• Especialista alerta para quatro sintomas de Alzheimer antes dos 30 anos

    O Alzheimer não afeta apenas os idosos. A doença pode se manifestar a partir dos 30 anos, e por isso é crucial estar atento a sinais de alerta além da perda de memória.

     

    Em um artigo publicado no portal The Conversation, o professor Mark Dallas, da Universidade de Reading, no Reino Unido, ressalta que, embora os casos sejam raros, o Alzheimer tende a aparecer após os 50 anos. Ele também menciona que jovens podem apresentar outros sintomas, como dificuldades de atenção, menor capacidade de gesticulação com as mãos, perda de consciência espacial e níveis elevados de ansiedade.

    Vale lembrar que o termo “demência” é genérico e engloba uma série de doenças caracterizadas por alterações cognitivas, incluindo perda de memória, mudanças na linguagem e desorientação temporal ou espacial. Embora não haja tratamento para a maioria dos casos, estudos mostram que cerca de 40% das demências, incluindo o Alzheimer, a forma mais comum, podem ser prevenidas ou retardadas.

    A Organização Mundial da Saúde estima que há 47,5 milhões de pessoas com demência em todo o mundo. Esse número pode alcançar 75,6 milhões em 2030 e quase triplicar até 2050, chegando a 135,5 milhões.

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  • Os conselhos de uma médica para deixar de roncar e dormir melhor

    Se você tem lutado contra o ronco e isso tem afetado a qualidade do seu sono, há boas notícias: existem maneiras de reduzir ou até eliminar esse problema. A médica especialista em medicina do sono, Chelsea Perry, compartilhou com o site Tom’s Guide algumas dicas valiosas que podem ajudar a melhorar seu sono e diminuir o ronco.

     

    1. Durma de lado

    “Dormir de costas pode agravar o ronco, pois permite que a língua e os tecidos moles caiam para o fundo da garganta, bloqueando as vias respiratórias.”

    2. Eleve a cabeça

    “Levantar a cabeceira da cama ou usar um travesseiro mais alto pode ajudar a evitar que a língua e os tecidos moles bloqueiem as vias aéreas.”

    3. Use tiras nasais ou protetores bucais

    “O ronco ocorre quando o fluxo de ar pela boca e pelo nariz é parcialmente bloqueado durante o sono, causando vibração dos tecidos da garganta. Tiras nasais e protetores bucais podem ajudar a aliviar esse problema.”

    4. Mantenha-se hidratado e evite álcool

    “O álcool relaxa os músculos e pode contribuir para o ronco. Reduzir o consumo de álcool e manter-se bem hidratado melhora a qualidade do sono.”

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  • Em busca de amor! Estes são os quatro signos mais carentes do zodíaco

    Sabe aquelas pessoas sedentas de atenção e que gostam de ser o centro das atenções? Conhece alguém assim? O astrólogo João Bidu revela os quatro signos mais carentes do zodíaco.

     

    Veja:

    Câncer (21 de junho a 21 de julho)

    Os nativos deste signo têm dificuldades em aceitar quando as pessoas ao seu redor não são carinhosas ou não lhes dão a atenção que acreditam merecer. 

    Leão (22 de julho a 22 de agosto)

    Este signo ‘alimenta-se’ de elogios e aplausos.

    Peixes (20 de fevereiro a 20 de março)

    Sonhador e sentimental, Peixes é carente por natureza. Gosta de rodear-se de pessoas cuidadosas. 

    Libra (23 de setembro a 22 de outubro)

    É muito apegado aos seus e espera sempre reciprocidade. Gosta de sentir-se especial. 

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  • 15 maneiras de ter mais orgulho (e confiança) em seu corpo!

    Quando o assunto é body positivity, a aceitação de todos os tipos de corpos, a sociedade avançou muito. Foi-se o tempo da onipresente dieta da moda. Aos poucos, as pessoas estão aprendendo a ouvir seus corpos e tratá-los com respeito. No entanto, há muito trabalho a ser feito para desvendar comportamentos e atitudes negativas que nos afetam diariamente.

