• Acha que tem um sexto sentido? Estes são os cinco signos mais intuitivos

    A intuição é considerada o nosso sexto sentido. É o processo pelo qual sabemos de algo sem a necessidade da razão e da mente analítica. Para algumas pessoas, ela parece ser mais aguçada, podendo chegar através de uma palavra, de um sonho, de um sentimento ou de um desejo.

     

    Alguns signos do zodíaco têm mais facilidade em sentir essas sensações. 

    Veja a lista publicada pelo site Terra e confira se é um deles.

    Câncer (21 de junho a 21 de julho)

    “A sua conexão com as emoções é tão forte que são capazes de perceber tudo o que ocorre ao seu redor e entender a raiz das coisas. Quanto mais as pessoas do signo souberem confiar naquilo que sentem, mais irão beneficiar deste poder, ajudando, inclusive, todo o seu entorno”.

    Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)

    “Escorpião é o signo mais observador, profundo e intenso do zodíaco. Possuem uma profunda consciência de si e, por isso, conseguem facilmente entender uma situação, pessoa ou lugar. É quase impossível enganar alguém deste signo, pois, com a sua determinação e o seu instinto, sempre descobrem a verdade”.

    Peixes (20 de fevereiro a 20 de março)

    “As pessoas deste signo possuem uma capacidade enorme de inspiração e criatividade. São extremamente intuitivas e confiantes. Desconhecendo a razão, deixam-se levar pelo fluxo e, no fim, criam algo extraordinário, como se estivessem conectados a um poderoso Wi-fi divino”.

    Aquário (21 de janeiro a 19 de fevereiro)

    “Possuem uma intuição e visão futurista, contribuindo para as novas possibilidades e rompimento com qualquer ideia, crença, ideal, percepção, situação e pessoas que já não fazem mais sentido. Apesar de ser um signo de Ar, que procura explicações lógicas, com um pouco de atenção consegue entender o que a sua intuição quer dizer”.

    Libra (23 de setembro a 22 de outubro)

    “A intuição do libriano é voltada para as relações e para a harmonia ao seu redor. Tem uma percepção natural para captar as emoções e intenções das pessoas, mesmo quando não são expressadas diretamente. A sua sensibilidade social permite que estas pessoas entendam facilmente as dinâmicas entre indivíduos e antecipe conflitos antes que eles aconteçam”.

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  • As regras rígidas que os monges budistas são obrigados a seguir

    O monasticismo está presente em várias religiões, e o Budismo é uma das primeiras a ser lembrada. No caso dos monges budistas, eles dedicam suas vidas aos ensinamentos de Sidarta Gautama e, em última análise, à busca da iluminação. Porém, os monges não se resumem a apenas usar mantos e raspar a cabeça! Esses monges vivem de acordo com um conjunto rígido de regras, e algumas delas podem parecer um tanto estranhas para alguém que não segue a tradição budista.

    Intrigado? Clique na galeria a seguir e saiba mais sobre o que os monges budistas podem e não podem fazer.

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  • Por que damos soluços — e será que um susto realmente pode ajudar?

    Eles surgem de repente, são involuntários e, na maioria das vezes, desaparecem sem aviso. Os soluços, embora comuns e geralmente inofensivos, ainda despertam curiosidade e inspiram todo tipo de “cura” caseira. Entre elas, está o clássico: “Quer que eu te dê um susto?”. Mas será que essa tática funciona mesmo?

     

    Para entender o que está por trás desse espasmo tão familiar, é preciso olhar para o funcionamento do nosso corpo. “O soluço ocorre quando o diafragma — o músculo que separa o tórax do abdômen e que é fundamental para a respiração — sofre uma contração súbita e involuntária. Isso faz com que as cordas vocais se fechem abruptamente, gerando o som característico”, explica a médica de família Deolinda Chaves Beça, em entrevista ao portal Lifestyle ao Minuto.

    Essa contração pode ser desencadeada por diversos fatores: refeições rápidas, bebidas gaseificadas, mudanças bruscas de temperatura no estômago ou até mesmo estados de ansiedade.

