• Bebidas que engordam: opções surpreendentes que podem sabotar sua dieta

    Quando falamos sobre ganho de peso, muitas pessoas focam exclusivamente na alimentação e ignoram o impacto das bebidas. No entanto, o consumo regular de algumas delas pode contribuir significativamente para o aumento de calorias na dieta, muitas vezes de forma despercebida. Além das bebidas óbvias, como refrigerantes e milkshakes, existem opções aparentemente inofensivas que também podem engordar.

     

    Bebidas Mais Calóricas e Seu Impacto no Peso

    Refrigerantes Açucarados

    Por quê? Um copo de 350 ml de refrigerante pode conter até 150 calorias, provenientes exclusivamente de açúcar. O consumo frequente está associado a picos de insulina e ao aumento de gordura visceral.
    Dica: Opte por versões sem açúcar ou reduza a frequência de consumo.

    Sucos de Frutas Industrializados

    Por quê? Mesmo aqueles que se dizem “100% naturais” podem conter altos níveis de açúcar e poucas fibras, tornando-se calóricos e menos saudáveis do que a fruta inteira.
    Exemplo: Um copo de suco de laranja industrializado pode ter cerca de 110 calorias, enquanto a fruta in natura tem aproximadamente 45 calorias e mais fibras.

    Cafés com Aditivos

    Por quê? Cafés adoçados com chantilly, xaropes e leite integral, como os vendidos em cafeterias, podem ter até 500 calorias, dependendo do tamanho e dos ingredientes adicionados.
    Dica: Prefira café puro ou com adoçantes naturais e leite desnatado.

    Bebidas Alcoólicas

    Por quê? O álcool, por si só, é calórico (7 calorias por grama) e, quando combinado com misturas açucaradas, como refrigerantes ou xaropes, o valor calórico dispara.
    Exemplo: Um mojito pode conter cerca de 240 calorias, enquanto uma caipirinha com açúcar ultrapassa 300 calorias.
     
    Bebidas Que Surpreendem pelo Potencial de Engordar

    Água de Coco

    Por quê? Embora saudável e rica em eletrólitos, a água de coco contém açúcares naturais que, em excesso, podem contribuir para o ganho de peso. Um copo (200 ml) tem cerca de 45 calorias.
    Dica: Consuma com moderação, especialmente se optar pelas versões industrializadas, que podem conter açúcar adicional.

    Chás Gelados Industrializados

    Por quê? Muitas pessoas consideram os chás gelados uma opção saudável, mas a maioria contém grandes quantidades de açúcar. Uma garrafa de 500 ml pode ter até 170 calorias.
    Dica: Prefira preparar chá gelado em casa, adoçando com pouco mel ou nada.

    Smoothies

    Por quê? Apesar de parecerem saudáveis, smoothies prontos ou feitos em casa com excesso de frutas, iogurte integral e mel podem ultrapassar 300 calorias por porção.
    Dica: Use uma base de água ou leite vegetal sem açúcar e controle a quantidade de frutas.

    Leites Vegetais Adoçados

    Por quê? Bebidas como leite de amêndoas ou aveia podem parecer leves, mas as versões adoçadas têm açúcares adicionados que elevam as calorias.
    Exemplo: Um copo de leite de aveia adoçado pode conter 120 calorias, contra 80 do leite de vaca integral.
     
    Dicas Para Reduzir Calorias nas Bebidas

    Leia os rótulos: Verifique a quantidade de açúcar e calorias por porção.
    Prefira versões naturais: Opte por sucos feitos na hora e sem adição de açúcar.
    Hidrate-se com água: Sempre que possível, substitua outras bebidas por água.

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  • Como remover os resíduos teimosos de adesivos em frascos ou superfícies

    É bem frustrante levar algo novo para casa e perceber que etiquetas ou adesivos deixaram resíduos difíceis de tirar, certo? Alguns truques simples podem resolver isso rapidamente!