    Confira, nesta galeria, algumas ideias de como ser mais confiante com o próprio corpo agora mesmo.

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  • Formas de aprimorar sua vida social

    À medida que envelhecemos, é mais difícil fazer novos amigos, pois não estamos mais na escola e estamos expostos a novas pessoas todos os dias. Se você sente que precisa melhorar sua vida social, isso pode parecer um pouco desanimador, especialmente se parecer que todos ao seu redor têm um grande círculo de amigos e uma vida social agitada. De fato, as conexões sociais são uma parte essencial da sua vida, então é claro que isso influencia na sua saúde e felicidade.

    Inclusive, existem várias dicas simples que você pode aplicar para ajudar a melhorar sua vida social, e a boa notícia é que nunca é tarde para começar! Clique na galeria!

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  • Aumento de queimadas compromete a saúde ocular

    A estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde) é de que o tempo seco do inverno triplica as alergias respiratórias – rinite, sinusite, bronquite e asma. Isso explica o aumento no número de atendimentos médicos nos hospitais de todo o País depois da explosão de queimadas que cobriu o Brasil de poluição no último final de semana.

     

    Segundo o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier o hospital ainda não tem estatísticas do número de consultas provocadas pelas queimadas, mas há evidências nos prontuários de que seis em cada 10 alérgicos têm manifestação nos olhos. Pior: o número de alérgicos não para de crescer. Já corresponde a 40% da população mundial. O especialista afirma que toda alergia é uma intensa reação das nossas células de defesa aos ácaros, proteínas ou aditivos de alimentos industrializados e até a alguns componentes de medicamentos que deveriam ser inofensivos ao nosso organismo. “As alergias também podem estar relacionadas às alterações climáticas, excesso de higiene, antibióticos e aditivos na alimentação que fazem parte do mundo atual”, pontua.

    Conjuntivite alérgica

    Independente ou associada a outras alergias, o oftalmologista afirma a poluição das queimadas pode causar conjuntivite alérgica, inflamação da conjuntiva, membrana que reveste as pálpebras e a esclera, parte branca do olho. A condição não é transmissível e tem como sintomas: vermelhidão, coceira, pálpebras inchadas e secreção aquosa. O tratamento é feito com colírio anti-histamínico ou antialérgico oral nos casos mais graves, onde os sintomas oculares são parte de uma reação alérgica sistêmica.  O oftalmologista afirma que o uso de lente de contato deve der interrompido ao primeiro desconforto nos olhos para evitar lesões na córnea.

    Aumento do ceratocone

    Os diferentes tipos de alergia e o hábito de coçar os olhos, pontua, também estão aumentando o número de adolescentes e jovens com ceratocone, doença que afina e faz a córnea, lente externa do olho, tomar o formato de um cone. Quem tem astigmatismo, erro de refração que deforma a córnea deve ficar alerta. O oftalmologia alerta que o ceratocone não é diagnosticado através de um exame de rotina e pode ser confundido com astigmatismo. O diagnóstico, observa, requer tomografia da córnea e os olhos devem ser mantidos hidratados com colírio lubrificante para reduzir o desconforto. Em caso de coceira intensa recomenda consultar um oftalmologista. Pode ser indicado colírio anti-histamínico ou corticoide.

    Queiroz Neto ressalta que quanto antes a condição é diagnosticada, melhor. Isso porque, o tratamento deve começar com a interrupção da progressão da doença com crosslinking, cirurgia ambulatorial que fortalece as ligações de colágeno da córnea. Numa segunda etapa o implante de um anel na córnea aplana seu formato e melhora a refração. O objetivo é evitar o transplante para manter os olhos íntegros, pontua.

