-
Sete alternativas tão ou mais saudáveis que os ovos
Os ovos são uma excelente fonte de nutrientes e podem ser parte de uma dieta equilibrada, mas para quem busca alternativas, existem opções que podem substituir os ovos sem prejudicar os benefícios de uma alimentação saudável.
A nutricionista Christina Manian, em entrevista à revista Real Simple, compartilha algumas alternativas para quem deseja substituir os ovos em sua dieta. O tofu, por exemplo, é uma excelente opção, especialmente em preparações salgadas e doces. Manian destaca também a compota de maçã, que é um substituto naturalmente doce, ideal para adoçar receitas e pode ser utilizado em praticamente qualquer sobremesa assada.
Outro substituto citado pela especialista é a farinha de grão-de-bico, que pode ser usada em várias receitas. Ela recomenda substituir um ovo por um quarto de chávena de farinha de grão-de-bico, o que oferece consistência e sabor às preparações.
O iogurte também é uma opção válida. De acordo com Manian, um quarto de chávena de iogurte pode substituir o ovo, trazendo umidade e ajudando a dar liga aos alimentos, além de adicionar benefícios nutricionais.
Além disso, a aquafaba – a água dos grãos de feijão – e a linhaça são ótimas alternativas. Uma colher de sopa de linhaça misturada com três de água pode substituir um ovo, trazendo proteínas, vitaminas B e fósforo. Por fim, o queijo cottage também é uma boa escolha. Rico em cálcio, vitamina B e fósforo, além de conter probióticos que beneficiam a saúde intestinal, o queijo cottage pode ser utilizado em diversas receitas, de salgadas a doces.
Essas alternativas não só atendem quem busca substituir os ovos por questões dietéticas, mas também oferecem benefícios nutricionais importantes para a saúde.
Leia Também: Alimentos que fortalecem o cérebro e previnem o declínio cognitivo
Leia Também: Cinco sinais de dor abdominal que não deve ignorar
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/A0Np4Ji
-
Cinco sinais de dor abdominal que não deve ignorar
Embora dores abdominais sejam comuns e frequentemente passageiras, é essencial estar atento a certos sinais que podem indicar condições mais graves. O HuffPost conversou com médicos sobre os casos em que a dor abdominal deve ser tratada com mais seriedade. Aqui estão cinco situações em que a dor abdominal merece atenção médica imediata:
Dor aguda localizada no abdômen inferior direito: Se for uma dor forte e localizada, pode ser um sinal de apendicite. O gastroenterologista Jean-Pierre Raufman alerta que, nesse caso, a dor costuma ser intensa e precisa de cuidados urgentes.
Dor constante que não melhora com o tempo ou com analgésicos: A gastroenterologista Feenalie Patel afirma que se a dor continuar sem alívio e for persistente, é importante investigar se outros órgãos estão envolvidos, como o pâncreas ou intestinos.
Dor na região superior do abdômen: Pode indicar problemas na vesícula biliar, como cálculos biliares. Raufman explica que dor e náusea nessa área merecem atenção médica imediata.
Inchaço abdominal com dor intensa, vômitos ou pele amarelada: Se esses sintomas estiverem presentes, é importante procurar atendimento médico. O inchaço, em conjunto com vômitos e icterícia (pele amarelada), pode indicar problemas graves como hepatite ou pancreatite.
Dor com febre ou sangue nas fezes: Esses sintomas são sinais de alerta para possíveis infecções graves ou doenças inflamatórias intestinais, como colite ou doença de Crohn. A avaliação médica é fundamental nesse caso.
Caso esses sintomas persistam ou piorem, buscar ajuda médica é fundamental para prevenir complicações.
Também é importante lembrar que, no Brasil, condições como a síndrome do cólon irritável (SCI) afetam muitas pessoas, sendo uma das causas mais comuns de desconforto abdominal. Aproximadamente 15% dos homens e 30% das mulheres no país sofrem de SCI, que provoca dores abdominais e alterações nos hábitos intestinais.
