• Entendendo as diferentes formas de terapia

    Hoje em dia, na maioria das culturas ocidentais, é completamente normal ir a um conselheiro ou terapeuta. Em algumas culturas, é encorajado fazer terapia se você está tendo problemas em sua vida ou não. Ninguém é perfeito e você inevitavelmente terá algo que talvez precise lidar.

    Os benefícios de certos tipos de terapia são colossais e impactam todas as áreas de nossas vidas. E pode ser útil entender as diferentes formas de terapia e como elas funcionam. Clique nesta galeria para entender melhor.

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  • Menopausa: as melhores gorduras que ajudam a aliviar os sintomas

    Gorduras saudáveis são isso mesmo, saudáveis. Podem e devem ser consumidas, se bem que com alguma moderação. Numa fase como a menopausa acabam por ser essenciais devido às suas propriedades nutricionais.

    Segundo a revista Clara, são cinco as gorduras saudáveis que devem ser consumidas durante este período por parte das mulheres. Têm capacidades antioxidantes e anti-inflamatórias que podem ser bastante benéficas.

    Veja em que alimentos pode encontrar ômega-3 e outras gorduras saudáveis.

    • Peixes, como salmão, sardinha e atum;
    • Azeite;
    • Nozes;
    • Abacate;
    • Sementes.

    Leia Também: Fim de Ano: como lidar com sentimentos de tristeza típicos dessa época

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  • 3 dicas de como controlar o diabetes no dia a dia

    Desde 1991, O Dia Mundial do Diabetes acontece sempre no dia 14 do mês de novembro. A cada ano, pessoas diagnosticadas com diabetes crescem em número alarmantes. Isso sem contar aqueles que não sabem que estão com a doença. No Brasil, são mais de 16,8 milhões de casos entre pessoas com idades de 20 a 79 anos, o que nos coloca como o quinto país com maior incidência da síndrome no mundo, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). 

    O diabetes é uma doença endócrina, caracterizada por uma elevação dos níveis de glicose (açúcar) no sangue. A glicemia pode ser medida por meio de análises de sangue. “Essa doença não tem cura e deve ser controlada diariamente para evitar complicações mais graves, como problemas de visão, pé diabético ou infertilidade, por exemplo. A prática de exercícios regulares, de intensidade moderada, é fortemente recomendada para manter a doença compensada”, afirma a Head de qualidade da Manipulaê, Regiele Vieira.

    O diabetes é classificado em três tipos, e cada um apresenta desafios únicos. Compreender as suas diferenças é essencial para definir a prevenção e os cuidados.

    • Tipo 1: o corpo não produz insulina porque o sistema imunológico ataca e destrói as células do pâncreas, órgão que produz esse hormônio.
    • Tipo 2: é a mais comum, ocorre principalmente em adultos, causada por fatores como obesidade ou hipertensão, gerando alterações no funcionamento do fígado e do pâncreas.
    • Gestacional: afeta gestantes devido às alterações no metabolismo, uma vez que nesse período pode ocorrer o aumento da produção da insulina.

    O diabetes é uma doença silenciosa, porém é possível perceber alguns sintomas:

    • Poliúria: a pessoa urina demais e, como isso a desidrata, sente mais sede;
    • Aumento do apetite;
    • Alterações visuais;
    • Impotência sexual;
    • Infecções fúngicas na pele e nas unhas;
    • Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar;
    • Distúrbios cardíacos e renais.

    Os medicamentos manipulados oferecem a oportunidade de adaptar o tratamento às especificidades de cada pessoa, considerando alergias, intolerâncias, sensibilidades, preferências de administração e outras particularidades que podem influenciar na eficácia e na adesão ao tratamento.

    Regiele Vieira, Head de qualidade da Manipulaê, cita 3 dicas de como controlar o diabetes no dia a dia.

    1. Tenha uma alimentação saudável. A alimentação é fundamental no controle da doença. Diabéticos devem consumir alimentos ricos em fibras, frutas como morango, melão e abacate, além de vegetais frescos e cereais integrais. Quanto menos ingestão de açúcar, melhor.

