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Ansiedade na adolescência: 3 exercícios para lidar com o transtorno
“E se não der certo?”, “e se eu reprovar?”, “a culpa é toda minha”, “o que vai acontecer?”… pensamentos disfuncionais como estes prejudicam a saúde mental na adolescência, período recheado de mudanças e incertezas. Abalos na autoestima, crises de identidade e medos são responsáveis por levar os jovens a quadros de ansiedade e depressão.
Também chamados de “pensamentos automáticos”, eles costumam aparecer sem esforço ao longo da rotina. Por isso, a psicóloga especialista em diagnóstico infantil, Juliana Russano, reforça a importância de combatê-los constantemente. “Sempre que algo te deixar para baixo ou com raiva, o melhor exercício é avaliar a própria interpretação da situação e pensar em outras formas de agir ou sentir sobre aquilo”, complementa.
Autora dos livros Como assim? e Nem pense nisso! – HQs idealizadas para desenvolver inteligência emocional nos jovens –, a psicoterapeuta afirma que cuidar do bem-estar mental desde cedo pode garantir uma adolescência menos conturbada e uma vida adulta com mais autoconfiança.
Conheça três exercícios indicados pela especialista para auxiliar os jovens a driblarem os devaneios e reduzirem transtornos mentais como a ansiedade.
- Identifique os pensamentos distorcidos: faça uma lista de quais pensamentos mais causam sentimentos desagradáveis em você, como “não sou um bom filho”, “vou reprovar”, “e se acontecer algo de ruim?”. Dê uma nota a cada um deles e reorganize-os em uma espécie de ranking, começando pelo mais destrutivo. Reserve um grande espaço no caderno para cada tópico e escreva em qual situação você sentiu ou sente isso. Não tenha medo de relatar qual atitude tomou naquele momento.
- Imagine outras maneiras de encarar situações difíceis: busque formas mais positivas de encarar a situação que o aflige. Por exemplo, ao invés de pensar que vai tirar zero numa prova, afirme que, apesar de o conteúdo ser difícil, se dedicará mais nos estudos para fazer uma boa avaliação. Pensamentos assim ajudarão na autoconfiança e na diminuição da ansiedade.
- Treine os pensamentos mais positivos: tenha o costume de tirar um tempo do seu dia (ou da semana) para avaliar o que se passa pela sua mente. Escreva quais pensamentos acha que são prejudiciais e, com base neles, os que podem ser mais proveitosos e positivos.
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Reativação do vírus da catapora, herpes-zóster afeta principalmente idosos
(FOLHAPRESS) – Causada pela reativação do vírus da catapora no organismo humano, a herpes-zóster também é conhecida como cobreiro. Normalmente ela aparece na fase adulta daqueles que tiveram contato com o vírus ainda na infância.
Isso faz com que a doença seja descrita como latente pelos especialistas. “Como é uma reativação da catapora que tivemos na infância, todos os vírus dessa família não nos deixa”, explica Renato Kfouri, infectologista pediatra e vice-presidente da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunização).
Um dos principais fatores de risco para o aparecimento da herpes-zóster é a queda de imunidade somado ao avanço da idade.
“A idade é o principal fator de risco, e acima dos 60 anos aumenta muito esse risco. E acima de 80 anos, um em cada três pessoas vai desenvolver herpes zóster. É claro que aí outras condições que abaixam a imunidade também são fatores de risco”, completa Kfouri.
Comum na região do tronco, os principais sintomas são erupções avermelhadas na pele, bolhas e úlceras. Os pacientes de herpes-zóster também podem apresentar mal-estar, coceira e formigamento.
Um dos quadros causados pela doença é conhecido como neuralgia pós-herpética –dor crônica na pele que dura mais de 30 dias podendo causar queimação, ardência ou sensação de agulhadas.
“É uma doença extremamente dolorosa, e muitas vezes persistente. E quanto maior a idade, maior o risco de ter a neuralgia e maior o tempo de duração até a melhora. Então, muitas vezes paciente fica com dor por mais de um ano”, afirma.
Infectologista da Escola Paulista de Medicina da Unifesp, Samira Yarak diz que a primeira infecção acontece quando o vírus entra em contato com a mucosa do trato respiratório ou conjuntiva. “Após a infecção primária, o vírus migra ao longo das fibras nervosas sensoriais até as células satélites dos gânglios da raiz dorsal, onde fica dormente”, afirma.
