• Descubra como preparar um hot dog de forno delicioso

    Iniciar a semana com uma receita prática e gostosa faz a diferença, ainda mais se for daquelas que todo mundo gosta! A sugestão do dia é um Hot Dog de Forno, fácil de preparar, saboroso, e perfeito para um jantar descontraído, ou para levar para o lanche da tarde no trabalho.

     

    Com massa fofinha e um recheio mais do que caprichado, essa receita conquista a todos, então já separa os ingredientes e bora para a cozinha! Confira o passo a passo:

    Hot Dog de Forno

    Ingredientes

    Massa:

    • 2 xícaras (chá) de farinha Finna com fermento
    • 2 xícaras (chá) de leite
    • 2 ovos
    • 100 g de queijo parmesão ralado

    Recheio:

    • 8 salsichas cozidas e picadas
    • 1 cebola picada
    • 1 tomate picado sem sementes
    • 1 pimentão picado
    • 1 lata de milho
    • 1 lata de ervilha
    • azeitonas a gosto
    • 1/2 lata de molho de tomate
    •  

    Modo de Preparo

    Massa:

    Bata no liquidificador a farinha Finna com fermento, os ovos, o leite e metade do queijo ralado

    Recheio:

    Em uma panela, leve todos os ingredientes ao fogo médio e deixe cozinhar por alguns minutos

    Unte uma forma e polvilhe com farinha de trigo

    Despeje a metade da massa, o recheio e cubra com o restante da massa

    Polvilhe com o resto do queijo

    Leve ao forno médio (180° C), preaquecido, por aproximadamente 30 minutos

    Leia Também: Saiba como fazer Bolo cremoso de milho

    via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/CfUPj7r

  • Cortar a carne é realmente melhor para a saúde?

    Hoje em dia, estamos acostumados a presumir que uma dieta vegetariana é muito mais saudável do que uma que incorpora carne. Mas quando consideramos uma dieta balanceada com carne incluída, quão verdadeira é essa suposição? Sabemos das questões ambientais relacionadas à criação industrializada de carne e das questões éticas que envolvem matadouros e similares. Esses fatos frequentemente tornam a discussão em torno da eliminação da carne da dieta mais politizada, que rapidamente e involuntariamente se transforma em uma questão de moralidade.

    Mas o quão ruim é a carne para o corpo? Clique na galeria para aprender apenas o impacto deste alimento sobre a saúde.

    via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/lmPO4N9

  • Especialista explica quais são os sinais de perda auditiva em idosos

    Com o avanço da idade, é comum que a audição sofra alterações, comprometendo a comunicação e a qualidade de vida. Estima-se que, no Brasil, mais da metade das pessoas acima de 60 anos apresentam algum grau de perda auditiva, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP), em 2020, apontou que 6,7 milhões de idosos brasileiros sofrem de perda auditiva. De acordo com a OMS, a tendência é que esse número aumente.

     

    Especialista em reabilitação auditiva, a fonoaudióloga Dra. Vanessa Gardini, da Pró-Ouvir Aparelhos Auditivos, de Sorocaba (SP), explica que muitas pessoas demoram para perceber a perda auditiva ou até a ignoram. No entanto, ela alerta que buscar tratamento precocemente pode fazer toda a diferença para manter a qualidade de vida, independência e saúde mental.

    “A audição está diretamente ligada à qualidade de vida e ao funcionamento do cérebro. Quando uma pessoa começa a perder a capacidade auditiva e não trata, o cérebro recebe menos estímulos sonoros, o que pode acelerar o declínio cognitivo e prejudicar a memória”, explica a especialista.