    Conjuntivite viral

    “A baixa temperatura somada às aglomerações em ambientes fechados facilita a disseminação de vírus que além da gripe pode causar conjuntivite viral”, salienta. O especialista afirma que os principais grupos de risco são as crianças que estão com o sistema imunológico em desenvolvimento e idosos que têm queda na imunidade causada pela atrofia do timo, principal glândula do sistema imunológico. Altamente contagiosa, a conjuntivite viral se diferencia da alérgica pela secreção viscosa nos olhos. O tratamento é feito com compressas frias de gaze embebida em água filtrada ou soro fisiológico, lágrima artificial e colírio sob supervisão médica.

    Olho seco

    A poluição, o ar seco e o frio também aumentam os casos de olho seco, uma alteração na qualidade ou quantidade da lágrima que hoje conta com diagnóstico bastante preciso. A maioria dos casos é do tipo evaporativo quando a deficiência ocorre na camada lipídica da lágrima. O tratamento pode ser feito com colírio lubrificante ou luz pulsada que desobstrui as glândulas que produzem esta camada da lágrima.  

    Prevenção

    Para prevenir todas estas condições as recomendações são:

    • Lave as mãos com frequência e evite tocar os olhos.
    • Não compartilhe maquiagem, colírio, toalhas, óculos e outros dispositivos.
    • Beba bastante água.
    • Não coce seus olhos.
    • Mantenha a casa e o escritório livres de poeira.
    • Use umidificador de ar ou uma bacia com água no ambiente.
    • Evite aglomerações.
    • Nunca use colírio sem supervisão de um oftalmologista.
    • Use óculos e máscara em ambientes externos quando a poluição estiver alta.
    • Mantenha seus olhos lubrificados.

    A saúde ocular também depende de acompanhamento oftalmológico. Todos nós devemos passar por consultas oftalmológicas regulares, finaliza.

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  • A semana promete para estes quatro signos; está na lista?

    Esta semana será marcada por profundas transformações na vida de quatro signos. Falamos de si?

     

    Veja abaixo quem são os signos mencionados pelo Informe Brasil:

    Áries (21 de março a 20 de abril)

    Os próximos dias reservam grandes descobertas para os arianos. Nunca esteve tão determinado como agora na concretização dos seus objetivos. 

    Câncer (21 de junho a 21 de julho)

    Vai enfrentar desafios que irão testar os seus valores. Confie em si e não permita que influências externas o afetem. Os astros estão a seu favor e a paciência será a sua melhor aliada. 

    Leão (22 de julho a 22 de agosto)

    A última semana de agosto convida o leonino a embarcar por novos desafios. Mostre coragem e a sua ousadia será recompensada.

    Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)

    A criatividade de Escorpião está em alta e os resultados serão surpreendentes. À medida que a semana avança, meditar pode ser uma excelente forma de manter o foco e a calma.

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  • Estudo investiga como cérebro processa mudanças musicais e dá sentido a elas

    (FOLHAPRESS) – A maneira como o cérebro ouve e entende uma obra musical é algo que tem atraído o interesse de neurocientistas. Se o órgão não fosse competente para dar sentido ao que se escuta, música nada mais seria do que uma sequência de sobreposições de sons aparentemente aleatórios. Em um artigo publicado nesta segunda (26) na revista científica PNAS, cientistas conseguiram avançar no entendimento da relação ancestral e profunda que o Homo sapiens tem com a música.

     

    A ideia dos pesquisadores, da Universidade de Jyväskylä, na Finlândia, da Universidade Minerva, nos EUA, e da Universidade McGill, no Canadá, era entender exatamente o que acontece no cérebro, que áreas são ativadas ou desativadas, nas transições entre as partes de uma música.

    Especificamente, 18 músicos e 18 não músicos passaram por um exame de ressonância magnética funcional enquanto ouviam trechos de três obras musicais. Uma delas era a composição “A Sagração da Primavera”, de Igor Stravinsky, tocada por orquestra, outra era o tango “Adiós Nonino”, de Astor Piazzolla, e a terceira era “Stream of Consciousness”, da banda de metal progressivo Dream Theater.

