• Esses alimentos podem diminuir (ou aumentar) a fertilidade dos casais?

    Se você já lutou para engravidar ou conhece alguém que teve, sabe como isso pode ser doloroso. Mulheres que lutam contra a infertilidade geralmente estão prontas para tentar qualquer coisa, até mesmo comerem alimentos de que não gostam para aumentar as chances de conceber um filho. De fato, falam tanto que certos tipos de comidas supostamente aumentam a fertilidade que é até difícil saber o que é mito e verdade. Mas, segundo os especialistas, existem de fato certos nutrientes que podem ser benéficos para engravidar. Contudo, isso não quer dizer que seja a solução para muitos casais.

    Clique na galeria para saber mais sobre a relação entre dieta alimentar e fertilidade.

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  • Monckey Pox, Coqueluche e Dengue: como essas doenças podem ser evitadas

    Muitas doenças acabam chegando ao conhecimento da população apenas quando já está em surto em determinado país ou região, ou quando é registrado óbito e altos níveis de contágio. Mas assim como a Monkeypox, a dengue e a coqueluche podem ser evitadas através da ampla vacinação. O imunizante protege indivíduos diretamente ao reduzir a chance de contrair doenças graves e atua na imunidade de rebanho, o que é essencial para proteger aqueles que não podem ser vacinados, explica Fábio Argenta, diretor médico da Saúde Livre Vacinas, rede de clínicas focadas em vacinas que oferecem  o que há de mais moderno nos cuidados com a prevenção.

     

    Monkeypox 

    Chamada anteriormente de ‘varíola dos macacos’, ela é causada por um vírus da mesma família da varíola, o Orthopoxvirus. Apesar de ter recebido atenção recentemente, surtos da doença têm ocorrido na República Democrática do Congo há mais de uma década. A preocupação atual ocorre devido ao aumento do número de casos importados da variante 1b da Monkeypox, que se concentravam na África e agora também estão na Europa. Esse subtipo é 10 vezes mais letal do que o anterior, o 2b. No Brasil, houve 709 casos de mpox neste ano, com 16 óbitos – o mais recente ocorreu em abril de 2023.

    Essa é a segunda vez que a mpox atinge o status de emergência global. Entre 2022 e 2023, já houve um alerta da OMS. Isso não quer dizer que uma pandemia é iminente: a poliomielite, por exemplo, também tem essa classificação, assim como tiveram a zika, ebola e H1N1 em outros anos.

    “A vacina oferece proteção cruzada para a monkeypox, e algumas regiões têm campanhas específicas. Há dois imunizantes disponíveis no mundo contra o vírus: a ACAM2000, da Sanofi Pasteur, e a Jynneos, do laboratório dinamarquês Bavarian Nordic. O esquema vacinal é de duas doses, com intervalo de um mês entre elas. No entanto, essa vacina não está amplamente disponível. O imunizante não chegou ainda às clínicas particulares, e a rede pública está priorizando os grupos mais atingidos: pessoas com mais de 18 anos com HIV/Aids, imunossuprimidos, profissionais que atuam em contato com o vírus em laboratórios e pessoas que tiveram contato direto com infectados”, explica o médico. 

    Enquanto a vacina não chega para todos, lavar frequentemente as mãos com água e sabão ou usar álcool em gel é uma forma de se proteger.

    Coqueluche

    A coqueluche é uma doença infecciosa que pode ser grave e potencialmente fatal em crianças com menos de um ano de idade. Também chamada de tosse convulsa, é uma infecção bacteriana das vias respiratórias causada pela Bordetella pertussis, altamente contagiosa que pode ser evitada com a vacinação. 

