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Os três signos que vão namorar com o ex de um amigo ainda este ano
Para algumas pessoas, namorar com o ex de amigo é algo que nunca lhe passou pela cabeça. Contudo, para outras, trata-se de algo natural. O amor fala mais alto e para elas não existe qualquer problema.
Segundo a lista do ‘website’ TvAzteca, estes são os três signos que vão namorar com o ex de um amigo ainda no decorrer deste ano. Veja se conhece alguém assim.
Gêmeos (21 de maio a 21 de junho)
“Não vão hesitar se se sentem atraídos pela outra pessoa. Gostam de fazer amigos e é essa confiança e esta é uma situação que não lhe parece errada.”
Libra (23 de setembro a 22 de outubro)
“Não se importam que os amigos fiquem chateados. Considera que os seus sentimentos estão sempre à frente.”
Aquário (21 de janeiro a 19 de fevereiro)
“Acredita que não existem regras nos relacionamentos. Consideram que cada pessoa é livre para agir como quiser.”
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Por que você tem de saber a diferença entre um psicopata e um sociopata
As palavras psicopata e sociopata são muitas vezes usadas de forma arbitrária, o que faz parecer que os dois termos se referem a mesma coisa. Na verdade, essas palavras nem são científicas. Médicos não diagnosticam pessoas como psicopatas ou sociopatas. Em vez disso, eles normalmente diagnosticam alguém como tendo uma série de condições, que nós então tendemos a simplificar.
Psicopatas e sociopatas geralmente têm muitas características semelhantes, uma delas é que ambos tendem a ter uma noção distorcida do que é certo e errado. Por outro lado, há muitas diferenças. Para descobri-las, clique nesta galeria.
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Quatro estratégias simples para parar de petiscar a toda a hora
Pequenos hábitos podem gerar grandes mudanças, especialmente quando o assunto é controlar a alimentação entre as refeições. Pensando nisso, a nutricionista Ana Rita Campos compartilhou, no Instagram, algumas dicas úteis para quem tem dificuldade em resistir aos petiscos fora de hora.
Se a sensação for de fome verdadeira, Ana Rita recomenda optar por lanches hipocalóricos ou uma sopa leve, que ajudam a saciar sem comprometer a dieta.
Confira algumas das estratégias sugeridas:
- Pergunte-se: é fome ou apenas vontade de comer?
- Afaste-se do ambiente que gera tentações.
- Crie táticas para lidar com a vontade de comer.
- Realize uma atividade prazerosa para desviar a atenção.
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Frases que denunciam falsos amigos
Lidar com amizades no mundo de hoje pode ser difícil – ainda mais quando alguém que você achava que era seu amigo acaba se revelando falso. Muitas vezes, não são nem mesmo as ações, mas a comunicação que revela as verdadeiras intenções. Certas frases podem parecer inocentes, mas podem servir como sinais de alerta para indicar a falta de autenticidade de um amigo. Nesta galeria, decodificaremos frases comuns usadas por amigos falsos e exploraremos o que essas declarações realmente significam sobre os verdadeiros sentimentos e intenções desses amigos-da onça.
Curioso para saber quais frases entregam e denunciam um amigo falso? Clique na galeria para saber mais.
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AVC mata seis pessoas por hora no Brasil
O AVC (Acidente Vascular Cerebral), uma das principais causas de morte e incapacidade no mundo, foi a causa do óbito de 39.345 brasileiros de janeiro a 20 de agosto, segundo os dados mais recentes do Portal de Transparência do Registro Civil, mantido pela ARPEN Brasil (Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais). O número equivale a seis óbitos por hora.
Embora seja uma condição amplamente prevenível e tratável, à nível global, o número de casos AVC aumentou 70% entre 1990 e 2021, segundo estudo recém-publicado na renomada revista científica The Lancet Neurology. Ainda de acordo com a pesquisa, houve crescimento de 44% nas mortes por AVC, além de um aumento de 32% na piora da saúde relacionada à doença.
Na análise dos pesquisadores, essa elevação pode ser atribuída tanto ao crescimento populacional quanto ao aumento do envelhecimento da população mundial, além da maior exposição aos fatores de risco comportamentais e ambientais. Nesse último aspecto, inclusive, o estudo destacou que, no total, 84% da carga da condição em 2021 está associada a 23 fatores de risco modificáveis, incluindo calor e poluição do ar, enquanto a hipertensão arterial (“pressão alta”) continua sendo o principal fator de risco para o AVC. Esa é a primeira vez que uma análise indica que a poluição do ar por partículas é um dos principais fatores de risco para AVC hemorrágico, contribuindo para 14% das mortes e incapacidades associadas a esse subtipo de AVC, um nível comparável ao risco relacionado ao tabagismo.