     

    Alicia Sokolowski, da AspenClean, recomenda o uso de vinagre branco, uma solução eficaz para diversos materiais, como vidro, plástico, metal e cerâmica.

    Como remover adesivos sem deixar resíduos:

    • Umedeça um pano de microfibra ou esponja com vinagre branco;
    • Coloque o pano sobre o resíduo e deixe agir por alguns minutos;
    • Esfregue suavemente a área com o pano ou esponja até remover o resíduo;
    • Enxágue com água limpa.
       

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  • Como conservar a alface fresca por mais tempo; entenda

    Manter a alface fresca e evitar que ela fique mole exige cuidados específicos no armazenamento. Pensando nisso, o Informe Brasil reuniu algumas dicas práticas para melhorar a conservação deste alimento tão presente na mesa dos brasileiros.

     

    A primeira recomendação é básica, mas essencial: escolha uma alface com folhas verdes e frescas no momento da compra. Caso não seja possível evitar folhas murchas, remova essas partes imediatamente para evitar que comprometam o restante.

    Outra dica importante é manter as folhas inteiras e cortar a alface apenas na hora de servi-la. Prefira usar as mãos ou uma faca de cerâmica, pois, como explica o Informe Brasil, facas de aço podem oxidar as folhas mais rapidamente.

    Além disso, certifique-se de secar bem as folhas antes de guardá-las. Use papel-toalha para absorver toda a umidade e armazene a alface em um recipiente de plástico com tampa, garantindo assim maior durabilidade e frescor.

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  • Descubra 10 vegetais ricos em proteínas para enriquecer suas refeições

    Para preparar uma refeição nutritiva e satisfatória, é essencial incluir alimentos ricos em proteínas. Embora seja amplamente conhecido que carnes, leite e queijos são fontes importantes desse nutriente, muitas pessoas não sabem que vegetais também podem ser boas opções.

     

    Christine Byrne, uma nutricionista citada pela revista Self, listou exemplos de vegetais ricos em proteína:

    Dez vegetais ricos em proteínas:

    Couves-de-bruxelas: Uma xícara geralmente possui entre 4 e 6 gramas de proteína.

    Ervilhas: Meia xícara tem cerca de 4 gramas de proteína.

    Alcachofra: Uma alcachofra média pode conter cerca de 4 gramas de proteína.

    Abacate: Um abacate médio oferece entre 3 e 4 gramas de proteína.

    Espinafre: Meia xícara possui de 3 a 4 gramas de proteína.

    Batata: Uma batata média cozida tem em torno de 4 gramas de proteína.

    Soja Verde: Meia xícara contém cerca de 9 gramas de proteína.

    Cogumelos: Meia xícara oferece aproximadamente 3 gramas de proteína.

    Milho: Uma espiga média ou meia xícara de milho congelado ou enlatado possui cerca de 3 gramas de proteína.

    Couve verde: Uma xícara contém aproximadamente 3 gramas de proteína.

    Embora essas opções não sejam suficientes para atingir a quantidade diária recomendada de proteínas, podem ser um complemento valioso para enriquecer suas refeições com mais alguns gramas desse importante nutriente, explica Christine Byrne.

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  • Ansiedade e depressão podem impactar diretamente na saúde do coração

    Segundo o Relatório Mundial de Saúde Mental da OMS (2022), uma em cada oito pessoas no mundo vive com algum transtorno mental, sendo a ansiedade e a depressão os mais comuns, representando 60% dos casos.1 No Brasil, cerca de 9,3% da população convive com ansiedade, enquanto a depressão afeta 5,8%.2,3 Esses transtornos não apenas comprometem o bem-estar mental, mas também podem impactar gravemente a saúde do coração.

     

    A médica Patrícia Oliveira, do Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês, área liderada pelo médico cardiologista Roberto Kalil Filho, explica que, para além de uma questão comportamental, o coração e o estado de espírito estão intimamente relacionados. “Transtornos mentais desencadeiam alterações biológicas importantes, mudando as vias de sinalização entre o sistema nervoso central e os órgãos. Além disso, podem levar à elevação de citocinas inflamatórias, agravando condições como aterosclerose e isquemia miocárdica”, afirma.

