quem está em risco de desenvolver demência? Uma meta-análise (estudo que agrega resultados de diversos outros) publicada na revista Nutrition Reviews mostrou que é possível reduzir o risco dessa forma. Por outro lado, para quem já tem a doença, outros estudos não conseguiram mostrar benefício. Talvez seja melhor prevenir do que remediar.
Para manter as vitaminas do complexo B em dia, é possível apostar em alimentos como fígado, peixes e carne bovina, assim como ovos e laticínios. Esses alimentos também são boas fontes de vitamina D e, no caso dos laticínios, de cálcio.
“Hoje existe uma ojeriza infundada contra o leite. Não há absolutamente nada comprovado cientificamente contra o leite. Pelo contrário, é o melhor fornecedor de cálcio e a fonte mais bem absorvida desse mineral. Quando os hábitos de vida não permitem que o consumo de leite e derivados supra a necessidade de cálcio, é necessário recorrer à suplementação”, afirma o nutrólogo Nelson Lucif Jr., responsável pelo departamento de geriatria da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia).
Segundo ele, é raro uma pessoa idosa consumir quantidades suficientes de laticínios para atingir a recomendação diária do mineral. “Por isso, na maioria dos casos, a suplementação se torna indispensável.”
Algo parecido, afirma o médico, acontece com a vitamina D. Boa parte da população tem níveis abaixo do que os especialistas consideram ideal para a saúde dos ossos, dos dentes e dos músculos. Para os idosos, a situação pode ser especialmente crítica. É a exposição da pele ao sol que promove a conversão de vitamina D no organismo, mas esse mecanismo perde eficiência com o tempo. Isso sem falar da maior suscetibilidade dos mais velhos a cânceres de pele, lembra Nelson Lucif.
Outro problema nutricional comum na terceira idade é a proteína, nem sempre consumida na porção adequada. Fica mais difícil mastigar, deglutir e até mesmo adquirir alimentos como carnes e ovos na quantidade ideal. Sem proteína (e sem exercício físico, vale notar), é mais difícil manter a quantidade de músculo. E a quantidade de músculo está intimamente relacionada com a saúde em geral, incluindo a prevenção de fraturas.
Mas nem toda proteína é igual. Aquelas menos complexas (portanto, menos nutritivas), como colágeno, não são tão bem reputadas. “Embora o colágeno seja essencial para a saúde da pele, a evidência de que suplementos de colágeno realmente retardam o envelhecimento da pele é limitada. Alguns estudos mostraram melhorias em firmeza e elasticidade, mas esses efeitos são modestos e ainda carecem de validação mais ampla”, afirma Manuela Dolinsky, professora da UFF (Universidade Federal Fluminense), nutricionista e coordenadora do ambulatório de dietética e alimentos funcionais da instituição.
Uma das hipóteses sobre o envelhecimento é que ele se dá, ao menos em parte, pelo acúmulo de danos provocados pelos radicais livres, resultantes de um processo conhecido como estresse oxidativo. Apostar nos antioxidantes então seria uma boa, certo? Parece que não.
“A ideia de que antioxidantes, como vitamina C ou E, podem neutralizar o envelhecimento celular tem sido amplamente promovida, mas há pouco apoio clínico que sugira que doses altas dessas substâncias alterem o curso do envelhecimento”, diz Dolinsky.
Há ainda efeitos colaterais que podem ser associados ao uso de suplementos. O excesso de vitaminas A, D, E e K pode causar danos ao fígado, aos rins e aos ossos. E há risco de interação medicamentosa. No caso do ômega 3, tido como protetor do sistema cardiovascular (os resultados de estudos são inconsistentes), há risco de o tiro sair pela culatra e ele gerar fibrilação atrial.
Outros candidatos a benfeitores do organismo são a coenzima Q10, que promete auxiliar a função das mitocôndrias -a usina de energia das células, que perde eficiência com a idade-, a curcumina, com ações anti-inflamatórias e antioxidantes, o gingerol, molécula do gengibre, e o resveratrol, que aparece nas uvas e em vinhos, ambos com ação antioxidante.
