• Você sabe quais são os signos mais influentes do zodíaco?

    Tem um amigo com uma capacidade natural de acumular seguidores (e admiradores) em qualquer lado? É muito provável que encontre o signo dessa pessoa nesta lista do BestLife. Porquê? Menciona os signos mais influentes. 

     

    1- Leão (22 de julho a 22 de agosto)

    Graças ao “seu sentido de estilo e à sua personalidade conseguem atrair aqueles que desejam fazer parte do seu círculo”. Geralmente “a sua influência e o seu poder estão relacionados com a sua autoconfiança”.

    2- Áries (21 de março a 20 de abril)

    Normalmente “o seu dinamismo, paixão e força garantem o seu lugar no topo”.  São líderes natos e “adoram iniciar e assumir o comando”.

    3- Gêmeos (21 de maio a 21 de junho)

    “Conhecem todos e fazem questão de se relacionarem e de se informarem sobre as últimas tendências.” Também são “ótimos comunicadores e uma boa opção quando se precisa de uma fonte para o que se pretende fazer”. 

    Leia Também: Flores, surpresas e muito mais; os signos mais românticos do zodíaco

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  • Coisas que todo mundo faz e são SUPER ofensivas em outros países!

    Navegar pelas diferenças culturais pode ser uma dança delicada, onde um passo em falso pode levar a constrangimentos ou ofensas. De modos inadequados na hora de comer a gestos inapropriados, é fácil cometer muitos crimes sociais. Mas você pode evitar isso!

    Confira esta galeria informativa antes de sua próxima viagem e descubra os micos culturais mais comuns e algumas dicas de como evitar pagá-los.

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  • Beber café pode reduzir o risco de doenças cardiometabólicas graves

    Sim, leu bem. É possível que o consumo regular de quantidades moderadas de café e cafeína tenha um efeito protetor contra o desenvolvimento de múltiplas doenças cardiometabólicas, incluindo diabetes tipo 2, doenças coronárias e acidentes vasculares cerebrais, afirma um novo estudo feito na China. 

     

    Mais especificamente, os investigadores descobriram que “beber três xícaras de café, ou ingerir 200 a 300 miligramas (mg) de cafeína, diariamente pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver multimorbilidade cardiometabólica em indivíduos sem qualquer doença cardiometabólica”.

    Para a investigação, disponibilizado na Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, os cientistas analisara mais de 500 mil indivíduos com idades entre os 37 e os 73 anos.

    Comparando com os não consumidores, ou os consumidores de menos de 100 mg de cafeína por dia, os investigadores concluíram que “os consumidores de uma quantidade moderada de café (três por dia) ou de cafeína (200 a 300 mg diariamente) apresentavam um risco reduzido de 48,1% de ter uma doenças cardiometabólica, assim como 40,7% de ter outra“. 

    Leia Também: Milho é aliado da dieta e traz diversos benefícios à saúde; entenda

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  • Curiosidades sobre cerveja que quase ninguém sabe

    A cerveja é uma das bebidas mais consumidas em todo o mundo e é tão antiga quanto o vinho. E, por ter sido criada há tanto tempo, a loira gelada desperta várias curiosidades… Por exemplo, ficaria surpreso que os egípcios construíram as pirâmides de Gizé com ajuda da breja? Saberia dizer qual o país que mais consome a bebida? E os famosos benefícios para a saúde: são verdade ou mito?

    Na galeria, veja os fatos mais incríveis sobre a bebida álcoólica mais amada do Brasil!

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  • Descubra como é o preparo das saborosas Empanadas Argentinas

    Está querendo preparar algo diferente para o lanche da garotada ou para aquele café da tarde com os amigos? Para você surpreender seus convidados, sugerimos a receita de Empanadas Argentinas, que rende até 8 porções.

     

    Confira a receita completa abaixo e coloque a mão na massa!

    Empanadas Argentinas

    Ingredientes:

    Para a Massa

    • 250g Farinha de Trigo Finna Tradicional
    • 50g Margarina Puro Sabor
    • ⅔ xícara chá de Água
    • 1 gema para pincelar

    Para o Recheio

    • 250g de Carne Moída
    • ½ Xícara (chá) de Pimentões
    • 5 Azeitonas (picadas)
    • 3 Colheres de Sopa de Milho
    • 1 Ovo Cozido
    • 2 Dentes de Alho
    • Sal
    • Pimenta do reino

    Modo de Preparo:

    Massa

    – Em um recipiente, adicione a Farinha de trigo Finna, margarina e sal e misture até que a margarina esteja incorporada com a farinha. Junte a água aos poucos e sove até que você consiga uma massa homogênea que não grude nas mãos;
    – Abra a massa bem fina com ajuda de um rolo e corte em círculos, depois adicione uma colher de sopa de recheio e feche como um pastel;
    – Pincele com uma gema e leve as empanadas para assar em forno pré-aquecido à 180ºC por 30 minutos ou até dourar.