Assim, a reativação do vírus que permaneceu latente nos gânglios da raiz dorsal, muitas vezes durante décadas após a exposição inicial do paciente ao vírus na forma de varicela (catapora), resulta em herpes-zóster, completa Yarak.
De acordo com o Kfouri, mais de 95% dos adultos já tiveram contato com o vírus da herpes na infância. “Estudos mostram que é difícil você encontrar alguém com mais de 40, 50 anos de idade que não teve catapora”, afirma.
O principal sintoma é o aparecimento da lesões na pele que pode acontecer no trajeto de qualquer nervo, desde a face, nos olhos, no tronco –área mais comum. Cerca de 40 a 72 horas antes do aparecimento dessas feridas é comum já surgir quadro de dor.
Primeiro, o machucado aparece como uma erupção cutânea. Na sequência, essa lesão se rompe e libera um conteúdo líquido, formando crostas. Segundo Yarak, o paciente permanece infeccioso enquanto apresentar esse tipo de ferida e a dor, em geral, dura em média de 10 a 15 dias.
Segundo a médica, metade dos idosos com mais de 70 anos que contraírem a doença podem apresentar o quadro de dor por mais de 12 meses.
Outro grupo de risco para o desenvolvimento da doença são os pacientes transplantados ou em tratamento quimioterápico.
Durante a fase aguda, os pacientes são infecciosos e contagiosos para outras pessoas e devem ser orientados a evitar contato com idosos, pessoas imunocomprometidas, mulheres grávidas e pessoas sem histórico de infecção por varicela É especialmente contagioso para bebês e crianças, alertam os especialistas.
O que exatamente desencadeia a reativação do vírus, no entanto, ainda não foi descoberto com precisão, explica Yarak. “Pode ser por conta da reexposição externa ao vírus, por processos de doenças agudas ou crônicas –particularmente malignidades e infecções–, em decorrência de medicamentos de vários tipos, estresse emocional, radiação ou trauma físico”, afirma.
O mundo inteiro tem reportado um aumento dos casos de herpes-zóster no pós-pandemia. “Não se sabe exatamente se é devido ao distanciamento, a parte emocional, ao estresse, ou se é uma própria complicação pós Covid-19”, explica, dizendo que é visível a associação da doença a um desses fatores, completa Kfouri.
O tratamento para quem desenvolve a segunda fase da doença é feito à base de analgésicos para controle da dor e aciclovir, um medicamento próprio para o vírus da herpes, e deve ser iniciado até 72 horas após o diagnóstico da doença.
Além da vacinação, higiene frequente das mãos, cobertura da erupção cutânea em casos de pessoas diagnosticadas com herpes zóster e evitar coçar a região lesionada já diminuem o risco de propagação do vírus para outras pessoas.
Segundo o especialista, a melhor forma para evitar o contágio pela doença é com a vacinação. E essa imunização, para a catapora, já está disponível no PNI (Programa Nacional de Imunização) para crianças a partir dos 15 meses de vida aos quatro anos de idade.
Para quem tem mais de 50 anos, ou é imunocomprometido, o indicado é a vacina contra a própria herpes-zóster, dividida em duas doses. “A eficácia está acima de 92% em todas as idades. Então é extremamente eficaz em todas as faixas etárias”, diz Kfouri.
Disponível apenas na rede privada, na capital paulista o imunizante custa entre R$ 764,10 e R$ 879 a dose.
O médico informa ainda que adultos de 18 a 30 anos que não tiveram catapora na infância, podem tomar a vacina para a primeira versão da doença.
A vacina disponível hoje contra a herpes-zóster é a Shingrix, da farmacêutica GSK, aplicada com um intervalo de dois meses. O imunizante recombinante inativado utiliza a proteína do vírus e promete uma imunização de cerca de 10 anos.
A recomendação é que quem já teve a doença seja vacinado apenas após seis meses desde o primeiro episódio da doença.
O Ministério da Saúde informou em nota que a herpes-zóster não integra a lista nacional de doenças de notificação compulsória e por isso a vacina não foi incorporada à rede pública. No entanto, segundo a pasta, é analisado a viabilidade da incorporação da vacina ao SUS (Sistema Único de Saúde) para atender pessoas imunossuprimidas ou de 50 anos ou mais.
