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Especialista alerta para quatro sintomas de Alzheimer antes dos 30 anos
O Alzheimer é frequentemente associado à população idosa, mas a doença pode se manifestar precocemente, inclusive antes dos 30 anos. Embora os casos sejam raros, especialistas alertam para sinais que vão além da perda de memória e podem indicar a presença da condição em jovens.
Em um artigo publicado no portal The Conversation, o professor Mark Dallas, da Universidade de Reading, no Reino Unido, explica que o Alzheimer costuma surgir após os 50 anos, mas pode afetar pessoas mais jovens. Entre os sintomas precoces estão dificuldades de atenção, menor coordenação motora, desorientação espacial e altos níveis de ansiedade.
O Ministério da Saúde aponta que cerca de 1,2 milhão de brasileiros vivem com algum tipo de demência, sendo o Alzheimer a forma mais comum. A doença, que faz parte do grupo das demências, provoca alterações cognitivas que comprometem a memória, a linguagem e a orientação no tempo e espaço.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 47,5 milhões de pessoas tenham algum tipo de demência no mundo, com projeção de crescimento para 75,6 milhões até 2030. Apesar de ainda não haver cura, especialistas destacam que cerca de 40% dos casos podem ser prevenidos ou retardados com hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, exercícios físicos e estímulo à atividade cerebral.
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O que comer antes e depois do bloquinho de Carnaval
Manter uma boa alimentação no Carnaval é a principal dica para quem quer curtir a festa até o último minuto. Comer os alimentos certos antes de sair para os blocos de rua é fundamental para garantir o bem-estar na folia. Assim como as refeições pós-bloquinho são essenciais para repor as energias e a hidratação.
Pensando nisso, a nutricionista Amanda Figueiredo e as endocrinologistas e metabologistas Dra. Tassiane Alvarenga e Dra. Thais Mussi revelam estratégias baseadas em ciência para garantir energia e hidratação antes, durante e após a folia.
O que comer e o que evitar antes do bloco?
Antes de sair para o bloquinho de Carnaval, é importante consumir uma refeição equilibrada que forneça energia sustentada e ajude a manter a saciedade. “O consumo de carboidratos de baixo e médio índice glicêmico, combinado com proteínas magras e gorduras insaturadas, contribui para a manutenção da glicemia estável e evita quedas bruscas de energia”, explica Dra. Tassiane Alvarenga, titulada pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).
“A recomendação é incluir carboidratos de baixo e médio índice glicêmico, como arroz integral, batata-doce, aveia e frutas, acompanhados de proteínas magras, como ovos, frango ou iogurte natural”, complementa Amanda Figueiredo, nutricionista clínica pela USP e pós-graduada em Saúde da mulher e reprodução humana pela PUC.
“As gorduras boas, presentes no azeite de oliva, abacate e oleaginosas, também são essenciais para garantir uma digestão eficiente e evitar quedas bruscas de energia”, afirma.
Por outro lado, para não sobrecarregar o sistema digestivo e garantir boa disposição, é preciso evitar alimentos ultraprocessados, frituras e bebidas açucaradas antes da folia. “Esses itens podem causar picos de glicemia seguidos de quedas rápidas de energia, além de contribuir para desconfortos digestivos, como inchaço e cansaço”, confirma Dra.Thais Mussi, especialista em Endocrinologia e Metabologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).
O que comer durante o bloquinho
Durante os blocos de rua, é importante fazer refeições rápidas e energéticas para evitar a fadiga. “Durante a permanência no bloquinho, opções práticas, como frutas, oleaginosas e barrinhas proteicas, auxiliam na oferta contínua de energia sem comprometer a digestão” garante a médica Dra. Tassiane Alvarenga.
“A água de coco também é uma excelente opção para repor os eletrólitos perdidos pelo suor”, completa a nutricionista Amanda Figueiredo.