Apesar de estudos mecanísticos e até mesmo em modelos animais que embasam as alegações, há de se considerar que a evidência de eficácia dos suplementos, até o momento, é modesta ou mesmo ausente, sem o estabelecimento de quantidades que seriam ao mesmo tempo eficazes e seguras em humanos.
Embora a suplementação possa ser útil em casos específicos de deficiências nutricionais ou condições de saúde, ela não substitui os benefícios de um estilo de vida saudável, lembra Dolinsky.
“A atividade física regular, a manutenção de peso e composição corporal saudáveis e uma alimentação rica em frutas, vegetais, fibras e gorduras saudáveis são reconhecidas como práticas fundamentais para a promoção da longevidade.”
Por sua vez, os probióticos, também um tipo de suplemento, têm cada vez mais acumulado evidências da capacidade de influenciar o organismo por meio da modulação da microbiota (a comunidade de microrganismos que habita nosso corpo). Os efeitos já foram notados na saúde intestinal e ginecológica, no diabetes e na depressão, entre outros. Há, contudo, uma série de possibilidades entre espécies e cepas, e faltam estudos que balizem as condutas.
“Suplementos não são baratos, especialmente se considerarmos o benefício duvidoso que eles podem oferecer. Por outro lado, diversos estudos mostram redução de doenças crônicas com padrões alimentares baseados em alimentação saudável (com alimentos in natura e pouco processados) e atividade física”, diz Luciana Verçosa Viana, chefe do serviço de nutrologia do Hospital das Clínicas de Porto Alegre da UFRGS.
“Além disso, é extremamente importante que as pessoas informem a seus médicos que fazem uso de suplementos, pois pode haver interação entre suplementos e medicações”, acrescenta. Por exemplo, a vitamina C pode interferir em tratamentos com anticoagulantes (varfarina), hormônios (estrogênio) e remédios para colesterol (estatinas).
Para Dolinsky, a busca por “pílulas milagrosas” nos suplementos é reflexo de uma combinação de fatores psicológicos e culturais.
“A ideia de que um produto pode evitar os efeitos do envelhecimento é atraente porque promete uma solução simples, em vez de mudanças no estilo de vida que exigem esforço contínuo, como dieta balanceada e exercício físico”, afirma.
“O efeito de qualquer substância será mais robusto quando associado a um estilo de vida saudável.”
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Saindo do vermelho: dinheiro pode chegar em breve para quatro signos
Os bolsos de quatro signos do zodíaco vão ficar mais cheios a partir desta quarta-feira, 19 de março. Segundo o portal ‘Social 1’, uma fase de abundância financeira pode estar chegando.
Leão (22 de julho a 22 de agosto)
Os nativos de Leão serão dos mais beneficiados nesta quarta-feira. Se estava à espera de uma oportunidade para dar um passo em frente, este é o momento. Aproveite para aumentar as suas fontes de rendimento.
Touro (20 de abril a 20 de maio)
Será abençoado com oportunidades no trabalho, com uma promoção a caminho. Ao mesmo tempo, mantenha-se atento a propostas vantajosas.
Sagitário (22 de novembro a 21 de dezembro)
É uma fase de sucesso para quem procura novos caminhos profissionais. Colha os frutos de esforços passados e coloque novos projetos em ação.
Peixes (20 de fevereiro a 20 de março)
Os astros estão a seu favor. Este é o momento de conquistar tudo aquilo que deseja.
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Os 10 países que mais consomem açúcar no mundo
Você sabe quanto de açúcar um país consome? Para algumas nações, comer guloseimas começa logo de manhã com um doce e café. De qualquer forma, em todo o mundo, o consumo desse ingrediente presente em doces, comidas processadas e bebidas está aumentando drasticamente. Só em 2025, estima-se que 177,33 milhões de toneladas métricas de açúcar sejam consumidas por humanos. Isso equivale a um aumento de quase 15% desde 2011.
Mas será que o Brasil está no Top 10 dos maiores consumidores de açúcar do mundo? Confira a galeria para descobrir.
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