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Rir causa rugas? Confira os 5 principais mitos
Ainda é comum associar o riso com o surgimento de rugas, principalmente na área dos olhos e ao redor da boca, onde os músculos faciais são mais ativados. Mas, será que as expressões faciais realmente prejudicam a saúde da pele?
Segundo Luís Maatz, cirurgião plástico, especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC/FMUSP), e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP); tanto a flacidez como as rugas estão relacionadas ao envelhecimento, associado à genética e a fatores intrínsecos, como alterações hormonais.
“Com o tempo, há um processo natural de oxidação, quando há perda das fibras de colágeno e elastina, que sustentam os tecidos corporais. Também há os fatores externos, que acabam abreviando o envelhecimento da pele, como sedentarismo; alimentação inadequada; tabagismo; exposição solar excessiva sem uso de filtro solar; poluição; variações de peso; entre outros”.
Sendo assim, para que ninguém economize nas risadas, o cirurgião Luís Maatz pontuou alguns dos principais mitos sobre a relação entre o riso e as rugas. Confira:
Sorrir frequentemente causa rugas ao redor dos olhos
Mito: segundo Maatz, embora sorrisos possam formar linhas ao redor dos olhos (os chamados “pés de galinha”), as marcas são, em grande parte, temporárias.
“Rugas mais profundas resultam principalmente de fatores como a exposição ao sol e a diminuição de colágeno com a idade”. Um artigoda Penn Medicine reforça que até 90% dos sinais de envelhecimento cutâneo são causados pela exposição aos raios UVA.
Evitar expressões faciais reduz o surgimento de rugas
Mito: reprimir expressões faciais não impede o envelhecimento da pele. Pesquisadores da Mayo Clinic afirmam que a genética e o estilo de vida têm um impacto muito maior na formação de rugas do que expressões temporárias.
“Além disso, o estímulo dos músculos faciais ajuda a preservar a tonicidade e a sustentação da pele ao longo do tempo, retardando a flacidez e o envelhecimento do rosto”, afirma Luís Maatz.
O hábito de franzir a testa aumenta a propensão às rugas
Mito: qualquer expressão repetida pode criar linhas temporárias, mas as linhas duradouras resultam de fatores mais complexos, como a genética e a degradação estrutural da pele. Estudosmostram que sorrisos e expressões neutras, quando acompanhados de exposição ao sol, têm o mesmo potencial de formar ruga.
Rugas de expressão são irreversíveis
Mito: “Muitas rugas de expressão são dinâmicas, ou seja, aparecem apenas quando fazemos certas expressões, e não são permanentes. Procedimentos como a aplicação de toxina botulínica ajudam a suavizar essas linhas já existentes, indicando que elas não estão fixadas na estrutura da pele”, explica Maatz.
Segundo aAmerican Academy of Dermatology, esse tipo de linha é menos resistente ao tratamento comparado às rugas causadas por danos solares.
Botox previne o surgimento de rugas
Mito: De acordo com uma revisãode estudos publicada no Brazilian Journal of Health Review, o uso da toxina botulínica na prevenção do surgimento de rugas faciais demonstrou ser eficaz, mas sua aplicação para essa finalidade ainda é objeto de debate na comunidade científica. “Os efeitos a longo prazo são alguns dos aspectos que demandam mais estudos para avaliar a utilização preventiva do Botox”, pontua o cirurgião.
“Evite usar produtos ou recorrer a procedimentos sem orientação médica. Procure um especialista que te acompanhe na prevenção e no tratamento das suas linhas, levando em conta sua idade e seu tipo de pele”, alerta Luís Maatz.
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Os sinais de que você está preso em um emprego sem futuro
Passamos em média oito horas por dia trabalhando. Considerando que um dia consiste em 24 horas, e passamos uma média de sete horas dormindo, é revelador ver quanto tempo realmente gastamos no trabalho. Ter um emprego que nos satisfaça em todos os aspectos é um objetivo difícil de alcançar, se não impossível. A realização profissional pode ser difícil de alcançar, pois há muitas variáveis a serem levadas em conta ao avaliar nossos níveis de satisfação no local de trabalho.
Receber o salário certo, trabalhar com as pessoas certas, num escritório no local certo e ter todas as oportunidades certas de crescimento na carreira são apenas alguns dos requisitos mais populares que as pessoas têm quando se trata de avaliar sua situação de trabalho. Embora algumas pessoas possam ter um emprego que preencha todas as caixas mencionadas, muitos de nós ocasionalmente nos encontramos presos em empregos sem saída. Todos nós começamos a trabalhar nesses empregos por diferentes razões e em diferentes circunstâncias. Poderíamos ter começado um trabalho com a esperança de que ele levaria nossas carreiras a algum lugar, talvez houvesse uma perspectiva de um salário excepcionalmente bom, ou talvez tenhamos aceitado um emprego por pura necessidade. Afinal, temos contas para pagar.