Para quem não dispensa um drinque na folia, as especialistas recomendam intercalar a ingestão de álcool com água, consumir alimentos ricos em antioxidantes (como frutas vermelhas e vegetais) e evitar beber de estômago vazio. Além disso, optar por bebidas com menos açúcar e não misturar diferentes tipos de álcool ajuda a minimizar os impactos negativos no organismo.
O que comer depois do bloquinho para recuperação
Após um dia de folia, a recuperação nutricional é fundamental. “A hidratação com água de coco ou soro caseiro deve ser a prioridade, seguida por refeições que ajudem na reposição de nutrientes”, conta a médica Dra. Thais Mussi.
“Alimentos ricos em proteínas, como ovos, frango e tofu, juntamente com carboidratos de fácil digestão, como batata-doce e quinoa, são ideais para restaurar a energia. Além disso, frutas ricas em água, como melancia e abacaxi, ajudam na reidratação e fornecem vitaminas essenciais”, explica a nutricionista.
A médica Dra. Tassiane Alvarenga reforça que exposição prolongada ao calor, somada à ingestão de álcool, pode levar à desidratação e fadiga. “Por isso, é fundamental manter uma boa ingestão de líquidos, especialmente água, água de coco e chás de ervas, para evitar mal-estar, tontura e outros sintomas de desidratação”, finaliza.
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Pesquisadores descobrem centenas de novas ligações genéticas com a depressão
A depressão é um distúrbio de saúde mental complexo, que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Embora saibamos que é frequente nas famílias, os cientistas têm tentado montar o quebra-cabeça genético exato.
Agora, um novo estudo inovador, publicado na prestigiada revista Cell, acaba de inverter o rumo de nossa compreensão sobre as raízes genéticas da depressão. Os pesquisadores descobriram centenas de novas variações genéticas ligadas a esta doença, quase metade das quais eram anteriormente desconhecidas pela ciência – um grande passo em frente na compreensão de como os nossos genes contribuem para esta doença debilitante.
Parece que finalmente estamos tendo uma ideia do que está por baixo de nosso lado emocional. Curioso? Clique para saber mais.
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Dicas para escolher a roupa e ter mais conforto no calor
Com o calor intenso, a escolha das roupas e cores certas pode garantir conforto térmico e bem-estar. A consultora de imagem e especialista em cores Luciana Ulrich, idealizadora da Studio Immagine, traz dicas essenciais para enfrentar o calor intenso sem perder o estilo.
1. Prefira tecidos naturais
Tecidos como linho, seda, viscose e algodão permitem que a pele respire melhor, garantindo uma sensação maior de frescor. Evite tecidos sintéticos, que tendem a reter calor e dificultar a transpiração.
2. Evite poliéster e tecidos sintéticos
Materiais sintéticos, como o poliéster, não permitem a troca de calor com o corpo, aumentando a sensação de abafamento. Se precisar usar uma peça sintética, prefira modelos mais soltos e arejados.
3. Modelagem ampla é sinônimo de conforto
Peças soltas e fluidas ajudam na circulação de ar, evitando que o tecido grude na pele e cause desconforto. Vestidos leves, blusas com caimento solto e calças largas são ótimas opções.
4. Cores fazem diferença
Cores claras refletem a luz e absorvem menos calor, proporcionando maior conforto térmico. Aposte em tons como branco, bege, pastel e off-white. Evite preto e outras cores escuras, que retêm mais calor.
5. Aposte em tecidos tecnológicos
Tecidos tecnológicos, como a poliamida e o modal, ajudam na secagem rápida do suor e são leves. Além disso, alguns oferecem proteção UV, sendo ideais para atividades ao ar livre.
6. Proteja-se com acessórios
Chapéus e lenços são grandes aliados para bloquear o sol direto e proteger a pele. Escolha modelos de abas largas para uma cobertura eficiente.
7. Mantenha o estilo sem abrir mão do conforto
Evite sobreposições pesadas e escolha peças que combinem com seu estilo pessoal. Existem diversas opções frescas e elegantes para o verão, desde vestidos soltos até camisas de linho. Complemente o look com acessórios estratégicos para unir conforto e sofisticação.
