• O sintoma de câncer que fica mais intenso quando se tenta dormir

    Segundo a médica Deborah Lee, da farmácia online Dr. Fox, citada no Mirror, sentir dores intensas durante a noite é um dos sintomas mais comuns do câncer. De fato, a Cancer Research UK, organização mencionada no jornal, afirma que cerca de 38% de todos os pacientes com câncer sentem dores de moderadas a graves ao tentarem dormir.

    No entanto, é importante ressaltar que as dores podem estar relacionadas a muitas outras condições, mas existem alguns sinais que podem ajudar a identificá-las como cancerígenas, explica a médica.

    Por exemplo, se a dor se torna mais intensa durante a noite ou não está relacionada a traumatismos, é provável que esteja associada ao câncer, de acordo com a médica. Outros sintomas podem incluir perda de apetite, perda de peso, mal-estar, cansaço, náuseas, vômitos ou febre.

    Além disso, a médica também explicou uma das principais razões pelas quais as dores podem ser mais intensas durante a noite. “Quando nos deitamos, isso altera a distribuição do peso do tumor e dos tecidos circundantes”, o que pode causar mais dor.

    Levando isso em consideração, a médica recomenda que se consulte um médico de família caso esteja sofrendo de dores inexplicáveis e persistentes por três semanas ou mais.

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  • AVC: entenda a ameaça silenciosa que é a segunda causa de morte no mundo

    Segundo a Sociedade Brasileira de AVC, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a segunda causa de morte no mundo (cerca de 11% das mortes totais). Além disso, dados recentes divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) apontam preocupante crescimento de 20,2% no número de atendimentos de vítimas de AVC no Estado durante o primeiro semestre de 2023 em comparação ao mesmo período de 2022. Esses números destacam a relevância de se priorizar a prevenção e o tratamento do AVC como um desafio de saúde pública contínuo.
     

    Popularmente conhecido como derrame, conforme explica o Dr. Leandro Grama, coordenador da neurologia clínica do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, existem dois tipos de AVC: AVC Isquêmico, que representa 80% dos casos, e AVC Hemorrágico, que compreende 20%. Nos casos isquêmicos, a falta de fluxo sanguíneo para o cérebro resulta em danos às células cerebrais, frequentemente causados por coágulos sanguíneos ou bloqueios nas artérias cerebrais. Por outro lado, o AVC Hemorrágico envolve o rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro, causando sangramento intracraniano.

    Reconhecendo o AVC – Os seis pontos

    É fundamental que o público esteja ciente dos sintomas do derrame para reagir rapidamente. Segundo o Dr. Leandro Gama, há seis pontos comuns que fazem os AVCs isquêmico e hemorrágico serem reconhecidos:

    • Fraqueza no rosto, membros superiores e/ou inferiores, geralmente unilateral;
    • Perda de sensibilidade, ou seja, dormência, de um lado do corpo;
    • Alteração súbita na fala (afasia);
    • Perda repentina de equilíbrio;
    • Perda súbita de visão unilateral (amaurose);
    • Dor de cabeça repentina e intensa.

    No entanto, ambos os tipos de acidente vascular cerebral apresentam sintomas específicos associados a eles. No caso do AVC isquêmico, podem incluir tontura, desequilíbrio, falta de coordenação motora, perda súbita de memória e dificuldade na organização e realização das tarefas diárias. Por outro lado, o acidente vascular hemorrágico pode manifestar-se com náuseas, vômitos, confusão mental, perda de consciência, sonolência, alterações nos batimentos cardíacos, na frequência respiratória e convulsões.

    Diagnóstico, prevenção e tratamento

    O diagnóstico começa com a identificação dos sintomas e, em seguida, a realização de exames clínicos iniciais. No entanto, para uma avaliação completa e precisa, a recomendação do neurologista é que o paciente seja submetido a exames de imagem, como a tomografia computadorizada e a ressonância magnética. “Esses exames possibilitam ao médico identificar a área do cérebro afetada e determinar o tipo de AVC – se é isquêmico (causado por bloqueios ou coágulos) ou hemorrágico (devido ao rompimento de um vaso sanguíneo)”, completa.

