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Dor pós-atividade física é sinônimo de treino eficaz?
“Sem dor, sem ganho”. Essa é uma das premissas mais conhecidas no mundo fitness. Existe uma crença generalizada entre praticantes de atividade física de que, se não há dor após o treino, é sinal de que o corpo não está evoluindo ou que os músculos não foram trabalhados suficientemente para ganhar força. Mas será isso verdade ou apenas um mito?
O coordenador da UPX Sports, Zair Cândido, esclarece que a dor pode, sim, ser uma resposta inflamatória natural do corpo após a atividade física — um sinal de que o músculo foi estimulado. “O exercício gera pequenas lesões nas fibras musculares, chamadas microlesões, que são importantes para o processo de recuperação. Com descanso, alimentação e hidratação adequados, esse músculo se regenera mais forte para os próximos treinos”, explica.
No entanto, Zair alerta que é preciso observar o grau da dor e o tempo necessário para a recuperação. “O desconforto pode fazer parte desse processo inflamatório, especialmente quando a carga ultrapassa o que o músculo está acostumado a suportar. Contudo, a dor, por si só, não é sinônimo de qualidade de treino. Por isso, carga e intensidade devem ser sempre monitoradas”, ressalta.
O que são as dores musculares pós-treino e por que elas acontecem?
A dor que surge após exercícios físicos é conhecida como DOMS (Delayed Onset Muscle Soreness), ou dor muscular tardia. Normalmente aparece entre 12 e 48 horas após o treino, podendo durar até 72 horas, dependendo da intensidade das atividades realizadas.
Segundo o especialista, essa sensação acontece por conta das microlesões nas fibras musculares que surgem durante o esforço físico. “As fibras musculares são compostas por actina e miosina, proteínas que realizam um movimento de deslizamento durante as contrações. Quando o esforço é muito intenso, tanto em atletas quanto em sedentários, ocorrem pequenas rupturas nas fibras”, explica.
“Para pessoas sedentárias, essa dor costuma ser mais intensa, pois a musculatura ainda não está adaptada ao esforço. Outro fator relevante é o tipo de contração muscular realizada. Quando aproximamos a articulação do centro do corpo, ocorre uma contração concêntrica, com encurtamento do músculo. Já no movimento inverso, quando afastamos a extremidade do centro do corpo, ocorre uma contração excêntrica, em que o músculo se alonga sob carga. Esse segundo tipo de contração gera mais rupturas e, consequentemente, costuma provocar mais dor muscular”, completa.
O que pode ser feito após o treino para minimizar as dores?
Segundo Zair Cândido, a maneira mais eficiente de evitar dores musculares intensas após o treino é controlar a intensidade dos exercícios, adotando uma programação semanal bem estruturada que permita monitorar as cargas e prevenir sobrecargas. Uma prática recomendada é realizar alongamentos leves ao fim da atividade, proporcionando relaxamento muscular. “É importante também se hidratar bastante, garantindo uma reposição hídrica adequada, o que contribui para reduzir as dores. Além disso, uma alimentação equilibrada logo após o treino é fundamental”, orienta. O especialista ressalta o papel das proteínas nesse contexto: “As proteínas são compostas por aminoácidos, que auxiliam na reparação das fibras musculares. Por isso, fazer uma refeição ou suplementação rica em proteínas até 45 minutos após o treino ajuda significativamente a minimizar as dores.”
Zair também menciona que, em alguns casos, o acúmulo de ácido lático pode intensificar o desconforto muscular. “Para essas situações, é recomendada a recuperação ativa, como uma caminhada leve. Outras estratégias eficazes incluem crioterapia, aplicação de gelo ou imersão em banheira fria, procedimentos que promovem vasoconstrição intensa e ajudam a diminuir processos inflamatórios.”
Quais as principais diferenças entre dores musculares normais e lesões?
