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O que os ovos Fabergé têm de tão especial e absurdamente caros?
É difícil ter uma conversa sobre heranças icônicas da realeza sem citar os ovos Fabergé. Essas joias foram feitas para os soberanos da Rússia e eram dadas como presentes para a família deles durante o final do século XIX e início do XX. Esses ovos se tornaram algumas das peças mais famosas da arte decorativa da história!
Espalhados agora em museus e coleções privadas ao redor do mundo, os Ovos Fabergé, feitos de metais nobres e adornados com inúmeras pedras preciosas e adornos, já foram os bens mais valiosos de uma dinastia. Mais do que apenas belas relíquias, essas joias também marcam o fim de uma era de quase 300 anos do reinado da família Romanov sobre a Rússia. Depois que os bolcheviques expulsaram os Romanovs em 1917, quase todas as evidências de seu reinado foram apagadas, sendo os Ovos Fabergé uma exceção. Cada um dos mais de 50 ovos, projetados e criados exclusivamente na oficina da Casa Fabergé em São Petersburgo, foram feitos artesanalmente de forma requintada e primorosa e são muito desejados por colecionadores em todo o mundo.
Descubra mais sobre essas joias e sobre sua relação com a Páscoa e veja alguns dos mais belos dos ovos Fabergé imperiais nesta galeria.
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Remédios comuns que podem causar reações alérgicas terríveis!
É seguro dizer que a maioria das pessoas toma remédios. De fato, muitos medicamentos revolucionaram a maneira como tratamos certas doenças, e muitos continuam sendo escolhas populares para combater sintomas. Mas, embora a evolução da ciência tenha nos trazido fármacos melhores e mais eficientes, nossos corpos ainda se comportam de maneiras únicas quando se trata de responder a substâncias. Às vezes, nosso sistema imunológico percebe essas drogas como prejudiciais e, consequentemente, desencadeia efeitos colaterais.
De anti-inflamatórios a antibióticos comuns, você descobrirá quais medicamentos podem causar reações alérgicas, quão graves eles podem ser e o que fazer em alguns casos. Clique na galeria para saber tudo sobre isso.
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Quatro estratégias simples para parar de petiscar a toda a hora
Pequenos hábitos podem gerar grandes mudanças, especialmente quando o assunto é controlar a alimentação entre as refeições. Pensando nisso, a nutricionista Ana Rita Campos compartilhou, no Instagram, algumas dicas úteis para quem tem dificuldade em resistir aos petiscos fora de hora.
Se a sensação for de fome verdadeira, Ana Rita recomenda optar por lanches hipocalóricos ou uma sopa leve, que ajudam a saciar sem comprometer a dieta.
Confira algumas das estratégias sugeridas:
- Pergunte-se: é fome ou apenas vontade de comer?
- Afaste-se do ambiente que gera tentações.
- Crie táticas para lidar com a vontade de comer.
- Realize uma atividade prazerosa para desviar a atenção.
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Marburg: vírus com 88% de letalidade mata 6 em novo surto
O escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a África informou que o novo surto do vírus Marburg em Ruanda, confirmado recentemente, já contabiliza 26 casos, com seis mortes. A maioria das vítimas fatais eram profissionais de saúde que atuavam em unidades de terapia intensiva, de acordo com o ministro da Saúde de Ruanda, Sabin Nsanzimana. Vinte pacientes estão em isolamento, e 161 pessoas que tiveram contato com os infectados estão sendo monitoradas.
O vírus Marburg, pertencente à mesma família do ebola, é conhecido por sua alta letalidade, com uma taxa de mortalidade que pode atingir até 88%. A infecção provoca febre hemorrágica com início abrupto, caracterizada por alta temperatura, dor de cabeça e mal-estar intenso. A maioria dos infectados desenvolve sintomas graves em até sete dias. Atualmente, não há vacinas ou tratamentos antivirais específicos, embora algumas drogas estejam em fase de testes.
A transmissão ocorre por meio de morcegos frugívoros, mas também pode se espalhar entre humanos pelo contato direto com fluidos corporais de pessoas infectadas ou superfícies contaminadas. O vírus já causou surtos graves no passado, como na República Democrática do Congo e em Angola, que resultaram em centenas de mortes.
