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Primeira menstruação acontece mais cedo, diz novo estudo
Um novo estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, publicado esta semana na JAMA Network, sugere que a idade em que as meninas têm a primeira menstruação diminuiu cerca de um ano nos últimos 50 anos.
Os pesquisadores descobriram que as meninas de 19 a 24 anos atualmente tiveram sua primeira menstruação aos 11 anos, em média. Em contraste, as mulheres que atualmente têm entre 55 e 74 anos começaram a menstruar, em média, aos 12 anos.
De acordo com o estudo, também houve um aumento no número de meninas que tiveram a primeira menstruação antes dos nove anos ao longo das últimas cinco décadas. Os cientistas acreditam que essa mudança pode estar relacionada a níveis mais altos de obesidade infantil.
Além disso, as meninas participantes do estudo relataram que demoraram mais tempo para que seus ciclos menstruais se tornassem regulares.
A pesquisa analisou mais de 70 mil pessoas como parte do ‘Apple Women’s Health Study’, um projeto que utilizou dados de rastreamento do ciclo dos iPhones e Apple Watches, além de questionários para obter informações adicionais sobre os ciclos menstruais.
Zifan Wang, líder do estudo, em entrevista ao The Washington Post, destacou a preocupação com o fato de as meninas demorarem mais tempo para atingir ciclos menstruais regulares. Segundo ela, “ciclos irregulares são um indicador importante de problemas de saúde na vida adulta. Isso nos preocupa.”
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Influenciadores gordos emagrecem e recebem críticas nas redes sociais
(FOLHAPRESS) – Influenciadores brasileiros do movimento body positive, que promove a aceitação do próprio corpo, enfrentam uma onda de críticas após anunciarem que emagreceram.
O fenômeno se repete em alguns países. Nos Estados Unidos, Thubten Donme, que compartilhava suas experiências enquanto mulher gorda e postava mensagens motivadoras para seus seguidores, surpreendeu a todos quando anunciou seu emagrecimento. Alguns de seus fãs a acusaram de traição. Para eles, ver a mulher que os incentivava a amar os próprios corpos mudar o corpo dela dessa forma era como perceber uma mentira.
O grupo, que cresceu e atingiu o ápice em meados de 2019, prega o respeito a silhuetas magras, com cicatrizes, enrugadas ou gordas -com foco para a última característica.
A luta contra a gordofobia, ou romantização da obesidade para os críticos, é a principal bandeira. Tanto por ser a pauta com a qual seus seguidores mais se identificam quanto pela atenção que atrai, para o bem ou para o mal.
O post em que Caio Revela, voz ativa do body positive, anuciou a perda de peso, por exemplo, não foi bem aceito. “As pessoas que te seguem não têm dinheiro para tomar Ozempic, nem fazer bariátrica. Não é justo vocês ficarem mudando de opinião o tempo todo”, disse um dos comentários mais curtidos na publicação.
À Folha de S.Paulo, Caio conta que o emagrecimento não foi por estética. “Na pandemia, tinha muito medo de morrer. Criaram até fake news noticiando minha morte. Estava com depressão e descontava na comida. Preso no meu apartamento, não conseguia me exercitar, o que sempre fiz”, diz. “Na reabertura, percebi quanta qualidade de vida havia perdido. Meu peso me impossibilitava de fazer muitas coisas. E ainda desenvolvi uma hérnia.”
Os dois médicos consultados por Caio recomendaram a cirurgia bariátrica. Mas, por envolver duas operações (a bariátrica primeiro e depois a retirada da hérnia), ele achou melhor emagrecer sem a faca. Mais de 50 quilos se foram desde a decisão, com o acompanhamento de um endocrinologista.
“É muito cruel. Me tratam melhor, sou mais ouvido. Agora caibo nas cadeiras. Por outro lado, dizem que traí o movimento. As pessoas têm que entender que continuo gordo. Só quero tornar minha vida um pouco mais fácil”, afirma.
No mesmo contexto se encontra Alexandra Gurgel, 35, fundadora do movimento Corpo Livre -uma das interpretações do body positive no Brasil. “É um resgate do nosso corpo. Quando lancei o canal, em 2015, parei de fazer dieta e ganhei mais de 20 quilos. Depois, fui emagrecendo naturalmente. Descobri que gostava de exercícios. Quando tirei a pressão de ser perfeita, pela primeira vez pensei na minha saúde”, afirma.
Alexandra foi a primeira a se envolver na polêmica de perda de peso. Em 2021, ela postou uma montagem com duas fotos: uma antes e uma depois de emagrecer. O formato, segundo críticos, dá a entender que o corpo gordo seria o “errado” -avaliação já incentivada por Gurgel e outros membros do Corpo Livre. O post foi excluído.
No início deste ano, ela fez outro post no Instagram anunciando que perdeu 15 quilos. Mas devido a um tratamento de endometriose, com dieta restritiva.
“Minha vida está na internet. Com certeza fui incoerente, como todo mundo é. Mas, sendo influencer, quando você erra, é visto de outra maneira”, comenta Gurgel. “A gente não é mais ativista militante como antes. Concordo com tudo que falava, mas às vezes chamava mais atenção para mim do que o assunto. Qualquer movimento tem rixas, onde cada um quer ser o mais importante. Mudamos. Não queremos ser os mais importantes, queremos viver.”
E, de fato, há “rixas”. Apesar de discutir gordofobia nas redes sociais, Ellen Valias, conhecida como Atleta de Peso, rejeita ser associada ao movimento body positive. “Essa luta não inclui pessoas gordas maiores”, afirma. O termo, na militância, refere-se a pessoas que perdem acessos básicos na sociedade, como no transporte público ou atendimento médico, devido ao peso. E pouco se faz para mudar isso e outros problemas estruturais, segundo Valias, limitando o body positive a um aspecto estético.
Aliana Aires, professora da UFPI (Universidade Federal do Piauí) e autora do livro “De gorda a plus size: A moda do tamanho grande”, concorda.
“Existe uma diferença entre o movimento body positive e o ativismo gordo. O body positive fica no nível estético de aceitação. Já o ativismo tem uma característica política, de querer mudar um sistema”, afirma.
“As marcas e anunciantes, por exemplo, abraçaram o body positive pela superficialidade do movimento”, diz Aires, citando o “diversity washing”. Leia-se: a indústria promove uma falsa ideia de diversidade em campanhas publicitárias sem incluir ou se comprometer com as pautas dessas pessoas.
O caso mais recente é da Victoria’s Secret. Em 2021, a empresa aposentou as famosas supermodelos Angels para trazer mais diversidade às passarelas. As embaixadoras da marca incluíam a modelo plus size Paloma Elsesser e a estrela do futebol Megan Rapinoe.
O resultado foi uma redução de 6% na receita de 2023 em relação ao ano anterior, e bem abaixo da receita de US$ 7,5 bilhões de 2020 (cerca de R$ 36,6 bilhões em valores atuais). Agora, o rumo é voltar às suas raízes – nada diversas – para desenterrar o lucro. Isso abarca o retorno de modelos clássicas, como a brasileira Adriana Lima.
O body positive passa por um arrefecimento, de acordo com Dario Caldas, especialista em tendências e criador do Observatório de Sinais. Ele aponta dois motivos: o mercado, que não estaria lucrando mais com isso, e a questão geracional. “Os millenials, que mais engajaram com o movimento, estão abandonando esse pensamento idealista de que você deve amar seu corpo a qualquer custo.”
Caldas continua: “As pessoas estão se perguntando ‘por que devo ser feliz com meu corpo se ele não me agrada e causa problemas de saúde?’”
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Você é perfeccionista? Saiba quais sinais e como isso afeta sua vida
O que vem à sua mente quando pensa em um perfeccionista? Você pode lembrar de figuras exemplares como aquele aluno disciplinado nota 10, um profissional metódico e pontual de alto desempenho ou alguém que mantém todos os cantos da casa incrivelmente limpos. Embora muitas vezes seja incluído como característica positiva da personalidade (especialmente em entrevistas de emprego), o perfeccionismo pode manifestar sua faceta nociva.
Quando seus padrões são elevados e rígidos e a autocrítica é feroz, a vida se torna cansativa, os projetos não saem do papel e a insatisfação é recorrente, minando a autoestima. Ansiedade, depressão e outros problemas da saúde mental podem decorrer dessa espiral de descontentamento.A analista Jéssica Neves Rodrigues, de 33 anos, reconheceu há pouco tempo que o perfeccionismo atrapalha a sua vida. Quando escreve um bilhete à mão, por exemplo, costuma refazê-lo algumas vezes até que aprove a sua caligrafia. “Isso é exaustivo. Eu me cobro muito e tenho dificuldade em delegar funções porque sempre acho que faço melhor”, diz.
“Comecei a enxergar meu perfeccionismo como defeito, não como qualidade. Quando senti ansiedade diante das tarefas que eu adiava e não terminava. Isso me dava sensação de impotência que baixava a minha autoestima”, conta ela que, com o apoio de uma psicóloga, aprendeu a se cobrar menos.
Na psicologia, é mais comum encontrar pesquisas sobre impactos negativos do perfeccionismo, mas há estudos que distinguem o perfeccionismo “adaptativo”, com efeitos positivos na vida da pessoa que sai da zona de conforto para buscar a evolução, e o “mal adaptativo”, que leva a pessoa a focar no erro, já que considera que não deveria errar, explica a neuropsicóloga clínica Priscila Covre.
No seu consultório, ela recebe muitos pacientes que têm padrões de comportamento perfeccionistas, mas que não se percebem assim – e nem fazem a correlação entre essa característica e os impactos negativos em suas vidas. “O perfeccionismo pode atrapalhar a vida quando a pessoa estabelece metas e padrões altos, pouco realistas e inflexíveis. Ela pode perder um tempo grande tentando alcançar esse padrão, sem coragem de dar um passo para trás, e ficar isolado”, diz a psicóloga.
Outro padrão nocivo é focar demais nos erros e só aceitar a “nota 10”, sem reconhecer pequenos avanços. “Quando consegue algo, ele desvaloriza. Se não consegue, faz autocrítica pesada. Ou nem começa a fazer por medo de errar, o que faz dele um procrastinador, que adia as suas tarefas”, diz.
Meritocracia, perfeccionismo e síndrome do impostor
A psicóloga Priscila percebe que o perfeccionismo tem se tornado mais comum. “Os padrões culturais reforçam a meritocracia do valor próprio, que constrói uma autoestima baseada em desempenho: para eu merecer ser amado e ter valor como ser humano, preciso me esforçar, conquistar.”
Uma pesquisa da American Psychological Association identificou o aumento do perfeccionismo entre universitários, causado por altas expectativas e críticas dos pais, com possíveis impactos na saúde mental dos jovens. No estudo, com universitários nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, foi identificada alta de 40% de percepção dos jovens em relação à expectativa dos pais entre 1989 e 2021.
“Se a criança tiver um perfeccionismo desadaptativo, a sensação de nunca satisfazer os padrões elevados almejados internamente, combinado com a expectativa de seus pais, pode comprometer a saúde psicológica com estresse, ansiedade e até mesmo depressão”, afirma a psicóloga Ana Karla Silva Soares, professora de Psicologia na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS).
Ana Karla coordena o Núcleo de Pesquisa em Psicometria e Psicologia Social (NPPS), onde o perfeccionismo é um dos temas mais estudados. Nas pesquisas do NPPS, os resultados demonstraram que o perfeccionismo está associado a outras variáveis psicológicas como autoestima, procrastinação e síndrome do impostor – sentimento de que é uma fraude e que o sucesso não se deve a nossa habilidade, mas sim a fatores externos como sorte.
Apesar de ter conquistado diversos títulos acadêmicos, a sensação de ser boa o suficiente não chegou para a historiadora Mariana Sarkis Olson, de 33 anos. “Tenho dificuldade em comemorar minhas conquistas”, afirma. Desde que estava no ensino fundamental, ela tem vergonha de não entregar algo perfeito, o que traz ansiedade, frustração e insegurança.
“Vivi em constante sensação de estar paralisada, pois a meta sempre foi tão alta que torno a execução sofrida ou impossível. Daí vem a ‘senhora procrastinação’ para me assombrar”, afirma. Por isso, Mariana parou de escrever poesia, as aulas de pintura e se esqueceu do quanto amava fazer teatro. Ela acredita que o perfeccionismo tenha raízes na infância. “Eu ouvia que tirar nota 10 não era mais do que minha obrigação e que se não fosse para fazer direito, era melhor nem fazer.”
Mas Mariana procurou ajuda: se esforça para evitar impactos negativos do perfeccionismo com ajuda da psicoterapia há três anos. “Estou aprendendo a reconhecer gatilhos, as vozes internas que me travam. Preciso me comparar menos e agir mais.” Diante de uma atividade, aprendeu a “quebrar em pedacinhos” para quebrar o medo e realizar seus projetos e planos aos poucos.