A dor muscular após o treino pode durar até 72 horas, diminuindo progressivamente — especialmente se houver respeito ao intervalo ideal de recuperação entre os treinos. Sentir incômodo leve a moderado é comum e esperado, desde que não prejudique os movimentos nem interfira na rotina de exercícios. No entanto, o especialista alerta para sinais que podem indicar uma lesão muscular: “Quando a dor é muito aguda ou o desconforto é intenso, a ponto de impedir tarefas simples como descer escadas, sentar ou andar normalmente, pode ser indicativo de que a intensidade do treino foi excessiva”, explica. Esses casos costumam vir acompanhados de inchaço, rigidez extrema ou pontadas agudas, demonstrando que o músculo não está plenamente recuperado. “Nesse cenário, há risco aumentado de ruptura das fibras musculares, que ficam mais frágeis e suscetíveis a lesões”, completa Zair.
Diante desses sintomas, a recomendação é buscar orientação profissional o quanto antes para realizar uma avaliação adequada. “É fundamental identificar rapidamente se há lesão e definir o melhor tratamento possível”, enfatiza o coordenador da UPX Sports.
Quais estratégias ajudam a prevenir a dor muscular após o treino?
A maneira mais eficiente de evitar dor muscular tardia é adotar um treino bem planejado, com objetivos claros, controle da intensidade e inclusão de atividades regenerativas, fundamentais para a recuperação muscular adequada. “Costumamos dizer que é essencial praticar um treino inteligente, com equilíbrio entre estímulo e recuperação para reduzir desconfortos”, destaca Zair Cândido.
“Outros fatores igualmente importantes são o descanso adequado, especialmente uma boa noite de sono, que permite à musculatura se recuperar plenamente, e uma alimentação equilibrada. Hidratação adequada também faz toda a diferença nesse processo”, enfatiza o especialista. Zair reforça ainda a importância de respeitar os intervalos entre as sessões de treino, fazer aquecimentos antes das atividades e preparar o corpo com atenção especial às articulações, aos ligamentos e à circulação sanguínea muscular. Por fim, o especialista orienta os iniciantes a começar com cargas mais leves e evoluir gradualmente, respeitando os limites do corpo e construindo capacidade física de forma consistente e segura.
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Sinais de que seu filho pode ter transtorno de ansiedade
Como mãe ou pai de uma criança que sente medo, pode ser difícil saber se esse temor é normal e acabará passando, ou se seu filho pode estar desenvolvendo um transtorno de ansiedade.
De acordo com os especialistas, há três fatores essenciais a serem considerados ao questionar se seu filho pode ter um transtorno de ansiedade. Confira esta galeria para descobrir quais são.
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Diga ‘adeus’ ao inchaço abdominal com estes cinco alimentos
Quando estamos nos sentindo inchados, a última coisa que pode parecer uma boa ideia é comer ou beber algo. Afinal, o inchaço — que pode ser causado por má digestão, excesso de sódio ou menstruação, entre outros fatores — está associado à sensação de estar desconfortavelmente cheio, mesmo sem ter comido muito.
No entanto, segundo o site Shape, “a combinação certa de nutrientes e hidratação pode, na verdade, ajudar o inchaço a desaparecer mais rapidamente do que se você evitasse comer ou beber completamente”. Alguns especialistas indicam os melhores alimentos para combater o inchaço, incluindo água com limão, aipo, melancia e outros.