“Essas análises levam em conta critérios técnicos, científicos e de logística, além de evidências epidemiológicas, eficácia e segurança do produto, levando em conta as regras para a incorporação de tecnologias definidas pela Lei nº 14.313/2022 e pelo Decreto nº 11.161/2022”, diz a nota.
De acordo com a pasta, o SUS disponibilizou ensaios laboratoriais capazes de diagnosticar casos de infecção de herpes-zóster, monkey pox e catapora em todos os estados brasileiros. Foram distribuídos 274 kits, totalizando 26.304 reações.
Os exames realizados pela Rede Nacional de Laboratórios de Saúde Publica constatou no ano passado 1.419 exames positivos. Sem dados oficiais unificados, o Ministério da Saúde aponta 173 casos positivos de herpes zóster até 23 de abril deste ano. Já o estado de São Paulo chegou ao número de 1.459 atendimentos ambulatoriais para a doença até fevereiro.
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Solidão atinge dois em cada três pais e mães, aponta estudo
Pesquisadores da Ohio State University Wexner Medical Center, nos Estados Unidos, colocaram em números o que muitos pais e mães sentem na pele diariamente. Depois de entrevistar 1.005 pessoas em abril deste ano, eles chegaram aos seguintes dados: cerca de dois terços (66%) se sentiam isolados ou solitários às vezes ou com frequência durante as demandas da paternidade, aproximadamente 62% declararam esgotamento por causa das responsabilidades relacionadas aos filhos, quase dois em cada cinco (38%) participantes relataram não ter ninguém para dar suporte no seu papel de pai/mãe, e quase quatro em cada cinco (79%) gostariam de ter uma forma de se conectar com outros pais fora do trabalho e de casa.
A gerente de marketing e comunicação digital Leticia Ueoka, de 45 anos, é um exemplo. Ela mora em Niagara Falls, uma cidade a 130 quilômetros de Toronto, no Canadá, com o marido e dois filhos, Antonio, de 11 anos, e Valentina, de 5. Na empresa em que é contratada, todos trabalham presencialmente, mas, por ter se mudado de cidade, Leticia atua em um esquema híbrido.
Além de vivenciar a solidão ligada à maternidade, ela relata sentir falta de uma relação mais próxima com os colegas de trabalho. O fato de ser imigrante, nesse contexto, é mais um grande desafio. “Sinto não ter mais por perto minha rede de apoio, formada pela minha família. Quando preciso de alguma ajuda extra, tenho que acabar recorrendo a vizinhos”, conta a gerente.
Para encontrar um pouco de alívio, Leticia planeja realizar pausas na rotina para conversar com amigas que vivem situações semelhantes. “Me sinto acolhida, pois vejo que não sou a única que passa por isso”, diz.
REDE DE APOIO. A falta da rede de apoio é um fator realmente muito importante nesse cenário. “Não é à toa que existe uma expressão que diz que é preciso uma aldeia inteira para educar uma criança. Os pais, de fato, precisam de uma rede de suporte e atenção e que possa oferecer cuidados a eles também”, comenta Danielle H. Admoni, psiquiatra geral e da infância e adolescência, pesquisadora e supervisora na residência de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
“Entretanto, devido à maior participação da mulher no mercado de trabalho, isso se perdeu um pouco hoje em dia, já que tia, mãe e vizinha, que costumavam ajudar, agora também têm sua rotina profissional”, observa. A psiquiatra ainda nota que, atualmente, as pessoas estão morando mais longe umas das outras.
“As pessoas ficam muito sozinhas física e emocionalmente nessa fase, que é permeada por muita insegurança e dúvidas. É um período também no qual elas têm que abrir mão de muitas coisas na vida, o que é uma pena, pois, quanto mais a gente tiver com quem trocar, melhor”, diz Danielle.
SENTIMENTO DE CULPA. Para Monica Machado, psicóloga pós-graduada em psicanálise e saúde mental e fundadora da Clínica Ame.C, em São Paulo, o cansaço extremo, tão comum quando chega um filho, é acompanhado por um grande sentimento de culpa. “Muitos acreditam que, para ser pai e mãe, é preciso ser um herói que consegue lidar com todas as demandas, como se já soubessem tudo de parentalidade”, analisa a especialista.