O problema é que muitos de nós acabamos trabalhando por anos no mesmo emprego sem perceber, então demoramos mais para reconhecer que é hora de algo mudar. É importante ser capaz de reconhecer os sinais de que estamos realmente em um trabalho que não nos levará a lugar nenhum e, o mais importante, o que podemos fazer sobre isso se nos encontrarmos nessa posição.
Nesta galeria, fornecemos uma lista abrangente de sinais para procurar, que o ajudarão a identificar se você está em um trabalho sem saída. Mas há mais! Também vamos orientá-lo sobre o que fazer se você estiver nessa situação. Clique na galeria e veja se estes sinais pertencem ao seu emprego atual.
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Quatro sinais de que está com a imunidade baixa
Todo mundo sabe que o sistema imunológico ajuda a proteger o corpo de infecções e outros problemas. Quando está mais fraco, afeta significativamente o dia a dia. Como? Recentemente, o DailyMail listou (e explicou) alguns dos sinais mais comuns. Confira:
1. Cansaço excessivo
“Quando o sistema imunológico está ocupado lutando contra uma infecção de baixo grau, isso muitas vezes esgota as reservas de energia”, explica Susie Perry, uma cientista alimentar e nutricionista.
Ela também explicou que sofrer de herpes labial regularmente, cistite, uma doença autoimune, alergias ou intolerâncias alimentares significa que o sistema imunológico está trabalhando demais e/ou com falta de “zinco e de vitaminas A, C e D3”, ficando mais vulnerável a infecções comuns do inverno.
2. Problemas digestivos
De acordo com Peter Abel, professor de Ciências Biomédicas na University of Central Lancashire, no Reino Unido, citado no mesmo jornal, 70% das células imunológicas encontram-se no trato gastrointestinal, no revestimento do intestino.
“Normalmente, combatem as toxinas que podem ter sido ingeridas” e, além disso, “regulam a entrada de nutrientes, pelo que um sistema imunológico enfraquecido pode provocar cólicas estomacais e diarreia”.
3. Gripes (e resfriados) recorrentes
Quem tem o sistema imunológico enfraquecido fica doente mais vezes. “Isso se deve ao fato de não se produzirem linfócitos suficientes, que produzem anticorpos que combatem as infecções virais. Isso pode ser causado por fatores como uma dieta pouco saudável”, explica Peter Abel.
Por exemplo, “vitaminas como a B12, o ácido fólico ou o zinco, presentes na alimentação, contribuem para a produção dessas células”. Quando estão em falta ou são utilizadas em excesso, fazem com que pegue resfriados com mais frequência e que o tempo de recuperação seja mais prolongado.
4. Infecções leves
Não são as mais fáceis de detectar. Por exemplo, “sangrar das gengivas pode significar que você tem uma infecção bacteriana nas gengivas, o pé de atleta é um fungo da pele que seu sistema imunológico pode estar lutando para controlar, e ter uma barriga irritada pode ser devido a uma infecção intestinal ou do microbioma”, explica Susie Perry.
“Essas infecções precisam constantemente da atenção do sistema imunológico e as células imunológicas encarregadas de eliminar as infecções do corpo são ativadas e apoiadas por nutrientes como o zinco, as vitaminas C e D3”, acrescenta.
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Alimentos que prejudicam e fortalecem o cabelo: como a dieta afeta os fio
É comum que algumas pessoas experimentem uma maior queda de cabelo em determinadas épocas do ano, como na primavera ou no outono. No entanto, se a queda for excessiva, é fundamental investigar as possíveis causas.
A alimentação pode ser uma das principais responsáveis pela queda de cabelo. Alguns alimentos podem prejudicar a saúde dos fios e agravar o problema.
A especialista Paula Martín Clares, citada no artigo, apontou alguns alimentos que devem ser evitados para prevenir a queda de cabelo:
Sal: O consumo excessivo de sal pode causar desidratação, afetando a saúde do couro cabeludo e provocando a queda dos fios.
Açúcar: O açúcar pode desencadear processos inflamatórios no corpo, o que pode prejudicar o crescimento e a saúde dos cabelos.
Cafeína: O consumo de cafeína pode aumentar os níveis de estresse, o que pode levar à queda de cabelo.