Em tempos de crise climática, não apenas no Brasil, mas vivenciada pelo planeta como um todo, o enfrentamento ao AVC torna-se desafiador. “As mudanças climáticas impactam diretamente a saúde pública, exacerbando condições que já eram preocupantes e criando riscos. O calor extremo, por exemplo, pode levar à desidratação, o que aumenta a viscosidade do sangue e, consequentemente, o risco de formação de coágulos. Além disso, o calor provoca estresse no sistema cardiovascular, elevando a pressão arterial e o ritmo cardíaco, ambos fatores que contribuem para o desenvolvimento de AVC”, fala a pesquisadora e neurologista, Sheila Ouriques Martins, que preside a Rede Brasil AVC e a World Stroke Organization (WSO).
Com relação à poluição, a especialista explica que, especialmente a inalação de partículas finas e gases tóxicos, tem sido associada a inflamações e danos nos vasos sanguíneos. Essas partículas podem causar estresse oxidativo e inflamação sistêmica, levando ao estreitamento das artérias e comprometendo o fluxo sanguíneo. “Estudos mostram que a exposição prolongada à poluição do ar pode aumentar a incidência de AVCs, especialmente entre populações vulneráveis, como idosos e pessoas com condições preexistentes”, diz.
Pressão no sistema de saúde
A presidente da Rede Brasil AVC e da WSO ressalta que outro aspecto relevante da atual crise climática é a pressão sobre os sistemas de saúde. “Em períodos como esse, os serviços de saúde podem ficar sobrecarregados e desorganizados, dificultando a resposta a emergências médicas como o AVC. A combinação de um aumento nas taxas de AVC, junto com a capacidade limitada de resposta dos serviços de saúde, representa um cenário preocupante”, salienta.
Outros fatores de risco
Além da hipertensão, sedentarismo, excesso de peso corporal, tabagismo, abuso de álcool, e a alimentação não saudável são outros fatores que contribuem para o risco de AVC. Em outubro, campanha que será realizada durante todo o mês, com destaque para a data de 29 de outubro – Dia Mundial do AVC –, focará na importância do controle desses fatores, já que até 90% dos AVCs podem ser prevenidos. Check-ups regulares; acompanhamento da pressão arterial; alimentação saudável; prática de exercícios e evitar o fumo são alguns dos pontos destacados para prevenção.
“O enfrentamento ao AVC requer uma abordagem multifacetada, com a implementação de políticas integradas que promovam a saúde pública e a proteção ambiental. É preciso promover estilos de vida saudáveis e garantir acesso equitativo a cuidados de saúde”, pontua Sheila. “Somente por meio de uma abordagem colaborativa e abrangente será possível mitigar os impactos dos fatores de risco na incidência de AVC e proteger a saúde das populações em todo o mundo”, conclui.
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Coisas que você nunca deve dizer a alguém que está de luto (e o que é aconselhável)
Saber o que dizer a alguém que está passando por um processo de luto é difícil. Na tentativa de evitar aquele silêncio (constrangedor), muitas vezes acabamos por comentar algo que aparentemente parece inofensivo, mas para uma pessoa que acabou de vivenciar uma perda pode invalidar ou piorar os seus sentimentos reais de luto. Para ajudar seu ente querido em um momento difícil, há algumas coisas que é melhor não falar depois de saber que alguém muito próximo morreu. Da mesma forma, existem maneiras de aprender a expressar seu apoio que podem ser recebidos com mais delicadeza.
Clique na galeria para saber o que você deve ou não dizer a uma pessoa em luto.
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Aspirina pode evitar aborto espontâneo, diz estudo
ROTERDÃ, HOLANDA (FOLHAPRESS) – Uma pesquisa publicada na semana passada concluiu que um tratamento realizado com versões de aspirina e heparina pode ser eficaz para evitar interrupções recorrentes de gestação possivelmente associadas a um anticorpo humano. Os resultados são preliminares, mas são um indicativo para a realização de novos estudos no futuro.
A ideia de analisar a relação do anticorpo anti-b2GPI/HLA-DR com interrupções involuntárias de gravidez partiu da síndrome antifosfolipídica, uma doença autoimune em que anticorpos atacam células do próprio organismo e leva a quadros de abortos recorrentes. Um dos anticorpos associados a essa síndrome é justamente o anti-b2GPI/HLA-DR.