    A especialista explica ainda que quadros de depressão e ansiedade se caracterizam pela hiperativação do sistema simpático (que prepara o organismo para reagir em situações de medo, estresse e excitação) e liberação de cortisol. “Como resultado, os indivíduos podem sofrer com vasoconstrição e aumento da pressão arterial e frequência cardíaca”, conta.

    Um dos maiores exemplos do impacto das doenças mentais na saúde do coração tem nome conhecido: a ‘síndrome do coração partido’ é uma cardiopatia induzida por estresse, que se manifesta de maneira similar ao infarto agudo do miocárdio, mas sem lesões ateroscleróticas obstrutivas, caracterizadas pelo estreitamento e enrijecimento das artérias causado pelo acúmulo de gordura em suas paredes. Neste caso, segundo a especialista, o estresse e a depressão ativam o sistema neuro-hormonal, levando a liberação de substâncias que reduzem o fluxo sanguíneo no músculo cardíaco (vasoconstrição) e possível lesão celular.

    Cuidados multidisciplinares

    A abordagem multidisciplinar é essencial para prevenir os efeitos negativos da ansiedade e depressão no coração. “O acompanhamento por uma equipe que inclui cardiologistas, psicólogos e psiquiatras é fundamental, especialmente em pacientes que já passaram por eventos cardíacos”, explica Patrícia.

    Entre as abordagens estão:

    • Terapias psicológicas e psiquiátricas: ajudam a tratar os transtornos mentais, reduzindo o risco cardiovascular.
    • Exercícios físicos regulares: promovem bem-estar emocional e melhoram a saúde cardiovascular.
    • Medicação apropriada: quando indicada, pode controlar sintomas emocionais e prevenir complicações cardíacas.

    Além disso, protocolos clínicos específicos permitem o rastreio precoce de transtornos mentais em pacientes cardíacos, melhorando tanto a qualidade de vida quanto a sobrevida. “O equilíbrio emocional é tão importante quanto o controle de fatores tradicionais, como colesterol e pressão arterial. Ao cuidar da saúde mental, estamos cuidando também do coração”, conclui a cardiologista.

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  • Por que algumas doenças que afetam homens e mulheres de formas diferentes?

    Condições médicas não se manifestam da mesma maneira em todas as populações. É claro que as diferenças individuais são determinantes, mas o gênero da pessoa também desempenha um papel nisso. De um modo geral, os sintomas, bem como a gravidade da doença, variam dependendo se o paciente é homem ou mulher. Nesta galeria, compilamos uma lista de problemas de saúde em que isso ocorre.

    Na galeria, saiba como homens e mulheres são afetados de forma diferente por algumas condições médicas.

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  • Não é necessário excluir carne vermelha da dieta para melhorar saúde intestinal, sugere estudo

    (FOLHAPRESS) – Pessoas que contam com uma dieta composta por carnes, leites, frutas e vegetais podem apresentar um microbioma intestinal semelhante à de indivíduos vegetarianos e veganos, observou um estudo publicado na segunda-feira (6). A conclusão mostra que a exclusão completa de alguns alimentos taxados como potencialmente perigosos para a saúde humana não é necessária para evitar doenças.

     

    Pesquisas anteriores já indicaram que alguns alimentos são especialmente perigosos para humanos. Esse é o caso da carne vermelha, que é associada ao desenvolvimento de complicações cardiovasculares, por exemplo. O novo estudo, publicado na revista Nature Microbiology, chegou a conclusões iniciais semelhantes.

    A pesquisa avaliou amostras de mais de 21 mil pessoas que vivem nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Itália. Esses indivíduos foram divididos em três grupos: onívoros, vegetarianos e veganos.