    “A transmissão ocorre por meio de gotículas de saliva, espalhadas durante a fala, tosse ou espirro, e os sintomas começam a aparecer entre 5 a 10 dias após o contato, chegando até a 42 dias. O tratamento é feito com antibióticos, e exige internação no caso de bebês. Quanto mais novo for o bebê infectado, mais grave é a doença. Por isso, a prevenção começa ainda durante a gravidez, com a vacina dTpa. As gestantes devem receber uma dose de dTpa, a cada gestação, a partir da 20ª semana. Dessa forma, a placenta transmite os anticorpos ao feto”, explica Dr. Fábio Argenta.

    Quando não há administração da vacina antes do nascimento, a puérpera deve receber uma dose logo após o parto, o mais precocemente possível. Recomenda-se que todos os adultos que terão contato com o recém-nascido também sejam imunizados. Na infância, deve-se tomar uma vacina com proteção contra coqueluche aos 2, 4 e 6 meses de idade, com nova aplicação entre os 12 e 18 meses e dose de reforço entre os 4 e 5 anos.

    Dengue

    O Brasil registrou mais de 6,5 milhões de casos de dengue em 2024. A doença viral é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, comum em regiões tropicais. Há quatro sorotipos da dengue, e a infecção por um deles não protege dos outros, podendo causar formas graves da doença em reinfecções.

    Nesse caso, a prevenção vai além do imunizante. É preciso evitar acúmulo de água parada em vasos, garrafas, pneus e outros recipientes, que podem servir de criadouro para o mosquito. Aplicar repelentes adequados à pele, principalmente em áreas com alta incidência do mosquito, também é uma forma de se proteger. Usar roupas compridas e de cores claras, além de instalar telas em janelas e portas também são opções.

    A campanha gratuita teve início em fevereiro, priorizando as idades com um maior risco de um cenário grave da doença, o público-alvo de 10 a 11 anos, expandindo para os adolescentes de até 14 anos devido à baixa procura. “Acredito que alguns fatores podem prejudicar a adesão à vacina. Entre elas estão a liberação para uma faixa etária baixa e as fake News disseminadas na internet. Na rede privada é possível tomar o imunizante em todas as idadades e é de extrema importância se proteger contra a doença, já que todos os anos temos um período de maior incidência de dengue”, comenta o diretor médico da Saúde Livre Vacinas.

    Leia Também: Beber café pode reduzir o risco de doenças cardiometabólicas graves

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  • Há três signos na lista dos mais atraentes. Quais são?

    Há quem tenha  características simplesmente irresistíveis e que podem estar relacionadas com a astrologia. Não acredita? Recentemente, MaKayla McRae, uma astróloga, citada na Parade, enumerou os signos mais atraentes do zodíaco. 

     

     

    1- Libra (23 de setembro a 22 de outubro)

    São considerados os mais atraentes do zodíaco. Por quê? Conseguem atrair qualquer um através da sua “aura amigável e convidativa”. “É difícil não se apaixonar pelo seu sorriso encantador.” 

    2- Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)

    Já os nativos deste signo são intuitivos e, claro, muito percetivos, “o que lhes confere uma aura intensa e magnética”. Não têm “medo de quebrar barreiras sociais e tabus”, por isso, “inserem-se frequentemente no arquétipo do ‘bad boy’ ou do ‘amante irresistível e proibido’”. 

    3- Peixes (20 de fevereiro a 20 de março)

    São capazes de transbordar “as esperanças e os sentimentos mais íntimos dos outros”. Facilmente adotam os traços ideais que desejam ver numa pessoa e, além disso, têm uma personalidade reservada, algo que os torna irresistíveis. 

     

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  • Especialista do Inca alerta para risco da fumaça das queimadas à saúde

    O Brasil precisa reduzir a exposição da população à fumaça gerada pelas queimadas para evitar um aumento do número de casos de câncer nas próximas décadas. O alerta é da epidemiologista Ubirani Otero, chefe da Área Técnica Ambiente, Trabalho e Câncer do Instituto Nacional de Câncer (Inca), que define o cenário atual como “muito preocupante”.

     

    A pesquisadora conversou com a Agência Brasil nesta terça-feira (17) sobre os efeitos da fumaça na saúde humana. 

