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Receita deliciosa: Espaguete ao molho de camarão com leite de coco
Gosta de reunir a família e os amigos? Para você surpreender a todos, ensinamos a fazer uma receita com muito sabor! Aprenda a fazer o espaguete ao molho de camarão com leite de coco.
A receita é finalizada com molho de leite de coco, ingrediente muito utilizado no Nordeste em receitas doces e salgadas.
Confira o modo de preparo abaixo:
Espaguete ao Molho de Camarão com Leite de Coco
Ingredientes:
- 1 pacote de Espaguete Sêmola Fortaleza
- 400g de camarões limpos e sem casca
- 2 colheres de sopa de azeite-doce
- 1 cebola picada
- 2 dentes de alho picados
- 1 lata de molho de tomate
- 200ml de leite de coco
- 2 colheres de sopa de salsa picada
- 50g de queijo parmesão ralado
- Sal e pimenta-do-reino a gosto
- Pimenta dedo-de-moça picada (opcional)
Modo de preparo:
- Faça o espaguete seguindo as instruções da embalagem.
- Em uma frigideira funda, refogue a cebola e o alho em uma colher de sopa de azeite-doce.
- Adicione o camarão e espere ele ficar rosado.
- Coloque o molho de tomate e deixe todo o conteúdo da panela cozinhar por 5 minutos.
- Acrescente ao molho o leite de coco e acerte o sal e a pimenta.
- Em uma travessa, coloque o espaguete e o molho por cima.
- Finalize com o azeite, a salsa e o queijo.
Tempo de Preparo: 30 minutos
Rendimento: 06 Porções
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Veja os alimentos que podem fortalecer os dentes e melhorar a saúde bucal
Manter os dentes fortes e saudáveis vai muito além de uma boa escovação e o uso diário do fio dental. A alimentação desempenha um papel fundamental na preservação da saúde bucal. Alimentos ricos em cálcio são essenciais para a mineralização dos dentes, pois ajudam a reforçar o esmalte, que é a primeira barreira contra cáries. Já as frutas e vegetais crocantes, estimulam a produção de saliva, o que auxilia na limpeza dos dentes e no controle do pH bucal.
Vanessa Oliveira, dentista e coordenadora do curso de Odontologia da Faculdade Anhanguera, aponta e explica quais alimentos podem ser aliados na manutenção ou aumento do fortalecimento dos dentes.
Queijo: o queijo é uma excelente fonte de cálcio, mineral essencial para a saúde dos dentes. Rico também em fosfatos, ele ajuda a equilibrar o pH da boca, reduzindo o risco de cáries. Além disso, mastigar queijo estimula a produção de saliva, que auxilia na limpeza dos dentes e na neutralização de ácidos nocivos.
Maçã: a maçã, muitas vezes chamada de “escova de dentes natural”, exige uma mastigação vigorosa, o que ajuda a limpar os dentes de resíduos alimentares e a fortalecer as gengivas. Além disso, seu alto teor de água estimula a produção de saliva, um protetor natural contra bactérias.
Cenoura: crocante e cheia de nutrientes, a cenoura é outro alimento que contribui para a saúde bucal. Rica em vitamina A, essencial para a manutenção do esmalte dentário, a cenoura também estimula a produção de saliva e promove a limpeza mecânica dos dentes enquanto é mastigada.
Amêndoas: são ricas em proteínas, cálcio e baixo teor de açúcar, sendo uma ótima opção de lanche para quem deseja fortalecer os dentes. Consumir amêndoas regularmente pode ajudar a manter os dentes fortes e a prevenir cáries, além de serem excelentes para a saúde geral.
Iogurte: é uma poderosa fonte de cálcio e probióticos. O cálcio ajuda a reforçar o esmalte dentário, enquanto os probióticos promovem um equilíbrio saudável das bactérias na boca, ajudando a combater as que podem causar cáries e gengivite. Prefira versões sem açúcar para garantir o máximo de benefícios.
Folhas verdes: alimentos como espinafre, couve e rúcula são repletos de cálcio e outros minerais que ajudam a fortalecer os ossos e dentes. Além disso, as folhas verdes têm propriedades anti-inflamatórias, contribuindo para a saúde das gengivas.
“Embora esses alimentos ajudem na manutenção da saúde bucal, é crucial escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia, usar fio dental e visitar o dentista regularmente para garantir um sorriso sempre saudável”, conclui a especialista.