    Segundo o especialista, a melhor forma de combater um AVC é com a prevenção. Fatores de risco modificáveis, como controle do colesterol, cessação do tabagismo, controle do diabetes e manter um estilo de vida ativo, são medidas que podem reduzir significativamente o risco de um AVC. A apneia do sono e a pressão arterial elevada também são fatores que devem ser monitorados.

    No tratamento, a máxima prioridade é reconhecer a situação o mais rápido possível, uma vez que “o tempo é cérebro”, como diz o Dr. Leandro Gama: “Quanto mais rápido o atendimento, menor o risco de sequelas. Em casos de AVC isquêmico, por exemplo, a administração de medicamentos trombolíticos para desobstruir as artérias pode ser realizada dentro de um período limitado e crítico de até quatro horas e meia”.

    A recuperação após um AVC exige uma abordagem altamente personalizada, uma vez que aproximadamente dois terços dos sobreviventes enfrentam sequelas que afetam a mobilidade, fala, equilíbrio e funções cognitivas.

    “O sucesso no tratamento e reabilitação depende de uma equipe de profissionais de saúde, incluindo fisioterapeutas, fonoaudiólogos, enfermeiros, psicólogos e nutricionistas, que trabalham juntos para atender às necessidades individuais do paciente. Além disso, recursos terapêuticos e tecnológicos, como equipamentos de fisioterapia avançados, técnicas de terapia da fala, programas de treinamento cognitivo, desempenham um papel importante na restauração das funções afetadas.”, comenta Dr. Leandro.

    AIT – Ataque Isquêmico Transitório

    Outro ponto importante que o neurologista destaca é o Ataque Isquêmico Transitório (AIT), popularmente conhecido como “início de derrame”, que ocorre quando um vaso sanguíneo no cérebro entope, porém, temporariamente, regredindo dentro de 24 horas, mas geralmente em aproximadamente oito minutos. “Mesmo que os sintomas desapareçam, é fundamental investigar o AIT por meio de exames radiológicos, como uma ressonância magnética, pois pode ser um indicativo de um risco futuro de AVC isquêmico”, explica o médico.

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  • Coisas banais que podem ser viciantes e você não tinha ideia!

    Quando pensamos em vício, geralmente associamos logo a uma dependência extremamente prejudicial. Pensamos no abuso de álcool, de drogas e cigarro, por exemplo. Nem lembramos que alguém pode ser psicologicamente e emocionalmente viciado em ficar sentado em frente à televisão durante seis horas todos os dias, pois o seu conteúdo envia substâncias químicas ao redor do nosso cérebro, influenciando o nosso humor.

    A verdade é que podemos essencialmente ficar dependentes de qualquer coisa. No entanto, algumas coisas têm muito mais probabilidade de se tornarem viciantes devido ao que acontece ao nosso cérebro quando nos envolvemos com elas.

    Para conhecer as coisas comuns do dia a dia que você não sabia e que podem ser (MUITO) viciantes, clique nesta galeria.

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  • Truques para remover chicletes da roupa sem fazer estragos

    Sentou-se em cima de um chiclete? Mantenha a calma porque existem muitas formas de resolver o problema sem estragar a roupa. Felizmente os especialistas da Better Homes and Gardens aconselharam dois truques muito simples. Experimente! 

    Por exemplo, recomenda que coloque alguns cubos de gelo em cima do chiclete durante cerca de 20 minutos. Isto endurece a pastilha e faz com que seja mais fácil removê-la com uma faca ou um cartão de crédito. 

    Também pode colocar a peça de roupa no congelador. Basta colocá-la no eletrodoméstico com a pastilha virada para cima durante cerca de uma hora. Quando a pastilha endurecer pode raspar. 

    Leia Também: 8 atitudes que podem evitar o desenvolvimento da artrose

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  • Será que o seu signo é um dos mais detestados do zodíaco?

