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Doença do fígado gordo: 7 sinais de alerta que não pode ignorar
A doença do fígado gordo, também conhecida como esteatose hepática, caracteriza-se pelo acúmulo excessivo de gordura nas células do fígado. Embora muitas vezes silenciosa em seu estágio inicial, a condição pode evoluir para inflamação (esteato-hepatite), fibrose e, em casos mais graves, cirrose — quando há substituição do tecido hepático saudável por cicatrizes irreversíveis.
Segundo o gastroenterologista Saurabh Sethi, que compartilha orientações de saúde em seu perfil no TikTok, alguns sinais devem acender o sinal de alerta e levar ao médico:
Ganho de peso abdominal: aumento inesperado da circunferência na região do abdômen pode refletir infiltração de gordura no fígado.
Fadiga persistente: cansaço constante e fraqueza, mesmo após descanso adequado, indicam que o fígado não está metabolizando toxinas de forma eficiente.
Desconforto abdominal: dor ou sensação de inchaço no quadrante superior direito do abdômen, onde o fígado está localizado.
Alterações na cor da urina e das fezes: urina escura e fezes esbranquiçadas podem apontar disfunção na produção e excreção da bile.
Icterícia leve: aparecimento de coloração amarelada na pele e no branco dos olhos sinaliza acúmulo de bilirrubina no organismo.
Resistência à insulina e glicemia elevada: níveis altos de açúcar no sangue estão frequentemente associados à esteatose, especialmente em pessoas com sobrepeso ou diabetes tipo 2.
Colesterol elevado: desequilíbrios no perfil lipídico acompanham o depósito de gordura hepática.
Facilidade para hematomas e sangramentos: comprometimento da síntese de fatores de coagulação pelo fígado fragiliza vasos e dificulta a estancação de pequenos ferimentos.
O diagnóstico é feito por meio de exames de imagem — como ultrassonografia e elastografia — e testes laboratoriais. O tratamento baseia-se em mudanças no estilo de vida: dieta equilibrada, atividade física regular e controle de doenças associadas, como obesidade e diabetes. Identificar precocemente esses sintomas pode evitar complicações graves e garantir a saúde a longo prazo.
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Excesso de magnésio: 7 sinais de alerta que você não pode ignorar
O magnésio é um mineral essencial ao organismo, participando da formação óssea e da manutenção da saúde cardíaca. No entanto, níveis excessivos também podem trazer prejuízos.
Segundo o nutricionista Falak Hanif, em entrevista ao site HealthShots, a maior parte do magnésio presente nos alimentos é naturalmente regulada pelo corpo e eliminada pelos rins na urina. Já o excesso proveniente de suplementos pode sobrecarregar esse sistema.
Entre os principais efeitos adversos do magnésio em excesso estão:
Diarreia
Náuseas
Cólicas abdominais
Queda da pressão arterial
Batimentos cardíacos irregulares
Fraqueza muscular
Dificuldade respiratóriaPor isso, é recomendável consultar um profissional de saúde antes de iniciar a suplementação, garantindo que os níveis de magnésio permaneçam dentro da faixa ideal.
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Por que o número 12 é tão importante na contagem
Os números são essenciais no nosso dia a dia, moldando como medimos, negociamos e marcamos o tempo. A maioria de nós conhece o sistema de contagem de base 10 (que divide os números em 10 partes), mas há ainda outro número importante: o 12. Dos 12 meses do ano à dúzia de ovos que compramos no mercado, a influência dele está em todo lugar. Inclusive, a história mostrou sua relevância nas nossas vidas de maneiras surpreendentes.
Mas de onde vem a importância do 12 e por que a gente ainda usa ele hoje, mesmo usando a contagem de base 10? Clica nessa galeria para descobrir tudo sobre isso.
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Vício é sintoma de trauma profundo, diz médico especialista em dependência
ASÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Algumas das alterações cerebrais que ocorrem em dependentes de drogas ou de jogos de azar e de redes sociais são bem conhecidas. O que muitos ainda não compreendem é que elas não são exatamente a causa do vício, e sim um sintoma da adição, associada a traumas profundos, segundo Gabor Maté, médico húngaro radicado no Canadá e autor de diversos livros sobre neurociência do vício.
“A pergunta não é o que a dependência faz ao cérebro, mas o que houve durante a vida daquela pessoa que tornou o cérebro suscetível à dependência, e eu te digo que é o trauma severo, o sofrimento humano. Todos os meus pacientes dizem, categoricamente, que usam substâncias químicas para afastar a dor, o sofrimento”, diz Maté.