    A variedade se dá para garantir uma ampla gama de características acústicas e estilos. “As mudanças nas dinâmicas de tempo, ritmo e motivos proporcionaram uma estrutura ideal para estudar como o cérebro detecta, antecipa e responde às transições musicais. Por exemplo, se você considerar as frases de Piazzolla e de Dream Theater, elas são mais bem definidas e apresentam uma forma estruturalmente mais coesa em termos de seções musicais e motivos do que as do trecho de Stravinsky, que tem frases mais irregulares e fragmentadas, com ritmos mais complexos, texturas variáveis e ambiguidade harmônica”, explica à reportagem Iballa Burunat, primeiro autor do estudo e pesquisador de pós-doutorado na Universidade de Jyväskylä.

    Como resultado, os pesquisadores viram que músicos e não músicos respondem de maneira perceptivelmente diferente a essas transições. Não músicos entendem as transições musicais, essas situações-limite, utilizando áreas do cérebro mais generalistas, como aquelas ligadas ao processamento auditivo e à cognição. Músicos, por sua vez, ativam especificamente áreas ligadas à prosódia e à sintaxe musical.

    Por exemplo, a área de Broca direita e o opérculo rolândico esquerdo são particularmente engajados em músicos, o que indica provavelmente uma simulação mental de ações como tocar instrumentos ou cantar. E há maior integração com regiões associadas à chamada “memória de trabalho”, o que indica o quanto aquelas informações podem estar numa espécie de fila preferencial de evocação num futuro próximo. Os não músicos, por sua vez, têm respostas mais amplas e difusas.

    Os músicos avaliados tinham, em média, 14,4 anos de treinamento musical. Faz sentido pensar que o cérebro deles se reorganizou, passando a ter uma resposta especializada e eficiente na percepção e digestão das transições musicais.

    Existem algumas teorias para tentar explicar o impacto que a música exerce sobre nossas emoções e o motivo pelo qual nosso cérebro teria evoluído para isso, afirma a neurocientista, musicista e cantora Julie Wein, que não participou do novo estudo. “Uma delas diz que a música seria uma ferramenta de comunicação importante entre a mãe e o bebê antes de o bebê aprender a falar. Isso faz sentido se observarmos que a primeira coisa que nosso sistema auditivo consegue entender são melodias. E que, no início da vida, a fala é interpretada pelo bebê como um tipo de música.”

    “Outra teoria diz que a música seria uma ferramenta importante para a coesão de um grupo social, aumentando comportamentos pró-sociais e de cooperação dentro de um grupo. Um dos fatos que corrobora essa teoria é a capacidade de seres humanos se moverem juntos em sincronia com a música, coordenarem ações, fazerem música em conjunto e se unirem para assistir a uma mesma performance musical [independentemente de divergências ideológicas individuais]”, diz Wein.

    Ainda que de forma incipiente, tamanha conexão entre quem somos e a música que ouvimos já se desdobra na saúde. “Já houve trabalhos investigando apraxia e alguns tipos de afasia, que causam problemas para articular palavras e frases. Foram usados elementos musicais exagerados para aumentar a prosódia da linguagem, o que parece facilitar a produção e fluência”, diz Burunat. “Isso pode abrir possibilidades para a criação de ferramentas de musicoterapia que auxiliem na recuperação da linguagem e reabilitação cognitiva.”

    Pessoas com alzheimer também podem ter música como aliada terapêutica. Isso acontece porque as memórias musicais tendem a se formar num contexto emocional, residindo em áreas mais primitivas e preservadas do cérebro, explica Wein. “Esse é um dos principais motivos que ajuda a explicar por que os clássicos ou aquelas músicas que ouvimos na infância têm uma capacidade tão impressionante de remeter a boas memórias e causar sensações boas. Há pacientes com alzheimer que não conseguem nem lembrar mais dos próprios filhos, mas muitas vezes permanecem com a capacidade de lembrar músicas que gostavam de ouvir na juventude.”