Nos últimos anos, surtos esporádicos foram registrados em países como Guiné Equatorial, Tanzânia, Quênia e Uganda, porém, de forma controlada. A OMS está implementando uma resposta rápida e coordenada para conter a propagação do vírus e ajudar Ruanda a controlar o surto de maneira eficaz.
Embora o vírus seja originário da África, ele foi descoberto pela primeira vez em laboratórios da Alemanha, nas cidades de Marburg e Frankfurt, em 1967, após funcionários entrarem em contato com tecidos de macacos infectados da Uganda. O Marburg é uma zoonose, doença transmitida de animais para humanos, semelhante ao HIV, Covid-19 e a mpox.
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Banheiro com cheiro ruim? Cinco plantas que ajudam a combater mau cheiro
Por vezes, mesmo que esteja sempre limpa, é difícil manter esta divisão com um odor agradável. Mas esqueça os sprays e ambientadores. Para um banheiro cheirar maravilhosamente bem, o Informe Brasil sugere cinco plantas aromáticas que encontra facilmente.
Estas plantas não só decoram o espaço como também possuem propriedades capazes de absorver e neutralizar os maus cheiros. Ei-las:
1- Hortelã;
2- Jasmim;
3- Crisântemo;
4- Azálea;
5- Lírio.
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Surto recente de febre Oropouche foi causado por nova linhagem viral
Pesquisa liderada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontou que o início do surto de febre Oropouche em 2024 foi causado por uma nova linhagem viral que surgiu na Região Amazônica. Os resultados do estudo constam em um artigo revisado por pares e aceito na revista científica internacional Nature Medicine. A versão preliminar já foi divulgada na semana passada para garantir o compartilhamento antecipado dos achados, mas o texto ainda passará por novas revisões antes da divulgação definitiva.
O súbito aumento da transmissão da doença nos dois primeiros meses de 2024 gerou um alerta epidemiológico no Amazonas. As preocupações cresceram com o avanço das ocorrências, que chegaram a todas as regiões do país. Mas dados dos anos anteriores já vinham sendo monitorados com mais atenção pelas autoridades sanitárias.
Entre agosto de 2022 e fevereiro de 2024, foram contabilizadas mais de 6 mil ocorrências de febre Oropouche em cerca de 140 municípios da Região Norte. A pesquisa da Fiocruz envolveu o sequenciamento do genoma de vírus referentes a 382 casos registrados em quatro estados: Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. As análises revelaram que as infecções foram causadas pela nova linhagem do vírus causador da doença, identificada por OROV BR-2015-2024.
Considerada as características genéticas do patógeno, os pesquisadores avaliam que seu surgimento se deu, provavelmente, entre os anos de 2010 e 2014 no estado do Amazonas. A nova linhagem seria fruto de um rearranjo genético entre cepas que circulavam no Brasil e outra com circulação no Peru, Colômbia e Equador. Desde então, ela teria se espalhado silenciosamente até provocar a epidemia recente.
Rearranjos genéticos, como o que deu origem à OROV BR-2015-2024, ocorrem quando uma mesma pessoa ou animal é infectado simultaneamente por duas linhagens virais diferentes. Assim, no processo de replicação viral, pode surgir uma cepa que combina elementos dos dois patógenos.
De acordo com nota divulgada nesta sexta-feira (27) pela Fiocruz, os pesquisadores concluíram que a OROV BR-2015-2024 apresenta alterações na superfície da partícula viral que podem facilitar o escape de anticorpos.
“Pessoas infectadas anteriormente pelo vírus Oropouche podem ter proteção reduzida contra a nova linhagem. Além disso, um estudo preliminar, feito por outro grupo de cientistas, e ainda não revisado por pares, indica que a nova cepa se replica mais rapidamente nas células do que a primeira linhagem do vírus Oropouche isolada no Brasil, nos anos 1960”, registra o texto.
A febre Oropouche é uma doença causada por um arbovírus. Não existe tratamento específico, mas o paciente deve permanecer em repouso e ter acompanhamento médico. Podem ser prescritos analgésicos e antitérmicos comuns para aliviar os sintomas, que são muito parecidos com os da dengue. Eles duram geralmente entre 2 e 7 dias e incluem febre, dor de cabeça, dor nas costas e nas articulações, podendo ainda ocorrer tontura, dor atrás dos olhos, erupções cutâneas, náuseas e vômitos. Em alguns casos, há também ocorrência de encefalite.