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Médico sugere trocas alimentares que ajudam a rejuvenescer
O cardiologista Roque Savioli compartilhou nas redes sociais algumas substituições alimentares que, segundo ele, são “inteligentes” e podem contribuir para a saúde e o rejuvenescimento. Em uma publicação no Instagram, ele recomendou três trocas simples para incluir na rotina alimentar.
A primeira sugestão é substituir o pão integral por ovos cozidos. “O pão integral é um falso saudável, pode desencadear inflamações e fornece calorias vazias. Já os ovos são um alimento completo, ricos em colina, essencial para a saúde do cérebro, e não aumentam o colesterol”, explicou. Segundo Savioli, é seguro consumir até dois ovos por dia.
Outra troca recomendada pelo médico é substituir a carne vermelha por peixes gordurosos, como salmão e sardinha. Ele destaca que, enquanto a carne vermelha contém gordura saturada e o processo de grelhar pode liberar toxinas prejudiciais, os peixes são fontes ricas de ômega-3, um ácido graxo essencial para a saúde cardiovascular.
Por fim, Savioli sugere substituir o sal refinado por pimenta preta e cúrcuma. Segundo ele, “o sal branco refinado é inflamatório, retém sódio e pode elevar a pressão arterial”. A combinação de pimenta e cúrcuma, além de realçar o sabor dos alimentos, traz benefícios anti-inflamatórios para o organismo.
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Como congelar alimentos corretamente para preservar sabor e qualidade
Congelar alimentos é uma ótima estratégia para prolongar a durabilidade dos ingredientes e evitar desperdícios. No entanto, para garantir que os alimentos mantenham sabor, textura e qualidade, é preciso mais do que apenas colocá-los no freezer de qualquer maneira.
A revista Real Simple consultou a nutricionista Jennifer Scherer para entender as melhores práticas de armazenamento no congelador. Uma das principais recomendações é o uso de embalagens herméticas, pois a exposição ao ar pode causar queimaduras no alimento. “Selar bem sacos e potes reduz significativamente esse risco”, explica Scherer.
Outra dica importante é etiquetar os recipientes com a data de armazenamento. Isso facilita o controle do prazo de validade e evita que os alimentos fiquem esquecidos por muito tempo.
Além disso, evitar o excesso de itens no congelador é essencial. “Quando o freezer está sobrecarregado, a circulação de ar fica comprometida, prejudicando o congelamento uniforme dos alimentos”, alerta a especialista.
Por fim, manter a temperatura do congelador constante é fundamental para garantir a segurança alimentar e preservar a qualidade dos produtos. Seguindo essas recomendações, seus alimentos congelados terão uma durabilidade maior sem perder sabor e nutrientes.
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Sintomas de deficiência de ferro que muitos ignoram e são perigosos
A falta de ferro no organismo pode trazer impactos significativos à saúde, incluindo cansaço extremo e enfraquecimento do sistema imunológico. A médica Stephanie Ooi, citada pelo Mirror, explica que o ferro é essencial para a produção de glóbulos vermelhos, sendo responsável pelo transporte de oxigênio no sangue. No entanto, sua deficiência muitas vezes passa despercebida, já que os sintomas podem ser confundidos com cansaço do dia a dia.
“É comum ignorar a exaustão e associá-la a um estilo de vida agitado”, explica a especialista. Durante o inverno, por exemplo, muitas pessoas acreditam que a sensação de fadiga é consequência dos dias mais curtos e noites mais longas, sem considerar a possibilidade de uma deficiência nutricional.
Entre os principais sintomas da falta de ferro, a médica destaca fadiga persistente, cansaço extremo, baixa imunidade e dificuldades cognitivas, como falta de concentração e problemas para resolver tarefas simples. Segundo ela, episódios prolongados desses sinais devem ser investigados, pois podem indicar um quadro de anemia ferropriva.
Além de afetar a qualidade de vida, a carência de ferro compromete a função do sistema imunológico, tornando o organismo mais vulnerável a infecções e doenças. Para evitar esses problemas, a médica recomenda uma alimentação equilibrada, com ênfase em fontes naturais de ferro, como carnes vermelhas, carne de porco, cereais enriquecidos e vegetais de folhas verde-escuras.
