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Câncer: Quando fazer cada exame preventivo
O câncer afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Embora haja algumas coisas que podemos fazer para tentar evitá-lo, como adotar um estilo de vida saudável, isso infelizmente não significa que estaremos seguros contra a doença. Por essa razão, a realização de exames de rastreamento desempenha um papel crucial na detecção precoce e no tratamento do câncer, trazendo melhores resultados.
Na galeria, conheça os exames de rastreamento de câncer mais populares, quando devemos fazê-los e em quais situações.
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Dor de cabeça: Qual tipo mais afeta sua vida?
A maioria de nós está familiarizada com alguma forma de dor de cabeça que aparece de vez em quando, nos deixando desconfortáveis e distraídos. Existem muitos tipos de dores de cabeça. A causa, duração e intensidade dessa dor pode variar de acordo com a variedade. Se sua cefaleia é menos grave, então pode ser fácil aprender como identificar o tipo de dor que você está experimentando e como aliviar seus sintomas.
Na galeria, descubra tipos comuns de dores de cabeça e como tratá-los.
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Validade após abertura: cuidados essenciais com medicamentos e cosméticos
Muitas pessoas verificam a data de validade ao adquirir medicamentos, mas poucos sabem que produtos como colírios, xaropes e medicamentos líquidos têm prazos mais curtos de uso após serem abertos. Esse período, que pode ser muito menor do que a data impressa na embalagem, deve ser observado com atenção para garantir a eficácia e segurança.
De acordo com a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), medicamentos líquidos podem perder até 75% de sua validade após a abertura. Colírios, por exemplo, têm um prazo de uso de, no máximo, 30 dias depois de abertos, devido à necessidade de manter sua esterilidade. É fundamental consultar as bulas, que trazem informações detalhadas sobre a conservação e os prazos específicos de cada medicamento.
Especialistas recomendam as seguintes práticas para evitar problemas:
Registrar a data de abertura: Escrever no rótulo ou embalagem o dia em que o medicamento foi aberto ajuda a controlar o prazo de validade reduzido.
Consultar a bula e seguir as orientações: Além do prazo de validade, as condições de armazenamento, como temperatura e proteção contra luz ou umidade, são essenciais para preservar o produto.
Descarte correto: Medicamentos unidose, como ampolas abertas, não devem ser reutilizados, mesmo que contenham sobra do produto.
A validade original dos medicamentos, geralmente indicada no formato MM/AAAA (mês e ano), refere-se ao prazo em que o medicamento pode ser usado antes de sua abertura. Quando indicada dessa forma, o produto pode ser consumido até o último dia do mês informado.
Conforme destaca a DECO (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor), a validade também é importante para cosméticos, como cremes e protetores solares. Esses produtos têm sua durabilidade especificada no rótulo, com um símbolo de pote aberto seguido de números como “12M”, indicando 12 meses de validade após a abertura.
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Conheça alguns alimentos comuns que levam ao envelhecimento da pele
Com o passar dos anos, é natural que a pele perca elasticidade. No entanto, alguns alimentos podem acelerar esse processo, especialmente aqueles ricos em açúcar. É importante ficar atento à alimentação para preservar a saúde e a aparência da pele.
O site SheFinds consultou dermatologistas para identificar os alimentos que afetam o colágeno e contribuem para o envelhecimento precoce.
Confira:
Manteiga e Margarina
De acordo com Robyn Newmark, “as gorduras trans presentes nesses alimentos não apenas aumentam o risco de doenças cardíacas, mas também podem acelerar o processo de envelhecimento da pele”.Bolos e Doces de Confeitaria
“Carboidratos refinados elevam os níveis de açúcar no sangue, o que estimula a produção de óleo na pele, tornando-a mais brilhante e contribuindo para o envelhecimento precoce”, explicam os especialistas.Cereais Açucarados
“O consumo excessivo de açúcar refinado causa danos intrínsecos às proteínas de colágeno da pele”, alerta a dermatologista Elaine F. Kung.Manter uma alimentação equilibrada é essencial para proteger a pele e retardar os sinais do tempo.