    Os participantes informavam aos pesquisadores seus padrões de dieta de forma recorrente. Com isso, os cientistas avaliaram o bioma intestinal dessas pessoas e teceram relações com a alimentação adotada por eles e o desenvolvimento de complicações de saúde.

    O leite e seus derivados foram alimentos que os cientistas prestaram especial atenção. A análise da microbioma dos indivíduos que reportaram consumo de laticínios apresentou marcadores geralmente conhecidos por promover uma melhor saúde intestinal.

    Por outro lado, no caso dos onívoros, os pesquisadores observaram marcadores biológicos associados com o consumo de carne, especialmente carne vermelha. Tais microrganismos são reconhecidos por colaborarem ao aparecimento de problemas de saúde.

    “Essas espécies foram previamente implicadas em doenças inflamatórias, como doença inflamatória intestinal, câncer colorretal […] e eram mais propensas a estarem associadas a resultados negativos de saúde cardiometabólica”, escreveram os pesquisadores no artigo.

    Por outro lado, esses microrganismos não foram largamente observados nas amostras de indivíduos veganos ou vegetarianos. Tal fato é um indicativo de que esse tipo de dieta pode promover uma melhor saúde intestinal, algo relacionado com o alto consumo de frutas e vegetais.

    No entanto, os pesquisadores não confirmam que a exclusão total de alimentos vistos como promotores de uma má saúde intestinal, como as carnes vermelhas, é a solução. Na pesquisa, os cientistas observaram que, no caso dos onívoros, um maior consumo de verduras e frutas já proporcionou um microbioma intestinal mais saudável e semelhante àquele de indivíduos veganos.

    Essa conclusão ratifica a noção de que humanos podem facilmente modular seu intestino. “Nosso trabalho reforça como os humanos podem moldar seus próprios microbiomas intestinais e, por extensão, sua saúde, diretamente por meio de escolhas alimentares simples, bem como mais indiretamente por meio de práticas agrícolas e de produção de alimentos”, os autores escreveram no estudo.

    Os achados finais da pesquisa também sugerem que a exclusão completa de certos alimentos maléficos à saúde intestinal não é uma atitude necessária, já que uma dieta balanceada com vegetais e frutas já promove a melhoria na saúde humana. No entanto, outros estudos são necessários para averiguar se realmente esse achado é correto.

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  • Como armazenar nozes e sementes para mantê-las frescas por mais tempo

    Se você deseja que nozes e sementes durem mais tempo sem perder sabor ou qualidade, a maneira como você as armazena é fundamental. Segundo a nutricionista Bárbara Oliveira, em uma publicação no Instagram, o segredo para preservar esses alimentos está em evitar temperaturas inadequadas.

     

    “As gorduras naturais das nozes e sementes podem ficar rançosas se armazenadas em temperatura ambiente”, explicou Bárbara. Essas gorduras, conhecidas como ácidos graxos insaturados, são extremamente sensíveis à luz, ao calor e ao oxigênio, o que pode causar a degradação do alimento e até prejudicar seus nutrientes.

    A solução ideal: geladeira ou freezer

    A recomendação é simples: guarde nozes e sementes no refrigerador. O ambiente frio ajuda a manter o frescor e evita a oxidação das gorduras, prolongando a validade do produto.

    Aqui estão algumas dicas práticas para armazenar corretamente:

    Escolha embalagens apropriadas: Use potes de vidro ou recipientes herméticos para evitar o contato com o ar e a umidade.

    Divida em porções: Separe as quantidades que você utiliza frequentemente e armazene o restante no freezer para preservar por ainda mais tempo.

    Evite locais próximos ao calor: Mesmo dentro da cozinha, evite armazenar esses alimentos perto do fogão ou em prateleiras que recebem luz direta.

    Etiqueta e data: Anote a data de compra e o prazo de validade no recipiente, especialmente se estiver guardando no freezer.

    Por quanto tempo você pode armazenar?

    Na geladeira: Nozes e sementes podem ser armazenadas por até seis meses em recipientes adequados.