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Sintomas de falta de ferro que muitos desvalorizam e não deviam
A falta de ferro no organismo pode trazer impactos significativos à saúde, incluindo cansaço extremo e enfraquecimento do sistema imunológico. A médica Stephanie Ooi, citada pelo Mirror, explica que o ferro é essencial para a produção de glóbulos vermelhos, sendo responsável pelo transporte de oxigênio no sangue. No entanto, sua deficiência muitas vezes passa despercebida, já que os sintomas podem ser confundidos com cansaço do dia a dia.
“É comum ignorar a exaustão e associá-la a um estilo de vida agitado”, explica a especialista. Durante o inverno, por exemplo, muitas pessoas acreditam que a sensação de fadiga é consequência dos dias mais curtos e noites mais longas, sem considerar a possibilidade de uma deficiência nutricional.
Entre os principais sintomas da falta de ferro, a médica destaca fadiga persistente, cansaço extremo, baixa imunidade e dificuldades cognitivas, como falta de concentração e problemas para resolver tarefas simples. Segundo ela, episódios prolongados desses sinais devem ser investigados, pois podem indicar um quadro de anemia ferropriva.
Além de afetar a qualidade de vida, a carência de ferro compromete a função do sistema imunológico, tornando o organismo mais vulnerável a infecções e doenças. Para evitar esses problemas, a médica recomenda uma alimentação equilibrada, com ênfase em fontes naturais de ferro, como carnes vermelhas, carne de porco, cereais enriquecidos e vegetais de folhas verde-escuras.
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Febre amarela e dengue causam quadros de hepatite; entenda
(FOLHAPRESS) – Com o aumento de casos de dengue e a febre amarela, os cuidados precisam ser intensificados. Em comum, um dos órgãos afetados pelas doenças é o fígado: o paciente pode desenvolver uma hepatite que, nos casos graves, é fulminante. Nas outras arboviroses, como chikungunya e zika vírus, o acometimento é menos comum.
O vetor da dengue é o Aedes aegypti. Na febre amarela silvestre, os responsáveis pela transmissão da doença são os mosquitos dos gêneros haemagogus e sabethes.
De acordo com Marcelo Neubauer, infectologista e professor da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de Campinas, na dengue, o fígado é acometido em níveis de gravidade maior ou menor. Geralmente, é leve e sem importância clínica, a não ser que a doença tenha evoluído para a forma grave.
“Inclusive uma das gêneses da forma hemorrágica da dengue, além de uma doença vascular, você tem uma doença hepática também, porque os fatores de coagulação são produzidos pelo fígado e se houver uma lesão um pouco mais séria, você vai ter uma perda desses fatores. Mas é transitório. Normalmente, na dengue, a hepatite não deixa sequelas. Só na dengue grave”, afirma o infectologista.
Marcio Almeida, coordenador de Hepatologia da Rede D’Or São Paulo, explica que na dengue há uma ativação do sistema imune do paciente que, na tentativa de matar o vírus, afeta alguns órgãos, inclusive o fígado.
O outro mecanismo é a falta de oxigênio no fígado devido ao extravasamento de líquidos e queda da pressão. “O indivíduo acaba entrando em choque. A pressão baixa e muitas vezes ele necessita de drogas para mantê-la alta. Isso diminui o aporte de oxigênio para os órgãos, no caso, o fígado”, diz Almeida.
Na febre amarela, a complicação é maior. O vírus invade o órgão, onde se replica, e destrói as células hepáticas. O risco é de hepatite fulminante e morte.
“TGO e TGP são duas substâncias que estão dentro da célula do fígado. Quando a célula é destruída, essa substância é eliminada na circulação. Ao colher o sangue, a gente vê que a quantidade dessa substância aumentou”, afirma Neubauer.“Em uma pessoa saudável, eu espero que a TGO e a TGP estejam até mais ou menos 50 unidades. Na dengue, mesmo nas formas mais graves, vai a 300, 400. Agora, na febre amarela, vai a 5, 6, 7 mil. Ela sobe e de repente cai de uma vez no momento em que o paciente não tem mais fígado para ser destruído”, explica Neubauer.