    Sinais de perda auditiva em idosos

    A dificuldade para ouvir pode surgir de forma gradual, tornando-se perceptível apenas quando já está mais avançada. Alguns sinais de alerta incluem:

    – Aumento do volume da TV e do telefone;
    – Dificuldade para entender conversas, especialmente em ambientes ruidosos;
    – Sensação de que as pessoas estão falando baixo ou “embolado”;
    – Perguntar “o quê?” com frequência;
    – Evitar conversas em grupo por dificuldade de compreensão;
    – Cansaço ou dor de cabeça, após longos períodos de interação.

    “Muitas vezes, familiares percebem antes do próprio idoso que há uma dificuldade auditiva. É importante que incentivem a busca por uma avaliação fonoaudiológica, antes que o problema afete, ainda mais, a comunicação e o bem-estar”, orienta Dra. Vanessa.

    Como preservar a audição e evitar outros danos?

    Embora a perda auditiva relacionada à idade seja comum, alguns cuidados podem ajudar a proteger a audição e evitar que o quadro se agrave. A especialista recomenda:

    • Evitar exposição a ruídos intensos – Sons altos, como o volume exagerado da TV ou de fones de ouvido, podem acelerar a degeneração auditiva.
    • Fazer exames auditivos regularmente – A avaliação auditiva deve ser realizada, pelo menos, uma vez ao ano após os 60 anos, permitindo detectar precocemente qualquer perda.
    • Manter hábitos saudáveis – Alimentação equilibrada, controle da pressão arterial e exercícios físicos ajudam na circulação sanguínea, beneficiando também a audição.
    • Buscar tratamento adequado – Caso haja perda auditiva, o uso de aparelhos auditivos pode ser indicado para restaurar a capacidade auditiva e evitar impactos na saúde mental.
       

    Aparelhos auditivos

    Para os casos em que a perda auditiva já está presente, os aparelhos auditivos são uma solução discreta e eficaz. Com tecnologia moderna, eles proporcionam que o paciente volte a ouvir instantaneamente.

    “Os aparelhos auditivos de hoje são muito diferentes dos modelos antigos. São pequenos, confortáveis e adaptáveis ao estilo de vida do paciente. A reabilitação auditiva com acompanhamento fonoaudiológico ajuda na adaptação, tornando a experiência mais agradável”, ressalta Dra. Vanessa Gardini.

    via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/4QqsvBl

  • Os melhores (e piores) países para fazer novos amigos: O Brasil surpreende

    Quem pensa em se mudar para o exterior ou sonha em passar uma temporada fora geralmente costuma pensar se terá dificuldades para fazer parte de uma comunidade e ter novos amigos. Essa é uma preocupação comum para muita gente que deseja dar esse passo ousado na vida. De fato, menos de 50% dos imigrantes revelaram achar fácil começar amizades ao se estabelecerem em um novo lugar.

    Felizmente, a pesquisa anual da InterNations divulgou uma lista de países onde conhecer e estreitar laços com pessoas é mais tranquilo. Nesta galeria, você encontrará 15 das nações mais fáceis e 15 dos destinos mais desafiadores para fazer amigos, de acordo com os resultados do estudo.

    Curioso para saber quais países são considerados os mais abertos para interagir e iniciar amizades e os piores para fazer amigos? Clique na galeria para descobrir.

    via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/j0l4CUr

  • Sinais de que você pode estar bebendo água demais

    Todo mundo tem sido bombardeado com a importância de beber água (e com frequência). Afinal, a água é completamente vital para nossa saúde e o funcionamento dos nossos corpos. Mas, assim como qualquer coisa, a moderação é fundamental. 

    E o que muitas pessoas não sabem que é tomar muita água pode realmente gerar efeitos adversos, podendo causar doenças extremas ou até mesmo a morte.