O médico defende que essa compreensão dos mecanismos biológicos envolvidos com o vício podem ajudar no tratamento de dependentes químicos e usuários de drogas em situações de vulnerabilidade, trabalho que ele realiza há mais de 20 anos em um centro para acolhimento de dependentes químicos em Vancouver, na província de Columbia Britânica, costa oeste do Canadá.
“O cérebro se vicia porque existem certos circuitos que estão envolvidos na dependência, como neurotransmissores opioides, que estão lá para nos dar alívio da dor e dar prazer. Agora, ao obter esses opioides de fora, uma pessoa se torna dependente porque o cérebro dela já está alterado pela própria experiência de vida.”
Vancouver criou, em 2003, abrigos e centros considerados seguros para o uso de substâncias químicas, onde equipes médicas supervisionam usuários de drogas. Um dos primeiros centros foi o Downtown Eastside, onde Maté atuou como médico.
Em seu livro “Vício: o Reino dos Fantasmas Famintos”, recém-publicado no Brasil pela editora Sextante, ele conta sobre várias das experiências particulares desses usuários na tentativa de ajudá-los a superar seus traumas pessoais e curá-los da adição.
O autor lembra que a dependência se manifesta em qualquer comportamento em busca de um prazer temporário ou alívio momentâneo da dor, mesmo que traga consequências negativas, como é hoje debatido o vício em jogos de apostas online ou de telas.
“Uma pessoa que joga em um cassino, ou jogos de azar, não é viciada em dinheiro, pois, se ela ganhar uma aposta na noite anterior, no dia seguinte vai apostar tudo e perder o dinheiro. Então pode ser qualquer comportamento, drogas, cafeína, álcool, morfina, cocaína, pornografia, compras, a lista vai longe.”
Mas ele não limita as alterações cerebrais aos dependentes químicos. Os estudos por trás do vício evoluíram nas últimas quatro décadas, e hoje existe um vasto conhecimento científico sobre os diversos tipos de comportamentos com alto potencial aditivo, inclusive aqueles relacionados ao uso de telas em crianças menores de quatro anos, por exemplo.
“Nós precisamos constantemente de recompensas para estimular o cérebro e produzir hormônios que nos fazem sentir bem e, quando não conseguimos por interações sociais, amor, ou outras formas, buscamos através de outros mecanismos, como abuso de telas, drogas, vício em compras. Sempre tem uma base para suprir aquela falta.”
É claro que o mal causado e os potenciais problemas de saúde gerados por diferentes tipos de vícios não são os mesmos, reforça o médico, sendo o uso de drogas pesadas e até mesmo de opioides, como no caso dos Estados Unidos, muito grave. Mas a compreensão de que tais comportamentos são, na verdade, relacionados a alterações nas composições químicas cerebrais pode ajudar na busca de novas vias de tratamento.
O médico é também um defensor do uso de substâncias psicodélicas para o tratamento do vício, e vem estudando isso como forma de terapia para traumas vividos e que tem efeitos também sobre o vício.
“Temos plantas conhecidas na África, na América Central e na Amazônia [como a ayahuasca] que têm efeitos terapêuticos conhecidos sobre a cura do trauma. Também trabalhei com a raiz de iboga, uma planta nativa do Gabão, que reduz os sintomas de abstinência e recaída em dependentes de heroína. São coisas muito úteis e promissoras, mas infelizmente a medicina ocidental é muito refratária a essas terapias.”
Segundo ele, as intervenções médicas –como internações e tratamentos com drogas sintéticas que reduzem os sintomas aditivos– são limitadas, e também há uma ignorância por parte da classe médica de que o vício é uma questão inerente do indivíduo e pode ser genético.
“Não estou dizendo que não tem um fator, mas ele não é só genético. Começa com sofrimento, e há muita ignorância nesse sentido. Se os médicos e os profissionais de saúde olhassem para a ciência, para os estudos de como o cérebro se desenvolve, a medicina poderia mudar, a política social contra as drogas poderia mudar.”
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Dandismo negro: Looks incríveis e surpreendentes do Met Gala 2025
O Metropolitan Museum of Art de Nova York foi palco do Met Gala de 2025 prestando homenagem à história, cultura e moda negra. O dress code deste ano, ‘Tailored for You’ (feito sob medida para você em português), foi inspirado na nova exposição do Costume Institute, ‘Superfine: Tailoring Black Style’, que explora o dandismo negro, uma tradição de elegância desafiadora em que homens e mulheres usam a moda como forma de resistência, orgulho e autoexpressão há séculos.
Curioso? Clique para conferir as celebridades que abraçaram o tema com looks inesquecíveis.
