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Médico revela o que deve fazer para manter o intestino saudável
Manter um microbioma intestinal saudável traz diversos benefícios para a saúde. Max Nieuwdorp, endocrinologista e pesquisador citado pela Business Insider, explica que “o microbioma pode realmente interagir com o corpo, produzindo substâncias específicas da dieta que podem ser benéficas ou prejudiciais para nós”.
Considerando o impacto da saúde intestinal no resto do organismo, o especialista enfatiza a importância de cuidar dos hábitos alimentares. Por exemplo, recomenda evitar ao máximo o consumo de carnes vermelhas, que podem alterar a composição do microbioma intestinal, gerando metabolitos “nocivos” durante a digestão.
Além disso, desaconselha o consumo de alimentos ultraprocessados, como cereais matinais açucarados, carnes processadas, refrigerantes e refeições congeladas prontas para consumo. Esses alimentos são ricos em gorduras saturadas, açúcar adicionado, sal e aditivos alimentares que impactam negativamente o intestino.
Por último, Nieuwdorp destaca a importância de evitar o uso desnecessário de antibióticos, pois eles podem causar disbiose intestinal, reduzindo a diversidade microbiana e aumentando a vulnerabilidade a infecções. Isso também pode interferir no funcionamento normal do microbioma intestinal.
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Ser pouco saudável aos 20 pode resultar em problemas cognitivos aos 40
Um novo estudo realizado na Universidade de São Francisco, nos Estados Unidos, revelou que jovens adultos com níveis elevados de inflamação, associados a fatores como obesidade, inatividade física, doenças crônicas, estresse e tabagismo, apresentam maior risco de sofrer redução na função cognitiva na meia-idade.
Publicado na Neurology, a pesquisa analisou dados de 2.364 indivíduos com idades entre 18 e 30 anos, submetidos a testes ao longo de 18 anos. Os resultados indicaram que apenas 10% das pessoas com baixa inflamação tiveram desempenho deficiente em testes de velocidade de processamento e memória, em comparação com 21% e 19%, respectivamente, daqueles com níveis moderados ou elevados de inflamação.
Mesmo após ajustes para idade, atividade física e colesterol total, as disparidades nos resultados persistiram. Além disso, os pesquisadores observaram diferenças significativas no funcionamento executivo, que abrange memória de trabalho, solução de problemas e controle de impulsos.
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Novo ativo promete suavizar manchas como de melasma sem clarear a pele
(FOLHAPRESS) – Uma nova molécula desenvolvida pelo Grupo L’Oreal visa clarear manchas de forma localizada, sem mudar o tom da pele. Batizada de Melasyl, foi desenvolvida para atuar contra hiperpigmentação, como manchas senis, marcas pós-acne e melasma.
Um levantamento feito pela empresa mostrou que a prevalência de desordens pigmentares no Brasil é de 62%, o que refletiria a diversidade dos diferentes fototipos do país. O estudo, que aguarda publicação, analisou amostras de 48 mil pessoas em 34 países.
Delphine Kerob, dermatologista e diretora científica internacional da La Roche-Posay, do Grupo L’Oréal, explica que foram avaliados melanócitos (células que produzem melanina) de diferentes fototipos para garantir que os produtos funcionem em todos os tons de pele.
A profissional afirma que o tratamento com a substância atua na “hiperpigmentação pós-inflamatória, melasma e mancha solar não são genéticos, mas influenciados pela cor da pele e exposição ao sol”.
Peggy Sextius, pesquisadora especializada em biologia da pele e distúrbios pigmentares da L’Oreal, explica que após encontrar a primeira molécula, foi necessário modificá-la quimicamente para melhorar suas propriedades, como eficácia, segurança e capacidade de penetração na pele.
A empresa realizou testes laboratoriais para garantir bom desempenho do ativo no organismo e segurança para uso.
Uma das manchas alvo é o melasma, condição na qual a pele aumenta a produção de melanina para se proteger de inflamações causadas por atores como radiação ultravioleta, alterações hormonais, predisposição genética, poluição e doenças inflamatórias da pele.
Além do Grupo L’Oreal, outras empresas também atuam com produtos que visam clarear manchas, especialmente o melasma.