    “Se a gente não prevenir essas questões hoje, a gente corre risco de ter um aumento dos tipos câncer relacionados ao sistema respiratório em um futuro próximo”, diz Ubirani Otero.

    O alerta da especialista aponta o caminho para evitar o surgimento de casos. “A melhor prevenção contra o câncer é a eliminação da exposição. Se cessar o quanto antes, a gente pode prevenir muitos casos no futuro.”

    A epidemiologista explica que a fumaça proveniente dos incêndios florestais é formada por inúmeros compostos químicos, o que a tornam cancerígena.

    “As queimadas geram muito material particulado. Estamos falando de liberação de monóxido de carbono, solventes, metais pesados, hidrocarbonetos aromáticos, fuligem, uma gama de material que fica suspenso no ar”.

    O Brasil vivencia um panorama grave de queimadas e incêndios florestais em 2024. De janeiro a agosto, os incêndios atingiram 11,39 milhões de hectares, segundo dados do Monitor do Fogo Mapbiomas, divulgados no último dia 12. De acordo com o levantamento, 5,65 milhões de hectares – área equivalente ao estado da Paraíba – foram consumidos pelo fogo apenas no mês de agosto, o que equivale a 49% do total do ano.

    Na tarde desta terça-feira, está marcada uma reunião dos chefes dos Três Poderes da República para tratar da questão. O encontro foi proposto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que passou o início da semana em reunião com ministros do governo. Em junho, o governo criou uma sala de situação preventiva para tratar sobre a seca e o combate a incêndios, especialmente no Pantanal e na Amazônia.

     

    Nuvens de fumaça se espalham pelo país, alterando paisagens.

    A Polícia Federal abriu investigação para apurar se as queimadas têm origem criminosa. Há indícios de ações coordenadas.

    Incêndios também surgiram em outras regiões, como o Sudeste. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, também foram criados gabinetes de crise pelos governos locais. Na região serrana do Rio de Janeiro, o chefe do Parque Nacional da Serra dos Órgãos afirma que o fogo consome áreas raramente atingidas por incêndios.

    O tipo de câncer mais diretamente ligado à exposição prolongada à fumaça e poluição do ar é o de pulmão e outras partes do sistema respiratório. Ubirani Otero aponta que, diferentemente de outras doenças agudas causadas pela exposição prolongada, como síndromes respiratórias, os cânceres podem levar de 20 a 30 anos para serem identificados.

    “O período de latência é grande, então os efeitos dessa poluição de hoje para câncer a gente só vai ver depois de 20, 30 anos”, alerta a epidemiologista

    A especialista do Inca direciona a preocupação de saúde, incluindo doenças respiratórias, principalmente para crianças, idosos e trabalhadores que atuam em áreas abertas, com destaque para os bombeiros que combatem diretamente as chamas.

    “Eles precisam estar totalmente equipados, bem protegidos, com as máscaras e devidos equipamentos de proteção individual, para que eles não sofram efeitos dessa fumaça”, orienta ela, acrescentando que é preciso cuidado também com a lavagem das roupas usadas por eles em serviço. “Está cheia de fuligem. Todo cuidado tem que ser tomado.”

    Ela defende medidas como a suspensão de aulas em locais e período críticos, para diminuir a exposição prolongada de crianças à fumaça.

    “As crianças têm uma atividade física maior, elas acabam aspirando mais essa fumaça que os adultos. Os efeitos para elas são maiores, principalmente respiratórios”, explica.

    A epidemiologista aponta que a fumaça das queimadas é tão maléfica quanto a do tabaco. Ao evidenciar que o câncer é uma doença multifatorial, ela chama atenção para o perigo de se acumular fatores de risco, por exemplo, o fato de ser fumante.

    “De um risco que seria dez vezes maior em relação à população geral, passa a 20 vezes maior ou até mais [entre fumantes]”, afirma.