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Médico sugere trocas alimentares que ajudam a rejuvenescer
O cardiologista Roque Savioli compartilhou nas redes sociais algumas substituições alimentares que, segundo ele, são “inteligentes” e podem contribuir para a saúde e o rejuvenescimento. Em uma publicação no Instagram, ele recomendou três trocas simples para incluir na rotina alimentar.
A primeira sugestão é substituir o pão integral por ovos cozidos. “O pão integral é um falso saudável, pode desencadear inflamações e fornece calorias vazias. Já os ovos são um alimento completo, ricos em colina, essencial para a saúde do cérebro, e não aumentam o colesterol”, explicou. Segundo Savioli, é seguro consumir até dois ovos por dia.
Outra troca recomendada pelo médico é substituir a carne vermelha por peixes gordurosos, como salmão e sardinha. Ele destaca que, enquanto a carne vermelha contém gordura saturada e o processo de grelhar pode liberar toxinas prejudiciais, os peixes são fontes ricas de ômega-3, um ácido graxo essencial para a saúde cardiovascular.
Por fim, Savioli sugere substituir o sal refinado por pimenta preta e cúrcuma. Segundo ele, “o sal branco refinado é inflamatório, retém sódio e pode elevar a pressão arterial”. A combinação de pimenta e cúrcuma, além de realçar o sabor dos alimentos, traz benefícios anti-inflamatórios para o organismo.
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Alimentos mais perigosos do mundo: alguns são populares no Brasil
Em todo o mundo, certos alimentos vêm com perigos ocultos. De plantas venenosas a animais tóxicos, esses tipos de comida podem causar doenças graves ou até mesmo a morte se não forem preparados corretamente. Embora muitos itens sejam usados em culinárias tradicionais, a falta de conhecimento ou manuseio inadequado pode transformá-los em assassinos silenciosos.
Nesta galeria, exploramos alguns dos alimentos mais perigosos do mundo, esclarecendo seus riscos. Clique para saber mais.
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Três bebidas que aceleram o envelhecimento da pele; veja quais são
Para manter uma pele jovem e saudável, é fundamental prestar atenção à alimentação e aos hábitos diários. De acordo com especialistas, certos tipos de bebidas podem contribuir para o envelhecimento precoce da pele, causando o aparecimento de rugas e a perda de elasticidade. O site SheFinds consultou diversos dermatologistas para entender melhor o impacto dessas bebidas.
A dermatologista Elaine F. Kung, especializada em cuidados com a pele, explica que algumas bebidas podem desidratar a pele, comprometendo sua elasticidade e favorecendo o surgimento de linhas finas e rugas. Ela destaca que, produtos como refrigerantes, energéticos e bebidas à base de café, podem ter efeitos negativos no nosso corpo e pele.
Refrigerantes
Elaine F. Kung alerta que refrigerantes contêm produtos químicos como fósforo, potássio e cafeína, que afetam não apenas os ossos, mas também as células do corpo. O consumo excessivo de refrigerantes pode contribuir para a desidratação da pele, tornando-a mais propensa a rugas.Bebidas energéticas
Jose Mier, dermatologista especializado em cuidados com a pele, afirma que as bebidas energéticas, ao estimularem o cérebro e o sistema nervoso, podem interferir na qualidade do sono. Isso resulta em olheiras e inchaço nos olhos, além de prejudicar a regeneração celular da pele durante a noite.Bebidas de café engarrafadas
Cheryl Rosen, também dermatologista, adverte que as bebidas de café engarrafadas, muitas vezes ricas em aditivos e conservantes, podem causar ressecamento da pele e perda de hidratação. Quando consumidas em excesso, essas bebidas podem contribuir para o envelhecimento precoce da pele.Em resumo, para garantir uma pele saudável e com aspecto jovial, é essencial evitar o consumo excessivo dessas bebidas e manter uma rotina de cuidados que inclua hidratação adequada e uma alimentação balanceada.
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Saiba o que esses 6 chás podem fazer pela sua pele
Você sabia que as ervas medicinais podem ser aliadas poderosas na saúde da sua pele? Consumidas como infusões, elas oferecem nutrientes que ajudam a tratar desde acne até rosácea.
“Cada chá possui propriedades que favorecem a pele de maneira distinta, seja por seu poder antioxidante, pelo efeito calmante ou por ajudar a reduzir inflamações”, explica Paula Molari Abdo, farmacêutica bioquímica pela USP, diretora técnica da Formularium, membro da ANFARMAG (Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais); e especialista em Atenção Farmacêutica pela USP. Confira 6 chás que podem beneficiar a saúde da sua pele.