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Antidepressivos podem acelerar declínio cognitivo de pacientes com demência
(FOLHAPRESS) – O uso de alguns antidepressivos pode agravar o quadro de demência em pacientes idosos, aponta um estudo realizado na Suécia com mais de 18 mil indivíduos. Em particular, os resultados indicam que os inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS, do inglês “selective serotonin reuptake inhibitors”), como o escitalopram, estão associados a uma aceleração do declínio cognitivo.
Estudos anteriores já haviam buscado avaliar a segurança do uso de antidepressivos em pacientes com quadros de neurodegeneração. Algumas pesquisas sugerem um impacto positivo desses medicamentos na redução dos biomarcadores da demência, embora os resultados até então fossem inconsistentes.
A professora emérita da Universidade Federal Fluminense, Vilma Câmara, afirma que a neurodegeneração e a depressão podem estar relacionadas. Segundo ela, pacientes que apresentam humor deprimido ao longo da vida e não conseguem uma cura podem desenvolver demência na velhice.
A especialista ressalta ainda que a depressão pode ocasionar sintomas de perda de cognição, como o esquecimento. Por esse motivo, em estágios iniciais, é comum que os profissionais prescrevam antidepressivos na tentativa de eliminar essa possível causa subjacente.
No novo estudo sueco, os autores destacam que alguns pacientes recebem a prescrição desses medicamentos para tratar sintomas comportamentais e psicológicos da demência, os quais podem ser confundidos com episódios depressivos. Para esses casos, o estudo desaconselha o uso dos remédios, pois o tratamento não estaria direcionado à causa subjacente dos sintomas.
Os resultados foram obtidos a partir de uma pesquisa com dados de quase 19 mil pessoas, com idade média de 78 anos, incluídas em uma coorte. Todos os participantes, recém-diagnosticados com demência, receberam a prescrição de antidepressivos pela primeira vez até seis meses antes do diagnóstico da doença. Eles foram monitorados entre 2007 e 2018, com avaliações de sua função cognitiva por meio de exames realizados, em média, a cada quatro anos.
Na coorte, os ISRS foram prescritos para seis em cada dez participantes, sendo estes os antidepressivos mais populares entre os diversos tipos disponíveis. Os dados apontam uma correlação significativa entre doses mais altas desses remédios e o aumento dos quadros de demência grave entre os pacientes. O estudo foi publicado na prestigiada revista científica BMC Medicine.
Além disso, os pesquisadores constataram que há maior risco de fraturas e mortalidade geral entre pacientes com demência que utilizaram essa classe de antidepressivos. Segundo os autores, contudo, os ISRS não podem ser associados diretamente ao aumento do declínio cognitivo com base apenas nos dados analisados.
Entre as limitações do estudo, os pesquisadores apontam que a análise pode ter sido subdimensionada. A gravidade da demência em cada paciente pode contribuir individualmente para o declínio cognitivo, sem que se possa atribuí-lo com certeza ao medicamento.
De acordo com especialistas, é fundamental buscar um diagnóstico preciso para promover o tratamento adequado. No Brasil, o diagnóstico da demência é realizado, majoritariamente, de forma clínica, conforme explica Kleber Francisco Vargas, psiquiatra vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares e ao hospital universitário de Campo Grande. Para tanto, é fundamental passar por uma avaliação neuropsicológica, que analisa as diversas funções cerebrais.
Os dados de uma anamnese abrangente são complementados por exames de sangue, que ajudam a descartar outras causas de demência; de imagem, como a ressonância magnética do crânio; e por testes de espectroscopia, que avaliam a presença de determinadas proteínas no organismo.
O tratamento envolve intervenções tanto medicamentosas quanto não medicamentosas. Entre os fármacos utilizados, os anticolinesterásicos se destacam por ajudar a retardar o avanço da doença. Nos avanços mais recentes, os antiamiloides, aprovados pela agência sanitária americana entre 2021 e 2024, surgem como uma novidade, embora ainda não sejam utilizados no Brasil.
Por outro lado, para preservar a reserva cognitiva, é importante que os pacientes pratiquem atividades físicas, mantenham uma boa alimentação e se participem de trabalhos biopsicossociais de reabilitação cognitiva, com o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar que inclua, entre outros, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas.
Entre os estudos que investigaram os efeitos dos antidepressivos em pacientes com demência, destaca-se um trabalho publicado na revista científica Alzheimer’s & Dementia, que acompanhou 5,5 mil holandeses por um período de dez anos ou mais. Todos os participantes ingressaram no estudo sem sinais de perda de cognição, e seu histórico de uso dessas drogas foi analisado por meio de registros de farmácia.