A Isdin, marca espanhola de dermocosmeticos, trabalha com ácido tranexâmico, salicílico, mandélico e fítico para reduzir hiperpigmentações e limitar o surgimento de novas manchas. Esses compostos inibem a tirosinase, enzima que atua na produção de melanina.
Em 2023, a empresa lançou o Sérum Facial Clareador Melaclear Advanced, que tem como clarear manchas em todos os tipos de pele. Estudos patrocinados pela marca afirmaram que o produto pode reduzir manchas visivelmente em três meses.
A dermatologista Carla Albuquerque, membro titular da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia), afirma que o tratamento de melasma é complexo, e, por isso, é recomendado fazer acompanhamento médico.
“Existem pequenos detalhes e particularidades que podem fazer diferença. Mesmo sendo ativos mais tranquilos, entre aspas, talvez se a pessoa fizer a automedicação ela não vai ter o mesmo resultado do que se fizesse com uma prescrição médica”, diz ela.
Os ativos mais usados, segundo a dermatologista, são o thiamidol, a niacinamida e o ácido tranexâmico, que irritam menos a pele se comparados com tratamentos antigos, como a hidroquinona. Nos casos de melasma resistente, pode haver indicação de ácido tranexâmico oral.
A dermatologista Ligia Novais, especialista pela SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia), afirma que quanto antes iniciado o tratamento para este tipo de mancha, melhor o resultado.
A médica afirma que os ativos indicados para o tratamento “desempenham ação clareadora e oferecem luminosidade à pele”, garantindo que o funcionamento celular seja correto, “impedindo o aumento das manchas e regulando a saúde da região que teve uma maior pigmentação.”
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Acelere o metabolismo e emagreça com a ajuda destas oito frutas
A alimentação pode ser uma grande aliada na desintoxicação do corpo, oferecendo benefícios como acelerar o metabolismo e ajudar na perda de peso. Em entrevista ao site SheFinds, a nutricionista Paula Doebrich explica quais alimentos devem ser consumidos com mais frequência para alcançar esses objetivos.
Paula Doebrich destaca que a papaia é uma das frutas ideais para esses propósitos. “A papaia contém uma enzima que auxilia na digestão, permitindo uma melhor absorção de nutrientes e aumentando a eficiência metabólica”, explica.
Outra sugestão é o abacate, que “ajuda na digestão e na saúde intestinal, melhorando também o metabolismo”, afirma a especialista.
A toranja também é apontada como uma grande aliada. “Ela melhora o metabolismo e reduz os níveis de insulina, o que ajuda a controlar melhor o peso.”
Confira mais frutas que ajudam a acelerar o metabolismo e a emagrecer na galeria.
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O que acontece no corpo se você parar de beber álcool de vez?
Ao parar de beber, você experimentará uma infinidade de benefícios para a saúde física e mental. Mas embora largar o álcool possa trazer alívio imediato, a natureza e a intensidade destes efeitos podem variar dependendo de quanto e com que frequência você bebe. O consumo social e moderado pode não resultar em grandes mudanças na sua vida, mas é possível sentir os resultados mais significativos se é um bebedor de longa data. E são tantas vantagens surpreendentes, caso esteja pensando em parar ou reduzir a bebida alcoólica.
Dos sintomas da abstinência aos benefícios imediatos, clique na galeria para saber o que acontece com seu corpo e mente quando se abandona esse vício.
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Como salvar uma planta com folhas murchas ou amareladas
Para aqueles que cultivam plantas, é crucial estar atento aos sinais que podem indicar problemas como infestações ou exposição excessiva ao sol. Segundo Laura Payne, especialista em horticultura citada no site de Martha Stewart, sinais como folhas murchas ou amareladas podem ser indicativos de “excesso ou falta de água”.
Para diagnosticar corretamente o problema da planta, Payne recomenda que se verifique a umidade do solo pressionando o dedo contra o vaso. “Se o solo estiver seco alguns centímetros abaixo da superfície, provavelmente precisa de regar rapidamente”, explica. No entanto, se o solo estiver úmido na superfície ou abaixo dela, é melhor adiar a rega por um tempo.
