• Alimentos que ajudam a repor a deficiência de minerais

    Muita gente tem consciência de que pode ter ou vir a desenvolver a deficiência de vitaminas. Mas a falta de certos minerais, também essenciais para a saúde, acaba por ser menosprezado pelas pessoas por causa do desconhecimento em torno do assunto.

    Como saber se os níveis desses nutrientes estão equilibrados em seu organismo? Um simples exame de sangue e uma série de sintomas podem servir de alerta.

    Na galeria, descubra quais os alimentos ajudam a repor a falta de determinados minerais e possíveis consequências para saúde com a carência desses nutrientes!

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  • Como reduzir o inchaço nos olhos ao acordar, segundo especialista

    Acordar com os olhos inchados pode ser um problema comum, especialmente após uma noite de sono ruim. No entanto, algumas medidas simples podem ajudar a prevenir e reduzir esse inchaço. O site Only My Health conversou com o médico Shrey Kumar, que compartilhou dicas eficazes para lidar com essa condição.

     

    1. Priorize um sono de qualidade

    Dormir entre sete e nove horas por noite permite que o corpo se recupere e equilibre os líquidos, evitando o acúmulo ao redor dos olhos.

    2. Mantenha-se hidratado

    Beber bastante água ao longo do dia ajuda a reduzir a retenção de líquidos e a eliminar toxinas que podem contribuir para o inchaço.

    3. Use compressas frias

    Aplicar uma toalha fria, fatias de pepino ou sacos de chá refrigerados sobre os olhos pode ajudar a reduzir a inflamação e aliviar o inchaço rapidamente.

    4. Durma com a cabeça elevada

    Manter a cabeça ligeiramente mais alta ao dormir evita o acúmulo de líquidos ao redor dos olhos, reduzindo o inchaço matinal.

    5. Reduza o consumo de sal

    O excesso de sódio no organismo pode piorar a retenção de líquidos e agravar o inchaço. Optar por uma dieta equilibrada e evitar alimentos ultraprocessados pode fazer diferença.

    Seguindo essas orientações, é possível evitar o inchaço nos olhos ao acordar e manter um olhar mais descansado e saudável.

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  • Coisas que você NUNCA deve dizer a alguém com TDAH

    O transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, ou TDAH, é um transtorno do desenvolvimento que afeta aproximadamente 2 a 5% dos adultos em todo o mundo. Os sintomas da doença geralmente aparecem antes dos 12 anos de idade. Pessoas com TDAH geralmente apresentam problemas de concentração e dificuldade para ficar parado, entre outras características.

    Os equívocos em torno do TDAH frequentemente provocam questionamentos de pessoas desinformadas, o que pode ferir os sentimentos das pessoas com o transtorno. Então, o que você nunca deve dizer a alguém com TDAH?

    Clique e saiba mais sobre a condição e quais são as perguntas e comentários que você nunca deve fazer.

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  • Como lavar roupas delicadas corretamente e evitar danos às peças

    Cuidar das roupas delicadas exige atenção especial, já que diferentes tecidos requerem métodos de lavagem específicos para evitar desgaste e danos. Segundo a especialista em lavandaria da Whirlpool, Morgan LaLonde, peças como roupas íntimas, camisolas e artigos em tecidos sensíveis, como seda e renda, devem ser tratadas com cuidado extra.

     

    De acordo com LaLonde, essas peças devem sempre ser lavadas no ciclo delicado da máquina de lavar, que utiliza água fria e uma velocidade de centrifugação reduzida. Esse processo minimiza o risco de encolhimento, deformação e desgaste prematuro dos tecidos.

    Além disso, a especialista alerta para o uso de detergentes adequados. “Os artigos delicados também podem ser sensíveis a certos detergentes. Sempre que possível, opte por um produto suave, específico para roupas delicadas”, recomenda.