    A chave para destravar o potencial terapêutico da música é exatamente discernir o que é música e o que é linguagem para o cérebro. São coisas diferentes, mas que utilizam substratos cerebrais significativamente sobrepostos. Para isso, primeiro é preciso estabelecer um padrão básico das respostas da circuitaria cerebral em indivíduos saudáveis, dos mais diversos contextos sociais e demográficos, para então avançar na compreensão do cérebro de pessoas com algum tipo de déficit ou transtorno e eventuais tratamentos.

    Questionado sobre a possibilidade de diferenças culturais interferirem na forma como as pessoas escutam e processam a música, Burunat defende que o aparato biológico é comum a toda a espécie. “Por exemplo, agrupamentos frasais na linguagem, transmitidos por meio de pistas prosódicas como entonação e ritmo, são consistentes entre culturas e idiomas devido a mecanismos neurais compartilhados.”

    “A música é profundamente enraizada na experiência humana, independentemente da cultura, onde os processos cognitivos fundamentais envolvidos permanecem consistentes. É graças a essa estrutura cognitiva compartilhada que nós, humanos, somos capazes de entender e apreciar formas musicais diversas, apesar das diferenças culturais na expressão e prática musical. Certamente, seria fascinante estudar o processamento de limites em diferentes tradições musicais e populações, e ver se isso corrobora a ideia de um processamento universal.”

    Há outros fronts em andamento para entender de maneira mais ampla como a música é percebida e nos impacta, explica Julie Wein. Há estudos que investigam como acordes maiores e menores agem sobre o cérebro, averiguando como a mudança de uma única nota altera a percepção emocional do som. Outros observam o cérebro durante o processo de composição musical, mostrando que a comunicação entre os dois hemisférios cerebrais é importante para a criatividade. Também há os que investigam os correlatos cerebrais das dimensões emocionais da música, como alegria, tensão, tristeza, ternura, encantamento, serenidade, transcendência, força e nostalgia. Outros, por fim, investigam como nosso gosto musical é modulado e como sentimos prazer com a música.

    “Hoje enxergo música e cérebro como dois assuntos completamente interligados. Se todos soubessem como a música é um exercício completo para o nosso cérebro, ela seria uma disciplina indispensável em todas as escolas do mundo”, diz a musicista e neurocientista.

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  • Pesquisa identifica sintomas mais comuns da Covid longa em crianças e adolescentes

    (FOLHAPRESS) – Um estudo do Instituto Nacional de Saúde (NIH, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, avaliou uma nova maneira de detectar os riscos de crianças e adolescentes de desenvolver a Covid longa, nome dado aos sintomas que persistem por no mínimo três meses após a infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

     

    A nova medida, feita para fins de estudo, baseia-se em sintomas de longo prazo que eram mais comuns entre crianças com histórico de infecção por Covid quando comparadas àquelas sem histórico. O estudo não exclui nenhum sintoma como passível de fazer parte da Covid longa.

    Publicado na última quarta-feira (21) no períodico científico Jama (Journal of the American Medical Association), o índice combina sintomas distintos para cada grupo etário -dez sintomas em crianças em idade escolar e oito em adolescentes- para indicar a provável presença da doença. Um padrão de diferenças de sintomas foi observado entre crianças em idade escolar (6 a 11 anos) e outro em adolescentes (12 a 17 anos).

    O estudo incluiu 751 crianças de 6 a 11 anos que já tiveram Covid e 147 sem infecção prévia, além de 3.109 adolescentes infectados e 1.369 não infectados em mais de 60 instituições de saúde nos EUA.

    Em quase todos os sistemas de órgãos foram encontrados sintomas prolongados, com a maioria das crianças e adolescentes tendo sido afetados em mais de um sistema.