    Mas e quanto ao susto? Apesar de parecer uma tática cômica, há uma explicação fisiológica por trás dela. “O susto provoca um estímulo súbito no sistema nervoso autônomo, especialmente nos nervos vago e frênico, que estão diretamente ligados ao reflexo do soluço. Esse estímulo pode funcionar como um ‘reinício’ desse circuito, interrompendo os espasmos”, afirma a médica. Ainda assim, ela ressalta: não há evidências científicas robustas que comprovem a eficácia do método — se funcionar, provavelmente será mais por distração do cérebro do que por ciência.

    Outros métodos populares, como prender a respiração, beber água gelada lentamente ou engolir uma colher de açúcar, também atuam nesses mesmos nervos e podem trazer alívio momentâneo.

    Na maioria dos casos, os soluços desaparecem sozinhos em poucos minutos. Porém, quando persistem por mais de 48 horas ou se tornam frequentes, é fundamental procurar avaliação médica. “Nesses casos, eles podem ser sintomas de condições mais graves, como lesões neurológicas, doenças metabólicas ou efeitos colaterais de medicamentos”, alerta a especialista.

    Ou seja, o susto pode até ajudar — mas, quando o soluço insiste, é o médico quem deve entrar em cena.
     

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  • 100 anos ou mais: Os países com mais pessoas centenárias

    Um centenário é alguém com mais de 100 anos — uma idade que poucas pessoas vivem para ver. E existem alguns países com uma concentração impressionante de pessoas com mais de 100 anos. Qual será o segredo deles?

    Será que o Brasil está na lista? Confira a galeria para descobrir.

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  • Cérebro controla bactérias intestinais e regula saciedade, diz estudo

    Pesquisadores do Hospital Clínic de Barcelona, em parceria com a Universidade de Santiago de Compostela e a Universidade Católica de Lovaina, na Bélgica, descobriram que o cérebro tem a capacidade de monitorar e alterar rapidamente a composição das bactérias intestinais — em apenas duas horas — influenciando diretamente a sensação de saciedade.

     

    Segundo os cientistas, o cérebro se comunica com o intestino para informar se o corpo está com fome ou já se sente satisfeito. A descoberta, divulgada nesta terça-feira (23), abre caminho para estratégias que visem restaurar essa comunicação e, assim, ajudar no controle dos hábitos alimentares.

    “Normalmente, as áreas do cérebro que regulam o apetite — como o hipotálamo — se ativam quando temos fome e se desligam quando estamos satisfeitos, funcionando como um interruptor”, explicam os pesquisadores em comunicado à imprensa. “Quando esse sistema está desregulado, como no caso de pessoas com diabetes tipo 2, a sensação de saciedade não é transmitida corretamente, o que contribui para o ganho de peso e a obesidade.”

    Durante o estudo, foram utilizadas técnicas genéticas e farmacológicas para analisar as áreas cerebrais responsáveis pelo controle do apetite. Os cientistas observaram que, ao ativar ou inibir essas regiões, a microbiota intestinal reagia de forma imediata, mesmo sem ingestão de alimentos, como se tivesse recebido nutrientes.

    Essa resposta das bactérias intestinais, segundo os pesquisadores, envia mensagens ao cérebro indicando que o corpo está saciado — ou, ao contrário, que não recebeu alimento — mesmo sem uma refeição real. Essa comunicação revela um mecanismo complexo e pouco explorado entre o cérebro e o intestino.

    A expectativa é que, com base nesses achados, seja possível desenvolver intervenções terapêuticas para restabelecer esse elo entre o sistema nervoso central e a microbiota, o que pode ser fundamental no combate a distúrbios alimentares, obesidade e doenças metabólicas.

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  • Países que enfrentam as maiores taxas de ‘fuga de cérebros’

    O termo “fuga de cérebros” é usado para descrever a tendência de pessoas qualificadas, com altos níveis de educação e competências, se sentirem forçadas a deixar sua terra natal em busca de melhores oportunidades econômicas em outros lugares. Frequentemente, a migração por fuga de cérebros ocorre a partir de países em desenvolvimento, deixando certas nações ou mesmo regiões inteiras enfrentando uma força de trabalho esgotada e uma redução de conjuntos de habilidades específicas, à medida que profissionais altamente preparados buscam atuar em outros lugares, frequentemente em países ricos.

    Qual a extensão do problema? Quais nações sofrem mais com o fenômeno? Clique na galeria para descobrir.