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Enxaqueca: veja os tipos, sintomas, causas e principais tratamentos
As enxaquecas são muito comuns na população e podem até mesmo fazer parte da rotina de muita gente. Segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia, cerca de 140 milhões de pessoas no Brasil sofrem com a doença. Um estudo da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia apontou que cerca de 52% da população mundial também são acometidas por esse mal. Mas afinal, o que causa a enxaqueca e como é possível evitar esses sintomas que podem ser tão incômodos? Como fazer para evitar as enxaquecas? O neurologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Tiago Sowmy, responde a essas e outras dúvidas abaixo.
Tipos e sintomas de enxaqueca
Ao todo, existem três tipos de cefaleias primárias, ou seja, aquelas que não tem uma causa específica. A enxaqueca propriamente dita oferece como sintomas principais uma dor forte, pulsátil e intensa que ocupa metade da cabeça. O paciente pode ter mais sensibilidade à luz, ao barulho ou ao som e turvação visual podendo chegar a ter náuseas, vômitos, formigamentos e até dificuldade de comunicação e de memória. Pode haver ainda uma sensação de cansaço, de fadiga e até mesmo tontura, mal-estar ou vertigem. Muitas vezes a realização de atividades físicas ou até de atividades cotidianas pode se tornar desconfortável. Geralmente pode durar de 4 a 72 horas sem qualquer tipo de medicação.
A cefaleia tensional é uma dor mais leve e moderada, com característica de um aperto ou de pressão na cabeça, geralmente localizada na parte frontal da cabeça. Não há características de sensibilidade como na enxaqueca. Sua duração pode ser muito variável, indo de 30 minutos até alguns dias, mas não há uma regra clara. Já a cefaleia em salvas é mais incomum e representa a dor mais intensa de todas, com sensação de pontadas e até de ardor. Pode acometer só um lado da cabeça e apresenta sintomas como lacrimejamento, vermelhidão no olho e corrimento nasal. Cada episódio pode durar entre 15 minutos e três horas e pode ocorrer várias vezes ao dia. Os pacientes com essa cefaleia ficam agitados e não conseguem ficar em repouso, ao contrário da enxaqueca.
“Um jeito de diferenciar é verificar a intensidade da dor, onde ela está localizada, se é latejante, se há um aperto e se há outros sintomas associados como a náusea, vômitos e congestão nasal. Outra questão importante para se analisar é a duração da dor e a frequência em que ela acomete o paciente. E a partir disso o médico vai direcionar a conversa e classificar o tipo de dor”, explica ele.
Para todos os casos, porém, é importante observar alguns sintomas-chave. Segundo o neurologista, alguns desses fatores são a dor de cabeça súbita e intensa, a mudança de padrão no tipo de dor de cabeça, os sintomas que se perpetuam ou duram muito tempo e a existência de febre ou de algum trauma na cabeça, como uma batida após um acidente. Pessoas que tenham condições como problemas cardíacos ou vasculares, que utilizem medicações imunossupressoras para doenças autoimunes ou que apresentem dores crônicas também geram um alerta. “Para todos os casos acima o paciente deve procurar atendimento médico com urgência para evitar quadros piores”, alerta.
Causas da enxaqueca
O médico Tiago Sowmy destaca que não há uma causa específica para a enxaqueca e explica que são vários os fatores que interagem para a sua ocorrência. “A gente sabe que alguns fatores como o histórico familiar aumenta o risco de um paciente ter enxaqueca, além da existência de transtornos de humor, ansiedade e depressão. Fatores de estilo e hábitos de vida e fatores hormonais, como uma gravidez, a menopausa ou o período pré-menstrual, além do uso de anticoncepcional, também podem estar envolvidos”, ressalta.