Leia Também: Sintomas de deficiência de ferro que muitos ignoram e são perigosos
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/9xUJWO8
-
Um reencontro inesperado vai mudar a vida deste signo
Estamos chegando ao final de março. O mês não irá terminar sem que algumas pessoas tenham um reencontro inesperado. É algo que irá mudar as suas vidas durante as próximas semanas.
Segundo a rádio La 100, Áries (21 de março a 20 de abril) é o signo que se prepara para ter um encontro que não estava à espera.
É alguém do passado que volta à sua vida e que irá fazer com que tomem decisões que não estavam previstas.
“Este é o momento ideal para deixar para trás o que não funciona e abrir-se para novas possibilidades, tanto pessoais quanto emocionais”, explicam.
Será necessário fechar ciclos e começar novas etapas, tudo devido a este acontecimento inesperado nas suas vidas.
Leia Também: Dinheiro inesperado tira quatros signos do ‘fundo do poço’
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/Rc16mtg
-
Como o Ozempic mudou uma pequena cidade na Dinamarca
Embora você provavelmente já tenha lido tudo o que há para saber sobre os medicamentos para perda de peso que estão dominando a indústria farmacêutica nos últimos anos, esses remédios estão fazendo mais do que reduzir cinturas e inflar lucros. Eles também estão mudando fundamentalmente os lugares onde esses medicamentos são produzidos.
Uma pequena cidade dinamarquesa de 16.000 pessoas, por exemplo, está passando por uma mudança incrível graças ao Ozempic e a outros medicamentos para emagrecer produzidos pela gigante farmacêutica Novo Nordisk.
Curioso para saber como uma cidade tão pequena foi impactada e por quê? Clique na galeria para descobrir.
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/8C0yMYc
-
Estudo aponta que estresse crônico pode elevar risco de AVC em mulheres
Um estudo publicado na revista Neurology, da Academia Americana de Neurologia, revelou que mulheres que vivem sob estresse crônico têm um risco 78% maior de sofrer acidente vascular cerebral (AVC).
A pesquisa, do Hospital Universitário de Helsinque, na Finlândia, e do Instituto Karolinska, na Suécia, analisou a relação entre o estresse prolongado e a ocorrência de AVC isquêmico, o tipo mais comum, causado pela obstrução de uma artéria no cérebro, representando, por exemplo, em torno de 85% dos casos no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.
Os pesquisadores avaliaram 426 pacientes, com idades entre 18 e 49 anos, que sofreram um AVC sem causa aparente, e comparou-as com outras 426 pessoas da mesma faixa etária que não tiveram derrame. Todas responderam a questionários sobre seus níveis de estresse no mês anterior ao evento. As pontuações variavam de 0 a 40, sendo classificadas em três níveis: baixo (0 a 13), moderado (14 a 26) e alto (27 a 40).
Principais descobertas do estudo
– Mulheres com estresse moderado tiveram um risco 78% maior de sofrer AVC, em comparação com aquelas com níveis baixos de estresse.
– Curiosamente, o estresse alto foi associado a um aumento de risco de apenas 6%, levantando questões sobre os mecanismos envolvidos.
– Entre as mulheres que sofreram AVC, 46% relataram níveis moderados ou altos de estresse, enquanto no grupo sem AVC, esse número foi de 33%.
– Mesmo após ajustes para fatores, como pressão alta, tabagismo e consumo de álcool, a correlação entre estresse e AVC permaneceu significativa.
– Os pesquisadores não encontraram uma ligação entre estresse e derrame em participantes do sexo masculino.
Para a médica fisiatra Prof. Dra. Matilde Sposito, especialista em reabilitação neurológica e bloqueios neuroquímicos para o tratamento de sequelas do AVC, com consultório em Sorocaba (SP), os dados reforçam a necessidade de estratégias eficazes de controle do estresse. “Apesar das descobertas, o estudo não prova que o estresse causa derrame e, sim, apenas mostra uma associação. Mesmo assim, o estresse prolongado ativa mecanismos inflamatórios no corpo, aumentando a pressão arterial. Isso pode comprometer a circulação e elevar o risco de AVC”, explica.