    2. Mantenha seu peso ideal. Manter o peso ideal de acordo com os padrões de idade, sexo e altura é importante para regular a glicemia. Pessoas com diabetes e sobrepeso ou obesidade podem ter o controle da glicemia prejudicado pela diminuição da captação de glicose pela insulina, além de apresentarem mais riscos para doenças do coração e acidente vascular cerebral (AVC).

    3. Pratique atividade física regularmente. O hábito dos exercícios físicos ajuda a diminuir os níveis de gordura no sangue, controla o peso, melhora a circulação sanguínea e ainda ajuda no melhor fluxo de sangue para o coração.

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  • Bullying adulto: Como lidar com a intimidação

    Quando a maioria das pessoas pensa em bullying, geralmente pensa em crianças sendo maldosas com um coleguinha da escola. Infelizmente, o bullying nem sempre acaba quando você se torna um adulto. Um adulto agressor pode ser um chefe ou colega intimidador, um estranho na rua, um parceiro romântico abusivo – e a lista continua.

    Nesta galeria, analisamos os diferentes tipos de agressores adultos e o que você pode fazer como vítima, espectador ou até mesmo como agressor. Clique a seguir para saber como lidar com o bullying de adultos.

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  • Veja o que deve fazer para eliminar manchas de gordura!

    Estava cozinhando e sujou a roupa com gordura? Mantenha a calma. Existem muitas formas de eliminar este tipo de manhas. Por exemplo, Martha Stewart deu uma dica que todos conseguem colocar em prática. 

    Primeiro, cubra a área afetada com um solvente seco, como aguardente mineral ou acetona, num local ventilado, explica. Depois, utilize um conta-gotas para enxaguar (e secar) a mancha com álcool isopropílico.

    Pulverize uma solução diluída de detergente de louça nos resíduos que ainda ficaram na peça e mergulhe-a num detergente enzimático. Depois lave a roupa de acordo com as instruções da etiqueta.

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  • Médicos respondem quando é indicado tomar remédio para dormir

    CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) – Desde os anos 1960, a indústria farmacêutica vem lançando remédios para tratar a insônia, condição que atinge em torno de 35% da população, segundo a Associação Brasileira do Sono. Apesar de muitos avanços, até hoje as opções disponíveis no mercado são indicadas para casos específicos e por períodos curtos.

    Os benzodiazepínicos, como o Rivotril (clonazepam) e o Valium (diazepam), foram as primeiras promessas para quem queria dormir bem. Não demorou até que o uso prolongado dessas substâncias fosse associado a tolerância, dependência, déficit cognitivo e alterações de comportamento.

    Nos anos 1990, chegaram as drogas Z, como o zolpidem e a zopiclona. Capazes de induzir o sono em minutos, agem por até oito horas. Esses remédios surgiram como alternativas aos benzodiazepínicos, evitando uma possível “ressaca” no dia seguinte e sem risco de dependência. Mas a expectativa não se confirmou.

    “Com o tempo, percebeu-se que as drogas Z também causavam dependência e tolerância, e que seu uso deveria ser pontual e rigorosamente supervisionado pelo médico”, diz o psiquiatra Mário Eduardo Costa Pereira, professor de psicopatologia clínica da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

    Evidências científicas têm mostrado que toda droga de ação imediata pode levar a algum grau de dependência, já que o usuário associa facilmente a medicação ao efeito que ela traz, explica o psiquiatra Marcelo Kimati, coordenador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Sobre Drogas (NIED) da UFPR (Universidade Federal do Paraná).

    Apesar dos riscos, os hipnóticos, como são chamados os remédios que induzem o sono, são indicados como última opção de tratamento, após uma avaliação clínica minuciosa.

    A insônia pode estar associada a condições que vão desde transtornos de humor até problemas respiratórios, e isso precisa contar na decisão do médico, diz o psiquiatra Marcelo Heyde, professor da PUC-PR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná).

    Um exame de polissonografia é capaz de revelar, por exemplo, um caso de apneia, em que o paciente não consegue manter um descanso de qualidade porque sua respiração para repetidas vezes durante a noite. “O quadro demanda um tratamento específico e tomar zolpidem só pioraria tudo”, diz Heyde.