A pandemia tumultuou ainda mais esse quadro, já que as pessoas passaram a ficar muito tempo em casa e uma boa parcela começou a trabalhar exclusivamente de forma remota. “Assim, não almoçam com os colegas ou conversam com alguém na hora do cafezinho, por exemplo, o que faz com que não haja a troca pessoal, que é fundamental para os seres humanos. Isso dificulta os relacionamentos, especialmente nesse momento de fragilidade”, afirma Danielle.
Além disso, nesse esquema de dia a dia, os pais têm mais dificuldade ainda de se desconectar mentalmente da rotina da casa, pois precisam lidar com suas responsabilidades profissionais e familiares simultaneamente, o que resulta em mais sobrecarga.
De acordo com as especialistas, todos esses fatores têm impacto muito grande sobre a saúde mental e emocional dos pais, mas, em especial, das mães. Afinal, muitas vezes são elas que mais acumulam tarefas e abrem mais mão das suas necessidades para cuidar da criança. Fora todo o cansaço e a falta de sono, sentem frustração, irritação, ansiedade, tristeza e até mesmo raiva, o que as prejudica em todos os seus papéis – de mulher casada, amiga, profissional e, como não poderia deixar de ser, mãe.
Se todas essas questões não forem trabalhadas adequadamente, podem causar problemas no emprego, na relação com o parceiro, com o resto da família e também com os filhos, com os quais acabam não tendo muita paciência.
IMPORTÂNCIA DA TROCA. Leticia, ainda de acordo com as especialistas, está certa em conversar com amigas que enfrentam situações semelhantes para amenizar os pesos trazidos pela maternidade. De fato, ter esse tipo de troca faz com que os pais vejam que não estão sozinhos e que, muitas vezes, a sua dúvida é igual à do outro. Fora isso, eles podem perceber como as outras famílias lidam com as mesmas questões, o que traz muitos aprendizados.
“Ter amigos com experiências semelhantes acaba sendo uma forma de aliviar essa angústia, pois, ao se reunirem, compartilham histórias do cotidiano com o objetivo comum de apoio mútuo”, diz Monica.
Além do apoio em termos emocionais, esses grupos podem funcionar como uma rede de apoio para as necessidades práticas do dia a dia, permitindo que um ajude o outro quando necessário, mesmo com pequenas atitudes, como levar e buscar os filhos na escola ou contribuir com as refeições em um dia complicado. Dessa forma, todos ficam menos sobrecarregados e se sentem melhor, o que é essencial do ponto de vista individual e também pensando na criação dos filhos e na manutenção dos vínculos sociais.
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Como exatamente um avião é reabastecido no ar, em pleno voo?
Você sabia que a primeira tentativa de reabastecer uma aeronave no ar envolveu um homem carregando fisicamente uma lata de gasolina de aviação amarrada às costas e pulando de um avião para outro? Felizmente, o reabastecimento aéreo percorreu um longo caminho desde aquele perigoso experimento na década de 1920. Hoje, o reabastecimento aéreo é uma manobra altamente sofisticada e operada com precisão. Mas como evoluiu o processo vital de transferência de combustível de aviação de uma aeronave para outra?
Clique e preencha-se com esta fascinante história de reabastecimento em pleno voo.
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Cinco alimentos ricos em antioxidantes e que ajudam a emagrecer
Quer emagrecer? “Deve começar com uma dieta rica em alimentos não processados, à base de plantas e ricos em nutrientes”, afirma Christopher McGowan, médico especialista em obesidade, citado no BestLife. Explica ainda que deve apostar especialmente em alimentos ricos em antioxidantes e fibras.
Porquê? Para além de ajudarem a emagrecer, ajudam a proteger o seu corpo dos efeitos negativos do excesso de peso, “incluindo a resistência à insulina, a desregulação metabólica, o aumento dos ácidos gordos livres e a inflamação crônica de baixo grau”.
Caso não saiba, “os antioxidantes são eliminadores naturais que podem ajudar a neutralizar o estresse oxidativo causado pelos radicais livres no organismo, ajudando a atenuar algumas das alterações inflamatórias que ocorrem devido ao excesso de peso e à obesidade”. Geralmente, “estes efeitos podem ajudar a reduzir os danos celulares, o que pode ter um impacto justamente nas doenças relacionadas com a obesidade, como as doenças cardiovasculares”, acrescenta.