    Compilamos alguns sinais que podem indicar que você está exagerando na hidratação e revelamos a verdade sobre velhos mitos sobre a ‘quantidade ideal’ de água para se ingerir por dia. Clique a seguir na galeria.

    via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/cfa0j2R

  • Amor ou obsessão? Psicóloga explica como identificar o stalking

    Insistir em mandar mensagens, aparecer de surpresa no trabalho, enviar presentes repetidamente, monitorar redes sociais, seguir pelas ruas… Quando essas ações são indesejadas, constantes e causam medo ou desconforto, configuram uma prática perigosa: o stalking. Apesar de parecer inofensivo à primeira vista, esse comportamento carrega consequências sérias, como explica Izabella Melo, professora de psicologia do Centro Universitário de Brasília (CEUB). Essa perseguição contínua afeta diretamente a saúde mental da vítima.

     

    Segundo a psicóloga, o stalking pode acontecer em diferentes ambientes, como no trabalho, entre vizinhos, na escola, em ambientes religiosos e, até mesmo, dentro da própria família. A presença do perseguidor é constante e incômoda, muitas vezes ultrapassando fronteiras físicas e digitais. “Esses comportamentos se manifestam de diversas formas, como interações insistentes, vigilância, monitoramento da rotina da vítima e até contato com pessoas próximas a ela, como amigos, filhos e pais”, afirma Izabella.

    Confundidos com afeto e cuidado, diversos atos de stalking ainda são vistos de forma romantizada pelas pessoas envolvidas ou pelo núcleo afetado. Para a psicóloga, essa visão distorcida tem raízes culturais profundas. “Isso acontece especialmente por causa das diferenças de gênero e das expectativas sociais sobre homens e mulheres, além da ideia de que a mulher pode ser conquistada pela insistência. Comportamentos abusivos acabam sendo encarados como gestos românticos, quando, na verdade, são formas de invasão e desrespeito.”

    Apesar de muitas vezes estar associado a ex-relacionamentos, o stalking pode assumir diversos formatos. A professora explica que as ações são divididas em diferentes categorias: nos casos em que o comportamento é disfarçado de carinho, como a chamada hiper intimidade, e outros em que a perseguição é mais direta, como no cyberstalking, que se dá por meio das redes sociais e meios digitais. “Também existem formas mais agressivas, como o assédio, a coerção e até ameaças que atingem familiares ou animais da vítima.”

    Consequências emocionais e sociais

    De acordo com a especialista, as vítimas de stalking podem desenvolver uma série de sintomas psicológicos, que vão da ansiedade e paranoia à depressão e estresse pós-traumático. Em muitos casos, a pessoa opta pelo isolamento, seja por vergonha, por medo de não ser levada a sério ou para proteger aqueles ao seu redor. “Há quem acredite que, ao se afastar de familiares e amigos, o perseguidor deixará de atingi-los. Além disso, sentimentos como raiva, desconfiança, desespero interferem profundamente no modo como se relaciona com os outros”.

    Além do impacto emocional, Melo detalha que o stalking interfere diretamente na rotina das vítimas, fazendo com que elas mudem trajetos, horários, deixam de frequentar certos ambientes e até evitam usar redes sociais. “Com o avanço do cyberstalking, feito por meio das redes sociais, se proteger fica cada vez mais difícil. A presença digital facilita o rastreamento e impõe a necessidade de medidas específicas de autoproteção.”

    Para a psicóloga, debater o stalking é fundamental para desconstruir mitos e combater a naturalização desses comportamentos. Segundo a docente do CEUB, é preciso acreditar e acolher quem denuncia. “O conhecimento é a chave para que a sociedade deixe de tratar essas ações como demonstrações de amor e passe a enfrentar como o que realmente são: nítidas formas de violência”, finaliza.

    Leia Também: Dor pós-atividade física é sinônimo de treino eficaz?

    via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/cb2efB0

  • O que é o turismo de guerra?

    O turismo de guerra parece intenso, mas pode ser considerado uma mistura única de aventura e educação. Esse nicho abrange desde os caçadores de adrenalina que visitam zonas de conflito ativas (embora oportunidades para tais viagens sejam limitadas) até os fãs de História que se interessam em turismo comemorativo. Este último envolve passeios a antigos campos de batalha ou locais de tragédias passadas, misturando reflexão sombria com curiosidade.