    Já quando a insônia vem associada a depressão, o médico pode, a depender do caso, receitar antidepressivos que também ajudam a melhorar o sono, como a trazodona, evitando expor o indivíduo a fármacos com maior potencial de dependência e tolerância.

    Mas, para os especialistas, o mais importante é orientar sobre a higiene do sono. Ter um lugar tranquilo para dormir, longe de telas (incluindo celulares) e outros itens não vinculados estritamente ao repouso, é fundamental para um descanso de qualidade.

    Outra ferramenta cientificamente comprovada para dormir melhor é a TCC (terapia cognitivo-comportamental), que pode integrar ações práticas como diários de sono e estratégias de controle de estímulos.

    É só no caso de nada disso funcionar que um remédio como o zolpidem pode entrar em cena, reforça o professor da Unicamp. E, caso o paciente precise da medicação, as doses devem ser controladas por um psiquiatra na quantidade e no tempo determinados após avaliação médica.

    “Há pessoas que acordam à noite e tomam mais um zolpidem para voltar a dormir, aumentando a dose por conta. Também há os que consomem mais do que a quantidade prescrita, em um momento em que estão mais ansiosos. Isso é extremamente perigoso”, diz Heyde.

    O uso prolongado é outro grande problema. Embora esses fármacos possam ser usados por poucas semanas, a média de uso entre a população geral é de sete anos, diz Kimati. Em comentários nas redes sociais da Folha durante um bate-papo sobre o zolpidem, leitores afirmaram usá-lo há mais de cinco.

    Kimati lembra ainda que até hoje não existe um hipnótico seguro para uso de longo prazo. “Conforme o tempo passa, nossa capacidade metabólica diminui, e uma dose pequena pode ser sentida pelo organismo como uma dose maior quando envelhecemos. Isso poderia explicar, por exemplo, por que os benzodiazepínicos estão entre as principais causas de confusão mental entre idosos”. Em meio a tantas incógnitas, todo cuidado é pouco.

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  • Doenças respiratórias ganham força com chegada do inverno; veja como agir

    O inverno só começa no final do mês, mas basta as temperaturas caírem um pouco para as doenças respiratórias começarem a aumentar. Resfriado, gripe, pneumonia, bronquite, rinite, conjuntivite…A lista é longa, e costuma vir acompanhada dos mesmos sintomas: tosse, febre, coriza, dor de garganta. Mais do que tirar os agasalhos do armário, a chegada do frio exige cuidado e atenção com atitudes básicas do dia a dia.

    “Essa época do ano é marcada por doenças respiratórias de forma geral, causadas por vírus, como influenza, rinovírus, coronavírus, adenovírus e vírus sincicial respiratório. De forma geral, os sintomas são muito parecidos. Os vírus influenza e coronavírus podem gerar sintomas mais intensos, como prostração, febre alta, tosse intensa e desconforto respiratório, podendo complicar com pneumonia. Para diferenciar as doenças com certeza, apenas com os exames específicos, por PCR”, afirma a médica Martina Zanotti, infectologista do Vitória Apart Hospital.

    Se os sintomas são parecidos, os cuidados também são basicamente os mesmos. “Manter os ambientes bem ventilados, usar máscara caso esteja com algum sintoma ou próximo de alguém doente; higiene das mãos, se alimentar adequadamente, manter boa hidratação e manter o calendário vacinal em dia”, aconselha.

    Quando procurar o médico?

    Quando surgem os primeiros sintomas de uma doença respiratória, é natural que as pessoas procurem se recuperar em casa. Mas é preciso ficar atento aos sinais de alerta, e na presença deles buscar ajuda médica.

    “Em casos de febre alta e persistente, desconforto respiratório, dificuldade para urinar, dor no tórax, palpitações, confusão mental, sonolência excessiva ou vômitos intensos, deve-se procurar um médico imediatamente”, orienta Martina.

    Alérgicos e crianças

    É só esfriar que as “ites” chegam com tudo, o que traz um sofrimento maior para os alérgicos e para as crianças. É preciso atenção redobrada com esses grupos, que são mais suscetíveis as mudanças de temperatura.