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Dicas de manutenção que prolongarão a vida útil do seu carro
Seja novo ou usado, um carro é sempre um investimento caro. Hoje em dia, as pessoas estão mantendo os carros por mais tempo antes de trocá-los ou atualizá-los, por isso é importante manter seu veículo em bom estado de funcionamento para maximizar sua vida útil e minimizar os reparos.
Além dos serviços de manutenção de rotina, o que mais você pode fazer para cuidar do seu carro? Esta galeria contém todas as respostas. Clique para descobrir as melhores dicas e sugestões de manutenção do seu automóvel hoje.
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Otorrino alerta sobre doenças infantis no inverno
Com os dias mais frios e o ar mais seco, a tendência é buscarmos cada vez mais ambientes fechados e aconchegantes. O grande problema é que esse tipo de ambiente é propício para a propagação de diferentes doenças típicas da estação. Dra. Maura Neves Otorrino da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial – ABORL-CCF explica que as crianças, mais vulneráveis, são as mais acometidas por doenças como:
Asma: caracterizada por espasmo da musculatura dos brônquios, que causa dificuldade de respirar, chiado e aperto no peito, respiração curta e rápida. Os sintomas pioram de noite e nas primeiras horas da manhã ou em resposta à prática de exercícios físicos, à exposição a alérgenos, à poluição ambiental e às mudanças climáticas. Desta maneira, a asma é causada por fatores alérgicos ou irritativos na via respiratória.
Bronquiolite: infecção viral dos bronquíolos, que tem início do quadro com leve resfriado, que progride após 2 a 3 dias com chiado no peito, tosse, fadiga respiratória, cianose e febre. A infecção apresenta graus variáveis de gravidade: de leve a severa, necessitando de internação em UTI. O principal causador é o vírus sincicial respiratório.
Resfriado: coriza, espirros, obstrução nasal, dor de garganta, tosse e rouquidão são os sintomas da doença, que é causada por vírus. Duração de 3 a 7 dias.
Gripe: os sintomas dos resfriados são acompanhados de febre e são causados por vírus. Duração de 3 a 7 dias.Pneumonia: infecção bacteriana ou viral no pulmão. Causa tosse, falta de ar, dor torácica e febre. Pode ocorrer tosse com expectoração.
Sinusite: infecção viral ou bacteriana dos seios da face. Causa sempre obstrução nasal e secreção amarelada (critérios diagnósticos maiores). Alguns pacientes podem apresentar dor de cabeça, dor nos dentes superiores, tosse e febre.
Rinite: causa alérgica ou irritativa. Os sintomas são obstrução nasal, coriza clara, espirros e coceira (nariz, céu da boca, olhos, ouvidos).
Otite: infecção bacteriana da orelha média. Causa dor de ouvido, altercação auditiva e febre. Em alguns pacientes pode ocorrer ruptura timpânica com saída de secreção.
E quando a criança sofre com algum dos problemas acima, os pais entram em desespero. A médica orienta os pais sobre como agir.
Quando se deve procurar um médico?
Dra. Maura: Sugiro sempre procurar um profissional nos quadros infecciosos. Quadros alérgicos, já orientados em consulta, podem iniciar tratamento em casa. Caso ocorra agravamento ou prolongamento dos sintomas, além de presença de algum sinal não habitual, o paciente deve ser avaliado novamente.
Por que as doenças respiratórias são tão frequentes durante o outono, inverno?
Dra. Maura: Nessa estação ocorrem condições climáticas (seco e frio) que favorecem a proliferação de vírus. Além disso, há tendência das pessoas buscarem aglomerações ou mesmo locais fechados, o que favorece a transmissão desses agentes infecciosos – por contato interpessoal – mãos e partículas de secreções.
Elas sempre começam com alguma coriza, tosse ou espirro e febre?
Dra. Maura: Os quadros respiratórios de via aérea alta se iniciam desta maneira na maioria das vezes. A febre é frequente em quadros infecciosos e não está presente em quadros alérgicos. Coriza, tosse e espirro não ocorrem nas otites.
Tem como cuidar da criança em casa (tratamentos e cuidados caseiros, nada de automedicação)?