1. Água com limão
“Muitas pessoas deixam de beber água quando estão inchadas, quando, na verdade, deveriam fazer o oposto. As pessoas acham que, ao reter líquido, é melhor reduzir a ingestão de água, mas isso está errado”, diz David Grotto, autor do livro 101 Foods That Could Save Your Life. “Como o limão é um diurético natural e um laxante suave quando adicionado à água morna, a água com limão pode ajudar a reduzir o excesso de sal no corpo e aliviar o inchaço.”2. Aipo
“O aipo tem sido usado há anos como auxiliar digestivo para regular o intestino e controlar gases. Seus compostos químicos ajudam a reduzir a retenção de líquidos, o que o torna um dos alimentos mais eficazes contra o inchaço”, afirma Grotto.3. Melancia
“Todos os tipos de melão fazem bem à saúde, mas a melancia é especialmente útil no alívio do inchaço. Ela tem propriedades diuréticas naturais e é uma ótima fonte de potássio.”4. Alecrim
“O alecrim tem sido usado para tratar desde azia e dores de cabeça até dor de dente e pressão alta. Essa erva também ajuda a reduzir gases intestinais e melhora a digestão”, explica Jackie Newgent, nutricionista e chef. “Tente usá-lo em chás ou combiná-lo com aipo ou salsa para preparar um caldo caseiro.”5. Banana
“O potássio presente na banana regula a hidratação e os níveis de eletrólitos do corpo, neutralizando os efeitos negativos de alimentos ultraprocessados. Enquanto o sódio faz o corpo reter líquidos, o potássio tem o efeito contrário, tornando a banana uma aliada contra o inchaço”, afirma a nutricionista Ashvini Mashru.Leia Também: O que é trombose venosa profunda e como reduzir o risco de desnvolvê-la?
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Outono e a temporada de gripes: como se proteger além da vacina?
Com a chegada do outono, as temperaturas mais amenas e a redução da umidade do ar criam um ambiente propício para a disseminação de vírus respiratórios, como os da gripe e do resfriado. Nessa época do ano, é comum o aumento da circulação do Influenza, responsável por quadros gripais que podem variar de leves a graves, principalmente em grupos de risco, como idosos, crianças e pessoas com comorbidades. inclusive, em 2024, os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) aumentaram 45,8% no outono em comparação ao mesmo período do ano anterior, segundo o DRS de Campinas.
Diante desse cenário, a vacinação segue sendo a principal forma de prevenção, mas outros hábitos também desempenham um papel fundamental na proteção contra infecções respiratórias.
Segundo o Dr. Carlos Alberto Reyes Medina, Diretor Médico da Carnot Laboratórios, além da imunização, manter uma boa higiene das mãos, evitar locais fechados e pouco ventilados, além de reforçar a hidratação e a alimentação balanceada, são medidas essenciais para fortalecer o sistema imunológico. “Lavar as mãos com frequência, usar álcool em gel e evitar levar as mãos ao rosto reduzem significativamente o risco de contato com o vírus. Além disso, manter os ambientes bem ventilados e evitar aglomerações sempre que possível também contribuem para a redução da transmissão”, explica o especialista.
Outro fator relevante é o fortalecimento da imunidade por meio de uma alimentação rica em vitaminas e minerais. Nutrientes como vitamina C, zinco e vitamina D desempenham um papel crucial na resposta do organismo contra infecções. “Ter uma dieta equilibrada, com frutas, verduras e proteínas de qualidade, além de manter-se hidratado, ajuda a fortalecer as defesas naturais do corpo, tornando-o mais resistente a infecções sazonais”, ressalta Dr. Carlos Alberto.
Embora o outono seja tradicionalmente conhecido como o período de maior incidência de gripes e resfriados, adotar hábitos saudáveis e medidas preventivas pode fazer toda a diferença para evitar complicações. A atenção à saúde respiratória deve ser constante, e pequenas ações no dia a dia podem ser decisivas para atravessar a estação com mais bem-estar e segurança.
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Acha que tem um sexto sentido? Estes são os cinco signos mais intuitivos
A intuição é considerada o nosso sexto sentido. É o processo pelo qual sabemos de algo sem a necessidade da razão e da mente analítica. Para algumas pessoas, ela parece ser mais aguçada, podendo chegar através de uma palavra, de um sonho, de um sentimento ou de um desejo.
Alguns signos do zodíaco têm mais facilidade em sentir essas sensações.
Veja a lista publicada pelo site Terra e confira se é um deles.
Câncer (21 de junho a 21 de julho)
“A sua conexão com as emoções é tão forte que são capazes de perceber tudo o que ocorre ao seu redor e entender a raiz das coisas. Quanto mais as pessoas do signo souberem confiar naquilo que sentem, mais irão beneficiar deste poder, ajudando, inclusive, todo o seu entorno”.
Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)
“Escorpião é o signo mais observador, profundo e intenso do zodíaco. Possuem uma profunda consciência de si e, por isso, conseguem facilmente entender uma situação, pessoa ou lugar. É quase impossível enganar alguém deste signo, pois, com a sua determinação e o seu instinto, sempre descobrem a verdade”.
Peixes (20 de fevereiro a 20 de março)
“As pessoas deste signo possuem uma capacidade enorme de inspiração e criatividade. São extremamente intuitivas e confiantes. Desconhecendo a razão, deixam-se levar pelo fluxo e, no fim, criam algo extraordinário, como se estivessem conectados a um poderoso Wi-fi divino”.
Aquário (21 de janeiro a 19 de fevereiro)
“Possuem uma intuição e visão futurista, contribuindo para as novas possibilidades e rompimento com qualquer ideia, crença, ideal, percepção, situação e pessoas que já não fazem mais sentido. Apesar de ser um signo de Ar, que procura explicações lógicas, com um pouco de atenção consegue entender o que a sua intuição quer dizer”.
Libra (23 de setembro a 22 de outubro)
“A intuição do libriano é voltada para as relações e para a harmonia ao seu redor. Tem uma percepção natural para captar as emoções e intenções das pessoas, mesmo quando não são expressadas diretamente. A sua sensibilidade social permite que estas pessoas entendam facilmente as dinâmicas entre indivíduos e antecipe conflitos antes que eles aconteçam”.
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O que é o turismo de guerra?
O turismo de guerra parece intenso, mas pode ser considerado uma mistura única de aventura e educação. Esse nicho abrange desde os caçadores de adrenalina que visitam zonas de conflito ativas (embora oportunidades para tais viagens sejam limitadas) até os fãs de História que se interessam em turismo comemorativo. Este último envolve passeios a antigos campos de batalha ou locais de tragédias passadas, misturando reflexão sombria com curiosidade.
Além de jornadas pessoais, o turismo militar também desempenha um papel vital em ajudar os países pós-conflito a impulsionar suas economias e preservar seu passado. É uma maneira instigante de ver o mundo e a história sob uma luz totalmente nova.
O fenômeno controverso está ganhando força em todo o mundo, mas é algo que deve ser elogiado ou condenado? Clique na galeria para descobrir.
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Aprenda um truque simples para remover manchas de batom da roupa
Manchas de batom na roupa são comuns para quem usa maquiagem regularmente, mas removê-las pode ser mais simples do que parece. De acordo com Marla Mock, presidente da empresa de limpeza Molly Maid, há uma técnica eficaz que requer apenas três itens: uma faca, álcool isopropílico e um pano limpo ou bola de algodão.
Segundo a especialista, o álcool isopropílico não apenas dissolve a mancha, mas também ajuda a secar rapidamente o tecido. O processo é fácil: primeiro, remova cuidadosamente o excesso de batom com a faca. Em seguida, umedeça o pano ou o algodão com álcool e pressione sobre a mancha sem esfregar. Repita até que a marca desapareça completamente e, por fim, lave a peça normalmente.
O método, divulgado pelo site de Martha Stewart, pode ser útil para manter as roupas impecáveis sem necessidade de produtos específicos para remoção de manchas.
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Saúde: como identificar desinformações sobre esse importante assunto?
Na era das notícias falsas, é cada vez mais difícil separar quais informações são confiáveis e precisas e quais não são. Principalmente no campo da saúde. Todos os dias somos bombardeados com informações desta área, incluindo com falas de pessoas famosas. Então, como identificamos informações confiáveis sobre saúde? Bem, a resposta é um pouco mais complexa do que imaginamos.
Nesta galeria, você encontrará dicas sobre como identificar informações falsas sobre saúde e por que muitos de nós somos ruins nisso. Clique para começar.