Álcool: O álcool pode causar desidratação no corpo e nos cabelos, comprometendo a saúde capilar.Por outro lado, existem alimentos que podem ajudar a fortalecer os fios e melhorar a saúde do cabelo. A especialista sugere incluir os seguintes alimentos na dieta:
Ovos: Ricos em biotina, uma vitamina essencial para a saúde capilar e o crescimento dos fios.
Abacate: Contém vitaminas A, D e E, que são importantes para a nutrição e o fortalecimento dos cabelos.
Cenoura: Rica em betacaroteno, que é convertido em vitamina A no corpo. Essa vitamina é essencial para a saúde dos cabelos e da pele.
Peixes gordos: Como o salmão, ricos em ômega-3, que ajudam a manter os cabelos hidratados e saudáveis.
Cereais integrais: Fornecem vitaminas e minerais que são fundamentais para a saúde capilar.
Frutos secos: Como as nozes, que são ricos em nutrientes essenciais para fortalecer os fios.Se você está enfrentando queda de cabelo, é importante consultar um médico para descartar problemas de saúde subjacentes. Além disso, revisar sua alimentação e evitar os alimentos mencionados pode ser um passo importante para melhorar a saúde dos seus cabelos.
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Objetos do cotidiano que mais acumulam bactérias e como se proteger
Embora todos saibam que banheiros e lixeiras são locais com grande potencial para acumular sujeira e bactérias, existem muitos outros objetos em nosso cotidiano que também são fontes de contaminação e podem gerar problemas de saúde. De forma geral, é essencial estar ciente de como esses itens aparentemente comuns podem representar um risco para nossa saúde.
Aqui estão alguns dos objetos mais contaminados com os quais você entra em contato todos os dias:
Carrinhos de compras:
Esses itens podem ser uma fonte significativa de infecções. Estudo aponta que os carrinhos de compras podem transmitir doenças como a febre aftosa, que causa feridas na boca e erupções cutâneas nas mãos e pés. Isso acontece devido ao contato constante com diversos consumidores.
Celulares:
Um estudo publicado na revista Germs revelou que os celulares de estudantes do ensino médio estavam infestados com cerca de 17.000 tipos de genes bacterianos, alguns dos quais são causadores de infecções. Isso se deve ao uso constante do celular, especialmente quando ele é tocado sem que as mãos estejam completamente limpas.
Suporte da escova de dentes:
Os suportes de escovas de dentes estão constantemente em contato com umidade, o que favorece o crescimento de bactérias. A NSF International, organização independente de saúde pública, realizou um estudo que indicou que mais de 25% dos suportes de escova de dentes apresentam bactérias como E. coli, que podem ser transmitidas diretamente pela boca.
Xícaras de escritório:
As xícaras de escritório são frequentemente compartilhadas e, muitas vezes, lavadas com esponjas que não são trocadas com regularidade. Isso cria um ambiente perfeito para a proliferação de bactérias, incluindo E. coli, aumentando o risco de infecções.
Bolos de aniversário:
Embora pareçam inofensivos, os bolos de aniversário podem ser um foco de contaminação. Estudo publicado no Journal of Food Research descobriu que ao apagar as velas do bolo, as bactérias podem ser espalhadas pela cobertura em até 1.400%, expondo todos os convidados a potenciais infecções.
Roupa suja:
A roupa suja também é um dos objetos mais contaminados da casa. Uma pesquisa de 2005 demonstrou que muitos vírus, como adenovírus, rotavírus e hepatite A, podem sobreviver no ciclo de lavagem da roupa, especialmente quando não são tomadas medidas adequadas para higienização.
Como se proteger da contaminação:
Para reduzir os riscos de contaminação e proteger sua saúde, é fundamental adotar algumas práticas simples e eficazes:
Desinfete seu celular regularmente com um pano umedecido com álcool 70%.
Lave as mãos frequentemente, especialmente antes de comer e após usar o banheiro.
Guarde sua escova de dentes em um recipiente fechado para evitar que ela entre em contato com bactérias presentes no ambiente.
Lave as xícaras de escritório com água quente e sabão, e sempre que possível, use a xícara pessoalmente, evitando o uso coletivo.
Lave a roupa suja com água quente e sabão, e procure evitar que peças muito contaminadas sejam misturadas com as mais limpas.Com esses cuidados simples e eficazes, você pode diminuir significativamente a exposição a bactérias e ajudar a manter a saúde de toda a sua família.
