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Cinco perguntas que podem ajudar a melhorar a sua relação amorosa
Existem cinco perguntas que podem “ajudar a aprofundar e a tornar mais íntima a sua relação amorosa”. Quem explica é Sílvia Dias, psicóloga, psicoterapeuta e terapeuta de casal.
A especialista compartilhou as dicas na rede social Instagram. Entenda!
1- Se eu perdesse toda a minha memória, o que diria sobre nós?
2- O que te faz sentir mais próximo de mim?
3- Tem algum medo sobre a nossa relação?
4- Quais as coisas do teu passado que tem vergonha ou receio de dividir comigo?
5- Como vê o nosso futuro juntos?
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Os custos de ter um animal de estimação
Quando se trata de ter animais de estimação, existem certos custos que são simplesmente inevitáveis. Comida, contas de veterinário e suprimentos domésticos sempre vão estar presentes. Existem certos custos que são opcionais, no entanto, e certamente há maneiras de ser um pouco mais econômico e poupar algum dinheiro a longo prazo.
E aí, já pensou nos compromissos financeiros ao adotar ou comprar um gato, um cachorro ou qualquer outro pet? Confira esta galeria para entender melhor.
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Sete formas de reduzir a ansiedade em poucos minutos
Em poucos minutos, é possível passar de uma situação de ansiedade e estresse para um momento mais relaxado e tranquilo. Basta seguir algumas dicas de um médico, que compartilhou técnicas eficazes para acalmar-se.
Em entrevista ao site HealthShots, o médico Kedar Tilwe recomenda algumas práticas simples que fazem a diferença:
1. Respiração pelo diafragma
“Controla a respiração e ajuda a acalmar o corpo.”
2. Faça um passeio
“Uma caminhada curta ajuda a aliviar o estresse e a ansiedade.”
3. Diga o que sente
“Ao identificar suas emoções, você ativa o cérebro e ajuda a reduzir o estresse.”
4. Alongue-se
“Alongamentos simples podem liberar a tensão.”
5. Imagine o que gosta
“Envolva todos os seus sentidos na visualização dessa imagem mental.”
6. Ouça música
“A música pode mudar o seu humor.”
7. Faça o jogo 5-5-5
“Olhe ao seu redor e identifique cinco coisas. Sinta-as e perceba suas texturas. Por fim, identifique cinco sons.”
Essas técnicas são fáceis de implementar e podem ajudar significativamente a melhorar seu bem-estar emocional e físico.
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Pela sua saúde, saiba os alimentos que deve evitar comer todos os dias
Não vamos mentir: existem alimentos que consumimos diariamente que pouco ou nada contribuem para nossa saúde. São ultraprocessados, ricos em gordura, açúcar e aditivos. Pensando nisso, a nutricionista Ana Rita Campos destacou alguns desses alimentos em uma publicação no Instagram, para nos lembrar deles antes de fazermos escolhas ruins.
O objetivo, ressalta, “não é espalhar o terrorismo nutricional, mas sim ajudar a conscientizar sobre quais tipos de alimentos não devem ser consumidos com frequência”. “Consumidos em grandes quantidades ou com muita regularidade, são prejudiciais à saúde”, alerta, promovendo o lema “descasque mais e desembale menos”.
1- Caldo em cubo
Além de conter alto teor de sódio, possui ingredientes artificiais e baixo valor nutricional. O teor de gordura também é bastante alto.
2- Batatas fritas de pacote
Apresentam um alto teor de gordura e sódio, além de aditivos e conservantes, oferecendo calorias vazias. A nutricionista destaca ainda a presença de acrilamida e a potencial má qualidade do óleo de fritura.
3- Refrigerantes
Possuem alto teor de açúcar, calorias vazias e aditivos e conservantes. Em alguns refrigerantes, verifica-se a presença de ácido fosfórico, que pode interferir na absorção de cálcio, contribuindo para osteoporose e perda de massa óssea a longo prazo. Essas bebidas também levam à desidratação e podem causar erosão dentária.
4- Carnes frias e processadas como presunto e salsichas
Ana Rita Campos destaca, nesses alimentos, o alto teor de gorduras saturadas e trans, bem como sódio, o baixo valor nutricional, a presença de conservantes e aditivos, o potencial cancerígeno, o impacto no microbioma intestinal e o risco de desenvolvimento de doenças metabólicas associado ao consumo de carnes frias e processadas.
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Saturno retrógrado: o que esperar para esse período?
A partir do dia 29 de junho até o dia 15 de novembro, Saturno, o planeta associado ao tempo, responsabilidade e estrutura, entra em seu período retrógrado. Trazendo uma oportunidade única para reflexão e crescimento pessoal, o fenômeno astrológico vem para abalar estruturas e repensar ações.