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  • Descubra como preparar um hot dog de forno delicioso

    Iniciar a semana com uma receita prática e gostosa faz a diferença, ainda mais se for daquelas que todo mundo gosta! A sugestão do dia é um Hot Dog de Forno, fácil de preparar, saboroso, e perfeito para um jantar descontraído, ou para levar para o lanche da tarde no trabalho.

     

    Com massa fofinha e um recheio mais do que caprichado, essa receita conquista a todos, então já separa os ingredientes e bora para a cozinha! Confira o passo a passo:

    Hot Dog de Forno

    Ingredientes

    Massa:

    • 2 xícaras (chá) de farinha Finna com fermento
    • 2 xícaras (chá) de leite
    • 2 ovos
    • 100 g de queijo parmesão ralado

    Recheio:

    • 8 salsichas cozidas e picadas
    • 1 cebola picada
    • 1 tomate picado sem sementes
    • 1 pimentão picado
    • 1 lata de milho
    • 1 lata de ervilha
    • azeitonas a gosto
    • 1/2 lata de molho de tomate
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    Modo de Preparo

    Massa:

    Bata no liquidificador a farinha Finna com fermento, os ovos, o leite e metade do queijo ralado

    Recheio:

    Em uma panela, leve todos os ingredientes ao fogo médio e deixe cozinhar por alguns minutos

    Unte uma forma e polvilhe com farinha de trigo

    Despeje a metade da massa, o recheio e cubra com o restante da massa

    Polvilhe com o resto do queijo

    Leve ao forno médio (180° C), preaquecido, por aproximadamente 30 minutos

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  • Fortaleça a memória com sete hábitos bem simples

    Melhorar a saúde do cérebro e prevenir o declínio cognitivo é possível com a adoção de hábitos saudáveis. A boa notícia é que essas práticas são simples, mas fazem toda a diferença na sua memória.

     

    De acordo com o website BrazilGreece, alguns hábitos podem fortalecer sua memória e promover uma melhor saúde cerebral. Entre as principais recomendações estão jogos de memória, quebra-cabeças, aprender um novo idioma e atividades que envolvam coordenação motora.

    Uma alimentação equilibrada também é fundamental. Incluir peixes, frutos secos e sementes na dieta pode contribuir significativamente para o funcionamento cerebral. Além disso, garantir uma boa noite de sono e se desafiar constantemente são ações que ajudam a manter o cérebro saudável.

    A meditação é outro ponto importante. Ela melhora a concentração, reduz o estresse e, consequentemente, beneficia o cérebro. Manter-se socialmente ativo também é uma prática recomendada, seja através de conversas com amigos, debates de ideias ou o compartilhamento de conhecimentos.

    Por fim, é essencial evitar o estresse, pois ele pode prejudicar a memória, a concentração e afetar a tomada de decisões.

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  • Papa Francisco diz que ‘prazeres do sexo e da comida são divinos’

    Volta e meia, o Papa Francisco surpreende todo o mundo com declarações polêmicas, que podem deixar muitos fiéis e a própria Igreja Católica de cabelo em pé. Recentemente, o pontífice se referiu aos prazeres da comida e do sexo como dádivas de Deus e que devem ser desfrutados.

    ‘O prazer vem diretamente de Deus. Não é católico, nem cristão, nem qualquer outra coisa; é simplesmente divino’, disse ele ao escritor italiano Carlo Petrini, que publicou o livro ‘TerraFutura’, uma coletânea de entrevistas feitas com o líder religioso.

    De fato, o Santo Padre rompe com padrões, mas ele mesmo tem uma trajetória fascinante, o que pode explicar suas visões modernas.

    Na galeria, veja fatos impressionantes sobre a vida do Papa Francisco.

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  • Ansiedade de crianças e jovens cresceu mais de 1000% nos últimos 10 anos

    O aumento significativo dos casos de ansiedade entre crianças e adolescentes tem chamado a atenção de especialistas. Pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde em 2024 mostra que, em 10 anos, os atendimentos relacionados a transtornos de ansiedade no SUS aumentaram 1.575% entre as crianças de 10 a 14 anos. Entre os adolescentes, de 15 a 19 anos, o avanço foi ainda maior: de 4.423%. Entre os adolescentes de 19 a 24 anos, o avanço foi ainda mais acentuado: de mais de 3.300%, saltando de 1.534 atendimentos, em 2014, para 53.514. 