    “Devido às condições climáticas, as mucosas ficam mais ressecadas e, por isso, os alérgicos sofrem tanto. A dica é manter uma boa hidratação, os ambientes ventilados e a lavagem das narinas com soro fisiológico”, explica a infectologista, antes de completar:

    “Já as crianças, principalmente as mais novas, é preciso atenção com a bronquiolite, porque pode evoluir com pneumonia e insuficiência respiratória. Sempre buscar o médico quando a criança apresentar tosse intensa, falta de ar, chiados e dificuldade para respirar”, conclui Martina.

    Leia Também: Veja como fortalecer a imunidade das crianças para enfrentar dias frios

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  • Não é só mania! Como o TOC pode realmente perturbar alguém

    O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) é amplamente mal compreendido. Caracterizado por pensamentos e compulsões opressoras e obsessivas, o diagnóstico dessa condição pode levar anos, se for descoberto corretamente. O estigma social é bem forte e estereótipos comuns e restritivos de uma pessoa evitando apertar a mão de alguém, batendo um certo número de vezes ou ser um “germafóbico” em geral só pioram as vidas de quem sofre e a conscientização acerca do problema.

    Inclusive, o TOC é um transtorno que pode aparecer de dezenas de maneiras e muitas vezes tem graves implicações para a vida e bem-estar de alguém.

    Se você convive com o TOC ou conhece alguém com essa doença, clique na galeria para conferir alguns fatos importantes sobre essa condição que todo mundo deveria saber.

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  • Dicas para lidar melhor com a Síndrome do Intestino Irritável

    Você já ouviu falar da Síndrome do Intestino Irritável (SII)? Trata-se de um “distúrbio de comunicação no eixo intestino-cérebro que afeta de 10 a 14% da população mundial e é duas vezes mais comum em mulheres do que em homens”, de acordo com o Instituto de Microbiota Biocodex, em comunicado.

    A SII causa sintomas desagradáveis, como dores abdominais recorrentes, inchaço, constipação e/ou diarreia, tendo um impacto significativo na qualidade de vida.

    Para ajudar aqueles que sofrem dessa condição, os especialistas do instituto compartilharam algumas dicas muito úteis e fáceis de seguir no dia a dia.

    Dicas para lidar melhor com a Síndrome do Intestino Irritável:

    Fazer refeições regulares e comer devagar;

    Evitar pular refeições ou passar longos períodos sem comer;

    Ingerir água e evitar bebidas com cafeína;

    Beber pelo menos oito copos de água diariamente e reduzir o consumo de café ou chá para três por dia;

    Evitar o consumo de bebidas gaseificadas;

    Ajustar o consumo de fibras e evitar o açúcar e adoçantes.

    O ideal é procurar um nutricionista, que possa determinar que tipo de fibras e quantidades devem ser ingeridas diariamente;

    Adotar um estilo de vida mais saudável e ativo. Praticar exercícios físicos regularmente e abandonar um estilo de vida mais sedentário é também importante na gestão da doença;

    Controlar os níveis de estresse. O estresse desempenha um papel importante na SII. Picos de estresse e ansiedade podem exacerbar os sintomas e até mesmo desencadear crises. Portanto, é fundamental controlar os níveis de estresse, recorrendo, por exemplo, à meditação ou terapia.
     
    Com pequenas mudanças no estilo de vida e na dieta, é possível reduzir os sintomas e encontrar um equilíbrio que permita uma vida mais confortável e saudável.
     
     
    Leia Também: Sempre com azia? Veja se pode ser uma doença grave

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  • A tosse não passa? Remédios caseiros que são uma maravilha para isso

    A tosse seca é uma tosse que não traz nenhum muco ou catarro como a tosse úmida. Quem está com tosse seca, pode sentir uma sensação de arranhão ou cócegas na parte de trás da garganta devido a uma irritação dos nervos no trato respiratório. Isso pode durar semanas depois que você teve um resfriado ou uma gripe. Outras causas comuns incluem asma e exposição à fumaça do cigarro.

    A tosse seca pode ser muito desconfortável e pode ocorrer em crianças e adultos. Há uma série de tratamentos clínicos que você pode usar para aliviá-la, mas também há remédios caseiros que podem ser igualmente eficazes. Curioso? Clique para descobrir quais são!

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