• As Cidades do Futuro que estão atualmente em construção

    Você já se perguntou o que os governos fariam se tivessem a chance de construir uma nova cidade do zero? Bem, isso já é uma realidade em alguns países. Os desafios de erguer um novo município hoje em dia são certamente diferentes dos enfrentados no passado. A eficiência ambiental e energética, assim como muitos outros fatores, desempenham um papel importante em como essas cidades do futuro se desenvolverão. Também custa muito dinheiro levantar um novo centro urbano, então esses megaprojetos são realmente espetaculares em sua grandiosidade.

    Clique na galeria para descobrir quais cidades estão sendo construídas atualmente.

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  • Novo tratamento reduz risco de morte em tipo de câncer de pulmão que atinge mais mulheres

    PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) – Um novo tratamento para câncer de pulmão que envolve a associação de dois fármacos diminuiu em 25% as chances de morte por um tipo da doença em fase metastática ou avançada que atinge principalmente mulheres e não fumantes. Os efeitos colaterais, porém, são maiores e mais tóxicos.

     

    Trata-se da união das drogas amivantamab e lazertinib, que reduziu o risco em relação à terapia habitual com o medicamento osimertinib. Os fármacos tiveram sucesso no tratamento do tumor de pulmão de células não pequenas causado por uma mutação na proteína “receptor do fator de crescimento epitelial” (EGFR, na sigla em inglês).

    A combinação também aumentou o tempo de vida dos participantes envolvidos no estudo, que foi patrocinado pela farmacêutica Johnson &Johnson. Enquanto no segmento de 42 meses a droga anterior conseguiu manter 44% dos pacientes vivos, a associação das substância atingiu a marca de 56%.

    Segundo James Chih-Hsin Yang, professor e diretor do Instituto de Pós-Graduação em Oncologia da Universidade Nacional de Taiwan e principal autor do estudo, a expectativa é que os pacientes alcancem sobrevida de mais de 48 meses.

    “Estamos muito felizes em apresentar esses dados que usam amivantamab, que é um anticorpo biespecífico especial contra a mutação do EGFR. Mudamos a sobrevida de dois anos para três anos, e agora provavelmente para mais de quatro anos”, disse Yang no Congresso Europeu de Câncer de Pulmão (ELCC, na sigla em inglês), que ocorre nesta semana em Paris.

    Os dados foram considerados uma das principais novidades do evento. O estudo clínico foi realizado em 267 instituições de saúde e conta com a participação de 16 hospitais brasileiros.

    A pesquisa mostrou também, porém, que pacientes tiveram efeitos colaterais mais graves do que aqueles que utilizam a outra terapia. Foram registradas condições como paroníquia (infecção da pele ao redor da unha), irritações cutâneas e dermatites acneiformes.

    Os resultados fizeram com que os pesquisadores realizassem um estudo paralelo com formas de gerenciar as reações dermatológicas e indicaram o uso de antibiótico oral, antibiótico tópico para o couro cabeludo, antisséptico para mãos e pés e hidratante à base de ceramidas. O protocolo reduziu pela metade os eventos dermatológicos.

    “Isso demonstrou que, se realizarmos medidas profiláticas mais próximas para pacientes recebendo amivantamab e lazertinib, podemos prolongar o uso desse regime. E isso é importante porque a sobrevida global mudou”, disse Yang.

    Igor Morbeck, especialista em tumores torácicos da Oncoclínicas de Brasília e que não participou do estudo, afirma que o trabalho se destaca pelo aumento do tempo de vida global, que é o grande objetivo de médicos e pacientes. Afirma, porém, que o medicamento tradicional hoje no Brasil, o osimertinib, deve “talvez ser a primeira opção” devido aos fortes efeitos colaterais da combinação apresentada no estudo.

    “O amivantamabe é um remédio tóxico para a pele, tóxico para a unha, e ele causa uma fadiga, um mal-estar muito grande para os pacientes. Isso tudo torna difícil essa combinação, e o osimertinib, pelo contrário, é um remédio muito bem tolerado.”

    Já o oncologista Helano Freitas, vice-líder do Centro de Referência em Oncologia Torácica do A.C. Camargo, afirma que o estudo aumenta as possibilidades de tratamento para o paciente, uma vez que o médico pode escolher entre opções terapêuticas como o osimetinib, que tem bom desempenho e menos efeitos colaterais, e a associação de amivantamab e lazertinib, que aumenta a sobrevida, mas com reações adversas mais tóxicas.

    “Porque quando você não tinha tratamentos eficazes, e os pacientes morriam com menos de um ano, qualquer coisa que fosse eficaz valeria a pena. Você correria atrás e seguraria a toxicidade. Na medida em que você tem mais opções, você pode fazer escolhas”, afirmou.