    A chefe da Área Técnica Ambiente, Trabalho e Câncer do Inca orienta que pessoas em áreas afetadas pela fumaça das queimadas tomem precauções, como evitar sair de casa, para diminuir a exposição, usar máscara de proteção, beber bastante água e fazer lavagem das narinas.

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  • Na contramão dos vapes, jovens mantêm cigarro tradicional na mão por estética

    (FOLHAPRESS) – Jovens relatam fumar cigarros por estética e alguns comportamentos e declarações de artistas, como Charlie xcx e Lana del Rey, podem influenciar o tabagismo, dizem especialistas.
    O Governo Federal aumentou para R$ 2,25 o imposto sobre o maço -que permanecia a mesma alíquota de 2016, R$ 1,50 – em 1° de agosto.

     

    A medida foi tomada para desestimular a iniciação do consumo de jovens, explica o Inca (Instituto Nacional de Câncer) através de comunicado.
    É difícil frear a iniciação ao consumo de nicotina por jovens, explica o pneumologista e ativista antitabagismo, Alexandre Milagres. “As meninas estão começando a fumar em maior quantidade que os meninos, em parte, pela ideia de que o cigarro emagrece. Essa tendência, que começou há 15 anos, não se reverteu”, conta.

    Esses dados podem estar relacionados à influência de personalidades digitais e artistas, afirma a fundadora do Instituto Delete e professora do Instituto de Psiquiatria da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Anna Lucia King. “As redes sociais [propagam] um modelo de comportamento que influenciam todos os jovens, principalmente os que têm perfil inseguro e necessidade de autoafirmação”, diz.

    O país conduziu uma força tarefa que reduziu o consumo de nicotina. A publicidade de cigarros, por exemplo, foi proibida. Houve uma conscientização sobre os malefícios do tabagismo e uma geração cresceu educada, argumenta King. Mas a diferença está, também, em como os jovens consomem informações. “Eles não veem muita televisão, mas sim séries e redes sociais”, explica a pesquisadora. Com as redes sociais, talvez dessa forma as propagandas de cigarro estejam voltando, mesmo que de forma simbólica, reflete.

    “É uma propaganda subliminar. Se ela é um modelo de pessoa, tudo que fizer -desde o cabelo até a vestimenta e o comportamento- com certeza influencia os jovens. Todo mundo quer seguir aquilo”, diz.

    Anna Vilete, 21, diz que foi influenciada pela cantora e modelo Sky Ferreira e pela tendência “model off-duty”, que despreza peças muito elaboradas. “Eu via a Naomi Campbell [fumando] e achava isso muito legal, com um certo glamour. Você vê meninas mais velhas fumantes em séries, como Sex And The City e pensa: ‘nossa, quero fazer isso também porque é muito legal’”.

    O cigarro também ajuda as pessoas a se tornarem mais atraentes, acredita Vilete. “Deixa ela mais legal. Às vezes você olha para alguém e ele é meio sem graça, desinteressante. Não sei explicar, mas se ele estiver fumando, sente que tem um apelo sexual, uma coisa diferente, um certo enigma”, diz.

    No entanto, o pneumologista alerta que mais de 60 doenças e mais de 19 cânceres podem ser provocados pelo fumo. “O tabagismo é o maior problema de saúde pública do planeta. Não existe nada comparável ao tabagismo”.”Não dá para esperar racionalidade de ídolos e artistas”, diz Milagres. “Tem que denunciar e mostrar o que os influenciadores estão fazendo. Eles merecem uma pressão em cima”.

    O pesquisador entende que a dificuldade de assimilar os riscos do cigarro é também porque há uma distância entre os mais jovens e a ocorrência das doenças crônicas. “Ele acha que não vai acontecer com ele, que o câncer ou o infarto só vai chegar só quando ele tiver 80 anos de idade”.

    Mas nem tudo está perdido, afirma Milagres. “Nós temos influenciadores no sentido oposto”. É o caso de Gustavo Foganoli que expôs o vício em vapes e criou a campanha #SemNicotina. Milagres defende que os próprios jovens devem ser protagonistas da luta contra a nicotina.