    Se você presta atenção à astrologia e está atento aos signos de outras pessoas, provavelmente notará que se dá melhor com alguns signos do que com outros. Isso faz sentido: afinal, certos pares de signos são mais compatíveis que outros. Mas você também já deve ter se questionado se há signos mais amados ou detestados do que outros? De acordo com os especialistas, existem sim!

    Será que o seu é impopular? Confira esta galeria para saber quais os signos mais odiados do zodíaco!

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  • Peeling de fenol: como é feito o procedimento ligado à morte de jovem em SP

    A polícia civil de São Paulo está investigando a morte de Henrique Silva Chagas, de 27 anos, após a realização de um peeling de fenol nesta segunda-feira, 3. O procedimento foi feito em uma clínica estética localizada na zona sul da capital paulista e, agora, o caso está sendo investigado como homicídio. A polícia aguarda resultados de exames para determinar a causa da morte do empresário.

    A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) alerta que o “peeling de fenol” em áreas extensas da face é um procedimento estético invasivo, considerado agressivo. Segundo a entidade, ele deve ser realizado por médicos dermatologistas habilitados, em ambiente hospitalar e com o paciente anestesiado, além de contar com monitoramento cardíaco. Isso porque há um risco de toxicidade e possíveis arritmias causadas pela dor intensa provocada pelo método.

    O que é o peeling de fenol?

    O peeling, no geral, é um procedimento dermatológico no qual é provocada a troca de pele. Isso pode acontecer por meio de métodos físicos, como uso de equipamentos, ou a partir da aplicação de substâncias químicas, a exemplo de ácido salicílico, ácido glicólico e o próprio fenol. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional São Paulo (SBD-SP), o peeling pode ser superficial, médio ou profundo, conforme a camada da pele atingida.

    Os peelings de fenol são os mais agressivos, pois conseguem atingir as camadas mais profundas da pele. Eles são indicados para o tratamento do envelhecimento facial severo, com rugas profundas e alterações avançadas de textura da pele, como cicatrizes de acne profunda. Nesse procedimento, há maior risco de complicações e o tempo de recuperação também é mais longo, necessitando que o paciente se afaste por um tempo de atividades habituais.

    Quanto tempo dura uma sessão?

    De acordo com a SBD-SP, o tempo estimado de duração da aplicação do peeling de fenol é de duas a três horas.

    A dermatologista Leticia Oba, assessora do Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), explica que, quando o procedimento é realizado no rosto inteiro, divide-se a face em áreas anatômicas específicas, como testa, área dos olhos, nariz, queixo e bochechas. A aplicação da substância é feita por região, com intervalos de 15 minutos entre cada área para permitir a metabolização do fenol, evitando que ocorra uma reação tóxica.

    Cuidados antes de fazer

    Antes de realizar qualquer tipo de procedimento, a Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda que o paciente procure um dermatologista para avaliar a pele e verificar a melhor indicação de tratamento. Ele é o profissional capacitado para orientar sobre os cuidados necessários para evitar futuras complicações.

    O procedimento exige precauções, pois faz uso de um composto tóxico absorvido pela pele, penetrando também na corrente sanguínea. É potencialmente capaz de produzir complicações, como cicatrizes, alteração da coloração da pele, infecções e problemas cardíacos imprevisíveis, independente da concentração, do modo de aplicação e da profundidade atingida na pele.

    Há contraindicações?

    Antes de fazer o peeling de fenol, o paciente precisa realizar alguns exames. De acordo com Elisete Crocco, coordenadora do departamento de cosmiatria da SBD, é necessário checar a saúde do coração por meio de eletrocardiograma, por exemplo. Isso porque durante a aplicação do fenol pode acontecer algum tipo de arritmia no paciente.

    “As contraindicações são principalmente para pessoas que tenham problemas renais ou cardíacos, pacientes com pele muito morena ou que não possam ficar afastados durante muitos dias das suas atividades laborais, porque o período de recuperação é grande”, explica a médica.

    Ainda segundo a SBD, os peelings químicos não devem ser realizados se houver exposição solar, na gravidez, se existir alguma ferida aberta no local a ser tratado, se a pessoa estiver sob estresse físico e mental ou apresentar hábito de cutucar a pele.