O pesquisador do Hospital Universitário de Helsinque, na Finlândia, Nicolas Martinez-Majander, afirmou, em comunicado, que mais pesquisas são necessárias para entender por que mulheres que se sentem estressadas, mas não homens, podem ter um risco maior de derrame. “Além disso, precisamos explorar mais por que o risco de derrame em mulheres foi maior para estresse moderado do que para alto estresse”, declarou.
Prevenção e tratamento
A médica fisiatra Prof.ª Dra. Matilde explica que a incidência de AVC é mais comum em pacientes que não se atentam para os seguintes pontos: alto nível de estresse, má alimentação e sedentarismo. “Esse, costumamos dizer, é o tripé-fatal. Por isso, reitero que manter a saúde em dia, fazer exames regulares, ter uma boa alimentação, aliada a hábitos saudáveis de vida, com exercícios físicos, é primordial para a longevidade, principalmente para aqueles que já tem uma predisposição genética”, enfatiza.
Ela explica que as sequelas de um AVC podem ser muito graves, levando a uma mudança radical na vida do paciente. “A Fisiatria é uma especialidade médica voltada para a reabilitação de pessoas com dificuldades motoras causadas por doenças como o AVC. O processo terapêutico busca estimular o cérebro a se reorganizar, promovendo a recuperação de funções prejudicadas”, explica a médica fisiatra.
O principal objetivo do tratamento, segundo Prof.ª Dra. Matilde Sposito, é restaurar a mobilidade, aliviar dores e proporcionar mais qualidade de vida ao paciente. Para isso, diferentes abordagens podem ser adotadas, como acupuntura, fisioterapia, hidroterapia, RPG, pilates e cinesioterapia.
Além das terapias convencionais, podem ser aplicados bloqueios neuroquímicos com toxina botulínica para tratar sequelas, traumas ou outras condições que afetam os movimentos, como a espasticidade – caracterizada pela rigidez muscular e a dificuldade de movimentação.
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/l3QHkXt
-
Mutações genéticas que aumentam a vulnerabilidade a certas doenças
Alguns genes são passados a nós por nossos pais e, embora a maioria deles seja perfeitamente boa, às vezes um segmento de uma molécula de DNA pode conter mutações. Esses genes alterados podem nos tornar vulneráveis a certos distúrbios, alguns dos quais podem ser muito sérios.
Nesta galeria, analisamos algumas anormalidades nos genes que podem resultar em doenças. Clique para conhecê-las.
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/wGVpeuH
-
Tosse em excesso pode ser tuberculose? Veja como doença atua no organismo
O aumento dos diagnósticos da tuberculose, popularmente conhecida como infecção pulmonar, projeta a doença como um dos maiores desafios da saúde pública mundial. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), no Brasil foram registrados 80.012 casos novos da doença no último ano, com uma taxa de incidência de 37 casos por 100 mil habitantes e 5.845 óbitos. No Dia Mundial de Combate à Tuberculose, celebrado em 24 de março, a especialista em Microbiologia do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Fabíola Castro, alerta sobre a infecção, indicando como prevenir e diagnosticar.
Segundo a microbiologista e docente do CEUB, a tuberculose evolui de forma lenta, sendo os infectados transmissores em potencial. Os sintomas podem ser confundidos com outras doenças, dificultando o diagnóstico e facilitando a rápida transmissão: “Além da tosse, a perda de peso rápida, sudorese noturna, febres baixas vespertinas, falta de ar e tosse com sangue podem ocorrer com o paciente infectado”. Embora afete principalmente os pulmões, pode acometer outras partes do corpo, como gânglios, rins, ossos, intestinos e meninges.
Para Fabíola Castro, conhecer os sintomas, as formas de transmissão e as alternativas de tratamento ajuda a minimizar os riscos relacionados à doença: “O diagnóstico precoce pode melhorar a qualidade de vida do paciente”. Sobre o tratamento, a docente esclarece que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece todo o acompanhamento ao paciente. “O surgimento dos bacilos resistentes exige o tratamento com drogas antimicrobianas. A dificuldade de resposta e os diversos efeitos colaterais aumentam o tempo de tratamento e reduz as chances de cura”, explica.