    Recheio
    – Em uma panela, refogue o alho rapidamente, junte a carne moída, tempere com sal e pimenta do reino e frite rapidamente a carne;
    – Junte as azeitonas, milho, tomate e pimentões, misture bem e deixe a carne fritar e secar toda a “água”, adicione o ovo cozido e reserve para esfriar.

    Rendimento: 6 a 8 porções

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  • Mais de 200 milhões de mortes serão ligadas a bactérias super-resistentes até 2050

    (FOLHAPRESS) – De 2025 até 2050, as bactérias multirresistentes a antibióticos poderão causar, diretamente ou não, cerca de 208 milhões de mortes em todo o mundo. A estimativa, baseada em dados de diferentes países, demonstra que esses patógenos são uma ameaça de saúde pública em todo o mundo, sendo necessária a adoção de medidas internacionais que combatam esse risco à saúde global, afirma uma das autoras do estudo.

     

    O artigo, publicado nesta segunda (16) na revista The Lancet, considerou dados de 204 países e territórios desde 1990 até 2021. Além disso, 22 patógenos, 11 tipos de infecções causadas por essas bactérias e 16 categorias de medicamentos, com diferentes combinações entre eles, foram analisados na pesquisa.

    Com essas informações, foi possível realizar estimativas do número de mortes diretamente atribuídas a superbactérias e aquelas associadas (quando a infecção leva a outra complicação que é reconhecida como a causa da morte, por exemplo). Só em 2021, último ano com dados consolidados, estimou-se que 8,9 milhões de óbitos ocorreram por conta de infecções bacterianas. Dessas, 1,2 milhão foram atribuídas a bactérias super-resistentes e outras 4,9 milhões associadas a esses patógenos.

    Os cálculos do impacto desses patógenos entre 1990 e 2021 também possibilitaram projetar o que deve ocorrer nos próximos anos. De 2025 a 2050, se medidas eficazes não forem tomadas para barrar o avanço dessas bactérias, 39 milhões de pessoas morrerão por causas atribuídas a esses patógenos, enquanto 169 milhões serão associadas a essas infecções, totalizando 208 milhões de óbitos.

    Eve Wool, uma das autoras do estudo e gerente sênior de pesquisa no IHME (Instituto de Métricas de Saúde e Avaliação, na sigla em inglês), em Seattle, nos EUA, define as bactérias resistentes como “ameaça global à saúde”. Alguns fatores baseiam tal caracterização. Um dos argumentos é de que “embora tenhamos visto uma redução nas infecções em geral, as infecções resistentes persistem”.

    A pesquisadora também menciona que, dentre os oito tipos de bactérias mais difíceis de serem tratadas, de acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), sete apresentam maior taxa de mortalidade no período analisado no estudo. Para ela, dados como esse são evidências de que uma ação urgente precisa ser tomada.

    Uma dessas medidas é trabalhar na prevenção de infecções. Os pesquisadores observaram que, entre crianças menores de cinco anos, as mortes por superbactérias caíram em mais de 50% entre 1990 e 2021. “O estudo sugere que isso se deve aos sucessos na redução da incidência de infecções infantis graves, como por meio de programas de vacinação […] e melhor acesso à água potável, saneamento e higiene”, explica Wool.

    Por outro lado, nas pessoas com mais de 70 anos, a mortalidade nesse mesmo período aumentou em 80%. “Adultos mais velhos continuam em risco de infecções resistentes devido ao seu maior risco de múltiplas doenças e de mortalidade em geral”, continua Wool. Por isso, adotar ferramentas para reduzir os riscos de infecções, como o que ocorreu com os mais jovens, é uma das formas de frear novas mortes por esses patógenos.

    Outra ação é aumentar a vigilância em hospitais a fim de, entre outros aspectos, evitar o uso inadequado de antibióticos. Esses medicamentos podem criar uma pressão no número de bactérias que não são eliminadas pelos remédios. Por isso, a prescrição de antibióticos deve ser restrita a quadros clínicos que realmente precisam desse tipo de tratamento. Modelo semelhante deve ser implementado em fazendas e ambientes rurais, de forma a barrar esses patógenos também em animais.