    Como é o pós-procedimento?

    Os médicos da SBD-SP alertam que, mesmo com o uso de analgesia, há sempre um certo nível de dor durante o procedimento. O paciente sente uma forte sensação de queimação imediatamente após a aplicação da substância, mas que é rapidamente substituída por alívio (devido aos analgésicos). Cerca de 20 minutos depois, a sensação de ardor volta e pode durar em média oito horas, período em que a dor deve ser gerenciada.

    Letícia explica que, imediatamente após a aplicação, um curativo especial deve ser colocado no rosto do paciente, pois a pele é removida e forma-se uma crosta que cai em aproximadamente sete dias. Segundo ela, após o método, a pele fica completamente exposta, como se estivesse em carne viva, necessitando de cuidados intensivos.

    “Antigamente, utilizava-se esparadrapo, mas, hoje, é aplicado um curativo que forma uma espécie de casca protetora enquanto a pele cicatriza por baixo. Quando a crosta cai, a nova pele é rosada e extremamente sensível, uma condição que pode persistir por até seis meses. Esse peeling exige muito cuidado e conhecimento tanto na sua aplicação quanto na indicação”, reforça.

    A SBD deixa claro que, quando bem indicados e adequadamente conduzidos, os peelings de fenol produzem resultados incomparáveis a qualquer outro método esfoliativo químico, mecânico ou a laser, oferecendo um resultado intenso de renovação da pele e estímulo de colágeno, reduzindo rugas superficiais e profundas, além de manchas na pele.

    No entanto, a entidade faz questão de frisar que o procedimento sempre deve ser realizado por um médico, em centro cirúrgico e sob monitoramento constante de um anestesista. Além disso, é essencial verificar as condições cardíacas do paciente ao longo do processo.

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  • 8 atitudes que podem evitar o desenvolvimento da artrose

    À medida que envelhecemos, as cartilagens das articulações do nosso corpo se desgastam. Se movimentar, então, passa a ser motivo de muitas dores. A artrose, ou osteoartrite, afeta milhões de pessoas no mundo todo. Um estudo realizado pelo Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, revelou que aproximadamente 1 bilhão de pessoas sofrerá com a doença até 2050. No Brasil, estima-se que de 12 a 15 milhões de indivíduos tenham artrose, com maior prevalência entre os adultos acima de 65 anos. Diante da grande quantidade de casos, a pergunta que fica é: dá para evitar?

    De acordo com o médico Lúcio Hott, responsável pela Clínica da Dor do São Bernardo Apart Hospital, diversos fatores interligados contribuem para o aumento da incidência da artrose. Com o passar dos anos, a cartilagem articular se desgasta naturalmente, tornando-a mais suscetível à deterioração e ao desenvolvimento da doença, mas outros fatores como obesidade, genética e a prática inadequada de exercícios físicos podem favorecer o surgimento da doença.
     

    “As mulheres são mais propensas a desenvolver artrose do que os homens, principalmente após a menopausa. As alterações hormonais nesse período podem contribuir para o enfraquecimento da cartilagem articular. Indivíduos com histórico familiar da doença também apresentam maior probabilidade de serem acometidos. Lesões articulares prévias, deformidades ósseas e a realização de atividades físicas de forma incorreta ou sem acompanhamento profissional podem sobrecarregar as articulações, aumentando o risco de lesões e desgaste da cartilagem, levando à artrose”, explica.

    Mãos, coluna, joelhos, quadris e pés são as partes do corpo mais afetadas pela doença. “A artrose pode trazer dor, rigidez e dificuldade de movimento, impactando significativamente a vida de quem a enfrenta. No entanto, com as medidas certas, é possível controlar os sintomas, retardar a progressão da doença e manter uma boa qualidade de vida”, garante Hott, antes de listar medidas simples que podem evitar o desenvolvimento da artrose:

    Manter o peso corporal adequado

    Isso diminui a pressão sobre as articulações, reduzindo o risco da doença;
     
    Praticar exercícios físicos regularmente

    Atividades de baixo impacto, como natação, ciclismo, pilates e caminhadas, fortalecem os músculos e articulações, protegendo-as contra o desgaste. Comece devagar e aumente a intensidade gradualmente. Se sentir dor, pare o exercício e descanse.
     