Durante o período de Saturno retrógrado, que se relaciona diretamente com o signo de Capricórnio, a percepção de tempo estará profundamente afetada. Ele é um convite claro para refletir sobre a objetivos pessoais e responsabilidades, como comenta Déborah de Obá, consultora esotérica da iQuilibrio: “É comum sofrer atrasos ou sentir que o progresso está parado, mas também é uma oportunidade para corrigir erros do passado e fortalecer os nossos alicerces.”
As lições trazidas por Saturno retrógrado são valiosas para o crescimento pessoal. Déborah de Obá ressalta: “Desafia-nos a enfrentar as nossas limitações com paciência e a trabalhar arduamente para atingir os nossos objetivos, sem atalhos ou desculpas. É um momento de introspecção e de reavaliar as nossas prioridades, garantindo que estamos a construir sobre bases sólidas e duradouras”.
Confira três dicas práticas para se precaver e aproveitar o Saturno retrógrado
1 – Faça da antecedência sua melhor amiga
Como comentado acima, nesse período, atrasos serão comuns. Por isso, busque sempre ter em mente os seus compromissos e quais os horários deles. “Experimente colocar alarmes no celular, por exemplo, e anote tudo na sua agenda ou bloco de notas para não esquecer do que deve fazer naquele dia ou semana. Saturno mexe com o tempo, então se antecede.” – comenta Déborah da iQuilibrio.
2 – Saturno desperta interesse e curiosidade
Aproveitar o período retrógrado para aprender algo novo também pode ser muito benéfico para algumas pessoas. “A energia de Saturno desperta o interesse e a curiosidade. Experimente colocar essa energia em um novo hobby ou em si próprio, procure novas coisas de que possa gostar e que sempre teve curiosidade de conhecer.” complementa a consultora da iQuilíbrio.
3 – Autoconhecimento é a chave
A palavra para esse período é “autoconhecimento” Então, invista tempo em você. Déborah de Obá comenta: “Uma das melhores formas de se aprofundar em si é através do mapa astral. Os astros têm muito a dizer sobre a nossa própria personalidade. Saturno retrógrado é o momento perfeito para trazer o mapa e conhecer mais de si.”
Por fim, à medida que Saturno retoma seu movimento direto, a sensação de estagnação começa a dissipar-se, e um novo ímpeto de progresso pode ser sentido. O que foi revisto e reavaliado durante o período retrógrado agora pode ser implementado com clareza renovada e uma compreensão mais profunda das nossas metas e responsabilidades.
“A influência de Saturno não termina aí. Sua energia continua a nos lembrar da importância da perseverança e da responsabilidade. Ele nos exorta a manter o foco, a ser disciplinados e a não fugir dos desafios que se apresentam. Através dessas lições, construímos uma base mais sólida para o nosso futuro, aprendendo a valorizar o esforço e a resiliência”, finaliza Déborah de Obá.
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Glaucoma? Exames que você precisa fazer em cada idade!
Quando se trata de saúde, é sempre importante ficar em dia com exames e vacinas. Eles são essenciais para pessoas de todas as idades, mas podem variar de acordo com a idade. Além disso, também é primordial que você fique de olho em seu corpo e vá ao médico sempre que notar alguma alteração, como um nódulo, uma nova mancha ou uma perda de peso repentina. Afinal, é melhor prevenir do que remediar.
Se você está adiando as coisas, agora é um bom momento para colocar os exames recomendados e outras coisas de volta aos trilhos. Clique na galeria e descubra quais as verificações de saúde mais importantes para cada fase da vida e idade.
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Três alimentos altamente saciantes e que ajudam a emagrecer rapidamente
A nutricionista Emma Beckett afirmou ao portal Diabetes que existem alimentos que imitam os efeitos de medicamentos como o Ozempic, que contém semaglutida, um princípio ativo que imita os receptores da molécula GLP-1. O Ozempic é indicado para o tratamento da diabetes tipo 2, mas é frequentemente usado para perda de peso.
De acordo com Beckett, o consumo de alimentos ricos em ‘gorduras boas’ pode aumentar a produção de GLP-1 pelo corpo, um hormônio que regula o apetite e promove a saciedade. “Os nutrientes que desencadeiam a secreção de GLP-1 são macronutrientes.”
Ela explicou que “há evidências de que, ao escolher alimentos ricos nesses nutrientes, os níveis desse hormônio podem aumentar”, citando alimentos como “abacate, nozes e fontes de proteína magra, como ovos”.
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Por que as crianças precisam (tanto) de educação musical?