Entre os fatores ligados ao estilo de vida podem estar a falta de uma alimentação adequada, desidratação, jejum prolongado ou alimentos específicos como álcool, doces, cafeína, temperos e comidas condimentadas. Entre outros fatores possíveis podem estar a exposição a muitas telas ou a ambientes muito barulhentos ou a exposição a momentos de muito estresse ou carga emocional. Segundo o médico, há pacientes que relatam enxaquecas após atividades físicas muito intensas ou após a privação ou excesso de sono, por exemplo.
“Entre esses vários fatores a gente pede para o paciente fazer um diário da vida dele, apontando se há o caso de uma enxaqueca após um episódio como comer um determinado alimento, por exemplo, além das durações e quantidades de episódios de enxaquecas. A dificuldade diagnóstica se encontra mais em conseguir elaborar um histórico detalhado do paciente e extrair os sintomas mais importantes do que propriamente se basear em um exame. Se a gente consegue unir os sintomas e o histórico aos exames teremos um quadro muito mais completo”, reitera. Ele detalha ainda que os exames laboratoriais e os exames de imagem ajudam a excluir outras causas e outras patologias que possam estar simulando a enxaqueca.
Quais são os tratamentos da enxaqueca
O especialista destaca que para tratar das dores causadas pelas enxaquecas tanto os analgésicos mais comuns como a aspirina, dipirona e paracetamol quanto as medicações mais específicas como os triptanos são recomendadas. Também podem ser utilizados os antieméticos para ajudar com as náuseas e vômitos.
Já para a profilaxia, ou seja, para a prevenção, o especialista indica os beta-bloqueadores, mas a depender da característica do indivíduo, podem ser usados antidepressivos ou antiepiléticos. Além de algumas medicações injetáveis, até mesmo a utilização de toxinas botulínicas, conhecidos popularmente como botox, podem ser utilizados. Ainda pode haver a indicação de fitoterápicos e de suplementos alimentares.
“A depender do tipo de paciente a orientação médica pode pedir que o paciente lide melhor com o estresse, apresente uma alimentação mais balanceada, melhor hidratação, melhore a qualidade do sono e faça atividades físicas. Os bons hábitos podem ajudar. E no caso de qualquer medicação é sempre importante procurar ajuda médica”, finaliza.
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Anvisa aprova medicamento para tipo de câncer de pulmão em estágio inicial
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nesta segunda-feira (25) um medicamento para tratamento de câncer de pulmão diagnosticado em fases iniciais. O remédio Alecensa, composto pela molécula alectinibe, já era usado em casos avançados da doença.
Um estudo publicado em abril deste ano no The New England Journal of Medicine mostrou que o medicamento reduz o risco de recorrência da doença ou morte em 76% dos pacientes com o tipo de câncer de pulmão não pequenas células ALK-positivo em fase inicial.
O estudo, realizado em 27 países com 257 pacientes, avaliou a eficácia e segurança do alectinibe em comparação à quimioterapia baseada em platina, que é o tratamento padrão para câncer de pulmão não pequenas células metastático. Após três anos de tratamento, nove em cada dez pacientes ficaram livres da doença.
Segundo dados do Inca (Instituto Nacional de Câncer), o tumor no pulmão é a quarta neoplasia mais incidente no Brasil, além de ser a que apresenta a maior mortalidade. Cerca de 85% dos pacientes diagnosticados com câncer de pulmão no país são do tipo não pequenas células. Destes, aproximadamente 5% possuem alteração do gene ALK. Os pacientes com essa mutação costumam ser pessoas jovens, com menos de 55 anos, que nunca fumaram ou com histórico leve de tabagismo.
Aproximadamente metade dos pacientes diagnosticados com câncer de pulmão de não pequenas células nos estágios iniciais apresentam recidiva mesmo após a cirurgia e a quimioterapia, de acordo com Clarissa Baldotto, presidente do GBOT (Grupo Brasileiro de Oncologia Torácica) e diretora da SBOC (Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica).