Dra. Maura: Há cuidados gerais, como boa alimentação, lavar as mãos com água e sabão, além de lavagem nasal com solução salina que devem ser feitos de maneira rotineira para prevenção. A lavagem nasal pode ser intensificada no início dos sintomas dos quadros de via aérea alta para alivio sintomático.
Por que a automedicação pode ser perigosa?
Dra. Maura: O uso de medicações sem prescrição médica pode: causar efeitos colaterais ao uso da mesma; mascarar sintomas da infecção atual; medicamento pode ser usado sem necessidade (por não ser indicado no quadro).
Quando é necessária a visita ao pediatra?
Dra. Maura: O pediatra deve ser visitado de rotina para acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança e nos episódios de doenças agudas.
Existe alguma faixa etária em que essas doenças podem ser mais preocupantes? Qual e por quê? Como agir nesses casos?
Dra. Maura: Crianças abaixo de 2 meses devem ser avaliadas de imediato. No geral, quanto menor a criança maior a potencial gravidade da infecção. Nestes casos um médico deve ser consultado.
Existe alguma idade em que é mais comum que as crianças fiquem doentes? Por quê?
Dra. Maura: Teoricamente, crianças entre 2 e 4 anos apresentam de 8 a 11 episódios de infecção viral ao ano. Isto decorre da imaturidade do sistema imunológico associado ao início de atividades sociais (escola etc). Atualmente, o ingresso precoce nas escolas facilitou o aumento da frequência destas infecções.
Verdade que crianças com alguma doença crônica ou alergia (como rinite ou asma) estão mais suscetíveis às doenças?
Dra. Maura: A presença de alergia ou doença crônica causa uma redução nas defesas do sistema respiratório. Isto facilita a entrada de um agente infeccioso.
É possível passar a temporada sem pegar nenhuma das doenças? Como?
Dra. Maura: SIM! Devem-se manter as vacinas em dia, alimentação saudável com aporte de legumes e frutas in natura, realizar o repouso com horas de sono adequadas, prática de exercícios físicos. Além disso, evitar aglomerações, lavar as mãos com frequência e realizar lavagem nasal ao menos duas vezes ao dia.
A vacina faz toda a diferença, mas nem todas as famílias têm seguido à risca as vacinações das crianças. Qual a sua recomendação?
Dra. Maura: A recomendação é vacinar-se. Em todas as faixas etárias há vacinas que devem ser recebidas: crianças, adolescentes, adultos e idosos. Sugiro atenção ao calendário vacinal dos postos de saúde. As vacinas são disponibilizadas gratuitamente no Brasil e são seguras. Quem se vacina ajuda a sua própria saúde (evitando infecções) e a do próximo (ao diminuir a transmissão de doenças). Casos de câncer, hepatite etc. ou gravidez devem ser avaliados individualmente. Nas crianças, atenção à idade: cada vacina tem indicação em uma determinada faixa etária.
Quais as suas dicas de modo geral para fugir das doenças de outono, inverno?
Dra. Maura: Manter as vacinas em dia, alimentação saudável com aporte de legumes e frutas in natura, realizar o repouso com horas de sono adequadas, prática de exercícios físicos. Além disso, evitar aglomerações, lavar as mãos com frequência e realizar lavagem nasal ao menos duas vezes ao dia.
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Início de ansiedade aos 50 anos dobra o risco para desenvolver Parkinson, diz estudo
(FOLHAPRESS) – O risco de desenvolver a doença de Parkinson é dobrado em pessoas que começam a ter ansiedade a partir dos 50 anos. A conclusão é de um estudo liderado pelo Instituto de Neurologia da University College London (UCL) e publicado na revista médica British Journal of General Practice.
A pesquisa investigou se havia ligação entre a ansiedade a partir dessa idade e um diagnóstico posterior de Parkinson, uma vez que a condição é conhecida por ser uma das características dos estágios iniciais- fase prodrômica- da doença de Parkinson.
A equipe utilizou dados de atenção primária do Reino Unido, entre 2008 e 2018, e avaliou 109.435 pacientes que desenvolveram transtorno de ansiedade após os 50 anos e os comparou com 878.256 pessoas que não tinham ansiedade.