Quando a hepatite é reversível -mais comum na dengue- a recuperação se dá em algumas semanas. Na febre amarela, o risco de complicação é maior. Em 2025, 13 pessoas morreram de febre amarela no estado de São Paulo.
“No último surto, chegamos até a ter casos de indicação de transplante. Juntamos os dados nacionais e o resultado foi catastrófico. Por se tratar de uma doença que o vírus está no corpo inteiro, para alguns pacientes, o que chama mais atenção é a manifestação hepática. O quadro é uma hepatite fulminante. Tentamos fazer o transplante em alguns casos, mas, na maioria deles, o vírus -como ainda estava circulante- destruía o fígado transplantado”, comenta o hepatologista.
SINTOMAS E SINAIS DE ALARME NA DENGUE E FEBRE AMARELA
Febre alta (acima de 38º e de início repentino), prostração, mal-estar, manchas vermelhas pelo corpo, dores musculares, nas articulações, de cabeça e atrás dos olhos são os principais sintomas da dengue.
Os sinais de alarme para a gravidade são dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, acúmulo de líquidos em cavidades corporais (ascite, derrame pleural, derrame pericárdico), hipotensão postural (queda da pressão arterial ao levantar-se da posição sentada ou deitada), sensação de desmaio, letargia e/ou irritabilidade, aumento do tamanho do fígado, sangramento de mucosa e aumento
progressivo do hematócrito.Na febre amarela, os sintomas são febre súbita, calafrios, dor de cabeça intensa, dores musculares e no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. Segundo o Ministério da Saúde, 15% dos pacientes, em média, apresentam um breve período de horas a um dia sem sintomas e depois desenvolvem a forma grave da doença.
No agravamento do quadro pode ocorrer febre alta, hemorragia, pele e olhos amarelados (icterícia), choque e insuficiência de múltiplos órgãos. O índice de morte varia de 20% a 50%.
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Alimentos que ajudam a controlar os níveis de açúcar no sangue
Manter os níveis de açúcar no sangue sob controle é essencial para uma dieta saudável e pode prevenir diversas doenças, como diabetes tipo 2 e resistência à insulina. Segundo os médicos Tariq Mahmoud e Deborah Lee, alguns alimentos são especialmente eficazes para estabilizar esses índices.
1. Aspargos
Os aspargos são ricos em vitaminas A e C, essenciais para fortalecer o sistema imunológico e ajudar na estabilização do açúcar no sangue. Além disso, possuem fibras que auxiliam na digestão e na absorção mais lenta da glicose, evitando picos glicêmicos.2. Brócolis
Os brócolis são uma excelente opção para quem busca manter a glicemia equilibrada. Fonte de fibras e compostos antioxidantes, o vegetal melhora a digestão e pode reduzir o risco de alguns tipos de câncer. Além disso, contém sulforafano, um composto que ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue.3. Beringela
A beringela se destaca pela capacidade de reduzir a absorção de açúcar no sangue. Rica em fibras solúveis, ela retarda a digestão dos carboidratos e evita picos glicêmicos. Além disso, seu alto teor de antioxidantes contribui para a saúde cardiovascular.4. Pimentões
Os pimentões são ricos em vitamina C e antioxidantes, que auxiliam no metabolismo da glicose e na redução da inflamação no organismo. Também possuem fibras que ajudam a manter a saciedade por mais tempo, evitando oscilações no açúcar no sangue.5. Aipo
O aipo é um alimento de baixa caloria e rico em fibras e compostos antioxidantes. Ele ajuda na digestão e na redução da absorção de glicose pelo organismo, tornando-se um ótimo aliado no controle dos níveis de açúcar no sangue.6. Alface
As folhas verdes, como a alface, são fundamentais para uma alimentação equilibrada. Com baixo índice glicêmico e ricas em fibras, ajudam a retardar a absorção do açúcar no sangue e promovem saciedade, auxiliando na prevenção de picos glicêmicos.Incluir esses alimentos na alimentação diária pode contribuir para manter os níveis de glicose sob controle e prevenir problemas de saúde. Além disso, é importante manter uma dieta equilibrada, praticar exercícios físicos e evitar o consumo excessivo de açúcares refinados para garantir um metabolismo mais saudável.