    Além de jornadas pessoais, o turismo militar também desempenha um papel vital em ajudar os países pós-conflito a impulsionar suas economias e preservar seu passado. É uma maneira instigante de ver o mundo e a história sob uma luz totalmente nova.

    O fenômeno controverso está ganhando força em todo o mundo, mas é algo que deve ser elogiado ou condenado? Clique na galeria para descobrir.

    via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/XMpHiG1

  • Pressão alta: a doença silenciosa que mata 388 brasileiros por dia

    Apesar de comum, a hipertensão arterial – ou pressão alta – é uma doença silenciosa e traiçoeira. Entre 2006 e 2016, mais de 489 mil mortes foram registradas no Brasil em decorrência da condição, segundo dados do Ministério da Saúde.1 Sem apresentar sintomas claros na maioria dos casos, a doença pode evoluir e se tornar um fator de risco para infarto, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência cardíaca e comprometimento dos rins.
     

     

    No Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão (26 de abril), o cardiologista Luciano Drager, do Hospital Sírio-Libanês, reforça a importância da conscientização e prevenção contínua. “A pressão alta pode não causar sintomas por muito tempo, e quando se manifesta, muitas vezes já está em um estágio avançado. Por isso, é fundamental aferir a pressão regularmente, manter uma alimentação com baixo teor de sal e praticar atividade física com frequência, de preferência sob a supervisão de um profissional de saúde”, orienta o especialista.

    A hipertensão é caracterizada pela elevação persistente dos níveis de pressão arterial. Em adultos, ela é diagnosticada quando os valores estão iguais ou superiores a 140 mmHg na pressão sistólica (a chamada pressão máxima) e 90 mmHg na diastólica (a pressão mínima).

    A pressão sistólica representa a força com que o coração bombeia o sangue; já a diastólica, a pressão nas artérias quando o coração relaxa entre os batimentos.2 “Quando a pressão está alta, o coração precisa trabalhar mais do que o normal para garantir que o sangue circule adequadamente pelo corpo”, explica Luciano.

    Conheça a seguir os principais mitos sobre a hipertensão:

    1. Apenas idosos podem desenvolver hipertensão.

    Essa ideia é equivocada e pode atrasar o diagnóstico. A hipertensão costuma aparecer entre os 30 e 50 anos, mas pode surgir em qualquer idade — até na infância. Antes dos 30, é chamada de hipertensão de início precoce e pode estar ligada a outras doenças, como obstrução das artérias dos rins ou apneia do sono, exigindo investigação. Estresse, ansiedade, depressão, insônia, consumo excessivo de sal e obesidade também elevam a pressão, o que explica o aumento de casos entre jovens.

    2. A hipertensão é facilmente percebida pelos pacientes.

    A hipertensão é, na maioria das vezes, assintomática — por isso é conhecida como uma “doença silenciosa”. Um dos mitos mais comuns é que dor de cabeça seria um sintoma da pressão alta. Na verdade, é o contrário: a dor de cabeça pode contribuir para o aumento da pressão, e não ser causada por ela. Sinais de alerta que exigem atenção imediata incluem dor súbita no peito e fraqueza ou formigamento em um dos lados do corpo. Esses podem indicar infarto ou derrame, complicações graves da hipertensão.

    3. O diagnóstico da hipertensão é feito apenas pela aferição da pressão em consultório.

    A aferição feita no consultório é o ponto de partida, mas nem sempre confiável. Algumas pessoas apresentam pressão alta apenas em ambientes médicos — é a chamada hipertensão do avental branco. Por isso, exames complementares são importantes, como a MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial), que mede a pressão por 24h, e a MRPA (Monitorização Residencial da Pressão Arterial), feita em casa, com orientação médica e equipamento calibrado.