    No freezer: Quando congeladas, podem durar até um ano sem perder sabor ou qualidade nutricional.

    Por que preservar nozes e sementes é tão importante?

    Além do sabor, nozes e sementes são ricas em nutrientes como gorduras saudáveis, fibras, vitaminas e minerais. Consumir esses alimentos deteriorados pode não só prejudicar a experiência culinária, mas também trazer riscos à saúde, como desconfortos digestivos.

    Seguindo essas dicas, você garante que nozes e sementes mantenham sua crocância e sabor por muito mais tempo, além de preservar todos os benefícios que eles podem oferecer à sua saúde.

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  • Estudo revela a que horas deve beber café para sentir melhores benefícios

    Pessoas que bebem café logo pela manhã podem experimentar mais benefícios do que aquelas que consomem a bebida em horários mais tardios, concluiu uma nova pesquisa da Universidade de Tulane, nos Estados Unidos. De acordo com o The Guardian, este é o primeiro grande estudo sobre os benefícios para a saúde do café consumido em diferentes momentos do dia.

     

    Para o estudo, publicado no European Heart Journal, os pesquisadores analisaram os hábitos alimentares de mais de 40 mil adultos, levando em conta a quantidade de café consumido e o horário em que as pessoas bebiam a bebida. Cerca de 36% dos participantes consumiam café pela manhã, enquanto 16% o faziam no final do dia.

    A pesquisa revelou que as pessoas que bebiam café pela manhã tinham 16% menos chances de morrer de qualquer causa e 31% menos chances de morrer devido a doenças cardiovasculares durante um período de acompanhamento de 10 anos.

    Segundo os pesquisadores, citados no jornal, os benefícios para a saúde cardiovascular não foram observados nas pessoas que consumiam café ao longo do dia. Mais especificamente, “os registros médicos não mostraram uma redução significativa na mortalidade entre os consumidores que bebiam café durante todo o dia, em comparação com aqueles que evitavam a bebida”.

    Além disso, o estudo concluiu que os consumidores de café pela manhã apresentaram um risco menor de morte, independentemente de serem consumidores moderados (que bebiam de duas a três xícaras por dia) ou consumidores intensivos (que consumiam mais). Porém, os benefícios foram menores entre aqueles que bebiam apenas uma xícara pela manhã.

    Leia Também: Neurologistas alertam para hábito comum que prejudica muito a memória

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  • Neurologistas alertam para hábito comum que prejudica muito a memória

    Vários hábitos do dia a dia podem acabar impactando negativamente o cérebro e a memória. Em entrevista à revista Parade, neurologistas alertaram para uma prática comum que pode trazer sérias consequências.

     

    O comportamento em questão é o multitasking, ou seja, fazer várias coisas ao mesmo tempo no trabalho. Isso inclui, por exemplo, enviar e-mails enquanto participa de reuniões ou trabalhar enquanto escuta um podcast. Os especialistas sugerem repensar a maneira como você organiza suas tarefas diárias.

    “Existem áreas do cérebro dedicadas a atividades específicas que só conseguem realizar uma tarefa de cada vez, embora haja uma transição rápida entre elas”, explica Jeffrey Portnoy.

    Quando você tenta fazer multitasking, o cérebro acaba alternando entre várias tarefas rapidamente. “Embora, na prática, você esteja fazendo apenas uma coisa de cada vez, consegue retomar as atividades com mais facilidade e gastar o mínimo de tempo, o que faz parecer que está fazendo várias coisas ao mesmo tempo”, afirma Portnoy.

    Por sua vez, Muhammad Arshad ressalta que o cérebro não está preparado para executar múltiplas tarefas simultaneamente. “O multitasking pode parecer eficiente, mas, na realidade, pode levar mais tempo no final e resultar em mais erros. Pequenos bloqueios mentais entre as tarefas podem custar até 40% do seu tempo produtivo.”

    Portnoy acrescenta que essa prática pode causar mais estresse, levar à exaustão e até diminuir o desempenho geral.
     
     
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