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  • Consumo de álcool é um dos maiores fatores de risco para câncer de mama, diz OMS

    (FOLHAPRESS) – O consumo de álcool, mesmo que moderado, tornou-se um dos principais fatores de risco para o câncer de mama. Entre as mulheres europeias, o tumor já é o principal causado pelas bebidas alcoólicas representando 66% de todos os casos de câncer atribuíveis a elas.

     

    O alerta foi feito nesta terça (17) em conferência organizada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) durante o Congresso Mundial de Câncer, que acontece em Genebra, na Suíça.

    Segundo a Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), instituição que faz parte da OMS, não há níveis seguros para o consumo de álcool quando se trata de maior risco ao câncer.

    Um dos estudos mencionados no evento mostra que apenas 21% das mulheres em 14 países europeus estavam cientes da relação entre o consumo de álcool e o risco de desenvolver câncer de mama.

    Outro trabalho indica que mais da metade de todos os casos de câncer de mama atribuíveis ao álcool na Europa não são devido ao consumo excessivo. Cerca de um terço dos novos casos a cada ano está associado ao consumo de até duas taças pequenas de vinho por dia, por exemplo.

    Durante o evento, a ativista Kathy Anderew, 46, da África do Sul, relatou que nunca soube da relação entre bebida alcoólica e câncer de mama até ter o seu tumor agressivo diagnosticado aos 38 anos.

    “Cresci com os meus pais bebendo durante o jantar e com aquela mensagem de que bons vinhos fazem bem ao coração. E isso eu levei para a vida adulta. Sempre tive alimentação saudável, pratiquei esportes, mas beber fazia parte da minha rotina.”

    Além do tumor de mama, bebidas alcoólicas estão associadas a outros seis tipos de câncer: intestino (cólon e reto), boca, laringe, faringe, estômago e fígado. Algumas pesquisas sugerem que elas também possam estar ligadas a tumores de próstata e pâncreas, embora a evidência seja menos clara.

    Segundo a pesquisadora Isabelle Soerjomataram, do Iarc (Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer), a baixa conscientização sobre a associação do álcool ao câncer, em especial aos tumores de mama, representa hoje uma das principais barreiras para a prevenção.

    Os mecanismos biológicos que relacionam o álcool ao câncer são conhecidos há décadas. Tanto o álcool quanto o tabaco foram classificados como carcinógenos do grupo 1 pela Iarc na década de 1980.

    Segundo os pesquisadores, o mais importante deles envolve o metabolismo do etanol em acetaldeído, substância química tóxica para as células. Ou seja, o acetaldeído danifica o DNA e impede que o corpo repare o dano. Com o DNA danificado, uma célula pode crescer descontroladamente, dando origem a um câncer.

    No caso do câncer de mama, o consumo de álcool também afeta os níveis de estrogênio, segundo a mastologista Maira Caleffi, presidente da Femama (federação de instituições filantrópicas de apoio à saúde da mama).

    O estrogênio desempenha um papel significativo no desenvolvimento e progressão de muitos cânceres de mama, e o impacto do álcool nesses níveis hormonais pode explicar em parte o risco aumentado.

    “Uma mulher que bebe tem muito mais ação estrogênica. Então, se você tem uma célula alterada, esse excesso de estrogênio pode predispor ao câncer”, afirma.

    Para Caleffi, o alerta é importante porque o número de mulheres jovens que consomem bebidas alcoólicas tem aumentado. “As mulheres estão sozinhas em várias fases da vida e o álcool virou uma companhia.”

    De acordo com dados do Vigitel, entre 2008 e 2023, o percentual de mulheres que declara consumo abusivo de álcool pulou de 9,6% para 15,2%. Entre os homens, quase não houve alteração (26,1% para 27,3%).

    Segundo o relatório, abuso é quando a mulher ingere quatro ou mais doses e o homem ingere cinco ou mais doses em uma mesma ocasião, pelo menos uma vez nos últimos 30 dias anteriores à data da pesquisa.