    4. A hipertensão não tem influência hereditária.

    A genética tem forte influência na hipertensão. Quem tem pai e mãe com hipertensão corre maior risco de desenvolver a doença. Embora não existam testes genéticos amplamente usados, o histórico familiar é um importante sinal de alerta. Nesses casos, é essencial monitorar a pressão, manter uma alimentação saudável e praticar atividade física para prevenir ou controlar o problema.

    5. Alimentação saudável e exercícios são suficientes para controlar a hipertensão.

    Mudanças no estilo de vida — como praticar exercícios, reduzir o sal, perder peso e moderar o álcool — ajudam a controlar a pressão, especialmente nos casos leves. Ainda assim, muitos pacientes precisarão de medicamentos, mesmo com hábitos saudáveis. Exercícios aeróbicos e a redução do consumo de sal e álcool estão entre as principais medidas de prevenção. Combinadas ao tratamento médico, essas ações tornam o controle da pressão mais eficaz.

    O monitoramento regular da pressão, além da adoção de um estilo de vida equilibrado, são fundamentais para prevenir complicações da hipertensão arterial. Também é essencial buscar acompanhamento médico para diagnóstico e tratamento precoces, mesmo na ausência de sintomas — já que se trata de uma doença silenciosa. “O diagnóstico precoce é fundamental para iniciar o tratamento no momento certo e evitar problemas como infarto e AVC. Com orientação adequada, é possível controlar a pressão e manter uma boa qualidade de vida”, conclui o cardiologista.

    Leia Também: Acha que bebe água suficiente? Sinais de que pode estar desidratado

    via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/SakvE3b

  • Qual a cor da sua alma?

    Muito antes da invenção dos prismas e da linguagem da luz visível, antigos místicos e pessoas em busca de crescimento espiritual falavam de um espectro mais profundo e oculto — um espectro não visto pelos olhos, mas sentido pela alma. Acredita-se que esse espectro, conhecido como cores da alma, seja um reflexo energético da nossa essência espiritual, capturando a frequência na qual nossas almas vibram através do cosmos.

    Ao contrário de estados de ânimo fugazes ou estados emocionais temporários, dizem que a cor de uma alma representa a verdadeira natureza do seu ser. É o seu DNA espiritual, sua luz interior e sua verdade mais duradoura. Assim como impressões digitais ou flocos de neve, não há duas cores da alma que se manifestem da mesma maneira. E cada uma carrega consigo mensagens de propósito e personalidade.

    Mas como alguém descobre a cor da sua alma? Ela pode mudar com o tempo? Há pessoas que podem realmente vê-la ou senti-la? Clique nesta galeria para descobrir.

    via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/2Lz3oKP

  • Acha que bebe água suficiente? Sinais de que pode estar desidratado

    Já deve ter reparado que, quanto mais calor, mais água sente necessidade de beber. 

     

    Citada pela SHAPE, Frances Largeman-Roth, especialista em nutrição e bem-estar, explica como o tempo quente pode deixar-nos mais desidratados. 

    “Quando está quente e húmido lá fora, perdemos água através da pele, mas também através dos pulmões, rins e trato digestivo. A desidratação acontece quando a água que perdemos ultrapassa os fluidos que repomos”, afirma.

    Os sinais e sintomas da desidratação abrangem uma ampla gama de sistemas corporais, pois a água é essencial para o funcionamento ideal. Por esse motivo, a desidratação pode causar vários sintomas – até mesmo alguns que talvez nunca associaria à falta de água.

    Sinais de que pode estar desidratado

    1 – Tonturas;

    2 – Inchaço e constipações;

    3 – Sede extrema;

    4 – Urina escura;

    5 – Ansiedade e alterações de humor;

    6 – Falta de suor;

    7 – Declínio cognitivo na atenção e na coordenação motora.

    Leia Também: Os três signos do zodíaco que costumam ter relações mais longas

    via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/kNIQoXH

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora