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Objetos do cotidiano que mais acumulam bactérias e como se proteger
Embora todos saibam que banheiros e lixeiras são locais com grande potencial para acumular sujeira e bactérias, existem muitos outros objetos em nosso cotidiano que também são fontes de contaminação e podem gerar problemas de saúde. De forma geral, é essencial estar ciente de como esses itens aparentemente comuns podem representar um risco para nossa saúde.
Aqui estão alguns dos objetos mais contaminados com os quais você entra em contato todos os dias:
Carrinhos de compras:
Esses itens podem ser uma fonte significativa de infecções. Estudo aponta que os carrinhos de compras podem transmitir doenças como a febre aftosa, que causa feridas na boca e erupções cutâneas nas mãos e pés. Isso acontece devido ao contato constante com diversos consumidores.
Celulares:
Um estudo publicado na revista Germs revelou que os celulares de estudantes do ensino médio estavam infestados com cerca de 17.000 tipos de genes bacterianos, alguns dos quais são causadores de infecções. Isso se deve ao uso constante do celular, especialmente quando ele é tocado sem que as mãos estejam completamente limpas.
Suporte da escova de dentes:
Os suportes de escovas de dentes estão constantemente em contato com umidade, o que favorece o crescimento de bactérias. A NSF International, organização independente de saúde pública, realizou um estudo que indicou que mais de 25% dos suportes de escova de dentes apresentam bactérias como E. coli, que podem ser transmitidas diretamente pela boca.
Xícaras de escritório:
As xícaras de escritório são frequentemente compartilhadas e, muitas vezes, lavadas com esponjas que não são trocadas com regularidade. Isso cria um ambiente perfeito para a proliferação de bactérias, incluindo E. coli, aumentando o risco de infecções.
Bolos de aniversário:
Embora pareçam inofensivos, os bolos de aniversário podem ser um foco de contaminação. Estudo publicado no Journal of Food Research descobriu que ao apagar as velas do bolo, as bactérias podem ser espalhadas pela cobertura em até 1.400%, expondo todos os convidados a potenciais infecções.
Roupa suja:
A roupa suja também é um dos objetos mais contaminados da casa. Uma pesquisa de 2005 demonstrou que muitos vírus, como adenovírus, rotavírus e hepatite A, podem sobreviver no ciclo de lavagem da roupa, especialmente quando não são tomadas medidas adequadas para higienização.
Como se proteger da contaminação:
Para reduzir os riscos de contaminação e proteger sua saúde, é fundamental adotar algumas práticas simples e eficazes:
Desinfete seu celular regularmente com um pano umedecido com álcool 70%.
Lave as mãos frequentemente, especialmente antes de comer e após usar o banheiro.
Guarde sua escova de dentes em um recipiente fechado para evitar que ela entre em contato com bactérias presentes no ambiente.
Lave as xícaras de escritório com água quente e sabão, e sempre que possível, use a xícara pessoalmente, evitando o uso coletivo.
Lave a roupa suja com água quente e sabão, e procure evitar que peças muito contaminadas sejam misturadas com as mais limpas.Com esses cuidados simples e eficazes, você pode diminuir significativamente a exposição a bactérias e ajudar a manter a saúde de toda a sua família.
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Não tente enganar estes signos… eles ‘pegam a mentira no pulo’!
Já ouviu falar em microexpressões? Aqueles sinais faciais rápidos que não conseguimos mascarar completamente. Algumas pessoas leem-nos facilmente, enquanto outros mal notam.
Segundo Gabriel Holt, autor no site My Inner Creative, existem quatro signos que ‘pegam’ qualquer mentira, por mais que a tente ocultar.
Vamos ver quem são e por que são tão difíceis de enganar. Será que está na lista?
Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)
“As pessoas deste signo prosperam em investigar a verdade nua e crua. Então, se estiver inventando uma história, eles irão identificar cada discrepância com precisão cirúrgica”.
Virgem (23 de agosto a 22 de setembro)
“São notoriamente analíticos. Eles consideram o contexto, o timing. As pessoas que nasceram sob este signo prestam atenção na forma como a escolha de palavras de alguém sugere uma intenção oculta. O problema está nos detalhes, como uma mudança no padrão de fala ou o uso excessivo de palavras de preenchimento”.
Aquário (21 de janeiro a 19 de fevereiro)
“A sua mentalidade crítica torna-os incrivelmente difíceis de enganar. Eles analisam a lógica de uma afirmação antes de decidir se ela se sustenta e são rápidos em denunciar qualquer coisa que cheire a inconsistência”.
Capricórnio (22 de dezembro a 20 de janeiro)
“São práticos, com o pé no chão e consistentemente céticos, da melhor maneira possível. Se disser algo que não condiz com a realidade, eles vão criticá-lo sem que consiga sequer terminar a frase. Gostam de fatos, dados e evidências concretas, o que os torna resistentes a pessoas de lábia. Mantêm um registo mental das suas declarações, para ver se você as cumpre”.
Leia Também: Acha que tem um sexto sentido? Estes são os cinco signos mais intuitivos
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Cuidado cardiovascular deve fazer parte do acompanhamento do diabetes
O cuidado no acompanhamento de pacientes com diabetes não pode se resumir ao controle da glicose. Membro da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj), Bruno Bandeira destaca que as complicações da doença podem estar fortemente ligadas a problemas cardiovasculares, criando quadros desafiadores para a qualidade de vida dos pacientes.


“O que mais preocupa não é só a glicose alta. O diabetes anda de mãos dadas com pressão elevada e com colesterol alto, o que aumenta o risco de infarto, de acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência renal. Diabetes é uma das principais causas de hemodiálise. Muita gente só descobre a doença quando já existe a complicação grave. A doença gera sofrimento, incapacita e sobrecarrega o sistema de saúde. Por isso, a prevenção é tão urgente”, afirma Bandeira.
O cardiologista é um dos editores do manual “Diabetes e Doença Cardiovascular”, que será lançado no 42º Congresso de Cardiologia, que ocorre entre os dias 8 e 9 de maio, no Expo Mag, no centro do Rio de Janeiro. O manual trata, em oito capítulos, de uma visão ampla sobre diagnóstico, estratificação de risco, individualização terapêutica, impacto das comorbidades e estratégias práticas de acompanhamento dos pacientes. O material será disponibilizado no site da Socerj após o lançamento.
“O novo manual surge como uma ferramenta fundamental para o médico que está na linha de frente e para o médico da atenção primária, que é aquele que é o primeiro contato do paciente com o sistema de saúde”, explica o editor, que descreve de que forma essa ajuda se dá: “oferecendo orientações claras sobre como realizar a avaliação clínica, rastrear complicações cardiovasculares — que são algumas das mais graves consequências do diabetes — e escolher o tratamento mais adequado, seja ele farmacológico ou cirúrgico”.
Novos medicamentos
Na visão do cardiologista da Socerj, o advento de novas drogas para o tratamento do diabetes, com impacto comprovado na redução do risco cardiovascular, trouxe perspectivas transformadoras para a abordagem terapêutica integrada. Segundo Bandeira, esses novos medicamentos mudam a lógica do tratamento. O foco deixa de ser apenas o controle da glicose e passa a ser o paciente como um todo, ao tratar o diabetes tentando evitar um possível problema cardíaco.
“As novas drogas para o tratamento do diabetes são uma revolução silenciosa na medicina. Estamos falando de potentes medicamentos chamados de inibidores da SGLT2 (cotransportador de glicose sódica 2), os agonistas do GLP1 (peptídeo semelhante ao glucagon-1) muito importantes hoje na prática médica. Esses remédios ajudam controlar a glicose e, ao mesmo tempo, protegem o coração e os rins. Ou seja, os mecanismos de ação são múltiplos. Hoje, até se fala de redução do risco de Alzheimer”, diz Bandeira.
O médico especialista também cita medicamentos com as substâncias empagliflozina e dapagliflozina que são orais. “A dapagliflozina, hoje, está sendo liberada gratuitamente para pacientes diabéticos acima de 65 anos no SUS. Também temos a semaglutida, que é um medicamento subcutâneo, uma das canetas para emagrecimento, mas que na verdade serve para o controle do diabetes. Em pacientes obesos, reduz também o peso”.
Desafio de saúde pública
O subcoordenador do Departamento de Diabetes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Saulo Cavalcanti, também acredita que o diabetes é um dos maiores desafios da saúde, não só no Brasil, como no mundo.
“Embora a doença seja conhecida desde 1.500 antes de Cristo, ainda hoje uma pessoa morre a cada sete segundos no mundo por complicações causadas pelo diabetes, segundo a Federação Internacional de Diabetes”, disse Cavalcanti.
O endocrinologista acrescenta que a falta de esclarecimento sobre a doença, o custo elevado do tratamento e a baixa aderência dos pacientes dificultam a superação desse desafio.
A prevalência de diabetes no país é de 10,2% da população, representando cerca de 20 milhões de pessoas, de acordo com a pesquisa Vigitel Brasil 2023 ─ Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico. Esse número representa aumento em comparação a 2021, quando a taxa era de 9,1%. O levantamento mais recente também revela que o diagnóstico da doença é mais comum entre as mulheres (11,1%) do que entre os homens (9,1%)
De acordo com o subcoordenador do Departamento de Diabetes da SBEM, o diabetes tipo 1 responde por 8% dos casos, e o tipo 2, por 90%. “Por estarem assintomáticos, apenas cerca de 45% deles [pacientes do tipo 2] sabem que são diabéticos, e não fazem tratamento. O diabetes causa lesões em vários órgãos como coração, rins, cérebro e olhos. A maioria dos diabéticos chega para o médico em fases avançadas da doença com prognóstico pior. Diabetes não tem cura, tem controle”.
O cuidado no acompanhamento de pacientes com diabetes não pode se resumir ao controle da glicose. Membro da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj), Bruno Bandeira destaca que as complicações da doença podem estar fortemente ligadas a problemas cardiovasculares, criando quadros desafiadores para a qualidade de vida dos pacientes.
“O que mais preocupa não é só a glicose alta. O diabetes anda de mãos dadas com pressão elevada e com colesterol alto, o que aumenta o risco de infarto, de acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência renal. Diabetes é uma das principais causas de hemodiálise. Muita gente só descobre a doença quando já existe a complicação grave. A doença gera sofrimento, incapacita e sobrecarrega o sistema de saúde. Por isso, a prevenção é tão urgente”, afirma Bandeira.
O cardiologista é um dos editores do manual “Diabetes e Doença Cardiovascular”, que será lançado no 42º Congresso de Cardiologia, que ocorre entre os dias 8 e 9 de maio, no Expo Mag, no centro do Rio de Janeiro. O manual trata, em oito capítulos, de uma visão ampla sobre diagnóstico, estratificação de risco, individualização terapêutica, impacto das comorbidades e estratégias práticas de acompanhamento dos pacientes. O material será disponibilizado no site da Socerj após o lançamento.
“O novo manual surge como uma ferramenta fundamental para o médico que está na linha de frente e para o médico da atenção primária, que é aquele que é o primeiro contato do paciente com o sistema de saúde”, explica o editor, que descreve de que forma essa ajuda se dá: “oferecendo orientações claras sobre como realizar a avaliação clínica, rastrear complicações cardiovasculares — que são algumas das mais graves consequências do diabetes — e escolher o tratamento mais adequado, seja ele farmacológico ou cirúrgico”.
Na visão do cardiologista da Socerj, o advento de novas drogas para o tratamento do diabetes, com impacto comprovado na redução do risco cardiovascular, trouxe perspectivas transformadoras para a abordagem terapêutica integrada. Segundo Bandeira, esses novos medicamentos mudam a lógica do tratamento. O foco deixa de ser apenas o controle da glicose e passa a ser o paciente como um todo, ao tratar o diabetes tentando evitar um possível problema cardíaco.
“As novas drogas para o tratamento do diabetes são uma revolução silenciosa na medicina. Estamos falando de potentes medicamentos chamados de inibidores da SGLT2 (cotransportador de glicose sódica 2), os agonistas do GLP1 (peptídeo semelhante ao glucagon-1) muito importantes hoje na prática médica. Esses remédios ajudam controlar a glicose e, ao mesmo tempo, protegem o coração e os rins. Ou seja, os mecanismos de ação são múltiplos. Hoje, até se fala de redução do risco de Alzheimer”, diz Bandeira.
O médico especialista também cita medicamentos com as substâncias empagliflozina e dapagliflozina que são orais. “A dapagliflozina, hoje, está sendo liberada gratuitamente para pacientes diabéticos acima de 65 anos no SUS. Também temos a semaglutida, que é um medicamento subcutâneo, uma das canetas para emagrecimento, mas que na verdade serve para o controle do diabetes. Em pacientes obesos, reduz também o peso”.
O subcoordenador do Departamento de Diabetes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Saulo Cavalcanti, também acredita que o diabetes é um dos maiores desafios da saúde, não só no Brasil, como no mundo.
“Embora a doença seja conhecida desde 1.500 antes de Cristo, ainda hoje uma pessoa morre a cada sete segundos no mundo por complicações causadas pelo diabetes, segundo a Federação Internacional de Diabetes”, disse Cavalcanti.
O endocrinologista acrescenta que a falta de esclarecimento sobre a doença, o custo elevado do tratamento e a baixa aderência dos pacientes dificultam a superação desse desafio.
A prevalência de diabetes no país é de 10,2% da população, representando cerca de 20 milhões de pessoas, de acordo com a pesquisa Vigitel Brasil 2023 ─ Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico. Esse número representa aumento em comparação a 2021, quando a taxa era de 9,1%. O levantamento mais recente também revela que o diagnóstico da doença é mais comum entre as mulheres (11,1%) do que entre os homens (9,1%)
De acordo com o subcoordenador do Departamento de Diabetes da SBEM, o diabetes tipo 1 responde por 8% dos casos, e o tipo 2, por 90%. “Por estarem assintomáticos, apenas cerca de 45% deles [pacientes do tipo 2] sabem que são diabéticos, e não fazem tratamento. O diabetes causa lesões em vários órgãos como coração, rins, cérebro e olhos. A maioria dos diabéticos chega para o médico em fases avançadas da doença com prognóstico pior. Diabetes não tem cura, tem controle”.
Leia Também: Causa da morte de Gene Hackman e Betsy Arakawa é revelada após autópsia
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Seis formas de adicionar mais proteína às suas refeições; veja
Se você quer aumentar a ingestão de proteína no dia a dia, saiba que é possível fazer isso usando alimentos que provavelmente já tem em casa — sem a necessidade de recorrer a suplementos ou proteína em pó.
A proteína é um macronutriente essencial para a saúde muscular, a sensação de saciedade, o fortalecimento do sistema imunológico, entre outros benefícios importantes para o organismo.
Segundo o site Eating Well, dietistas recomendam seis alimentos simples para adicionar às refeições e garantir, pelo menos, dez gramas a mais de proteína por porção. Confira:
Leite ultrafiltrado
Ovos
Iogurte grego
Feijão preto
Salmão
Queijo cottageEsses ingredientes são fáceis de incluir no cardápio diário e ajudam a manter uma alimentação equilibrada e nutritiva.