    Dicas extras para preservar roupas delicadas:

    • Use sacos protetores: Ao lavar peças mais frágeis na máquina, utilize sacos de tecido específicos para reduzir o atrito e evitar rasgos.
    • Evite torcer as roupas: Após a lavagem, pressione levemente o excesso de água ao invés de torcer, o que pode danificar as fibras do tecido.
    • Prefira a secagem natural: Sempre que possível, seque as peças ao ar livre e na sombra, evitando exposição direta ao sol, que pode desbotar as cores.
    • Verifique as etiquetas: Antes de lavar qualquer roupa delicada, confira as instruções do fabricante para garantir a melhor forma de limpeza.

    Seguir essas orientações pode prolongar a vida útil das suas roupas favoritas, garantindo que elas permaneçam bonitas e bem cuidadas por muito mais tempo.

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  • Ultraprocessados aceleram aparecimento de primeiros sintomas de Parkinson, sugere estudo

    (FOLHAPRESS) – Com dados de mais de 42 mil indivíduos, uma pesquisa observou uma relação entre alimentos ultraprocessados e o desenvolvimento dos primeiros sintomas de Parkinson. Ao comparar participantes, os pesquisadores concluíram que aqueles que consumiam mais ultraprocessados apresentaram maior risco para o aparecimento de pelo menos três sintomas precoces da doença. Os autores apontam que o achado é mais um indicativo dos malefícios que esses alimentos têm para a saúde humana.

     

    O estudo, publicado na revista científica Neurology, foi desenvolvido a partir de informações de cerca de 42 mil participantes. De 1984 a 2006, essas pessoas preenchiam questionários com perguntas sobre práticas alimentares. Com esses dados, os pesquisadores dividiram os participantes em cinco grupos baseados na quantidade média de ultraprocessados ingeridos diariamente.

    Em 2012, começou outra etapa do estudo. Nesse ano, os participantes responderam se eles sofriam ou não de distúrbio comportamental do sono REM e constipação. Ambos já foram associados como sintomas não motores e precoces da doença de Parkinson. Em 2014 e 2015, os envolvidos na pesquisa novamente precisaram relatar sobre a presença ou não da diminuição do olfato, visão de cores alterada, sonolência diurna, dor no corpo e sintomas depressivos, que também são sintomas relacionados ao Parkinson.

    Esses sintomas podem aparecer anos e, em alguns casos, até décadas antes dos problemas motores causados por Parkinson. Ou seja, eles são sinais para se ficar atento já que podem colaborar para um diagnóstico precoce da doença neurodegenerativa.

    A partir desses dados, os autores do estudo dividiram os participantes em outros grupos. Foram quatro segmentos: o primeiro de pessoas sem histórico dos sintomas considerados na pesquisa, o segundo que relatou somente um desses sintomas, o terceiro que afirmou a presença de dois sintomas e o quarto com pelo menos três sintomas.

    Então, foi possível comparar os grupos a partir dos dados de alimentação e também de aparecimento de sinais não motores associados ao Parkinson. Aqueles participantes que estavam no segmento de consumo de 11 diferentes alimentos ultraprocessados a cada dia contaram com risco maior de aparecimento de pelo menos três dos sete sintomas analisados no estudo. Esse risco foi mais que o dobro comparado com o grupo de indivíduos que consumiam, em média, até três ultraprocessados por dia.

    O estudo foi o primeiro a avaliar a relação desses alimentos com sintomas não motores de Parkinson. No entanto, Xiang Gao, professor do Instituto de Nutrição da Universidade Fudan, na China, e um dos autores do artigo afirma que outras pesquisas já apontaram a relação entre ultraprocessados e aumento de inflamações, maior risco para estresse oxidativo e alteração na diversidade microbiana intestinal. Todos esses fatores estão relacionados a morte de neurônios e a maior propensão para desenvolvimento de Parkinson, o que poderia explicar por que esses alimentos aparentam ter relações com o distúrbio neurodegenerativo.

    Como a pesquisa foi a primeira desse tipo, outros estudos semelhantes são necessários para levantar mais evidências científicas. “Além disso, o possível impacto de alimentos ultraprocessados no início da Doença de Parkinson precisa ser estudado”, completa Gao.

    Ele e os outros autores do estudo já planejam novas análises sobre o tema. Uma delas seria investigar se a diminuição do consumo de alimentos ultraprocessados durante a fase de sintomas não motores de Parkinson poderia ocasionar uma mais lenta evolução do quadro clínico da doença.

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  • 8 alimentos ricos em fibras e antioxidantes para adicionar na sua dieta

    A pandemia da COVID-19 alterou hábitos de consumo em diversos setores, incluindo o mercado alimentício, que registrou um aumento na busca por uma alimentação mais saudável e inclusiva, com previsão de crescimento de 14% até 2027, segundo dados do Sebrae.

     

    No Brasil, o cenário é otimista e impulsiona empresas do setor a desenvolverem novas formas de criar hábitos alimentares mais saudáveis e atraentes para os consumidores, oferecendo produtos autênticos e exclusivos, que combinam sabor e saúde e ajudam a manter uma dieta equilibrada e prazerosa.

    “Quando pensamos em dietas saudáveis, é importante adicionar nutrientes, vitaminas, fibras e antioxidantes à nossa alimentação. Podemos fazer isso por meio de alimentos que proporcionam saciedade e bem-estar”, explica Aline Quissak, nutricionista especializada na sinergia dos alimentos e sócia fundadora da AMEIzi Chocolate, uma marca que visa democratizar o consumo de chocolate saudável.

    Aline destaca que o cérebro e o intestino estão conectados e que uma alimentação equilibrada promove não apenas o bem-estar físico, mas também o mental. “Fibras e antioxidantes são apenas uma parte do que precisamos, mas já representam um grande passo para quem busca melhorar a alimentação. E a melhor parte é que esses nutrientes podem ser encontrados facilmente”, comenta.

    Para auxiliar quem deseja iniciar uma dieta mais saudável, a nutricionista listou alguns alimentos ricos em fibras e antioxidantes que podem ser incorporados no dia a dia:

    Pitaya: a beleza da fruta é apenas um de seus atributos. Rica em fibras solúveis e antioxidantes, como vitaminas C, E e B2, além de carotenoides. A pitaya melhora a imunidade, promove saúde intestinal e tem propriedades anti-inflamatórias, auxiliando na proteção contra o envelhecimento precoce e doenças metabólicas.

    Frutas vermelhas: com poderosos antioxidantes como antocianinas, vitamina C e quercetina, as frutas vermelhas melhoram a função cerebral, combatem o estresse oxidativo, e ajudam no controle glicêmico, favorecendo a saúde cardiovascular e prevenindo doenças neurodegenerativas.

    Uvas vermelhas e pretas: ricas em resveratrol e polifenóis, antioxidantes que auxiliam na proteção cardiovascular e na prevenção de câncer. Suas fibras solúveis ajudam na saúde intestinal, enquanto os compostos bioativos reduzem inflamações e protegem contra o envelhecimento precoce.

    Frutas cítricas: além de serem fontes de vitamina C, flavonoides e fibras, as frutas cítricas ajudam a aumentar a absorção de ferro, melhoram a função imunológica, promovem a saúde capilar e da pele, e possuem efeitos protetores contra doenças cardiovasculares e hipertensão.

    Couve Kale: rica em antioxidantes como luteína e zeaxantina, além de vitaminas A, C, K e minerais essenciais. A couve Kale protege a saúde ocular, fortalece os ossos, reduz o colesterol LDL e tem propriedades anti-inflamatórias, melhorando a função hepática e cardiovascular.

    Alface americana: fonte de fibras insolúveis, vitamina A, K, C e ácido fólico. A alface americana melhora a digestão, auxilia na coagulação sanguínea, promove a saúde dos olhos e protege contra doenças inflamatórias, ajudando na regulação dos níveis de glicose no sangue.