    Manter uma boa postura

    Uma postura adequada previne desequilíbrios musculares e protege a coluna vertebral, reduzindo o risco de artrose;
     
    Evitar atividades repetitivas

    Se possível, faça pausas frequentes em atividades que exigem movimentos repetitivos, especialmente se causarem dor ou desconforto;
     
    Usar calçados confortáveis

    Sapatos adequados fornecem suporte e amortecimento, diminuindo o impacto nas articulações;
     
    Proteger as articulações de lesões

    Evite quedas e traumas que possam danificar as articulações;
     
    Alimentação saudável

    Uma dieta rica em frutas, legumes, verduras e grãos integrais fornece nutrientes importantes para a saúde das articulações;
     
    Evitar fumar

    O tabagismo prejudica a circulação sanguínea e a nutrição das cartilagens, acelerando o desgaste articular.

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  • O ingrediente de cozinha barato que deixa a casa (muito) cheirosa

    Você só precisa de uma maçã, um óleo essencial de sua preferência e um grande saco de malha respirável para criar um aromatizador caseiro que manterá sua casa perfumada por um longo tempo. Este truque simples foi revelado pelo portal Informe Brasil.

    Primeiro, comece cortando as cascas da maçã em pequenos pedaços. Em seguida, seque essas cascas no forno ou ao sol. Depois disso, misture as cascas com três gotas do óleo essencial de sua escolha e coloque a mistura no saco de malha.

    Por fim, posicione o saco em um local estratégico em sua casa e pronto! Não poderia ser mais fácil.

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  • Crise de idade ou de identidade? Reconheça os sinais

    A conhecida “crise de identidade” é algo que observamos muito na cultura pop. Mas, quando se trata de nós mesmos, pode ser mais difícil de definir do que se trata. A identidade em si é um conceito complexo porque é intrinsecamente subjetivo, porém a maioria dos psicólogos concorda que a identidade abrange memórias, experiências, relacionamentos e valores, e envolve como todas essas coisas se encaixam em nossas circunstâncias externas. Esses componentes combinados ajudam a criar nosso senso de identidade e definem como nos movemos pelo mundo.

    Então, o que acontece quando esse projeto pessoal é subitamente embaçado ou rasgado em pedaços? Começamos a nos questionar e a mudar nosso jeito de agir (quase sempre para o pior). E isso pode acontecer por causa de traumas, mudanças de carreira, divórcio, aposentadoria e muitas outras coisas. Mas nem toda a esperança está perdida. Clique para saber tudo sobre as causas, sinais e maneiras de passar por uma crise de identidade.

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  • O sinal de doença cardíaca que se manifesta quando tenta dormir

    Muitas pessoas desconhecem os sintomas da doença cardíaca coronária. Michael Miller, professor de medicina cardiovascular na Faculdade de Medicina da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, destacou um sinal que se manifesta quando alguém está deitado e que nem todos conhecem.

    Segundo o especialista, em alguns casos, ouvir os batimentos cardíacos durante a noite pode ser um sinal de que algo está muito errado. “Alguns pacientes com uma válvula defeituosa ruidosa conseguem ouvir o som da sua válvula durante a noite, quando estão tentando dormir”, esclarece.

    Além disso, ele explica que um batimento cardíaco acelerado quando a pessoa não está fazendo esforço físico pode ser um sinal de pressão arterial baixa, baixos níveis de açúcar no sangue, anemia, desidratação ou um efeito colateral da medicação. Levando isso em consideração, o especialista aconselha a procurar um médico caso observe esse sintoma.

    Para aqueles que não sabem, a doença cardíaca coronária é causada pela acumulação de um material gorduroso chamado ateroma, que pode eventualmente estreitar tanto os vasos sanguíneos que não permitem que o sangue receba oxigênio suficiente.

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