    “O consumo é uma coisa meio escondida, mas o peso aparece. E não aparece só na balança”, explica a médica. “Com a obesidade, o corpo fica mais inflamado, é alterada a forma como a insulina é processada e isso também é um fator de risco.”

    Na sua opinião, porém, os profissionais de saúde ainda têm dificuldades de falar com a mulher sobre os riscos associados ao consumo de álcool. “Talvez porque muitos bebem também e não veem problemas nisso, apesar das evidências.”

    Ao mesmo tempo, Caleffi afirma que é preciso muito cuidado na abordagem do assunto porque os hábitos são difíceis de serem mudados, e a paciente pode desistir.

    “Não adianta banir, a gente tem que propor diminuir. Se a gente continuar dizendo que qualquer gota pode levar ao câncer, aí então é que as pessoas vão enfiar o pé na jaca mesmo. A gente sabe que é dose-dependente e tempo-dependente.”

    Em outra mesa, também coordenada pela OMS, foi discutida a criação de uma rede de parceiros dedicados a promover ambientes propícios ao combate de cânceres relacionados ao álcool a partir dos dados mais recentes sobre a ligação entre as bebidas e o câncer de mama.

    A ideia é que o grupo trabalhe junto aos formuladores de políticas públicas e legisladores para reduzir a incidência de câncer em todo o mundo. Entre as propostas, por exemplo, estão a de melhorar regulamentações de rotulagem para bebidas alcoólicas e a criação de mais impostos.

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  • Sinais de deficiência de vitaminas que afetam a boca

    A falta de vitaminas essenciais pode gerar diversos problemas para o corpo, alguns bastante incômodos. Um exemplo comum é a anemia por deficiência de ferro, que provoca sintomas como cansaço extremo, palpitações e falta de ar. No entanto, existe outro tipo de anemia menos conhecido, que pode afetar diretamente a boca.

     

    Essa condição é a anemia causada pela deficiência de folato ou vitamina B12, que resulta na formação de glóbulos vermelhos anormalmente grandes e incapazes de cumprir suas funções corretamente.

    De acordo com o Serviço Nacional de Saúde (NHS), citado pelo Huffpost, esse tipo de anemia pode causar úlceras na boca e, em alguns casos, “língua dolorida ou vermelha”. Já os especialistas da Cleveland Clinic, um prestigiado centro médico acadêmico, afirmam que o sentido do paladar também pode ser prejudicado.

    Além desses sintomas, a deficiência de vitamina B12 pode levar a dores de cabeça, indigestão, palpitações, perda de apetite, problemas de visão, diarreia e dificuldades de memória, compreensão e discernimento.
     

    Leia Também: Overdose de vitaminas? Os grandes perigos de tomá-las em excesso!

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  • Semana da moda de Londres: os 20 looks de street style mais criativos

    Após o sucesso em Nova York, os holofotes da moda se voltaram para o Reino Unido, onde mais uma edição da icônica Semana da Moda de Londres aconteceu entre os dias 13 e 17 de setembro. O evento, reconhecido por sua atmosfera vanguardista e criativa, trouxe ao público quatro dias intensos de desfiles e apresentações de algumas das marcas mais influentes do cenário global.

     

    Nomes como Burberry, JW Anderson e Richard Quinn dominaram as passarelas, enquanto a colaboração entre Nensi Dojaka e Calvin Klein foi um dos pontos altos do evento, atraindo grande atenção. Além dos desfiles, a Semana da Moda de Londres também se destacou nas ruas, onde fashionistas exibiram looks ousados e inovadores, refletindo o espírito experimental que marca o evento.

    Para celebrar essa mistura única de estilo, o Lifestyle ao Minuto selecionou 20 dos looks de ‘street style’ mais originais que chamaram atenção durante os dias de moda na capital britânica.