Um estudo publicado em 2020 pelo mesmo grupo de pesquisadores do novo artigo concluiu que, de um universo de 227 mulheres com histórico de abortos recorrentes, cerca de 20% apresentavam o distúrbio associado ao anticorpo. Os cientistas então consideraram que a substância inicialmente responsável por proteger o organismo humano poderia ter alguma relação com as interrupções nas gestações.
Com essa primeira conclusão, os autores tentaram, na nova pesquisa, identificar se o tratamento com versões dos medicamentos aspirina ou heparina seria eficaz em casos de mulheres grávidas e com o anticorpo ativo em seus organismos.
Existem diferentes razões para a escolha dessas duas drogas no estudo, afirma Kenji Tanimura, do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia, associado à Escola de Pós-Graduação em Medicina da Universidade de Kobeum, e um dos autores do artigo. O pesquisador explica que a heparina não-fracionada já era reconhecida como forma de tratamento contra complicações obstétricas em pacientes com a síndrome antifosfolipídica, por exemplo.
A ideia da nova pesquisa, no entanto, foi utilizar os remédios em casos relacionados somente com o anti-b2GPI/HLA-DR. No total, 462 mulheres com histórico de interrupções de gestações passaram por medições do anticorpo anti-b2GPI/HLA-DR. Dessas, 47 foram incluídas na análise final. Elas foram então divididas em dois grupos: aquelas que receberam tratamento com os remédios e outro, em menor número, sem acesso às drogas.
Essas mulheres foram acompanhadas pelos pesquisadores a fim de comparar o desfecho da gestação. No grupo que adotou os remédios, a taxa de nascimento foi de 87%, enquanto o percentual foi de 50% naquelas mulheres sem ingestão das drogas.
Complicações na gravidez também foram muito menores no grupo com medicamento: cerca de 6% apresentaram algum problema durante a gestação, contra 50% no grupo sem uso da aspirina ou heparina.
Por último, outra sub análise foi realizada no caso de mulheres sem nenhum fator de risco para interrupção da gravidez. Nesse caso, o número de nascimentos entre aquelas com uso dos medicamentos foi 14. Por outro lado, no grupo das mulheres que não utilizaram o tratamento, esse total foi de sete.
Resultados como esses são indicativos preliminares de que os medicamentos podem ter uma ação positiva para evitar interrupções de gestações na presença ativa do anticorpo analisado no estudo. No entanto, os dados ainda não são suficientes.
Além de contar com uma amostra pequena, a pesquisa é do tipo observacional. Nesse tipo de método, uma intervenção -no caso, os dois medicamentos- é aplicada e, ao fim, observa-se o desfecho. No entanto, não existe o isolamento da intervenção em comparação a outros fatores que podem explicar o que ocorreu no final do estudo, o que diminui a associação com o resultado. Em outras palavras, não é possível indicar fortemente a relação de causa e efeito entre os remédios e a conclusão.
Estudos clínicos randomizados, em que se conta com grupo placebo e a intervenção que se deseja estudar é mais isolada, provêm graus de evidência científica mais fortes. Segundo Tanimura, a adoção desse método já está no horizonte do grupo de pesquisa.
“No futuro, aumentar o número de casos e conduzir ensaios clínicos randomizados ajudará a estabelecer evidências da eficácia do tratamento”, afirma.
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Poliomielite: Uma doença que estava erradicada, mas que está voltando com força
No início do século XX, a poliomielite era uma das doenças mais temidas nos países industrializados, levando milhares de crianças à paralisia todos os anos. Logo após a introdução de vacinas eficazes nos anos 50 e 60, no entanto, a poliomielite foi controlada e praticamente eliminada nesses países. Demorou um pouco mais para que a poliomielite fosse reconhecida como um grande problema nos países em desenvolvimento. No entanto, os programas nacionais de imunização desde os anos 70 ajudaram a controlar a doença.
O uso de vacinas contra a poliomielite quase erradicou a doença em todo o mundo, mas dois países endêmicos permanecem: Paquistão e Afeganistão. A poliomielite também ressurgiu na Faixa de Gaza após 25 anos, forçando as Nações Unidas e as autoridades de saúde locais a lançar uma campanha de vacinação no meio do conflito.
Clique e entenda melhor como uma doença controlada vem ressurgindo com tanta força.
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Afinal, leite realmente é inflamatório?