    Grãos integrais: ricos em fibras solúveis e insolúveis, vitaminas do complexo B, minerais como magnésio e zinco, e antioxidantes, grãos integrais como aveia, quinoa, trigo-sarraceno e cevada melhoram a saúde digestiva, regulam o colesterol, promovem a saciedade e auxiliam no controle glicêmico. Além disso, possuem propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, protegendo contra doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e certos tipos de câncer.

    Chocolate 70%: sim! O amado chocolate tem um alto teor de flavonoides e fibras dietéticas. O chocolate 70% melhora a circulação sanguínea, protege contra o declínio cognitivo, reduz os níveis de colesterol LDL, aumenta a sensibilidade à insulina e oferece proteção antioxidante contra doenças crônicas.

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  • Como conservar a alface fresca por mais tempo; entenda

    Manter a alface fresca e evitar que ela fique mole exige cuidados específicos no armazenamento. Pensando nisso, o Informe Brasil reuniu algumas dicas práticas para melhorar a conservação deste alimento tão presente na mesa dos brasileiros.

     

    A primeira recomendação é básica, mas essencial: escolha uma alface com folhas verdes e frescas no momento da compra. Caso não seja possível evitar folhas murchas, remova essas partes imediatamente para evitar que comprometam o restante.

    Outra dica importante é manter as folhas inteiras e cortar a alface apenas na hora de servi-la. Prefira usar as mãos ou uma faca de cerâmica, pois, como explica o Informe Brasil, facas de aço podem oxidar as folhas mais rapidamente.

    Além disso, certifique-se de secar bem as folhas antes de guardá-las. Use papel-toalha para absorver toda a umidade e armazene a alface em um recipiente de plástico com tampa, garantindo assim maior durabilidade e frescor.

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  • Hábitos que desaceleram seu metabolismo e você talvez nem perceba

    No ritmo acelerado do dia a dia, é comum adotar práticas aparentemente inofensivas que, com o tempo, comprometem o funcionamento do organismo — especialmente o metabolismo. A treinadora pessoal Lola Lopez Guardone, em entrevista ao site Eat This, Not That, elencou alguns comportamentos cotidianos que podem afetar diretamente a forma como o corpo processa energia e que, se não corrigidos, contribuem para o acúmulo de gordura e o cansaço excessivo.

     

    Veja a seguir os hábitos que podem estar desacelerando seu metabolismo:

    1. Comer pouco demais

    Restringir excessivamente a ingestão de alimentos pode ter o efeito oposto ao desejado. “O corpo deixa de funcionar de forma eficiente quando não recebe combustível suficiente”, explica Lola. Em vez de emagrecer, o organismo entra em modo de economia de energia.

    2. Passar longos períodos em jejum

    Pular refeições — especialmente o café da manhã — afeta o equilíbrio hormonal e pode desregular o metabolismo. “Uma refeição matinal equilibrada ajuda a manter os níveis de energia e a evitar picos de fome descontrolados ao longo do dia”, alerta a especialista.

    3. Ficar muito tempo sentado

    O sedentarismo é um dos maiores vilões do metabolismo lento. “Levantar-se para uma breve caminhada já ativa os músculos e estimula o gasto calórico”, afirma Lola.

    4. Ignorar o treino de força

    A musculação é essencial para quem deseja acelerar o metabolismo de forma consistente. “Aumentar a massa muscular é uma das maneiras mais eficazes de queimar mais calorias em repouso”, explica.

    5. Dormir mal ou pouco

    O sono é fundamental para a regulação hormonal. “Sem descanso adequado, hormônios como a grelina e a leptina, responsáveis pela fome e saciedade, se desequilibram — e o metabolismo sente diretamente esse impacto”, ressalta.

    6. Viver sob estresse constante

    O estresse crônico estimula a produção de cortisol, hormônio que, em excesso, contribui para o acúmulo de gordura abdominal e desacelera o metabolismo. “Aprender a lidar com o estresse é crucial para manter o corpo funcionando bem”, pontua.