A transmissão, no entanto, não ocorre pela picada do Aedes aegypti e sim de outros mosquitos, sobretudo pelo Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. Eles se proliferam principalmente durante períodos de calor em ambientes úmidos, como em áreas próximas a mangues, lagos, brejos e rios. Mas não são restritos a áreas rurais, estando presente em espaços urbanos com disponibilidade de água e matéria orgânica, sobretudo próximo a hortas, jardins e árvores. O Culex quinquefasciatus, uma das espécies popularmente chamada de pernilongo, também pode atuar eventualmente como vetor.
No Brasil, surtos esporádicos da doença têm sido registrados na Região Amazônica desde a década de 1970. Durante a recente disseminação, casos da doença foram registrados em todas as regiões do país. Embora uma parcela deles sejam ocorrências importadas, envolvendo viajantes que retornaram da Região Amazônica, diferentes estados também detectaram infecções de transmissão local.
Em julho desse ano, foram registradas na Bahia as primeiras mortes pela doença já ocorridas no mundo. A situação tem gerado preocupações de organismos sanitários nacionais e internacionais.
Os pesquisadores alertam que surtos e epidemias geralmente surgem por uma combinação de fatores e levantam a possibilidade de que a disseminação recente da febre Oropouche tenha sido influenciada pelas mudanças climáticas, que vêm gerando eventos extremos na Amazônia. Junto com o desmatamento e a degradação ambiental, essas alterações no clima poderiam afetar o comportamento do mosquito vetor, contribuindo para maior exposição da população. Essa hipótese ajudaria a explicar porque a nova linhagem circulou por quase 10 anos antes de causar um surto de grandes proporções.
O estudo também confirmou o padrão sazonal da febre Oropouche. Foi observada uma alta disseminação do vírus nas estações chuvosas e transmissão baixa, embora persistente, nas estações secas. Esta dinâmica estaria associada à maior proliferação do vetor no período de chuvas.
Os pesquisadores concluíram ainda que a disseminação da doença ocorreu pela combinação entre deslocamentos de vetores e de seres humanos infectados. “Em cerca de dois terços dos casos, a dispersão do vírus foi compatível com o alcance de voo dos insetos, ficando abaixo de 2 km por dia. No entanto, em aproximadamente um terço dos registros, foi observada uma dispersão de mais de 10 km por dia, indicando associação com o deslocamento humano”, registra a nota de divulgação da Fiocruz.
O estudo mobilizou unidades da Fiocruz sediadas em cinco estados: Rio de Janeiro, Amazonas, Rondônia, Pernambuco e Paraná. O trabalho também contou com a cooperação de unidades dos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacens), que são integrados ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ficam sob gestão dos governos estaduais. Houve ainda envolvimento de outros órgãos públicos e instituições científicas.
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Dicas fáceis (e naturais) para reduzir o Colesterol!
O colesterol é uma substância semelhante à gordura encontrada em todo corpo humano. Não é sempre ruim, mas como tudo na vida, consumir muito pode causar problemas. O colesterol alto aumenta o risco de acidente vascular cerebral (AVC) e de outras doenças cardíacas. O colesterol alto costuma ser causado por uma dieta rica em gordura saturada, obesidade e falta de exercícios. Aqueles que têm diabetes correm maior risco de ter colesterol alto, e algumas pessoas são também geneticamente predispostas. Às vezes, são usados medicamentos para tratar o colesterol alto, mas mudanças no estilo de vida também podem fazer milagres.
Felizmente, existem várias maneiras naturais de melhorar o equilíbrio do colesterol no corpo. Clique nesta galeria para saber mais.
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Você se atreveria a atravessar a Ponte do Diabo?
Ao norte de Portugal, na fronteira entre as cidades de Montalegre e Vieira do Minho, encontra-se uma lendária ponte que dizem ter sido construída pelo Satanás. Situada sobre o rio Rabagão, na Serra do Gerês, a Ponte Misarela, conhecida popularmente como Ponte do Diabo, é um lugar místico que você precisa conhecer!