A educação musical pode ser uma ferramenta poderosa para a saúde holística das crianças e jovens. Nutrir mentes através da música vai muito além da sala de aula e pode incluir qualquer coisa, desde tocar um instrumento até participar de um coral, e ensina aos pequenos muito mais do que aparenta (ou se ouve!). Desde melhorar a memória, passando por desenvolver as capacidades de resolução de problemas e até mesmo prepará-los para o sucesso em áreas não musicais, a educação musical é um ótimo caminho que a garotada deve conhecer e percorrer! Por sinal, enumeramos todos os benefícios que a música pode fazer para o desenvolvimento de uma criança.
Curioso para saber como você pode impactar positivamente a vida do seu filho com a educação musical? Clique para descobrir.
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Stalking: saiba como identificar e qual a pena para quem comete o crime
Na última semana, a atriz Débora Falabella trouxe a público uma história de mais de 10 anos de perseguição. Durante uma década, uma mulher de 40 anos enviou presentes e mensagens para a atriz, de forma contínua, além de tentar encontrá-la em diversos endereços, configurando o crime de stalking, que motivou a apresentação de uma representação criminal contra a suspeita pelo crime.
O crime de stalking, também conhecido como perseguição, tornou-se uma preocupação crescente no Brasil, especialmente após a sua tipificação no Código Penal, pelo artigo 147-A, que afirma: “Perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade. Pena – reclusão, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa”.
“Essa prática envolve ações repetitivas de alguém que ameaça, assedia ou invade a privacidade de outra pessoa, gerando medo ou prejudicando a sua liberdade”, conta o advogado Vinicios Cardozo, do escritório GMP | G&C Advogados Associados. Entre as formas de stalking estão contatos presenciais indesejados, como seguir a vítima; ligações telefônicas repetitivas; mensagens insistentes; e monitorar, comentar ou enviar mensagens constantes por meio das plataformas digitais.
Segundo Cardozo, em casos de perseguição é necessário adotar algumas medidas imediatas, como a documentação das evidências. “Salve todas as mensagens, grave ligações e tire prints das interações nas redes sociais. Esses registros serão fundamentais para a denúncia”, explica o especialista. Também é necessário fazer um Boletim de Ocorrência para formalizar a denúncia para, na sequência, com base no relato e provas, solicitar medidas protetivas.
“As consequências para quem pratica o crime de stalking são sérias. A pena prevista é de reclusão de seis meses a dois anos, além de multa. Em situações agravantes, como quando a vítima é menor de idade, idosa, ou possui alguma deficiência, a pena pode ser aumentada em até metade. Além disso, se houver relação de afeto ou parentesco com o perseguidor, isso também pode agravar a punição”, completa Cardozo.
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Pacientes tratados com remédios como Ozempic têm menos riscos após bariátrica, diz estudo
(FOLHAPRESS) – O risco de complicações após uma cirurgia bariátrica é maior para pacientes com obesidade extrema -aqueles com IMC (índice de massa corpórea) acima de 70- do que em pessoas que pesam menos. E o tratamento prévio com medicações à base de GLP-1 sintético, como Ozempic, Wegovy, Saxenda e Mounjaro, tem conseguido fazer a diferença nesse cenário.
Um estudo divulgado na semana passada pela Sociedade Norte-Americana de Cirurgia Metabólica e Bariátrica (ASMBS, na sigla em inglês) comprovou que o tratamento pré-cirúrgico com esses remédios pode ajudar os obesos graves a perderem quilos suficiente para se candidatarem ao procedimento.
O levantamento apontou que os pacientes com IMC acima de 70 tratados com uma combinação desses medicamentos perderam 13% do peso corporal contra 6% daqueles que fizeram apenas dieta e exercício físico.
A entidade destaca que a redução de peso antes da cirurgia é um fator de redução de riscos conhecido, mas que, até agora, nenhuma outra medicação ou mudança de estilo de vida havia sido capaz de fazer esses indivíduos perderem o necessário para melhorar as chances de sucesso.
Phil Schauer, diretor do Metamor Metabolic Institute da Pennington Biomedical, no estado da Louisiana (EUA), disse em nota da entidade que muitos desses pacientes que agora podem se qualificar para o procedimento, de outra forma, “seriam considerados ‘muito doentes para cirurgia’.”
O levantamento considerou uma amostra de 113 pacientes com IMC maior que 70 que tentaram perder peso antes da cirurgia metabólica e bariátrica com supervisão médica. O grupo foi tratado com dieta e atividade física e um único medicamento GLP-1 (principalmente semaglutida) ou terapia multimodal (com mais de um GLP-1) por uma média de 72,9 dias.