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Câncer de fígado: sintomas, causas e dados sobre o câncer no Brasil
O câncer de fígado é um dos tipos mais comuns de câncer no sistema digestivo, comumente diagnosticado em estágios avançados. Sua detecção precoce é fundamental para aumentar as chances de tratamento eficaz e sobrevida, pois, frequentemente, os sintomas iniciais são silenciosos.
No Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de fígado ocupa a quinta posição entre os tipos mais comuns, com cerca de 23.000 novos casos registrados anualmente. A doença é mais frequente em homens do que em mulheres, sendo a cirrose hepática a principal causa do desenvolvimento desse câncer. A cirrose é uma condição crônica e irreversível que danifica o fígado, tornando-o suscetível a alterações celulares malignas.
Além da cirrose, outros fatores de risco incluem infecções crônicas como a hepatite B e C, que estão associadas a um aumento significativo do risco de câncer hepático. A exposição a substâncias químicas tóxicas, como o benzeno, também pode contribuir para o surgimento da doença. Doenças genéticas que afetam o fígado, como a hemocromatose, onde há acúmulo excessivo de ferro no organismo, também aumentam o risco de câncer hepático.
Os sintomas mais comuns do câncer de fígado podem incluir:
Caroço duro no lado direito do abdômen
Dor abdominal no lado superior direito
Abdômen inchado
Hematomas e sangramentos frequentes
Fadiga excessiva e cansaço sem explicação
Perda de peso inexplicável
Náuseas constantes
Fezes claras
Urina escura
Febre sem motivo aparenteQuando esses sintomas surgem, é fundamental procurar orientação médica o quanto antes, já que a doença pode progredir rapidamente.
Além disso, é importante realizar exames periódicos, especialmente para pessoas com fatores de risco, como aqueles com histórico de cirrose, hepatite ou exposição a substâncias cancerígenas.
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A boa notícia é que o diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem aumentar consideravelmente as chances de sucesso no combate ao câncer de fígado. O tratamento geralmente envolve cirurgia, transplante de fígado, quimioterapia ou terapia alvo, dependendo do estágio e das condições gerais de saúde do paciente.
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Sinais de compulsão alimentar: como identificar e lidar com o problema
Você já se pegou comendo grandes quantidades de comida e sentindo que quase perdeu o controle sobre o que estava fazendo? Isso pode ser um sinal de perturbação de ingestão alimentar compulsiva (PIAC), um distúrbio alimentar frequentemente associado à obesidade.
De acordo com o psicólogo Marco Guerreiro, em post nas redes sociais, durante e após um episódio de compulsão alimentar, as pessoas frequentemente sentem que perderam o controle. Esse comportamento é caracterizado por uma ingestão excessiva de alimentos, muitas vezes sem fome, e ocorre com mais frequência em indivíduos que enfrentam problemas de peso, como a obesidade.
O especialista aponta três sintomas principais dessa condição:
Comer rapidamente e em grandes quantidades, muitas vezes repetidamente, mesmo sem estar com fome.
Sentir-se enjoado, deprimido ou culpado após consumir grandes porções de alimentos.
Comer em segredo durante os episódios de compulsão, por vergonha da quantidade de comida consumida.
Além desses sintomas, a ingestão compulsiva pode levar a consequências sérias para a saúde, como o aumento do risco de doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e problemas emocionais como ansiedade e depressão. Pessoas com PIAC podem ter dificuldades para controlar o comportamento alimentar, e o sentimento de culpa após os episódios pode perpetuar um ciclo de consumo excessivo e transtornos emocionais.
Se você ou alguém que conhece está passando por isso, é importante procurar ajuda profissional. O tratamento pode envolver terapia cognitivo-comportamental, apoio psicológico e, em alguns casos, medicamentos para ajudar a controlar os episódios de compulsão alimentar. Não há vergonha em buscar apoio para lidar com esse distúrbio alimentar, e a ajuda especializada pode ser um passo crucial para melhorar a saúde física e mental.
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Dicas para evitar ganhar peso na virada do ano e manter a forma!
Mesmo em época de excessos alimentares, deve manter o rigor da dieta. Fazer escolhas é essencial. “O corpo não tira férias. Portanto, escolha um dia para abusar. Nos outros, mantenha o esquema ao qual ele está habituado”, lembra a nutróloga Georgia Zattar, especialista em medicina integrativa, em declarações ao jornal Metrópoles.
Com isto em mente, a especialista compartilhou uma mão cheia de dicas para evitar ganhar peso durante a passagem de ano. Confira!1- Mantenha o foco e guarde-se para a hora da festa;
2- Resista aos aperitivos. Podem ser mais calóricos do que julga;
3- Atenção às bebidas alcoólicas. São extremamente calóricas. Como tal, deve intercalar a ingestão de álcool com água;
4- Tente evitar os doces, contornando a questão com o consumo de fruta. Mas mantenha a parcimônia, porque também contém açúcar natural;
5- Mastigue devagar para facilitar a digestão.