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As regras rígidas que os monges budistas são obrigados a seguir
O monasticismo está presente em várias religiões, e o Budismo é uma das primeiras a ser lembrada. No caso dos monges budistas, eles dedicam suas vidas aos ensinamentos de Sidarta Gautama e, em última análise, à busca da iluminação. Porém, os monges não se resumem a apenas usar mantos e raspar a cabeça! Esses monges vivem de acordo com um conjunto rígido de regras, e algumas delas podem parecer um tanto estranhas para alguém que não segue a tradição budista.
Intrigado? Clique na galeria a seguir e saiba mais sobre o que os monges budistas podem e não podem fazer.
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Conhece alguém da lista de signos mais mentirosos do zodíaco?
São os grandes mestres na arte de mentir. O melhor é sempre entender bem o que estão dizendo de forma a perceber se é tudo verdade.
Segundo a lista do ‘website’ Terra, estes são os três signos mais mentirosos do zodíaco.
Gêmeos (21 de maio a 21 de junho)
“Conseguem mudar facilmente a forma como falam. Não têm problemas em mudar de ideias nem em agir de forma completamente oposta.”
Libra (23 de setembro a 22 de outubro)
“Não gostam de mentir, mas quando o fazem é com grande habilidade. Quando mentem é para evitar conflitos e tentar manter o bom ambiente.”
Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)
“São especialistas a esconder informações. Mentem de forma estratégica e propositada.”
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Países que enfrentam as maiores taxas de ‘fuga de cérebros’
O termo “fuga de cérebros” é usado para descrever a tendência de pessoas qualificadas, com altos níveis de educação e competências, se sentirem forçadas a deixar sua terra natal em busca de melhores oportunidades econômicas em outros lugares. Frequentemente, a migração por fuga de cérebros ocorre a partir de países em desenvolvimento, deixando certas nações ou mesmo regiões inteiras enfrentando uma força de trabalho esgotada e uma redução de conjuntos de habilidades específicas, à medida que profissionais altamente preparados buscam atuar em outros lugares, frequentemente em países ricos.
Qual a extensão do problema? Quais nações sofrem mais com o fenômeno? Clique na galeria para descobrir.
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Estes três signos precisam livrar-se das más energias o quanto antes
Seja uma vela, incenso ou um banho de sal. Existem pessoas que têm de começar a pensar em formas de acabar com as más energias.
Segundo a lista do OkDiario, estes são os três signos que têm de fazer uma limpeza em casa e pôr fim às más energias.
Câncer (21 de junho a 21 de julho)
“Devem fazer uma limpeza profunda na casa, usar velas e sal marinho. Pode ajudar a cortar com as más energias.”
Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)
“Podem estar tendo dificuldade para dormir, ter sonhos mais intensos e até alguns momentos de ansiedade.”
Peixes (20 de fevereiro a 20 de março)
“Estão enfrentando um turbilhão de emoções. Precisam de uma limpeza energética e espiritual.”
Leia Também: Não tente enganar estes signos… eles ‘pegam a mentira no pulo’!
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Não tente enganar estes signos… eles ‘pegam a mentira no pulo’!
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Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)
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Por que parecemos mais jovens hoje do que 50 anos atrás?
É difícil ignorar o quanto as pessoas parecem mais jovens hoje em dia em comparação com aquelas de idade semelhante décadas atrás. Essa tendência fascinante chamou a atenção de cientistas e sociólogos, ávidos por entender a combinação de fatores psicológicos, biológicos, sociais e ambientais que contribuem para essa mudança nas percepções do envelhecimento.
A percepção da idade — a maneira como percebemos a idade de alguém em comparação com sua idade cronológica real — evoluiu, moldada por uma complexa mistura de influências físicas, psicológicas e sociais. Embora estilos de vida mais saudáveis e avanços nos cuidados com a pele desempenhem um papel, é evidente que nossas visões e experiências sobre o envelhecimento mudaram significativamente nos últimos anos.
Mas por que parecemos mais jovens hoje, ou pelo menos nos sentimos assim? Clique para descobrir!
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