Feito é melhor que perfeito
Ela aprendeu a técnica com a designer de moda Lígia Baleeiro, de 38 anos, criadora do Jogo da Execução. Ligia organiza grupos de pessoas que se sentem travadas pelo próprio perfeccionismo e propõe missões simples com prazo curto de entrega, como estratégia para que enfrentem o sentimento de desconforto de não fazer a tarefa de forma perfeita. “Ao final das missões, elas retomam a confiança de executar seus projetos”, observa.
Lígia afirma que sempre se cobrou excessivamente e não conseguia começar ou sustentar seus projetos, mas não percebia que era perfeccionista. Quando saiu da faculdade de Moda, abriu um brechó online com amigas, que não vingou. “Não deu certo porque eu ficava refazendo o trabalho das pessoas e achava que nunca estava bom. O negócio era visionário, mas acabou.”
Na busca por entendimento de suas dificuldades, ela leu diversos livros, inclusive Coragem de ser Imperfeito, de Brené Brown, que trouxe a luz. “Percebi que deixava de fazer as coisas por medo de ser rejeitada. Você não entrega as coisas por medo de dar errado e vai perdendo a confiança e seu brilho. Eu cheguei a me ver incapaz, num buraco, sem forças para dar a volta por cima. É um padrão de pensamento que não sou só eu que tenho, pois vivemos em uma sociedade que fala das conquistas, mas não do processo”, conta.
Lígia resolveu cursar uma especialização em comportamento humano e neurociência e passou a se dedicar profissionalmente a ajudar aqueles que se sentem “travados” pelo perfeccionismo.
Em um movimento semelhante ao de Lígia, o designer gráfico Tiago Henriques, de 33 anos, notou que tinha dificuldade de colocar em prática as suas ideias de projetos. Por anos, teve vontade de executá-los, mas não conseguia. “Notei que não tirava os projetos do papel por medo de que a ideia que estava perfeita na cabeça não ficasse tão legal assim. Era um mecanismo de proteção para não passar vergonha se desse errado.
“O perfeccionismo ia além do trabalho, atrapalhando até os compromissos sociais. Meu pensamento era binário: se não fosse perfeito, eu não ia fazer. Era difícil oferecer um jantar para os amigos, por exemplo, pois eu ficava pensando que a casa precisaria estar limpinha e a comida boa”, diz.
Em passos de formiga, ele resolveu enfrentar o perfeccionismo. “Comecei com um canal de humor, em que eu era anônimo. Com o tempo, ganhei coragem para fazer vídeos mais longos e a publicar conteúdo mais autoral”, diz Tiago. Hoje ele mantém o projeto Tira do Papel, que ajuda pessoas a engrenar em seus projetos criativos no seu ritmo, com mais de 250 mil seguidores no Instagram e 17 mil assinantes no YouTube. Também escreveu o livro Erra uma vez – Uma jornada visual sobre as nossas inseguranças criativas e a busca utópica pela perfeição, que oferece dicas de como lidar com obstáculos criativos comuns.
Perfeccionismo no mercado de trabalho e nos esportes
No mercado de trabalho, os perfeccionistas integram positivamente as equipes, contanto que entendam e valorizem a diversidade e sejam empáticos, afirma Lucas Toledo, diretor executivo do PageGroup, empresa de recrutamento e seleção. “Se for uma pessoa organizada, que gosta de fazer tudo bem-feito, que gosta de seguir normas e procedimentos, vamos avaliar se ela tem flexibilidade para experimentar métodos novos, o que tem tudo a ver com inovação.”
Nos esportes, o perfeccionismo também pode ser benéfico, na visão da psicóloga Leticia Capuruço, especialista em Psicologia do Esporte. “O esporte atrai e ao mesmo tempo forma perfeccionistas. É uma característica que, se usada de forma positiva nos atletas, faz com que eles se esforcem e melhorem seu desempenho”, diz. Leticia recomenda a pais e técnicos de atletas que incentivem sempre a busca pela evolução, não a fixação pelo resultado final. “Aos atletas perfeccionistas, eu pergunto como foi o jogo, não quanto foi. É melhor que o técnico mostre soluções, em vez de apontar erros”, afirma.
O perfeccionismo atrapalha a sua vida? Faça o teste:
Abaixo, você encontra desdobramentos negativos do perfeccionismo. Caso se identifique com algum deles, permita ser mais flexível consigo mesmo e valorize pequenas conquistas, reconhecendo o caminho até a meta final.
– Você determina metas irreais ou indefinidas e nunca está satisfeito com suas conquistas. Para você, é tudo ou nada: como seu padrão é muito elevado, você não se contenta com pequenos avanços.