    Os sintomas mais comuns para crianças foram dificuldade de memória ou concentração (44%), dor de estômago (43%), dor de cabeça (57%) e dificuldade para dormir (44%).

    Nos adolescentes, os sintomas mais preditivos foram alteração ou perda de olfato e/ou paladar, dor no corpo, músculos ou articulações (60%), cansaço diurno (80%), dor de cabeça (55%) e dificuldade de memória ou concentração (47%).

    Os pesquisadores encontraram quatro agrupamentos distintos de sintomas em crianças em idade escolar e três em adolescentes, com a existência dos grupos sugerindo que pode haver diferentes tipos de Covid longa para crianças.

    Ambos os grupos de crianças e adolescentes identificados como tendo Covid longa apresentaram combinações em que um número elevado de sintomas acontecia ao mesmo tempo- assim como acontece em adultos. Fadiga e dores foram os principais sintomas relatados nestes grupos.

    Crianças em idade escolar, por sua vez, apresentam mais sintomas neurológicos, como dificuldade de memória ou concentração e efeitos no sono, assim como sintomas gastrointestinais.

    Adolescentes, por sua vez, também foram reunidos em um grupo onde a mudança ou perda de paladar e olfato era mais frequente, o que não foi observado nos mais novos.

    A pesquisa se diferencia por ser a primeira abordagem baseada em dados para revelar padrões de sequelas pós-agudas da infecção por SARS-CoV-2 em crianças e adolescentes. Os pesquisadores afirmam que estudos ainda são necessários para caracterizar a Covid longa pediátrica e possibilitar pesquisas sobre os mecanismos da condição que podem ajudar com tratamentos no futuro.

    “Nosso índice é um primeiro passo rumo a uma ferramenta que pode ser usada para identificar a Covid longa nos mais jovens, um grupo amplamente subestudado, mas provavelmente mudará e se expandirá à medida que aprendermos mais, e não se destina a ser usada como ferramenta clínica hoje”, diz a autora do estudo Rachel Gross, professora associada nos Departamentos de Pediatria e Saúde Populacional no centro médico acadêmico Universidade de Nova York de Langone, que apoiou a pesquisa.

    Os pesquisadores também encontraram uma associação entre o índice do estudo e a saúde geral, saúde física e qualidade de vida. Cerca de 65 milhões de pessoas no mundo vivem com Covid longa, com impactos na saúde global esperados para durar décadas.

    A equipe de pesquisa buscará determinar no futuro se esses agrupamentos pediátricos estão associados a diferentes mecanismos de doença, o que seria fundamental para identificar alvos de tratamento para futuros ensaios clínicos pediátricos.

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  • Saiba como congelar melancia e evite o desperdício

    Sim, você pode congelar os restos de melancia. De acordo com Sarah Brekke, especialista da Better Homes and Gardens, a fruta se conserva bem no congelador por até seis meses. Para congelar, siga estas etapas:

     

    Preparação inicial: Lave a melancia em água corrente fria. Em seguida, seque bem a casca com um pano limpo ou papel absorvente.

    Preparação para o corte: Com uma faca afiada, corte uma pequena parte de uma das extremidades da melancia para que ela fique estável na tábua de corte. Corte a melancia ao meio e, em seguida, corte cada metade em mais duas partes.

    Remoção da polpa: Passe a faca entre a polpa e a casca para separar a fruta da casca. Corte a polpa em cubos ou use uma colher de sorvete para fazer esferas. Remova todas as sementes.

    Congelamento: Forre uma forma ou um tabuleiro com papel vegetal e espalhe os pedaços de melancia. Coloque no congelador por pelo menos quatro horas. Após o congelamento inicial, transfira os pedaços para um saco de congelação com fecho e congele novamente.

    Dessa forma, você pode aproveitar sua melancia por mais tempo e usá-la em smoothies, sucos ou como um lanche refrescante.

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