Na galeria, saiba mais sobre essa incrível ponte, as lendas que a rodeiam e até as bênçãos que ela pode trazer para alguém!
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Quem ganha na simpatia? Os países mais amigáveis do mundo e Brasil choca!
Nas viagens, sempre há lugares que se destacam pela beleza natural espetacular, pela culinária incrível e/ou pela sua marca na História. Mas uma das coisas que faz com que os visitantes voltem continuamente a um país são as pessoas. Alguns destinos realmente se destacam em fazer com que quem os visita se sinta bem-vindo e isso deixa uma impressão duradoura.
O site InterNations realiza uma pesquisa anual para descobrir quais países têm as melhores classificações em termos de simpatia entre aqueles que vivem no exterior e entre os viajantes estrangeiros. Publicados pela World Population Review, os resultados para 2024 já foram divulgados!
Será que o Brasil está entre os destinos mais acolhedores para gringos? Clique na galeria e surpreenda-se com a imagem que temos o estrangeiros!
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Saiba como manter os exercícios físicos constantes na sua rotina
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Bem se sabe que sair do sedentarismo e praticar atividade física evita o surgimento de doenças crônicas, metabólicas e cardiovasculares. Inúmeros são os benefícios para o corpo que se mantém saudável -desde que seja uma prática regular. Mas nem sempre é fácil manter a constância e lemas como “foco, força e fé” são motivadores na teoria, pois na prática é bem diferente.
São comum relatos de pessoas que vivem em uma relação ioiô com a academia, ora se matricula e ora cancela a matrícula porque só vai uma vez por mês. O que realmente motiva uma pessoa a continuar se exercitando é o prazer. Isso, porém, pode não ser tão simples.
“Não envolve só uma motivação intrínseca, ao contrário do que o senso comum diz”, afirma Bruno Gualano, colunista da Folha de S.Paulo e professor da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) em entrevista ao podcast Modo de Viver. Nada tem a ver com o fato de a pessoa ser preguiçosa ou sem força de vontade. “O contexto importa para o estilo de vida.”
Fazer atividade física é um privilégio, como afirma o professor, e nem todos têm oportunidade para tal. São condições que envolvem tempo, condições físicas e socioeconômicas.
Mas, algo dá para fazer.COMO ENCONTRAR PRAZER NA ATIVIDADE FÍSICA?
“O prazer associado à prática da atividade física é o fator central que determina se a pessoa vai se manter engajada”, afirma Gualano. “Para o indivíduo ter benefício com a atividade física, com programa de exercícios, esse indivíduo precisa gostar.”Para ele, discursos medicalizados que falam sobre doenças que podem surgir caso não faça atividade física não funcionam e são distantes para as pessoas.
Ele reforça que não há problema em buscar outra atividade que agrada mais, pois não existe uma ideal. “A experimentação é importante”, diz Gualano.COMO ENCAIXAR ATIVIDADE FÍSICA NA ROTINA?
Tente incorporar movimentos no dia a diaNa hora do lazer – passear com o cachorro pode ser uma boa hora de se exercitar. Coloque calçado adequado e dê uma volta pelo bairro
Atividades estruturadas – exercícios na academia são clássicos. Existem diversos aparelhos para todos os grupos muscularesDeslocamento – a ida ao trabalho pode ser um momento de se exercitar, isso envolve trocar o transporte público ou carro por uma bicicleta ou caminhada. Escolha subir de escada em vez de elevador
Petiscos de atividade física – tente interromper o tempo sedentário. Para quem trabalha de frente para o computador, o professor dá a dica de levantar a cada uma hora e fazer cinco minutos de movimento.
SEM CONSTÂNCIA, SEM MUDANÇA
O que motiva muitas pessoas a irem à academia ou se exercitar em geral é a ideia da mudança imediata. “A constância no exercício e a alimentação mais equilibrada são fundamentais para as pessoas entenderem que as transformações não são rápidas”, diz Marcela Kotait, coordenadora do Programa de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.“Toda promessa de resultado imediato com certeza é oposta ao que a gente entende como saúde”, afirma ela.
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