Embora os resultados tenham indicado que a neurodegeneração foi um pouco maior com antidepressivos tricíclicos do que com os ISRS, o estudo conclui que não há evidências suficientes para associar o uso dessas drogas ao risco de demência, ao declínio cognitivo acelerado ou à atrofia cerebral.
Outro trabalho, de revisão sistemática e meta-análise, realizado por pesquisadores da Alemanha e da Suíça e divulgado no ano passado, demonstra que os antidepressivos também não promovem efeitos positivos na saúde desses pacientes. Entre os mais de 27 mil artigos científicos analisados, não foram encontradas evidências satisfatórias de que essas drogas possam melhorar o estado cognitivo, a qualidade de vida ou a funcionalidade na população idosa com demência.
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Por que algumas pessoas têm medo de animais?
Se você tem medo de um ou mais animais, não está sozinho. Na verdade, algumas pessoas sentem um temor avassalador de seres da natureza. Enquanto alguns podem se sentir aterrorizados por um tipo específico, outros podem se apavorar com vários, ou mesmo todos eles. Esse sentimento pode parecer (e muitas vezes é) desproporcional quando comparado à ameaça real que o animal representa, mas ainda assim está presente e pode ser muito intenso.
Nesta galeria, exploramos por que algumas pessoas têm esta fobia e o que pode ser feito a respeito. Clique aqui.
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Por que a ressaca piora com a idade? Especialistas explicam fatores por trás do mal-estar
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Paulo Almeida, 64, se lembra de sua juventude, quando tomava o “vinho da garrafa azul” em festas com os amigos, misturando todos os tipos de bebidas ao longo da noite. “Tem uma idade em que é divertido ter ressaca, é emocionante. Mas depois fica bem sofrido, eu percebo isso. Ficou muito pior”, diz ele, que é dono do Empório Alto Pinheiros, bar especializado em cervejas artesanais.
Hoje ele diz que pensa duas vezes antes de beber muito e tenta não esquecer os “truques” para amenizar os sintomas da ressaca, como beber bastante água. Se ele vai sair com os amigos à noite, come bem no almoço e escolhe um chope mais leve. “A gente começa a fazer essa conta.”
A percepção de que a ressaca piora com o tempo é comum, mas por que isso acontece? Compreender como o álcool é processado pelo organismo ajuda a entender seus efeitos e o mal-estar que provoca.
A ressaca é um conjunto de sintomas desagradáveis que ocorrem após o consumo excessivo de álcool, entre eles dor de cabeça, fadiga, tontura, desidratação e mal-estar geral, decorrentes do acúmulo de substâncias tóxicas no corpo.
Na juventude, esses sintomas parecem mais toleráveis, mas, com o passar dos anos, tornam-se mais intensos e duradouros. Isso ocorre devido a uma série de fatores biológicos.
Quando ingerimos álcool, o etanol é metabolizado principalmente pelo fígado. A enzima álcool desidrogenase converte o etanol em acetaldeído, uma substância tóxica. Em seguida, outra enzima, a aldeído desidrogenase, transforma o acetaldeído em acetato, que é eliminado do corpo como ácido acético.
“O acetaldeído é um dos vilões da ressaca e contribui para sintomas como dor de cabeça, enjoo e sensação de mal-estar”, afirma Rosana Camarini, professora do departamento de farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP (ICB-USP).
Outro fator relevante é a presença de metanol, um subproduto da fermentação encontrado principalmente em destilados e vinhos de frutas.
“O problema é que, assim como o etanol, ele é metabolizado pela aldeído desidrogenase, mas gera formaldeído, uma substância altamente tóxica”, diz Camarini. Para evitar essa intoxicação, ela recomenda escolher produtos de fontes confiáveis, pois a qualidade da bebida faz diferença no grau da ressaca.
O empresário Paulo Almeida conta que costuma beber bebidas baratas na época em que era universitário. “Então ao mesmo tempo em que a ressaca piorou por causa da idade, melhorou porque eu comecei a beber coisa melhor”, diz.
O sommelier Manoel Beato, 60, do Fasano, afirma que aprendeu a dosar a quantidade de bebida ao longo da vida. “Um bom bebedor é aquele que bebe até um ponto em que não tem ressaca”, afirma. Ele conta que reduziu o consumo de álcool porque o dia seguinte acabou se tornando insustentável.