– Você é inflexível, rígido: se não for para fazer do seu jeito, “bem-feito”, você não aceita.
– Você tem um “carrasco interno” que está sempre focado nos seus erros e imperfeições. Sua autocrítica é impiedosa. Você vive se cobrando, dizendo a si próprio que “deveria” fazer algo para ser melhor.
– Você tem dificuldade de delegar tarefas, pois você só gosta do seu jeito de fazer as coisas. Seu relacionamento com outras pessoas – família, colegas e amigos – também é prejudicado por esse olhar crítico e exigente.
– Você procrastina as suas tarefas, pois só terá coragem de encará-las na última hora, com a pressão do prazo.
– Você não consegue tirar projetos do papel ou demora muito para fazê-lo, já que está sempre pensando nos mínimos detalhes.
-Você tem ficado ansioso e/ou desanimado por conta de uma ou mais situações citadas anteriormente.
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Estes são os signos mais vingativos (é melhor ter cuidado)
‘Vingança é um prato que se serve frio’. Concorda? Prefere lidar com a tristeza ou raiva de uma forma mais satisfatória? É muito provável que o seu signo esteja nesta lista do BestLife. Porquê? Menciona os mais vingativos do zodíaco.
1- Escorpião (24 de outubro a 22 de novembro)
Pessoas deste signo são, normalmente, “os mais vingativos e brutais de todos os signos”. Também são excelentes na manipulação, mostrando apenas o seu “lado mais doce” conseguem sempre criar algum mistério.
2- Áries (21 de março a 20 de abril)
Já os nativos deste signo são caracterizados pela ação e agressividade. Quando estão zangados “dizem coisas horríveis” e “as suas ações são mais motivadas por impulsos do que por um plano a longo prazo, o que por vezes resulta em confrontos rápidos e diretos”.
3- Leão (23 de julho a 23 de agosto)
“Têm um forte sentido de orgulho e dignidade, o que pode explicar o fato de se ofenderem facilmente.” Quando alguém os magoa, “não ficam apenas zangados – vingam-se”. Quando planejam uma vingança gostam de construir um espetáculo.
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Saiba quais os alimentos que deve evitar comer para diminuir a barriga
Certos alimentos processados podem contribuir para o aumento da gordura abdominal e dos níveis de açúcar no sangue. É recomendável evitar o consumo frequente de algumas opções comumente encontradas nos supermercados.
A nutricionista Emily Johnson e a dietista Juliana Tamayo explicam ao site SheFinds quais alimentos processados devem ser evitados. Aqui estão algumas recomendações:
Cereais açucarados: Costumam conter quantidades elevadas de açúcares adicionados e carboidratos refinados, o que pode aumentar os níveis de açúcar no sangue e de insulina, segundo Emily Johnson.
Refrigerantes: São fontes de calorias vazias e são os primeiros itens que costumo aconselhar meus pacientes a eliminar de suas dietas, afirma Juliana Tamayo.
Barras de cereais: São geralmente ricas em açúcar adicionado e calorias, alerta Emily Johnson.
Iogurtes açucarados: Evite os iogurtes comuns que carecem de proteínas e contêm excesso de açúcar, recomenda Juliana Tamayo.
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Saiba quais os alimentos indicados para comer após os treinos
Sente aquela fome intensa após finalizar o treino? Fica indeciso sobre o que comer sem comprometer o esforço dedicado ao exercício? De acordo com especialistas em nutrição citados no Woman & Home, existem três nutrientes fundamentais para manter a energia durante e após a prática física.
Essenciais são os carboidratos, a principal fonte de energia utilizada pelo corpo; as proteínas, o macronutriente que oferece saciedade e contribui para o crescimento e recuperação muscular; e os eletrólitos, como potássio e magnésio, fundamentais para a reidratação.
Não é necessário recorrer a suplementos em pó ou comprimidos para obter esses nutrientes. Basta incorporar determinados alimentos na sua dieta. Confira a lista de recomendações.
Opções alimentares indicadas para após os treinos:
Ovos;
Pão integral;
Espinafres;
Ricota;
Salmão;
Peru;
Batata doce;
Melancia;
Frutos secos;
Bananas;
Iogurte;
Quinoa;
Frango;
Sementes;
Atum em lata;
Bolachas de arroz;
Abacate;
Manteigas de frutos secos;
Aveia;
Arroz;
Frutos secos;
Tofu;
Azeite;
Maçã;
Kefir;
Couve ;
Camarão;
Tomate;
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Três alimentos altamente saciantes e que ajudam a emagrecer rapidamente
A nutricionista Emma Beckett afirmou ao portal Diabetes que existem alimentos que imitam os efeitos de medicamentos como o Ozempic, que contém semaglutida, um princípio ativo que imita os receptores da molécula GLP-1. O Ozempic é indicado para o tratamento da diabetes tipo 2, mas é frequentemente usado para perda de peso.