Tendo isto em conta, o médico enumerou cinco alimentos que recomenda, ricos em antioxidantes e que ajudam a emagrecer:
- Frutos e vegetais escuros como mirtilos, amoras, tomate, brócolis e couves-de-bruxelas;
- Leguminosas como feijões e lentilhas;
- Frutos secos e sementes;
- Chá verde;
- Alimentos ricos em vitamina C. É o caso de “citrinos, pimentões vermelhos e verdes, tomates, brócolis, morangos, couves-de-bruxelas e melão”.
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Três carboidratos que ajudam a controlar os níveis de açúcar no sangue
Consumir carboidratos saudáveis é uma maneira de manter os níveis de açúcar no sangue mais estáveis e reduzir o risco de desenvolver diabetes. No entanto, é importante fazer escolhas criteriosas ao selecionar quais carboidratos incluir na dieta.
Segundo a dietista Mrinal Pandit, em entrevista ao site SheFinds, alguns carboidratos podem fazer toda a diferença. Confira se você os tem em casa:
Grãos integrais:
São excelentes fontes de fibra, o que retarda a absorção do açúcar na corrente sanguínea.
Leguminosas:
São pobres em gordura, mas também ricas em fibras e proteínas, o que pode ajudar a controlar os níveis de açúcar no sangue.
Batata-doce:
Fornece uma fonte constante de energia sem causar picos rápidos nos níveis de açúcar no sangue.
Ao incorporar esses carboidratos saudáveis em sua dieta, você pode promover uma melhor regulação dos níveis de açúcar no sangue e contribuir para sua saúde geral.
Lembre-se sempre de manter um equilíbrio em sua alimentação, variando os tipos de alimentos e mantendo porções adequadas. Consultar um profissional de saúde ou um nutricionista pode ser útil para adaptar a sua dieta de acordo com suas necessidades individuais e objetivos de saúde.
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Alimentos que podem interferir na ação dos medicamentos; saiba quais
Seguir as instruções do médico e tomar a medicação corretamente é fundamental para o sucesso do tratamento. No entanto, você sabia que alguns alimentos podem interferir na ação dos medicamentos, sem que você perceba?
A nutricionista Cristiane Comunello, professora da Universidade de Brasília (UnB), alerta para alguns exemplos:
1. Leite e derivados: O cálcio presente nesses alimentos pode dificultar a absorção de antibióticos como as tetraciclinas.
2. Chá preto e chá verde: Esses chás contêm catequina, uma substância que pode interferir na absorção de medicamentos para a tireoide.
3. Toranja (grapefruit): A fruta pode aumentar a absorção de alguns medicamentos, como os que controlam a pressão alta e o colesterol, levando a um efeito mais intenso do que o esperado.
4. Alimentos ricos em vitamina K: Couve, brócolis, espinafre e alface, por exemplo, podem interferir na ação de anticoagulantes como a varfarina.
5. Alimentos com alto teor de gordura: Alimentos gordurosos podem dificultar a absorção de medicamentos para o coração, como os inibidores da ECA.
É importante lembrar que a interação entre alimentos e medicamentos pode variar de acordo com o tipo e a dosagem do medicamento. Por isso, é fundamental consultar um profissional de saúde antes de fazer mudanças na dieta durante o tratamento.
O profissional poderá te orientar sobre quais alimentos você deve evitar ou consumir com cautela durante o período. Além disso, ele poderá te ajudar a criar um plano alimentar adequado às suas necessidades e ao seu tratamento.
Fonte: “Interferência de alimentos na ação dos medicamentos”. Disponível em: https://www.unimed.coop.br/viver-bem/saude-da-familia/interferencia-de-alimentos-na-acao-dos-medicamentos.
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Descubra os poderes do tomate cereja para a sua saúde
Existem diversas razões para adicionar o tomate-cereja à sua dieta. Além de seu sabor delicioso e versatilidade na culinária, este pequeno fruto oferece uma gama impressionante de benefícios à saúde. Segundo o nutricionista Victor Machado, o tomate-cereja é uma fonte concentrada de nutrientes essenciais, cujo consumo pode contribuir significativamente para a prevenção de várias doenças e a promoção de uma vida saudável.
Entre os benefícios destacados pelo especialista estão a melhora da imunidade, a redução do risco de câncer, a proteção cardiovascular e até mesmo o auxílio no funcionamento intestinal.