Os pesquisadores acompanharam a presença de características de Parkinson- como problemas de sono, depressão, tremor e comprometimento do equilíbrio- a partir do momento do diagnóstico de ansiedade até um ano antes da data de um diagnóstico de Parkinson, para ajudá-los a entender o risco de desenvolver a doença ao longo do tempo e quais poderiam ser seus fatores de risco.
Os resultados foram ajustados para considerar idade, sexo, privação social, fatores de estilo de vida, doença mental grave, traumatismo craniano e demência, condições que podem afetar a probabilidade de desenvolver o Parkinson em pessoas com ansiedade.
Os resultados apontaram que o risco dobrava em pessoas com ansiedade, em comparação com o grupo de controle. Daqueles com ansiedade, 331 desenvolveram Parkinson durante o período. O tempo médio para diagnóstico após o primeiro episódio ansioso foi de 4,9 anos.
A doença de Parkinson é a segunda condição neurodegenerativa mais comum no mundo e estima-se que afetará 14,2 milhões de pessoas até 2040, principalmente devido ao aumento da expectativa de vida. Os pacientes podem ser afetados por uma variedade de sintomas motores e não motores e podem apresentar sintomas anos antes do desenvolvimento de sintomas motores.
Nesse estudo, os pesquisadores também confirmaram que sintomas como depressão, distúrbios do sono, fadiga, comprometimento cognitivo, hipotensão, tremor, rigidez, comprometimento do equilíbrio e constipação eram fatores de risco para o desenvolvimento de Parkinson em pessoas com ansiedade.
A neurologista Sara Casagrande, especialista em distúrbios do movimento, diz que, embora a principal causa da ansiedade nessa faixa de idade seja por questões hormonais, principalmente em mulheres, o estudo a evidencia como um importante fator de risco para o Parkinson. “Aqueles pacientes que começaram ansiedade a partir dos 50 anos devem ficar atentos e procurar um neurologista.”
Os sintomas no início da doença estão relacionados a degenerações secundárias e já configuram o alastramento da doença, antes mesmo dos sintomas motores, como os tremores.
Já a idade de início dos transtornos de ansiedade é tipicamente mais cedo na vida e a incidência em idades mais avançadas tem sido associada a queixas subjetivas de memória, bem como declínio cognitivo, aponta a publicação.
Os autores destacaram que, antes do estudo, o risco prospectivo de Parkinson em pessoas com mais de 50 anos com ansiedade de início recente era desconhecido.
“Ao entender que a ansiedade e as características mencionadas estão ligadas a um risco maior de desenvolver a doença de Parkinson após os 50 anos, esperamos que possamos detectar a condição mais cedo e ajudar os pacientes a obter o tratamento necessário”, disse à Universidade o co-autor Juan Bazo Alvarez.
A detecção precoce permite o rápido início do tratamento medicamentoso, e da preparação da família e do planejamento para o restante da vida do paciente, considerando que se trata de uma doença neurodegenerativa progressiva.
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Médica enumera alimentos ricos em zinco que devia incluir na alimentação
Muitos não sabem, mas o zinco, um mineral, desempenha um papel essencial em várias funções básicas do corpo, incluindo o crescimento celular e o fortalecimento do sistema imunológico. Felizmente, é fácil encontrar zinco em muitos alimentos. Quer alguns exemplos? A médica Lauren DeDecker, citada no BestLife, enumerou alguns.
Por exemplo, “as ostras contêm a maior quantidade de zinco por porção, com cerca de 32 miligramas (mg) por cada 85 gramas (g)”. Outros tipos de frutos do mar também são ricos em zinco, como caranguejo e lagosta.
Claro, existem fontes de zinco mais acessíveis. É o caso da “carne de vaca, sementes de abóbora, cereais fortificados, aves, aveia, queijo cheddar, lentilhas e feijão, tofu, sementes de cânhamo e gérmen de trigo”.
Além disso, “fígado, frango, grão-de-bico, sementes de girassol, caju, nozes e vieiras” são outros exemplos de alimentos ricos em zinco.
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