     

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  • Sente-se mais ansioso do que o normal? Dicas que podem ajudar a relaxar

    É fundamental controlar os níveis de estresse e ansiedade, e há várias estratégias eficazes para isso. Se você está buscando dicas para se sentir mais equilibrado, especialistas citados pelo BestLife compartilham conselhos práticos que podem ser facilmente adotados no dia a dia. Confira:

     

    Sugestões para reduzir a ansiedade e melhorar o bem-estar:

    Estabeleça uma rotina diária:

    “Criar uma rotina saudável com bons hábitos pode melhorar significativamente a saúde mental, pois oferece direção, consistência e estabilidade”, explica Pooja A. Patel, consultora de cuidados a idosos. Ela ressalta que a falta de direção e estabilidade pode levar à ansiedade e depressão, resultando em perda de propósito, controle e motivação. Manter uma rotina regular ajuda a reduzir esses sentimentos negativos, contribuindo para uma melhor saúde mental.

    Aumente os níveis de serotonina:

    Naveen Khalfan, terapeuta matrimonial e familiar, recomenda passar tempo ao ar livre, meditar ou fazer exercícios como uma corrida. “Essas atividades estimulam a produção de serotonina no cérebro, o que promove uma sensação de calma, felicidade e estabilidade emocional”, afirma.

    Pratique meditação:

    Segundo Zack Goldman, proprietário da Solid Ground Psychotherapy, a meditação é uma ferramenta valiosa para ajudar as pessoas a se manterem presentes e evitar a ruminação, muitas vezes associada à ansiedade e depressão. “Focar no momento presente permite que as pessoas experimentem mais calma e autorregulação emocional, o que, ao longo do tempo, melhora sua saúde emocional”, explica Goldman.

    Com essas estratégias, é possível construir uma base sólida para lidar com o estresse e a ansiedade de maneira mais eficaz e alcançar um equilíbrio emocional.

    Leia Também: Conexão intensa com cachorro reduz risco de depressão e ansiedade

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  • Implante cerebral permite que paciente com paralisia controle Alexa ‘com o pensamento’

    Um homem de 64 anos, diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença degenerativa que causa paralisia e fraqueza muscular, conseguiu controlar a assistente virtual Alexa, da Amazon, usando apenas o pensamento, graças a um implante cerebral desenvolvido pela empresa americana Synchron. A tecnologia permitiu que o paciente realizasse diversas tarefas, como assistir a conteúdos em streaming, controlar dispositivos inteligentes em sua casa e até mesmo fazer compras online, tudo isso sem a necessidade de utilizar as mãos ou a voz.

     

    O implante, uma interface cérebro-computador (BCI), foi inserido em um vaso sanguíneo na superfície do cérebro do paciente, permitindo que ele “tocasse” mentalmente ícones em um tablet Fire da Amazon. Essa inovação representa um avanço na área de interfaces cérebro-máquina, oferecendo novas possibilidades para pessoas com deficiências motoras e de comunicação.

    Tecnologia devolve autonomia

    O paciente, identificado como Mark, relatou que a tecnologia lhe devolveu parte da independência perdida devido à doença. “Ser capaz de gerenciar aspectos importantes do meu ambiente e controlar o acesso ao entretenimento me devolve a independência que estou perdendo”, afirmou.

    A Synchron, empresa responsável pelo desenvolvimento do implante, busca ampliar as possibilidades de automação em casas inteligentes, permitindo que pacientes com deficiências motoras e de comunicação interajam com dispositivos utilizando o pensamento. O CEO da empresa, Tom Oxley, destacou que o implante pode “atender a uma necessidade crítica não atendida de milhões de pessoas”.

    A empresa não é a única a investir em tecnologias de interface cérebro-computador. A Neuralink, do bilionário Elon Musk, também está desenvolvendo implantes cerebrais e já realizou testes em humanos. Em janeiro deste ano, a Neuralink implantou um dispositivo cerebral em um homem paralisado após um acidente de mergulho.

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