    O desenvolvimento de novos antibióticos é outra estratégia essencial para esse fim. “Os governos e o setor privado devem desenvolver incentivos e aumentar o financiamento em cada estágio […] de desenvolvimento para novos antibióticos visando bactérias resistentes a medicamentos”, afirma Wool, chamando também atenção para a necessidade de “garantir que esses medicamentos cheguem às pessoas que mais precisam deles”.

    Leia Também: Hospitais brasileiros têm aumento de bactérias super-resistentes

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  • Mais de 200 milhões de mortes serão ligadas a bactérias super-resistentes até 2050, aponta estudo

    (FOLHAPRESS) – De 2025 até 2050, as bactérias multirresistentes a antibióticos poderão causar, diretamente ou não, cerca de 208 milhões de mortes em todo o mundo. A estimativa, baseada em dados de diferentes países, demonstra que esses patógenos são uma ameaça de saúde pública em todo o mundo, sendo necessária a adoção de medidas internacionais que combatam esse risco à saúde global, afirma uma das autoras do estudo.

     

    O artigo, publicado nesta segunda (16) na revista The Lancet, considerou dados de 204 países e territórios desde 1990 até 2021. Além disso, 22 patógenos, 11 tipos de infecções causadas por essas bactérias e 16 categorias de medicamentos, com diferentes combinações entre eles, foram analisados na pesquisa.

    Com essas informações, foi possível realizar estimativas do número de mortes diretamente atribuídas a superbactérias e aquelas associadas (quando a infecção leva a outra complicação que é reconhecida como a causa da morte, por exemplo). Só em 2021, último ano com dados consolidados, estimou-se que 8,9 milhões de óbitos ocorreram por conta de infecções bacterianas. Dessas, 1,2 milhão foram atribuídas a bactérias super-resistentes e outras 4,9 milhões associadas a esses patógenos.

    Os cálculos do impacto desses patógenos entre 1990 e 2021 também possibilitaram projetar o que deve ocorrer nos próximos anos. De 2025 a 2050, se medidas eficazes não forem tomadas para barrar o avanço dessas bactérias, 39 milhões de pessoas morrerão por causas atribuídas a esses patógenos, enquanto 169 milhões serão associadas a essas infecções, totalizando 208 milhões de óbitos.

    Eve Wool, uma das autoras do estudo e gerente sênior de pesquisa no IHME (Instituto de Métricas de Saúde e Avaliação, na sigla em inglês), em Seattle, nos EUA, define as bactérias resistentes como “ameaça global à saúde”. Alguns fatores baseiam tal caracterização. Um dos argumentos é de que “embora tenhamos visto uma redução nas infecções em geral, as infecções resistentes persistem”.

    A pesquisadora também menciona que, dentre os oito tipos de bactérias mais difíceis de serem tratadas, de acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), sete apresentam maior taxa de mortalidade no período analisado no estudo. Para ela, dados como esse são evidências de que uma ação urgente precisa ser tomada.

    Uma dessas medidas é trabalhar na prevenção de infecções. Os pesquisadores observaram que, entre crianças menores de cinco anos, as mortes por superbactérias caíram em mais de 50% entre 1990 e 2021. “O estudo sugere que isso se deve aos sucessos na redução da incidência de infecções infantis graves, como por meio de programas de vacinação […] e melhor acesso à água potável, saneamento e higiene”, explica Wool.

    Por outro lado, nas pessoas com mais de 70 anos, a mortalidade nesse mesmo período aumentou em 80%. “Adultos mais velhos continuam em risco de infecções resistentes devido ao seu maior risco de múltiplas doenças e de mortalidade em geral”, continua Wool. Por isso, adotar ferramentas para reduzir os riscos de infecções, como o que ocorreu com os mais jovens, é uma das formas de frear novas mortes por esses patógenos.

    Outra ação é aumentar a vigilância em hospitais a fim de, entre outros aspectos, evitar o uso inadequado de antibióticos. Esses medicamentos podem criar uma pressão no número de bactérias que não são eliminadas pelos remédios. Por isso, a prescrição de antibióticos deve ser restrita a quadros clínicos que realmente precisam desse tipo de tratamento. Modelo semelhante deve ser implementado em fazendas e ambientes rurais, de forma a barrar esses patógenos também em animais.