Ao jornal Metrópoles, o especialista destacou quatro benefícios. A saber:
Melhora a imunidade: O tomate-cereja é rico em vitamina C e beta-caroteno, que fortalecem o sistema imunológico.
Diminui o risco de câncer: Contém licopeno, um poderoso antioxidante que pode reduzir o risco de desenvolvimento de câncer.
Contribui para a saúde cardiovascular: A quantidade de antioxidantes presentes no tomate-cereja ajuda a proteger o coração.
Reduz a constipação: Possui celulose, hemiceluloses e fibras solúveis e insolúveis que beneficiam a saúde intestinal, ajudando a prevenir a constipação.
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Oncologista adverte: Este sintoma pode sinalizar câncer de pulmão
28.600 vidas perdidas: esse é o triste número de mortes por câncer de pulmão no Brasil em 2020, segundo dados do Inca. E o pior: a maioria desses casos é diagnosticada em estágio avançado, quando as chances de cura são menores.
Falta de acompanhamento médico? Um dos vilões dessa história. Em doenças graves como o câncer de pulmão, o diagnóstico precoce é crucial para aumentar as chances de cura. Por isso, é fundamental estar atento aos primeiros sinais!
Câncer de pulmão: o 5º vilão mais comum no Brasil. Segundo o Inca, esse tipo de tumor é uma ameaça real para a saúde da população brasileira.
“Diagnóstico precoce salva vidas!” É o que afirma o médico oncologista Xiuning Le em entrevista à revista Parade. Ele ressalta que detectar o câncer de pulmão em estágios iniciais abre portas para mais opções de tratamento e aumenta as chances de remissão.
Tosse persistente: o sintoma que você não pode ignorar. Uma tosse diferente do habitual, que não passa, é um alerta vermelho que precisa ser investigado. “É fundamental buscar avaliação médica se a tosse for nova, persistente e durar semanas ou meses, principalmente em pacientes com histórico de tabagismo”, alerta o Dr. Le.
Confusão com outras doenças? Um erro comum. Muitas vezes, as pessoas confundem a tosse persistente com outras condições respiratórias, como gripes ou alergias, adiando a busca por ajuda médica. “É importante diferenciar esses casos”, explica o oncologista.
Atenção redobrada! A tosse persistente pode ser sazonal ou relacionada a alergias, mas isso não significa que deva ser ignorada. Preste atenção a qualquer mudança na sua saúde respiratória e busque orientação médica quando necessário.
Lembre-se: o diagnóstico precoce é a sua melhor arma contra o câncer de pulmão. Fique atento aos sinais, cuide da sua saúde e não hesite em procurar ajuda médica!
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Três sinais sutis de AVC que deixam todos confusos
O acidente vascular cerebral (AVC) figura como uma das principais causas de morte no Brasil. No ano de 2020, dados do SIM – Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde – DATASUS, apontaram 99.010 óbitos por AVC no país, abrangendo informações sobre infarto cerebral, AVC isquêmico, AVC hemorrágico, hemorragia subaracnoidea e AVC não-especificado, seja isquêmico ou hemorrágico (CIDs G45-G46 e I60-I69).
O AVC ocorre quando uma das artérias responsáveis por transportar oxigênio e nutrientes ao cérebro é subitamente obstruída (AVC isquêmico) ou quando há ruptura de uma artéria cerebral (AVC hemorrágico). Fraqueza em um braço ou perna, fala alterada e assimetria facial são sintomas amplamente reconhecidos. No entanto, há três sinais mais sutis que podem passar despercebidos, mas não devem ser ignorados.
Um desses sinais menos evidentes impacta o equilíbrio, como mencionado em um artigo da rede de saúde Baylor Scott & White Health (BSW) dos Estados Unidos, citado pelo jornal Daily Express. Isso pode resultar em perda súbita de coordenação, dificuldades para caminhar, tonturas, vertigens, náuseas e vômitos.
Outro indicativo de AVC pode manifestar-se nos olhos. A perda repentina de visão, em um ou ambos os olhos, deve ser tratada com seriedade.
Dores de cabeça intensas constituem o terceiro sintoma de AVC, muitas vezes deixando as pessoas perplexas.
Perante suspeitas de AVC, deve ir imediatamente para um pronto-socorro.
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