A especialista CEUB acrescenta que a eficácia do tratamento depende da rapidez do diagnóstico, indicando atendimento médico imediato caso haja suspeita. “Existe a possibilidade de uma recuperação plena, sem sequelas, mas existe também o risco de ocasionar sequelas nos casos mais avançados da doença, quando o infectado apresenta graves lesões no pulmão e nos órgãos afetados”, finaliza a microbiologista.
Leia Também: Cuidados com a saúde respiratória são essenciais com a chegada do outono
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/nSmg1sK
-
Teste de saliva para endometriose é considerado promissor, mas há ressalvas
(FOLHAPRESS) – Um teste de saliva que permite diagnosticar a endometriose começou a ser reembolsado pelo governo francês para 25 mil pacientes acima dos 18 anos este mês, ainda em estágio experimental para que a sua utilidade clínica seja comprovada. A tecnologia está disponível em 80 hospitais participantes de um estudo, e fornece o resultado em 10 dias ao custo de 839 euros (cerca de R$ 5.100).
A Autoridade Nacional de Saúde Francesa emitiu o parecer para o reembolso com base em resultados clínicos que mostraram um bom desempenho diagnóstico da tecnologia -uma sensibilidade de 96% e uma especificidade de 95%-, considerada inovadora por especialistas, que, no entanto, fazem algumas ressalvas.
A endometriose é uma doença cujo tempo médio de diagnóstico é de nove anos, e, por isso, um teste rápido, confiável e não invasivo seria um grande avanço. A doença é caracterizada pelo crescimento do tecido endometrial fora do útero, o que pode levar a sintomas como cólicas intensas, dores abdominais e pélvicas, além de dores nas relações sexuais, dentre outros.
Apesar de a incidência ser considerada alta -estima-se que uma a cada dez mulheres-, a inespecificidade da doença, a normalização de dores por parte das mulheres e a falta de investimentos em pesquisas são barreiras que dificultam a vida das pacientes. Hoje, as ultrassonografias e a ressonância magnética são as ferramentas usadas para o diagnóstico. O Endotest, da biofarmacêutica Ziwig, poderia funcionar como uma terceira linha, após exames clínicos e de imagem.
O teste foi possível após a descoberta de uma assinatura molecular da doença, de microácido ribonucleico (microRNA) baseada em saliva, em 2022, com a ajuda de inteligência artificial. Em estudo publicado pela revista New England Journal of Medicine Evidence (NEJM Evidence) no ano seguinte, os pesquisadores analisaram 200 pacientes, com diagnóstico ou suspeita de endometriose, e conseguiram identificar a doença com 97% de certeza nas que tinham e distinguir aquelas com dor pélvica que não tinham endometriose.
Por ser um teste feito com base em microRNAs, no entanto, a falta na variedade de etnias das pacientes pode comprometer os dados sobre a eficácia geral da tecnologia, uma vez que há uma variação de microRNAs conforme a etnia. Essa é uma das limitações do estudo, afirma Márcia Mendonça Carneiro, vice-presidente da Comissão Nacional Especializada da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).
Para a validação desse teste, seria importante, então, ampliar o número de pessoas estudadas. Das 25 mil pacientes que podem acessar o teste na França, 2.500 estão incluídas em nova pesquisa. “Você tem que ter um estudo com o maior número de pessoas, de mulheres, para a gente ter uma análise melhor da confiabilidade, e colocar mulheres de outras localizações geográficas, ver pessoas assintomáticas”, afirma. “Tem muitas perguntas a ser respondidas antes que a gente coloque isso na prática clínica”, acrescenta.
Outra questão apontada é o conflito de interesses no estudo publicado pela NEJM Evidence, que teve financiamento da farmacêutica desenvolvedora do teste. Além disso, alguns dos autores são consultores da empresa, o que embora não anule a efetividade do Endotest, reforça a necessidade de mais estudos para comprovar a aplicabilidade, especialmente nos sistemas públicos de saúde.
Uma terceira ressalva apontada por Marcos Tcherniakovsky, diretor de comunicação da Sociedade Brasileira de Endometriose, diz respeito aos ainda altos custos do teste.
“É um teste promissor, mas por enquanto não acessível do ponto de vista financeiro. Hoje eu tenho ultrassom com preparo intestinal e ressonância magnética que diagnosticam e falam exatamente onde está a doença e como ela é, e os convênios já cobrem esse tipo de exame”.