    7. Consumir pouca proteína

    A proteína tem papel importante na manutenção da massa muscular e na queima de gordura. “Sem quantidades adequadas, o organismo perde músculos, e isso impacta diretamente o metabolismo”, finaliza a personal trainer.

    Rever esses hábitos e fazer pequenas mudanças na rotina pode ser o primeiro passo para reativar o metabolismo e melhorar a qualidade de vida de forma duradoura. Procurar ajuda profissional — seja de um nutricionista ou de um educador físico — também pode ser determinante nesse processo.

     

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  • Os 30 sotaques mais atraentes do mundo: Brasileiro surpreende no ranking

    Existem quase 7.000 línguas no mundo, e há muito mais sotaques. Com diferentes regiões e dialetos, surgem entonações, pronúncias e encantos totalmente novos… Do charmoso canadense ao sedutor francês, passando pelo apaixonado espanhol, cada um tem sua própria maneira de falar que atiça a fantasia estrangeira… É por isso que a equipe da Enjoy Travel perguntou ao seu público de mais de 2,5 milhões de usuários quais sotaques eles achavam mais atraentes — e os resultados estão aqui.

    Então, clique para descobrir os 30 sotaques mais populares do planeta. O português brasileiro surpreende no ranking.

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  • Cinco sinais silenciosos da doença renal crônica que não deve ignorar

    A Doença Renal Crônica (DRC) é uma condição progressiva e muitas vezes não apresenta sintomas em seus estágios iniciais, o que dificulta o diagnóstico precoce. Para Bruno Zawadzki, nefrologista e diretor médico da DaVita Tratamento Renal, “muitas pessoas associam a doença renal a sintomas evidentes, como dor lombar ou alterações na urina, mas os sinais iniciais podem ser sutis e facilmente atribuídos a outras causas”.

     

    Abaixo estão os cinco sinais que exigem atenção:

    1. Fadiga e cansaço incomum 

    A redução na produção de eritropoietina — hormônio responsável pela produção de glóbulos vermelhos — pode levar à anemia, causando exaustão mesmo após repouso. “Pacientes relatam cansaço extremo, mas raramente suspeitam de problemas renais. Esse é um alerta para investigar a saúde dos rins”, explica Dr. Zawadzki.

    2. Alterações na urina 

    Urina espumosa (sinal de proteína na urina), aumento da frequência urinária — principalmente à noite — ou redução no volume podem indicar mau funcionamento dos rins.

    3. Inchaço nas extremidades e ao redor dos olhos 

    A retenção de líquidos devido à incapacidade dos rins de filtrar adequadamente resulta em edema, especialmente em pés, tornozelos e região ocular. O inchaço pode não estar necessariamente ligado ao consumo de sal; pode ser um sinal de que os rins estão sobrecarregados.

    4. Coceira constante e pele ressecada 

    O acúmulo de toxinas no sangue, como fósforo e ureia, pode causar prurido intenso. Pacientes chegam a descrever uma coceira que não melhora com hidratantes. Isso reflete desequilíbrios minerais associados à doença renal.

    5. Pressão arterial elevada  

    A relação entre hipertensão e DRC é maior do que pensamos: rins danificados não regulam a pressão, e a pressão alta acelera a perda de função renal. “Controlar a pressão é essencial para preservar os rins. Muitos só descobrem a doença renal durante investigações de hipertensão resistente”, ressalta.

    O nefrologista recomenda: 

    Dr. Zawadzki enfatiza a importância da prevenção: “Exames de sangue e urina simples, como dosagem de creatinina e pesquisa de proteína, podem detectar alterações precoces. Quem tem diabetes, hipertensão ou histórico familiar deve realizar check-ups anuais”. A detecção precoce permite intervenções que retardam a progressão da doença, melhorando qualidade de vida.

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