    O desenvolvimento de novos antibióticos é outra estratégia essencial para esse fim. “Os governos e o setor privado devem desenvolver incentivos e aumentar o financiamento em cada estágio […] de desenvolvimento para novos antibióticos visando bactérias resistentes a medicamentos”, afirma Wool, chamando também atenção para a necessidade de “garantir que esses medicamentos cheguem às pessoas que mais precisam deles”.

    Leia Também: Hospitais brasileiros têm aumento de bactérias super-resistentes

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  • Milho é aliado da dieta e traz diversos benefícios à saúde; entenda

    Muito já foi dito sobre os carboidratos, com estudos apontando que o consumo moderado desses alimentos é benéfico para a saúde. Mas por que muitos ainda insistem em demonizá-los?

     

    Independentemente de sua cor — amarelo, branco, vermelho, roxo, azul ou até preto — o milho é uma excelente fonte de carboidratos, como todo cereal. Além disso, ele é rico em vários nutrientes que fazem bem ao organismo.

    A nutricionista Thaiz Brito, em artigo publicado no jornal Metrópoles, reforça que o milho é “amigo da dieta”. Ela explica que “em 100 gramas de milho cozido, há cerca de 96 calorias, sendo uma fonte de energia de boa qualidade”. Além disso, o milho ajuda a reduzir o colesterol ruim e é uma boa opção para diabéticos, graças ao seu baixo índice glicêmico.

    Thaiz também destaca que o milho tem efeitos positivos na visão, devido à presença de luteína, zeaxantina e vitamina A, que protegem a retina e previnem a degeneração macular, uma das principais causas de cegueira em idosos.

    Devido ao seu alto teor de fibras, o consumo regular de milho também contribui para o bom funcionamento do intestino, promovendo uma microbiota saudável e, consequentemente, fortalecendo o sistema imunológico.

    Além disso, o magnésio e o ácido fólico presentes no milho auxiliam no relaxamento muscular e na regulação dos neurotransmissores, promovendo o bem-estar físico e mental.
     

    Leia Também: Alimentos comuns que são nocivos para a saúde do coração: Fique atento!

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  • O que é preciso saber sobre a nova variante da Covid-19 chamada XEC

    A Covid-19 ainda não desapareceu. Uma nova variante do SARS-CoV-2, chamada XEC, está provocando um aumento no número de casos em pelo menos 15 países. Cientistas temem que essa variante possa se tornar dominante.

     

    A XEC é uma subvariante da Ômicron, identificada pela primeira vez em junho deste ano, em Berlim, na Alemanha. Desde então, já foi detectada em 15 países de três continentes: Europa, América e Ásia.

    Os sintomas relatados pelos infectados incluem febre, dor de garganta, tosse, dores no corpo, perda de olfato e falta de apetite.

    O virologista Fernando Spilki afirmou, em entrevista ao Metrópoles, que a variante XEC pode se tornar “a substituta da JN.1 e suas derivadas, que dominaram o cenário por bastante tempo”. No entanto, ele destaca que “não há motivo para pânico”, lembrando que, historicamente, o aumento na transmissão de novas linhagens do coronavírus no Hemisfério Norte ocorre entre o fim do verão europeu e o início do outono, um período que coincide com maior interação social e o retorno às aulas.

    Leia Também: InfoGripe aponta que a covid-19 se espalha por cinco estados; saiba quais

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  • Flores, surpresas e muito mais; os signos mais românticos do zodíaco

    Eles adoram surpreender as pessoas que amam, seja com flores, chocolates ou outros tipos de mimos. Quase todos os dias, fazem questão de chegar em casa para presentear seu parceiro.

     

    De acordo com a revista Pronto, estes são os três signos mais românticos do zodíaco. Veja se você conhece alguém assim:

    Câncer (21 de junho a 21 de julho)

    “Gostam de criar um ambiente acolhedor e seguro para aqueles que amam. O romantismo nunca fica de lado. Eles adoram compartilhar momentos íntimos sem grandes ostentações.”

    Libra (23 de setembro a 22 de outubro)

    “Evitam discussões e mal-entendidos. São calmos e possuem uma aura serena. Valorizam muito os gestos românticos em seus relacionamentos.”

    Touro (21 de abril a 20 de maio)

    “São apaixonados por surpreender seus parceiros com demonstrações de amor. É um dos signos mais românticos do zodíaco.”

    Leia Também: Saiba quais os signos mais ‘medrosos’ do zodíaco; conhece alguém assim?

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