Conheça alguns dos fatores contribuem para o agravamento da ressaca com o avanço da idade.Metabolismo mais lento
Com o passar dos anos, o fígado perde eficiência na função de metabolizar o álcool.
“O corpo vai perdendo sua capacidade de processar o álcool, o que resulta em ressacas mais intensas e prolongadas”, afirma Olívia Pozzolo, psiquiatra e médica pesquisadora do CISA (Centro de Informação sobre Saúde e Álcool).
Além disso, o organismo se torna menos eficaz na neutralização de substâncias tóxicas, dificultando a recuperação celular.
DESIDRATAÇÃO
O envelhecimento reduz a capacidade do corpo de reter líquidos, tornando mais acentuada a desidratação causada pelo consumo de bebida alcoólica. O álcool tem efeito diurético, ou seja, aumenta a eliminação de líquidos. Com menor retenção hídrica, sintomas da ressaca como dor de cabeça, fadiga e tontura tornam-se mais severos.
DOENÇAS CRÔNICAS
Condições como diabetes e hipertensão podem agravar os efeitos do álcool no corpo, bem como o uso de medicamentos.
“O organismo também se torna menos eficiente na recuperação de impactos externos, incluindo o consumo de álcool, pois o sistema imunológico e o fígado já lidam com um nível maior de inflamação”, afirma Camarini.
Existem ainda diferenças de gênero. O organismo da mulher possui menos água e menos enzimas que metabolizam o álcool, que acaba processado de forma diferente para elas. “Se um homem beber a mesma quantidade que uma mulher, a mulher terá mais efeitos colaterais e mais níveis de álcool no sangue”, afirma Pozzolo.
A oscilação hormonal também pode aumentar a sensibilidade das mulheres ao álcool, tornando os efeitos mais intensos em determinados períodos, conforme pesquisa desenvolvida na Universidade da Califórnia em Santa Barbara (EUA). “As mulheres têm uma vulnerabilidade maior aos danos hepáticos e cerebrais que o álcool pode causar”, acrescenta a médica.
O álcool pode agir de forma diferente em cada indivíduo, assim como a ressaca tem suas particularidades. Há quem diga ficar cada vez menos embriagado e com menos ressaca conforme os anos passam. É o caso da Jardelina Maria, 64, embaladora. Ela afirma que tem ressaca com sintomas como enjoo e dor de cabeça, mas que não sente esse mal-estar com muita frequência, como ocorria quando era mais jovem. Para ela, isso pode ser consequência da tolerância ao álcool.
Segundo Camarini, também para isso há uma explicação possível. “Como a sensação de embriaguez influencia a gravidade da ressaca, [isso] pode explicar porque algumas pessoas idosas relatam menos ressacas e menos intensas”, diz Camarini, ressaltando que a percepção de que o mal-estar é mais brando não significa que o álcool consumido não cause danos.
SAIBA COMO MINIMIZAR OU EVITAR A RESSACA
– Beba devagar e com moderação
– O corpo tem um limite para metabolizar o álcool, então ingerir a bebida lentamente reduz a sobrecarga no fígado;
– Procure intercalar a bebida com água – Isso ajuda a minimizar a desidratação e alivia os sintomas;
– Coma antes e durante o consumo de álcool – Alimentos retardam a absorção do álcool pelo organismo;
– Prefira bebidas de qualidade – Produtos de origem duvidosa podem conter impurezas que agravam a ressaca;
– Descanse – O sono adequado auxilia o corpo a se recuperarvia Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/kPAfOzG
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Casos de AVC em jovens aumentam 15% e acendem alerta para causas
Os casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) aumentaram 15% em pessoas jovens. Um estudo publicado pela revista científica The Lancet Neurology indicou aumento de 14,8% entre pessoas com menos de 70 anos em todo o mundo. No Brasil, aproximadamente 18% dos casos de AVC ocorrem em indivíduos com idades entre 18 e 45 anos, conforme dados da Rede Brasil AVC.
A pesquisa atribui esse aumento a diversos fatores, incluindo sedentarismo, hábitos de vida pouco saudáveis, como alimentação inadequada, que podem levar à obesidade, diabetes e hipertensão, mesmo entre os mais jovens. Além disso, fatores genéticos e hereditários podem aumentar o risco em pessoas jovens, incluindo doenças genéticas e hematológicas.