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Três signos que podem ter muita sorte financeira em março
O mês de março pode reservar boas surpresas financeiras para algumas pessoas. Segundo a astróloga MaKayla McRae, em entrevista à Parade, três signos do zodíaco terão mais chances de atrair dinheiro extra de forma inesperada nas próximas semanas. Confira se o seu está na lista.
Virgem (23 de agosto a 22 de setembro)
Os virginianos devem estar atentos a reencontros com antigos parceiros de negócios, clientes ou colegas. Há grandes chances de que um contato do passado traga novas oportunidades de ganho financeiro, seja por meio de uma parceria, indicação ou ideia promissora.
Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)
Mudanças no fluxo de trabalho podem trazer benefícios inesperados para os escorpianos. Pessoas do meio profissional que fizeram parte da trajetória no passado podem reaparecer oferecendo apoio, recursos ou insights valiosos que podem resultar em novas oportunidades financeiras.
Peixes (20 de fevereiro a 20 de março)
Os piscianos podem ser surpreendidos por conexões do passado interessadas em retomar projetos, parcerias ou trabalhos que ficaram inacabados. Além disso, há grandes chances de resolverem pendências financeiras e finalmente receberem valores que estavam em aberto.
Se você pertence a um desses signos, fique atento às oportunidades que podem surgir ao longo do mês!
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Médico alerta para os perigos das bebidas energéticas
As bebidas energéticas são cada vez mais populares, mas o consumo exagerado pode trazer sérios riscos à saúde, incluindo danos renais, segundo o médico Sermed Mezher, citado pelo jornal Mirror.
O especialista explica que o alto teor de cafeína presente nesses produtos pode elevar a pressão arterial, o que, a longo prazo, prejudica o funcionamento do coração e dos rins. “A pressão arterial elevada é um fator de risco para doenças renais, pois danifica os pequenos vasos sanguíneos dentro dos rins, comprometendo sua eficácia”, afirma Mezher.
Outro risco apontado é que muitas pessoas substituem a ingestão de água por energéticos, sem perceber que a cafeína tem efeito diurético. “Isso faz com que o corpo perca mais água do que o normal, e se não houver reposição adequada, pode ocorrer desidratação e danos renais”, alerta o médico.
Além disso, o alto teor de açúcar e a presença de substâncias como taurina e guaraná podem intensificar o problema. “Esses componentes podem provocar a contração dos vasos sanguíneos e aumentar a frequência cardíaca, colocando um estresse adicional sobre os rins”, acrescenta Mezher.
Diante desses riscos, especialistas recomendam moderação no consumo de bebidas energéticas, além da adoção de hábitos saudáveis para garantir uma boa hidratação e preservar a saúde renal.
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Tipo sanguíneo: Como isso pode afetar sua saúde e as doenças mais comuns em cada um
Em 1930, o Dr. Karl Landsteiner ganhou o Prêmio Nobel por desenvolver o sistema de grupos sanguíneos ABO, o método de classificar os tipos de sangue. É importante saber qual seu tipo sanguíneo na hora de receber ou doar sangue. Uma incompatibilidade pode causar uma reação do sistema imunológico, o que, por sua vez, pode resultar em complicações como insuficiência renal, coagulação sanguínea e, em casos mais extremos, morte.
Felizmente, as sofisticadas técnicas de testes atuais limitaram esses incidentes. No entanto, pesquisas sugerem que há ligações entre o tipo sanguíneo e várias doenças diferentes. Isso significa que conhecer o tipo do seu sangue também pode te alertar para certos tipos de doenças, como esclerose múltipla ou diabetes.
Para saber mais sobre seu tipo sanguíneo e os riscos relacionados à saúde, confira na galeria.
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