O especialista também diz que, embora os estudos estejam se encaminhando para uma fase de inclusão de mais países para a checagem da eficácia em outras populações, o teste deve ainda ser olhado com cuidado, especialmente ao juntar saúde pública e privada. “A coisa é boa quando é para todo mundo, não para um grupo pequeno de pessoas ou de pessoas que podem pagar 800 euros.”
Apesar disso, a iniciativa pela busca de um diagnóstico precoce e não invasivo para a endometriose é positiva. Diversos estudos já foram feitos para tentar o resultado através do exames de sangue, mas encontrar o financiamento para esse tipo de pesquisa ainda é difícil, afirma o ginecologista especializado em endometriose Patrick Bellellis, colaborador no Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo).
Embora a condição seja comum e reúna registros que remontam à Antiguidade, os investimentos em torno dela ainda são escassos. Um artigo publicado em revista científica aponta que o financiamento de pesquisa para endometriose é limitado: enquanto os Estados Unidos investem cerca de US$ 16 milhões (cerca de R$ 79,7 milhões) em pesquisas sobre a condição todos os anos, comparativamente, a doença de Crohn, que afeta uma em cada 100 pessoas recebe US$ 90 milhões (cerca de R$ 448 milhões).
Existe ainda uma confusão entre a endometriose e uma condição chamada “histeria”, que é um nome derivado do termo grego para “útero”. Um estudo de representações de dores pélvicas na literatura médica concluiu que muitos casos descartados como “histeria” podem ter sido causados por endometriose.
“Se a gente tivesse mais instituições que levassem a consideração à saúde da mulher, mais agências de fomento que levassem a consideração à saúde da mulher, facilitaria, sem dúvida alguma”, afirma Bellellis.Leia Também: Novas evidências confirmam que a vacina contra o HPV previne o câncer cervical
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/7R1w23T
-
Alimentos que fortalecem o cérebro e previnem o declínio cognitivo
Manter o cérebro saudável pode ser mais simples do que você imagina. Certos alimentos possuem propriedades que ajudam a evitar o declínio cognitivo e promovem a saúde cerebral de maneira significativa. À revista Parade, os médicos David M. Brady e Joseph Mercola compartilharam alimentos que não podem faltar na sua dieta para cuidar da mente.
Confira a lista e os benefícios de cada um:
Ovos
As gemas dos ovos são ricas em colina, um nutriente essencial para o funcionamento saudável do cérebro.Benefício: A colina desempenha um papel importante na formação de acetilcolina, um neurotransmissor associado à memória e ao aprendizado. Consumir ovos regularmente pode ajudar a melhorar a capacidade cognitiva e prevenir problemas como a perda de memória.
Peixes gordurosos
Atum, sardinha, cavala e arenque são exemplos de peixes ricos em ácidos graxos ômega-3.
Benefício: Os ácidos graxos ômega-3, em especial o DHA, são cruciais para a saúde dos neurônios. Eles auxiliam na comunicação entre as células cerebrais, melhoram a função cognitiva e podem até reduzir o risco de desenvolver doenças neurodegenerativas como o Alzheimer.
Vegetais com folhas verdes
Espinafre, couve e alface estão entre os vegetais ricos em nutrientes como vitamina K, magnésio e antioxidantes.
Benefício: A vitamina K contribui para a proteção das células cerebrais e auxilia na manutenção da memória. Já o magnésio ajuda a reduzir inflamações no cérebro, promovendo um ambiente mais saudável para as conexões neurais.
Por que esses alimentos são importantes?
A alimentação desempenha um papel essencial na saúde mental, especialmente na prevenção de doenças associadas ao envelhecimento. Ao incluir ovos, peixes gordurosos e vegetais de folhas verdes na sua dieta, você está fortalecendo a estrutura e a função do cérebro de forma natural e eficaz.
Mantenha esses alimentos no seu cardápio e aproveite seus benefícios para o corpo e a mente!