A médica fisiatra especialista em bloqueios neuroquímicos para o tratamento de sequelas do AVC, Prof.ª Dra. Matilde Sposito, com consultório em Sorocaba (SP), informa que a identificação dos sinais de alerta para o reconhecimento da ocorrência de um AVC é primordial. “O Acidente Vascular Cerebral é uma doença tempo-dependente, ou seja, quanto mais rápido o tratamento, maior a chance de recuperação”, afirma.
Dentre os principais sinais do acidente, estão:
– fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna, especialmente em um lado do corpo;
– confusão, alteração da fala ou compreensão;
– alteração na visão (em um ou ambos os olhos);
– alteração do equilíbrio, coordenação, tontura ou alteração no andar;
– dor de cabeça súbita, intensa e sem causa aparente.“Tanto no momento em que o acidente acontece, que é quando o paciente precisa ser socorrido imediatamente, quanto após, que é quando ele precisa passar por um tratamento, o atendimento precisa ser rápido”, afirma a especialista. “Após o AVC, quanto mais cedo o paciente recebe a assistência médica-fisiátrica, menores são as chances de que as sequelas se tornem permanentes”, orienta.
Conheça o tratamento
A Fisiatria é uma especialidade médica voltada para a reabilitação de pessoas com dificuldades motoras causadas por doenças como o AVC. O processo terapêutico busca estimular o cérebro a se reorganizar, promovendo a recuperação de funções prejudicadas.
De acordo com a Prof.ª Dra. Matilde Sposito, o principal objetivo do tratamento é restaurar a mobilidade, aliviar dores e proporcionar mais qualidade de vida ao paciente. Para isso, diferentes abordagens podem ser adotadas, como acupuntura, fisioterapia, hidroterapia, RPG, pilates e cinesioterapia.
Além das terapias convencionais, a Fisiatria pode utilizar bloqueios neuroquímicos com toxina botulínica para tratar sequelas de AVC, traumas ou outras condições que afetam os movimentos, como a espasticidade – caracterizada pela rigidez muscular e a dificuldade de movimentação.
Outro fator essencial na reabilitação é o suporte emocional e social. “A recuperação não se restringe apenas ao físico. Apoio psicológico e socialização são fundamentais para evitar depressão e ansiedade, que podem surgir após um evento tão impactante”, destaca a especialista.
A médica fisiatra reforça que o tratamento deve ser visto de forma abrangente, combinando diferentes recursos terapêuticos e mudanças no estilo de vida para alcançar os melhores resultados. “A reabilitação é um processo integrado, que pode envolver fisioterapia, acompanhamento neurológico e adaptações na rotina do paciente. O foco é sempre proporcionar mais autonomia e bem-estar”, afirma.
Tipos
Os AVCs são classificados como hemorrágico ou isquêmico, sendo este último o mais frequente, representando em torno de 85% dos casos, segundo o Ministério da Saúde. O AVC isquêmico ocorre quando há o entupimento de pequenas e grandes artérias cerebrais. Já, o AVC hemorrágico acontece quando há o rompimento dos vasos sanguíneos, provocando hemorragia. Esse subtipo de AVC também pode acontecer pelo entupimento de artérias cerebrais e é mais grave e tem altos índices de mortalidade.
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Três signos que podem ter muita sorte financeira em março
O mês de março pode reservar boas surpresas financeiras para algumas pessoas. Segundo a astróloga MaKayla McRae, em entrevista à Parade, três signos do zodíaco terão mais chances de atrair dinheiro extra de forma inesperada nas próximas semanas. Confira se o seu está na lista.
Virgem (23 de agosto a 22 de setembro)
Os virginianos devem estar atentos a reencontros com antigos parceiros de negócios, clientes ou colegas. Há grandes chances de que um contato do passado traga novas oportunidades de ganho financeiro, seja por meio de uma parceria, indicação ou ideia promissora.
Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)
Mudanças no fluxo de trabalho podem trazer benefícios inesperados para os escorpianos. Pessoas do meio profissional que fizeram parte da trajetória no passado podem reaparecer oferecendo apoio, recursos ou insights valiosos que podem resultar em novas oportunidades financeiras.
Peixes (20 de fevereiro a 20 de março)
Os piscianos podem ser surpreendidos por conexões do passado interessadas em retomar projetos, parcerias ou trabalhos que ficaram inacabados. Além disso, há grandes chances de resolverem pendências financeiras e finalmente receberem valores que estavam em aberto.
Se você pertence a um desses signos, fique atento às oportunidades que podem surgir ao longo do mês!
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