     

    Segundo Fernando Padovan, Mestre em Avaliação Psicológica e Saúde Mental e Professor do Curso de Psicologia da Faculdade Santa Marcelina, essa realidade é resultado de uma combinação complexa de fatores sociais, culturais, tecnológicos e psicológicos. Entre os principais motivos está a transformação na dinâmica familiar, com pais cada vez mais ausentes devido a longas jornadas de trabalho ou distância de redes de apoio. 

    “Com essa nova realidade, muitas crianças passam longos períodos em escolas, creches ou sob os cuidados de terceiros, o que pode comprometer o suporte emocional adequado e impactar diretamente sua segurança psicológica”, explica Padovan. 

    Outro fator apontado pelo especialista é o uso excessivo de dispositivos digitais, que tem reduzido as interações presenciais e comprometido o desenvolvimento de habilidades sociais essenciais. “O isolamento virtual pode levar à dificuldade em lidar com situações de pressão e frustração, tornando os jovens mais vulneráveis à ansiedade e à insegurança emocional”, ressalta o professor. 

    Redes sociais tem impacto significado na autoestima 

    Com o acesso cada vez mais precoce às redes sociais, crianças e adolescentes estão expostos a conteúdos que podem impactar diretamente sua autoestima. O professor Padovan destaca que aplicativos como o TikTok, onde jovens compartilham vídeos de danças e performances, podem criar padrões inalcançáveis e aumentar a pressão social. 

    “Quando uma criança não consegue reproduzir uma coreografia ou não recebe a mesma quantidade de curtidas e visualizações que outras crianças e/ou influenciadores, pode desenvolver sentimentos de inferioridade e frustração”, alerta.  

    Além disso, o consumo excessivo desse tipo de conteúdo está associado ao fenômeno conhecido comoBrain Rot (“apodrecimento cerebral”, em tradução livre), caracterizado pela perda de capacidade de concentração e pensamento crítico. 

    Recomendações para famílias e alternativas de tratamento 

    Para minimizar os impactos negativos e ajudar jovens que sofrem de ansiedade, Padovan recomenda que os pais estejam mais presentes no dia a dia dos filhos e incentivem o equilíbrio entre o uso da tecnologia e atividades presenciais. “Promover espaços de diálogo e acolhimento é essencial. As crianças precisam sentir que têm um ambiente seguro para expressar suas emoções e inseguranças”, orienta. 

    O tratamento da ansiedade requer um acompanhamento profissional adequado, sendo a psicoterapia um dos principais recursos. “A atuação do psicólogo é fundamental para auxiliar o jovem a desenvolver habilidades emocionais e sociais. Além disso, atividades que estimulem a criatividade, o contato com a natureza e a interação social podem ser grandes aliadas”, completa Padovan. 

    Veja abaixo as dicas selecionadas pelo Professor Fernando Padovan: 

    Acolhimento e proximidade emocional:  

    • Escuta ativa: Esteja presente e demonstre interesse genuíno pelos sentimentos e preocupações da criança ou adolescente. Evite minimizar ou ignorar suas emoções.  
    • Ambiente seguro: Crie um espaço onde o jovem se sinta seguro para expressar suas angústias sem medo de julgamento ou punição, muito importante na adolescência.  
    • Rotina estável: Estabelecer uma rotina previsível pode ajudar a reduzir a ansiedade, proporcionando sensação de controle e segurança, muito importante na infância.  

    Limites e equilíbrio no uso de tecnologia:  

    • Monitoramento: Acompanhe o tempo que a criança ou adolescente passa em frente às telas e os tipos de conteúdo que consome. Estabeleça limites saudáveis.  
    • Incentivo a atividades manuais: Promova atividades que não envolvam tecnologia, como esportes, leitura, artes ou brincadeiras ao ar livre, que ajudam a desenvolver habilidades sociais e emocionais.  

    Busca por ajuda profissional:  

    • Psicoterapia: Incentive a participação em psicoterapia, ajuda a criança ou adolescente a entender e gerenciar suas emoções.  
    • Orientação aos pais: Os pais também podem se beneficiar de orientação psicológica para aprender como apoiar melhor seus filhos e lidar com suas próprias emoções. 

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