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Conheça a fruta que faz milagres pelo seu intestino
O arando é uma das frutas que contribui positivamente para a saúde intestinal, como explica a nutricionista Thaiz Brito, em declarações ao Metrópoles, no âmbito da rubrica ‘Claudia Meireles’.
“Os extratos de cranberry [arando] estão repletos de compostos chamados polifenóis e de fibras conhecidas como oligossacarídeos, que são fundamentais para revitalizar as bactérias intestinais”, continua.
A especialista refere que a presença dos polifenóis produz uma ação antioxidante. Ou seja, contribui para a diminuição dos radicais livres associados ao envelhecimento precoce das células. Quanto aos fruto-oligossacarídeos presentes na fruta, afirma que ajudam a manter uma boa frequência intestinal. Além disso, “as fibras ajudam na saciedade e a controlar a glicemia”, acrescenta.
Esta fruta conta ainda com variadas vitaminas, minerais e alguns compostos bioativos. “Contém proantocianidinas, flavonoides, antocianidinas, taninos e ácidos fenólicos.”
O que talvez não saiba é que tudo isto tem a capacidade de prevenir infecções urinárias como a cistite. Ao mesmo jornal, a ginecologista Marcelle Domingues Thimoti diz que o arando contém uma substância chamada proantocianidina. “Como a fruta tem a característica de ser antioxidante e também de impedir que as bactérias se liguem no aparelho urinário, já existem estudos iniciais que sugerem que o arando pode ajudar a prevenir infeções fúngicas, como a candidíase.”
Mais: fruta contribui para o aumento do bom colesterol e redução do mau colesterol ruim, “proporcionando um efeito cardioprotetor que pode ajudar a prevenir doenças cardiovasculares, como infarto e angina”.
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8 sinais de que sua amizade pode ser tóxica, segundo psicóloga
Nem todas as amizades são saudáveis ou duradouras. Algumas, ao contrário, podem ser prejudiciais, afetando nosso bem-estar emocional. Pensando nisso, a psicóloga Sophie Seromenho compartilhou, por meio de suas redes sociais, oito sinais de alerta que indicam uma amizade tóxica. Preste atenção nesses comportamentos para proteger sua saúde mental e emocional:
Não celebra o seu sucesso: Amigos saudáveis ficam felizes pelas conquistas uns dos outros. Se você percebe que a pessoa não consegue celebrar suas vitórias ou demonstra inveja, isso pode ser um sinal claro de toxicidade.
Projeta suas inseguranças em você: Quando um amigo tenta desvalorizar suas conquistas ou críticas constantes à sua aparência, trabalho ou vida, isso pode ser um reflexo das próprias inseguranças dessa pessoa.
Cria drama constantemente: Amigos tóxicos frequentemente geram situações de conflito ou desnecessários dramas que drenam sua energia, sem uma razão clara ou justificada.
Fofoca com amigos em comum: Se o amigo está sempre fofocando sobre outros, isso é um reflexo de um comportamento desonesto e manipulador, que pode se voltar contra você no futuro.
Mantém um discurso negativo: Pessoas com uma visão pessimista da vida podem transmitir suas emoções negativas para os outros. Se o amigo está sempre reclamando e não tenta melhorar a situação, isso pode te influenciar de forma prejudicial.
Ignora ou desvaloriza os seus limites e sentimentos: Amizades saudáveis envolvem respeito mútuo. Se seu amigo constantemente ultrapassa os seus limites ou desconsidera os seus sentimentos, a relação pode estar se tornando tóxica.
Falta de apoio: Uma amizade verdadeira se baseia no apoio mútuo. Se o seu amigo não está lá para você em momentos difíceis ou nunca apoia suas decisões, isso é um forte indício de que a amizade não é equilibrada.
Deixa você exausto: Se cada encontro ou interação com essa pessoa te deixa cansado, emocionalmente drenado ou estressado, isso pode ser um reflexo da natureza tóxica da relação. Amizades saudáveis devem trazer energia positiva.
É importante refletir sobre essas características e saber quando é necessário se afastar para preservar a saúde mental e emocional. Se perceber esses sinais, procure dar um passo atrás e reavaliar se essa amizade está, de fato, te fazendo bem.
A psicóloga também ressalta que, muitas vezes, cortar laços com amizades tóxicas é fundamental para o bem-estar a longo prazo.
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