Os que tomavam múltiplos medicamentos tiveram o maior percentual de perda de peso corporal total (13,1%), seguidos por aqueles com terapia única de GLP-1 (8,14%) e dos que fizeram somente dieta e exercícios (5,95%). As reduções do IMC foram maiores para aqueles tratados de 6 a 12 meses com terapia medicamentosa combinada.
Em 2022, de acordo com a ASMBS, foram realizados quase 280 mil procedimentos metabólicos e bariátricos nos EUA, o que representa apenas cerca de 1% daqueles que atendem aos requisitos de elegibilidade com base no IMC.
De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) norte-americano, a obesidade afeta 42,4% dos indivíduos do país.
Marina S. Kurian, presidente da ASMBS e professora do Departamento de Cirurgia, Divisão de Cirurgia Bariátrica da entidade, não esteve envolvida no levantamento, mas lembrou na divulgação do conteúdo que a “obesidade deve ser vista como outras doenças crônicas”, nas quais, por vezes, “é necessário mais do que uma terapia ao longo do tempo” para obter resultados.
Apesar do avanço, Kurian destacou que ainda são necessários mais estudos “para determinar o papel ideal do GLP-1 antes e depois da cirurgia metabólica e bariátrica entre diferentes grupos de pacientes”.
A pesquisa da ASMBS foi divulgada em um evento, o Encontro Científico Anual 2024 da entidade, e ainda deve ser discutido e publicado em uma série de artigos sobre o tema em revistas internacionais.
O estudo reforça que obesidade é um problema que enfraquece o sistema imunológico do corpo e pode causar inflamação crônica, além de aumentar o risco de gravidade e incidência de doenças como as cardiovasculares, acidente vascular cerebral (AVC), diabetes tipo 2 e câncer.
Também afirma que a cirurgia metabólica, bariátrica ou para perda de peso ainda é o tratamento mais eficaz e duradouro para a obesidade grave, melhorando inclusive as morbidades colaterais desencadeadas pelo problema. A ASMBS é uma organização sem fins lucrativos e é considerada a maior entre cirurgiões da especialidade nos EUA.
O médico Carlos Aurelio Schiavon, especialista em cirurgia bariátrica e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), diz que IMCs extremos não são comuns no Brasil, mas que pesquisas como esta contribuem para a melhoria das alternativas para quem vive com a doença.
“Pacientes com o índice de massa corporal extremamente alto como esses do estudo, acima de 70, realmente podem ter um risco cirúrgico mais grande. Tanto pelas dificuldades técnicas quanto por complicações clínicas, como maior chance de trombose e embolia pulmonar”, diz o cirurgião.
Schiavon pondera que até hoje nenhuma pesquisa havia comprovado de fato que o emagrecimento pré-cirurgia realmente diminuía as chances de problemas. “Principalmente porque a perda de peso que os pacientes conseguiam não era muito alta com as medicações mais antigas ou mesmo com dieta. Isso não impactava no risco”, afirma o médico.
Para o cirurgião brasileiro, os resultados confirmam a potência da nova geração de medicações para tratar obesidade e abrem novas perspectivas para os pacientes e médicos.
Obesidade no Brasil
Um em cada quatro brasileiros (25,9% da população) vive com obesidade, segundo os dados da última Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2019, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde. O valor é o dobro do encontrado na prevalência global -segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), uma em cada oito pessoas do planeta (ou cerca de um bilhão) estão obesas.
No ranking global da OMS, o Brasil é o 54º em obesidade infantil e o 70º em casos femininos da doença.
O Boletim Epidemiológico “Cenário da obesidade no Brasil”, publicado em abril deste ano pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do ministério, aponta que de 2013 e 2019 houve um incremento de 5,1 pontos percentuais na prevalência de obesidade no país, sendo o maior impacto entre as mulheres de renda mais baixa e pele negra.
São consideradas obesas pessoas com IMC acima de 30, que podem ser divididas em três graus de gravidade (acima de 40 ocorre a mais grave, chamada também de obesidade mórbida).
Em 2019, contudo, o Brasil mostrou que hábitos culturais tornaram a obesidade um risco aumentado para todos no país, sendo as maiores taxas de prevalência e mortalidade por obesidade estão nas regiões mais ricas, especialmente Sul e Sudeste.
Esta última região, inclusive, apresentou o maior número de casos (28,7% do total), com um incremento de 6,6 pontos percentuais no período avaliado.
A faixa etária mais atingida em âmbito nacional foi a de indivíduos com idade de 45 a 59 anos (36,1%) com predominância entre pessoas pretas (30,9%).
Os autores do boletim reforçam o caráter multifatorial que leva à doença e que a “obesidade não deve ser encarada com trivialidade, sob o risco de se incorrer em estigmas e rótulos que estimulam gordofobia, violências física e emocional e assédio moral.”
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