Leia Também: Bebidas que engordam: opções surpreendentes que podem sabotar sua dieta
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/oNVF2UP
-
Cuidados com a saúde respiratória são essenciais com a chegada do outono
A chegada do outono no Brasil, que em 2025 tem início no próximo dia 20, traz mudanças bruscas de temperatura e a redução da umidade do ar, criando condições ideais para a propagação de doenças respiratórias. Gripes, resfriados, crises de asma, rinite alérgica e o agravamento de problemas pulmonares crônicos se tornam mais frequentes, impactando principalmente idosos, crianças e pessoas com comorbidades. Especialistas alertam para a necessidade de reforçar os cuidados com a saúde e destacam a vacinação como medida essencial de prevenção.
Além do aumento da circulação de vírus e bactérias, o ar seco e a maior concentração de poluentes contribuem para o agravamento de quadros respiratórios. “A redução da umidade do ar e a exposição a agentes infecciosos elevam significativamente os riscos de infecções respiratórias. Além disso, com a queda das temperaturas, há mais tendência de permanecermos em ambientes fechados e pouco ventilados, facilitando a disseminação de vírus como o da gripe e o da Covid-19”, explica a Dra. Sandra Guimarães, pneumologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
A vacinação contra doenças respiratórias é uma das estratégias mais eficazes para reduzir a incidência de infecções e suas complicações, especialmente entre os grupos mais vulneráveis. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde reforça a necessidade de manter o calendário vacinal atualizado, com destaque para a imunização contra gripe, pneumonia e Covid-19. “A vacina contra a gripe reduz significativamente o risco de complicações graves e hospitalizações. Já a vacina pneumocócica previne casos mais severos de pneumonia, que podem ser fatais em pacientes vulneráveis”, destaca a Dra. Sandra.
A gripe, causada pelo vírus Influenza, tem diversos subtipos, como o H1N1 e o H3N2, que costumam circular com mais intensidade nessa época do ano. Os sintomas podem variar de quadros leves a graves, podendo levar à hospitalização e, em casos mais extremos, ao óbito. “A vacinação contra Influenza é fundamental para reduzir o impacto da gripe, especialmente em crianças pequenas, idosos e pessoas com condições médicas preexistentes”, acrescenta a pneumologista.
Com a continuidade da circulação do Coronavírus, a pneumologista também recomenda que a população elegível receba as doses de reforço da vacina contra a Covid-19. “O Coronavírus ainda representa riscos, principalmente para indivíduos com histórico de problemas respiratórios, por isso a vacinação contínua continua sendo essencial”, explica a médica.
É importante ficar atento as campanhas de imunização contra a gripe e outras doenças respiratórias, com distribuição gratuita das vacinas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A recomendação da especialista é que a população busque os postos de saúde antes do pico da sazonalidade, que normalmente ocorre no inverno, entre os meses de junho e setembro.
O Calendário Nacional de Vacinação de 2025, divulgado pelo Ministério da Saúde, já está disponível e inclui atualizações importantes para a imunização contra O Influenza e o reforço da vacina contra a Covid-19. A vacinação contra a gripe passou a fazer parte do calendário de rotina para crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes e idosos a partir de 60 anos, com doses disponíveis nas unidades de saúde a partir da segunda quinzena de março LINK.
“Quanto antes a imunização for realizada, maior será a proteção individual e coletiva. Não devemos esperar os sintomas aparecerem para tomar a vacina, pois a imunização é uma ferramenta preventiva, não curativa”, alerta a Dra. Sandra.
Embora a imunização seja fundamental, adotar medidas simples no dia a dia pode reduzir ainda mais o risco de doenças respiratórias durante o outono. Entre as principais recomendações estão manter os ambientes bem ventilados e evitar locais fechados com aglomerações, higienizar as mãos com frequência para evitar a transmissão de vírus e bactérias, hidratar-se adequadamente para manter as vias respiratórias protegidas, utilizar umidificadores de ar ou bacias com água para minimizar os efeitos do clima seco, proteger-se contra mudanças bruscas de temperatura com roupas adequadas, usar máscaras faciais ao apresentar sintomas gripais e procurar atendimento médico ao primeiro sinal de piora dos sintomas respiratórios.
Leia Também: Ronco e apneia: como identificar e tratar distúrbios do sono?
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/Mqf0gH9