De acordo com Beckett, o consumo de alimentos ricos em ‘gorduras boas’ pode aumentar a produção de GLP-1 pelo corpo, um hormônio que regula o apetite e promove a saciedade. “Os nutrientes que desencadeiam a secreção de GLP-1 são macronutrientes.”
Ela explicou que “há evidências de que, ao escolher alimentos ricos nesses nutrientes, os níveis desse hormônio podem aumentar”, citando alimentos como “abacate, nozes e fontes de proteína magra, como ovos”.
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O que deve fazer para manter a escova de dentes limpa e sem bactérias
É provável que você esteja cometendo um erro ao terminar de escovar os dentes. Qual? Não deixar que a escova seque completamente. Abdul Azizi, um dentista citado pelo HuffPost, alerta que “secar a escova de dentes após o uso é crucial, pois uma escova molhada cria um ambiente ideal para o desenvolvimento de bactérias”.
Quando não seca completamente, você pode estar aumentando “o risco de infecções, como gengivite e periodontite”, além do risco de reinfecção, caso tenha estado doente recentemente.
Além disso, a escova pode desenvolver um cheiro ou sabor desagradável, “o que pode tornar a experiência de escovar os dentes desagradável e desmotivá-lo a manter uma boa higiene oral”.
Ele explica ainda que “a exposição contínua à umidade pode enfraquecer as cerdas da escova de dentes, tornando-as menos eficazes na limpeza dos dentes”.
Isso significa que você deve “sempre enxaguar a escova de dentes após cada uso”, sacudir o excesso de água e, finalmente, “guardá-la na posição vertical, em uma área bem ventilada, onde possa secar completamente ao ar”.
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Está na lista dos cinco signos mais bondosos do zodíaco?
Costuma se dizer que ‘um gesto vale por mil palavras’. Essa frase te lembra alguém? Provavelmente aquela pessoa para quem a gentileza nunca é demais e que sabe que um pequeno gesto de bondade pode transformar o dia dos outros.
O portal O Segredo desvendou quem são os cinco signos mais bondosos do zodíaco. Estará na lista?
1.º Áries (21 de março a 20 de abril)
Destaca-se pela sua sinceridade e franqueza. No entanto, antes de expressar as suas opiniões, pondera muito bem sobre o impacto que as suas palavras podem ter nos outros.
2.º Touro (21 de abril a 20 de maio)
É generoso, empático e a sua lealdade é inquestionável. Está sempre disposto a estender a mão.
3.º Câncer (21 de junho a 21 de julho)
Este signo é altamente protetor. Tem um coração generoso, boas intenções e uma essência nobre.
4.º Leão (22 de julho a 22 de agosto)
Sinceridade, entrega e nobreza. O leonino baseia todas as suas ações nestes três pilares e dedica-se de corpo e alma às pessoas que ama, sem esperar nada em troca.
5.º Libra (23 de setembro a 22 de outubro)
Diplomático por natureza, o libriano não tolera injustiças, abomina a mentira e faz os possíveis e os impossíveis para agir corretamente.
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Chás e infusões que vão ajudá-lo a fortalecer a memória
Pode apostar em jogos, como palavras cruzadas ou sudoku, para conseguir fortalecer o cérebro e a memória. Uma boa ajuda está também na alimentação. Existem chás e infusões que vão fazer toda a diferença.
Em entrevista ao agregador de blogs HuffPost, Ana Luzón, técnica de nutrição enumerou algumas das bebidas que podem fazer a diferença. Conheça-as.
Chá verde
“Ajuda a aumentar a concentração devido ao seu teor de L-teanina, além de promover um estado de relaxamento mental”.
Extrato de Ginkgo Biloba
“Melhora a circulação sanguínea e estimula a atividade cerebral.”
Ginseng
“Tem melhores efeitos nos adultos de meia-idade e mais velhos do que nos jovens.”
Alecrim
“Os seus benefícios estão relacionados com a memória prospectiva, que envolve a capacidade de lembrar-se de eventos que vão acontecer.”
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