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Amor ou obsessão? Psicóloga explica como identificar o stalking
Insistir em mandar mensagens, aparecer de surpresa no trabalho, enviar presentes repetidamente, monitorar redes sociais, seguir pelas ruas… Quando essas ações são indesejadas, constantes e causam medo ou desconforto, configuram uma prática perigosa: o stalking. Apesar de parecer inofensivo à primeira vista, esse comportamento carrega consequências sérias, como explica Izabella Melo, professora de psicologia do Centro Universitário de Brasília (CEUB). Essa perseguição contínua afeta diretamente a saúde mental da vítima.
Segundo a psicóloga, o stalking pode acontecer em diferentes ambientes, como no trabalho, entre vizinhos, na escola, em ambientes religiosos e, até mesmo, dentro da própria família. A presença do perseguidor é constante e incômoda, muitas vezes ultrapassando fronteiras físicas e digitais. “Esses comportamentos se manifestam de diversas formas, como interações insistentes, vigilância, monitoramento da rotina da vítima e até contato com pessoas próximas a ela, como amigos, filhos e pais”, afirma Izabella.
Confundidos com afeto e cuidado, diversos atos de stalking ainda são vistos de forma romantizada pelas pessoas envolvidas ou pelo núcleo afetado. Para a psicóloga, essa visão distorcida tem raízes culturais profundas. “Isso acontece especialmente por causa das diferenças de gênero e das expectativas sociais sobre homens e mulheres, além da ideia de que a mulher pode ser conquistada pela insistência. Comportamentos abusivos acabam sendo encarados como gestos românticos, quando, na verdade, são formas de invasão e desrespeito.”
Apesar de muitas vezes estar associado a ex-relacionamentos, o stalking pode assumir diversos formatos. A professora explica que as ações são divididas em diferentes categorias: nos casos em que o comportamento é disfarçado de carinho, como a chamada hiper intimidade, e outros em que a perseguição é mais direta, como no cyberstalking, que se dá por meio das redes sociais e meios digitais. “Também existem formas mais agressivas, como o assédio, a coerção e até ameaças que atingem familiares ou animais da vítima.”
Consequências emocionais e sociais
De acordo com a especialista, as vítimas de stalking podem desenvolver uma série de sintomas psicológicos, que vão da ansiedade e paranoia à depressão e estresse pós-traumático. Em muitos casos, a pessoa opta pelo isolamento, seja por vergonha, por medo de não ser levada a sério ou para proteger aqueles ao seu redor. “Há quem acredite que, ao se afastar de familiares e amigos, o perseguidor deixará de atingi-los. Além disso, sentimentos como raiva, desconfiança, desespero interferem profundamente no modo como se relaciona com os outros”.
Além do impacto emocional, Melo detalha que o stalking interfere diretamente na rotina das vítimas, fazendo com que elas mudem trajetos, horários, deixam de frequentar certos ambientes e até evitam usar redes sociais. “Com o avanço do cyberstalking, feito por meio das redes sociais, se proteger fica cada vez mais difícil. A presença digital facilita o rastreamento e impõe a necessidade de medidas específicas de autoproteção.”
Para a psicóloga, debater o stalking é fundamental para desconstruir mitos e combater a naturalização desses comportamentos. Segundo a docente do CEUB, é preciso acreditar e acolher quem denuncia. “O conhecimento é a chave para que a sociedade deixe de tratar essas ações como demonstrações de amor e passe a enfrentar como o que realmente são: nítidas formas de violência”, finaliza.
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Elas são maioria: Países onde o número de mulheres é superior ao de homens
Existem apenas alguns países com mais mulheres do que homens. Isso geralmente é motivado por diversos fatores, como conflitos e expectativa de vida. A imigração também desempenha um papel fundamental no desequilíbrio demográfico entre os gêneros. Curiosamente, a maioria das nações onde há maior população feminina do que masculina está no Leste Europeu.
O ranking dos 10 países onde as mulheres superam os homens vai te surpreender! Será que o Brasil está na lista? Clique para descobrir.
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