“O alectinibe é o primeiro inibidor de ALK aprovado para pessoas com câncer de pulmão não pequenas células em estágio inicial positivo para ALK, que foram submetidas à cirurgia para remover o tumor. Atualmente, após a cirurgia, esse tipo de câncer é tratado com quimioterapia, mas em muitos casos, infelizmente, a doença regressa, se espalhando para outras partes do corpo”, explica Michelle França, líder médica da Roche Farma Brasil, farmacêutica desenvolvedora do remédio.
França destaca que o Alecensa é a única terapia-alvo aprovada no mundo para o tratamento do câncer de pulmão não pequenas células ressecado ALK-positivo em estágio inicial. Para o tratamento desse mesmo tipo de tumor, quando diagnosticado em estágio avançado ou metastático, além do próprio alectinibe, outras terapias estão disponíveis.
Com o remédio, a expectativa das especialistas é que seja reduzido também o risco de desenvolvimento de metástases cerebrais na população mais jovem, que é a mais impactada pelo problema.
O Radar do Câncer, do Instituto Oncoguia, aponta que quase 90% dos casos de câncer de pulmão no Brasil são diagnosticados nos estágios mais avançados ou metastáticos, em que o tratamento é mais difícil e custoso e o desfecho dos pacientes costuma ser pior.
´”A comunidade médica, as associações de pacientes e a indústria têm reforçado cada vez mais a necessidade de uma política de rastreamento para pessoas com alto risco para o desenvolvimento de câncer de pulmão -semelhante ao que é feito com o câncer de mama, por exemplo. Estudos mostram que uma política de rastreio em escala nacional, aliada a estratégias antitabagismo, pode ampliar significativamente o diagnóstico precoce e reduzir em cerca de 20% a mortalidade pela doença”, afirma a líder médica da Roche.
O medicamento composto pela molécula alectinibe é oral e já foi aprovado em mais de 100 países (incluindo o Brasil) como primeira ou segunda linha de tratamento do câncer de pulmão ALK-positivo em estágio avançado ou metastático. A nova indicação do alectinibe, agora para o cenário inicial, também foi aprovada na Europa e nos Estados Unidos.
A Roche ainda não entrou com pedido para que o medicamento seja incluído no SUS (Sistema Único de Saúde), informou que deve fazê-lo no futuro, mas não deu um prazo.
No início do mês, a Anvisa já havia aprovado uma outra terapia para câncer de pulmão de pequenas células em estágio avançado. Esse é o tipo de câncer de pulmão mais agressivo, apesar de não ser o mais comum.
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Você sabia? Itens que precisam estar na geladeira
Embora provavelmente existam muitas coisas que você refrigera, mas não deveria, há muito mais coisas que você mantém em sua casa que deveriam estar armazenadas na geladeira, mas não estão. Intrigado? Clique nesta galeria para ver quais são as coisas que você deveria guardar na geladeira a partir de hoje.
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Tratamento reverte cegueira em pessoas com danos graves nos olhos; entenda
Pela primeira vez, cientistas conseguiram fazer com que pacientes com danos severos na córnea – parte transparente do olho que cobre a pupila – tivessem a visão restaurada graças a um transplante de células-tronco. O procedimento foi realizado em quatro pessoas, das quais três apresentaram melhora significativa e duradoura, enquanto o paciente com o quadro mais grave teve uma leve reversão após um ano. Os resultados foram divulgados na revista científica The Lancet no início de novembro. Mas como esse tratamento é realizado?
Os pacientes tratados conviviam com deficiência de células-tronco limbares (LSCD, na sigla em inglês). Quando há falta dessas células, a córnea começa a ser coberta por tecido de cicatrização, perdendo a transparência e levando à cegueira. As razões para o quadro são traumas no olho, infecções como herpes ocular, doenças autoimunes ou problemas genéticos
Os tratamentos para essa condição geralmente incluem o transplante de células da córnea obtidas a partir de um olho saudável do próprio paciente. Já quando os dois olhos estão comprometidos, pode-se recorrer a transplantes de córnea de doadores falecidos.
O problema é que, no primeiro caso, os resultados podem ser incertos e é preciso fazer biópsia do tecido do olho saudável, o que é invasivo. No segundo, como explica o oftalmologista Flávio MacCord, diretor da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO), há o risco de rejeição pelo sistema imunológico do paciente.
Os cientistas, então, usaram uma fonte alternativa de células para o transplante: as células-tronco pluripotentes induzidas. A técnica baseia-se nas pesquisas de Shinya Yamanaka e John Gurdon, ganhadores do Nobel de 2012, que mostraram ser possível induzir células maduras de adultos para um estado semelhante ao das células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer tipo de célula do corpo.
Técnica ‘revolucionária’
Os cientistas usaram células do sangue de um doador saudável, reprogramaram-nas para um estado embrionário e as transformaram em uma camada fina e transparente de células do revestimento da córnea, que foi transplantada nos pacientes.
Além disso, durante a cirurgia, o tecido cicatricial que recobria a córnea danificada foi removido, deixando a superfície pronta para o transplante. “Em seguida, uma camada de células epiteliais (que revestem a superfície) da córnea, cultivadas em laboratório a partir de células-tronco, foi posicionada sobre a área e fixada com costuras finas. Para proteger o enxerto e auxiliar na cicatrização, uma lente de contato terapêutica foi colocada sobre a córnea”, detalha MacCord.
O estudo incluiu dois homens e duas mulheres, com idades entre 39 e 72 anos. Dois anos depois dos transplantes, nenhum teve efeitos colaterais graves, e os enxertos não formaram tumores nem foram rejeitados.
“O diferencial desse tratamento é que ele evita a necessidade de doadores compatíveis de acordo, então reduz o risco de rejeição imunológica”, explica MacCord.
Segundo o médico, a expectativa é que esse avanço possibilite novos tratamentos para casos complexos, reduza a dependência de doadores e revolucione o manejo da deficiência de células-tronco do limbo.
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Você sabe quais são os signos mais influentes do zodíaco?
Tem um amigo com uma capacidade natural de acumular seguidores (e admiradores) em qualquer lado? É muito provável que encontre o signo dessa pessoa nesta lista do BestLife. Porquê? Menciona os signos mais influentes.
1- Leão (22 de julho a 22 de agosto)
Graças ao “seu sentido de estilo e à sua personalidade conseguem atrair aqueles que desejam fazer parte do seu círculo”. Geralmente “a sua influência e o seu poder estão relacionados com a sua autoconfiança”.
2- Áries (21 de março a 20 de abril)
Normalmente “o seu dinamismo, paixão e força garantem o seu lugar no topo”. São líderes natos e “adoram iniciar e assumir o comando”.
3- Gêmeos (21 de maio a 21 de junho)
“Conhecem todos e fazem questão de se relacionarem e de se informarem sobre as últimas tendências.” Também são “ótimos comunicadores e uma boa opção quando se precisa de uma fonte para o que se pretende fazer”.
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7 dicas para preparar o bife à milanesa perfeito; tome nota
Bife à milanesa é um daqueles pratos que todo mundo tem uma receita, mas que nem todas dão certo. Para conseguir aquela casca crocante e dourada, é preciso usar alguns truques na manga, que os grandes chefs tem sempre na manga.
Veja sete dicas de ouro para conseguir o bife à milanesa perfeito. Confira:
1. Use pão italiano (ou francês) para fazer a farinha de rosca que vai empanar seu bife.
2. Não use filé mignon. Contra-filé, coxão duro, patinho e miolo de alcatra são boas pedidas para o preparo
3. Quanto mais fino o bife, melhor, por isso bata bem para abri-lo.
4. Tempere os ovos e o bife, usando muitos temperos e ervas.
5. Cuidado com os excessos. O processo é: bife na farinha de trigo, ovo batido e farinha de rosca, removendo os excessos em cada uma das fases.
6. A temperatura da frigideira e do óleo é fundamental, que precisam estar bem quentes, mas não pode demais para não queimar, nem de menos para não cozinhar o bife.
7. Deixe o bife descansando sobre o papel-toalha, para tirar os excessos.
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