Chá verde: repleto de antioxidantes, o chá verde combate inflamações e ajuda a proteger a pele contra os danos causados pelo sol. “Esses antioxidantes combatem os radicais livres, que são responsáveis pelo envelhecimento precoce da pele”, afirma a especialista. Estudos também indicam que o chá verde pode ser útil no combate à acne, conforme publicado na revista Science.
Chá de jasmim: indicado para auxiliar no processo de cicatrização da pele. “Ele ajuda a dilatar os vasos sanguíneos, facilitando a circulação de oxigênio, além de ser antioxidante e antibacteriano, favorecendo a regeneração celular da pele”, explica Paula, que também é membro da SBRAFH (Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar), da ABC (Associação Brasileira de Cosmetologia) e da APhA (American Pharmacists Association)
Chá de dente-de-leão: ele possui fortes propriedades anti-inflamatórias, sendo eficaz no alívio de sintomas como descamação e vermelhidão, que podem surgir em casos de psoríase ou rosácea. “Devido ao seu efeito desintoxicante, ele melhora a saúde da pele de dentro para fora”.
Chá de hortelã: com a presença do mentol, o chá de hortelã proporciona um efeito refrescante e calmante na pele, sendo particularmente benéfico para peles oleosas. “Ele ajuda a regular a produção de sebo, tornando-se uma boa opção para quem tem acne”, diz Paula Molari.
Chá de alecrim: com propriedades antioxidantes e o ácido rosmarínico, um potente anti-inflamatório, o chá de alecrim contribui para a proteção da pele e auxilia na melhoria de sua elasticidade e firmeza. “Além disso, o alecrim estimula a circulação sanguínea, promovendo uma aparência mais saudável à pele”.
Chá de camomila: conhecido por suas propriedades calmantes, o chá de camomila é ideal para aliviar a pele irritada, especialmente em casos de eczema, psoríase e rosácea. “Os flavonoides presentes na camomila têm ação anti-inflamatória, que favorece tanto a saúde quanto a aparência da pele, além de ser útil como compressa nos olhos para diminuir as olheiras”, finaliza Paula Molari Abdo.
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Como saber se está numa relação tóxica? Terapeuta revela cinco sinais
Nem sempre é fácil reconhecer quando se está em um relacionamento tóxico. Muitas vezes, os sinais aparecem de forma sutil, e a pessoa envolvida pode acabar normalizando comportamentos que, na verdade, minam sua autoestima, sua liberdade e seu bem-estar emocional.
Em entrevista ao site Well+Good, a terapeuta norte-americana Katarena Arger elencou cinco sinais que merecem atenção e podem indicar que você está vivendo uma relação prejudicial.
1. Comunicação hostil e desrespeitosa
A forma como os parceiros se comunicam é essencial para a saúde da relação. Quando há desprezo, sarcasmo constante, punições em forma de silêncio, humilhações ou um tom de superioridade, o vínculo passa a ser corroído. “Esse tipo de comunicação mina a segurança emocional e cria um ambiente em que não é possível se sentir valorizado”, alerta Katarena.
2. Medo de como o parceiro vai reagir
Você hesita antes de falar sobre algo importante por medo da reação do outro? Isso é um sinal vermelho. A terapeuta explica que quando alguém se sente constantemente ansioso ou em alerta antes de expor seus sentimentos ou opiniões, pode estar diante de uma relação baseada no medo e não na confiança.
3. Falta de apoio emocional
Um relacionamento saudável envolve apoio mútuo. Quando apenas um dos parceiros oferece suporte — emocional, prático ou motivacional — e o outro não retribui, há um desequilíbrio perigoso. “Se você sente que está sempre sozinho nas batalhas, algo está errado”, pontua Katarena.
4. Isolamento social
Um parceiro tóxico muitas vezes tenta cortar os laços do outro com amigos, familiares ou hobbies. “Se você percebe que seu mundo está ficando cada vez menor, com menos conexões e apoio externo, é possível que esteja sendo isolado intencionalmente”, explica a terapeuta.
5. Manipulação constante
Manipular significa tentar controlar o outro para benefício próprio — seja por meio da culpa, chantagem emocional, silêncio punitivo ou distorção da realidade. “A manipulação mina a liberdade da outra pessoa e é um claro sinal de toxicidade”, reforça a especialista.
Relacionamentos tóxicos podem causar impactos profundos na saúde mental e emocional. Se você se identificou com esses sinais, considerar a ajuda de um psicólogo pode ser o primeiro passo para romper esse ciclo.Leia Também: Será que seu parceiro é narcisista ou o problema é você?
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