Com o aumento das preocupações com a saúde e o crescimento do interesse por dietas anti-inflamatórias, surge uma questão fundamental: o leite é realmente inflamatório?
Estudos recentes indicam que o consumo de leite e produtos lácteos não demonstram ter um efeito pró-inflamatório em adultos saudáveis, com sobrepeso, obesidade, síndrome metabólica ou diabetes tipo 2. Pelo contrário, a maioria das pesquisas sugere um efeito anti-inflamatório significativo desses produtos em pessoas saudáveis ou com distúrbios metabólicos, conforme informações do Journal Advances in Nutrition.
Edna Freignan, professora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera, aponta que o consumo de laticínios não é inflamatório, pelo contrário, está associado à diminuição dos níveis de PCR (Proteína C-Reativa), um marcador de inflamação. Os mecanismos por trás desses efeitos incluem a ação de ácidos graxos específicos e a presença de peptídeos bioativos nos laticínios, que têm propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. “É importante esclarecer que o leite não provoca mais inflamação quando as pessoas estão doentes”.
“Os laticínios são uma fonte valiosa de vários nutrientes essenciais, como o cálcio, fundamental para a saúde dos ossos e dos dentes. O consumo regular de leite está associado a diversos benefícios à saúde, incluindo a prevenção de doenças crônicas, cardiovasculares e osteoporose, além de contribuir para um melhor desempenho cognitivo”.
Entretanto, o especialista alerta que o leite pode ser problemático para pessoas com alergia à proteína do leite de vaca (APLV), podendo causar uma resposta inflamatória. “No entanto, para aqueles que não têm alergias, o consumo de laticínios pode realmente ajudar a melhorar os marcadores inflamatórios em adultos. Para os intolerantes à lactose, a ingestão de leite pode variar conforme o grau de intolerância (leve, moderada ou grave), permitindo que consumam quantidades que se sintam confortáveis. Além disso, eles podem optar por leites sem lactose ou utilizar suplementos de lactase para facilitar a digestão ao consumir produtos lácteos”.
Os principais tipos de leite disponíveis no mercado diferem pelo teor de gordura, pela adição ou exclusão de nutrientes específicos e pelo tipo de tratamento térmico utilizado na fabricação. “É importante ressaltar que a escolha do tipo de leite deve ser feita de forma individual e não está diretamente ligada a um possível efeito inflamatório. Na verdade, estudos apontam para um efeito anti-inflamatório, além dos benefícios que o consumo de laticínios pode trazer”, ressalta.
Recentemente, o leite tipo A2A2 começou a ser comercializado no Brasil, proveniente de rebanhos cujos animais possuem apenas os genes A2A2, produzindo a proteína β-caseína A2. “Essa diferença é relevante, pois a β-caseína A1 pode provocar desconforto gastrointestinal em algumas pessoas que consomem leite de vaca, mesmo que não sejam intolerantes à lactose. Além disso, existem crenças populares que afirmam que o leite UHT não é seguro, mas isso não é verdade. O leite UHT é submetido a um processo altamente seguro e validado desde meados do século 20, o que garante sua qualidade e segurança microbiológica”, explica.
Por fim, Edna salienta ainda que crianças que consomem a quantidade recomendada de laticínios têm menor risco de deficiência de nutrientes essenciais, como cálcio, magnésio, fósforo, proteínas, riboflavina, vitaminas A, B12 e D, selênio, potássio e colina. O leite pode ajudar a controlar a pressão arterial e reduzir o risco cardiovascular, e possui efeitos antiobesidade e antidiabéticos.
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Signos que não suportam críticas (mesmo que sejam construtivas)
É muito importante saber lidar com críticas para crescer e corrigir alguns comportamentos. Infelizmente, alguns indivíduos não concordam e, por isso, entram na lista dos signos que não suportam críticas partilhada no Times of India.
Leão (22 de julho a 22 de agosto)
São pessoas confiantes e escondem bem as suas inseguranças. Dão sempre o seu melhor e “levam as críticas muito a peito” porque “atingem diretamente o seu ego”.
Sagitário (22 de novembro a 21 de dezembro)
Já se “auto criticam o suficiente e detestam quando alguém o faz em voz alta”. Quando isto acontece ficam a sentir que “a outra pessoa os quer degradar e insultar abertamente”.
Câncer (21 de junho a 21 de julho)
São pessoas muito sensíveis e emocionais. Levam tudo a peito e sentem-se atacados quase instantaneamente. Infelizmente “a mais pequena crítica pode fazê-los chorar”.
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