    O medicamento recebeu aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para o tratamento da mutação em janeiro deste ano, após a submissão de informações preliminares que foram consideradas suficientes para o benefício dos pacientes. A droga, porém, aguarda precificação da CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) para ser disponibilizada ao consumidor.

    Na época, a diminuição do risco de morte era de 20%. Com o avanço do estudo, que segue em andamento, o risco chegou ao anunciado no congresso (25%). A expectativa é que o índice caia ainda mais com o avanço das análises, uma vez que a combinação dos fármacos tem superado o tratamento anterior em diferentes frentes.

    A redução do risco de morte, de forma prática, representa aumento no tempo de vida dos pacientes, segundo Deise Almeida, diretora médica de oncologia da Johnson & Johnson no Brasil.

    “Estamos falando de uma mulher jovem, normalmente com filhos pequenos. Não que o câncer seja bom em alguma fase na vida, mas é uma fase que agrega mais sensibilidade”, diz ela.

    A literatura médica indica que a mutação é mais comum em mulheres e pessoas não fumantes, além de asiáticos. Não está clara ainda a razão que leva a mutação ser mais frequente nesses grupos.

    Uma metanálise publicada em 2015, que avaliou a incidência da doença em pacientes com adenocarcinoma de células não pequenas em todo o mundo, mostrou que a prevalência no Brasil é de aproximadamente 28%. O estudo, porém, apresenta ressalvas.

    Segundo os pesquisadores, há poucos dados disponíveis sobre o país, e foram avaliados apenas três pequenos trabalhos que continham somente 239 pacientes.

    Outra metanálise, publicada em 2021, que avaliou mais de 100 artigos científicos publicados em todo o mundo, mostrou que a prevalência da doença varia, sendo maior entre os asiáticos, com 49,2%. O estudo, que teve poucos dados relativos à América do Sul, afirma que a falta de testes moleculares, que identifica a mutação nos genes, pode ser a causa.

    “Este baixo número de estudos da América Central e do Sul pode ser devido ao baixo nível de testes de mutação do EGFR nos países da América Latina, potencialmente como resultado da falta de acesso”. A pesquisa avaliou pacientes que possuem a doença nos estágios 3 e 4.

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  • Os melhores lugares para começar um negócio em 2025

    No mundo dos negócios em constante evolução, a localização pode ajudar ou acabar com seu sucesso. Seja você um empreendedor experiente ou iniciante, escolher o lugar certo para lançar seu negócio é a chave para prosperar em 2025. Mas o que torna um local o lugar perfeito para começar? De acordo com o último ‘Relatório sobre Facilidade de Fazer Negócios’ do Grupo Banco Mundial, fatores como incentivos fiscais, infraestrutura e facilidade de registro são cruciais.

    Então, para onde você deve se mudar se quiser abrir um negócio no exterior? De isenções fiscais a uma força de trabalho forte, reunimos os 20 melhores lugares para lançar seu negócio em 2025.

    Quer saber quais locais foram selecionados? Clique para descobrir!

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  • Dor de cabeça pode indicar grave problema de saúde

    Costuma ter dores de cabeça frequentes e acha sempre que é cansaço? O melhor é ter mais atenção, uma vez que pode indicar um problema de saúde que poderia não estar à espera que tivesse este sinal.

     

    A dentista Karen Man contou a revista Parade queo stress pode desencadear dores de cabeça e na sequência outros problemas de saúde. “O stress tem um impacto direto na mandíbula, muitas vezes desencadeando hábitos involuntários como apertar e ranger os dentes, conhecidos como bruxismo“.

    “Esta pressão constante pode sobrecarregar os músculos, causar rigidez e inflamação”, continua. Por outro lado, pode também levar a dores no ouvido.

    “Pode também criar pressão na zona dos ouvidos.” E nunca pensou também que pudesse levar a dores no ombro, mas é possível.

    Pode ainda ter dificuldade em mastigar. “O ranger constante dos dentes pode desgastar o esmalte, tornar os dentes mais sensíveis e vulneráveis ​​a cáries e fraturas.”

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  • Veja um truque para acabar com ácaros e percevejos em poucos minutos

    Ácaros e percevejos são um problema com que pode estar lidando em casa. Existe um truque que pode fazer com que acabe com estas pragas em poucos minutos.

     

    Nishant Prasad é profissional de limpeza da Clean Fanatics e à revista The Family Handyman revelou um truque que põe fim a este problema em apenas 30 minutos.

    Conta que só precisa de colocar as roupas de cama na máquina de secar roupa ou local que deixe os tecidos expostos a altas temperaturas.

     “Um erro comum é presumir que uma centrifugação será suficiente: não será. O calor alto consistente é a chave.”

    Explica que os 30 minutos é o tempo ideal para eliminar os insetos e os respetivos ovos. Desta forma, irá conseguir higienizar as várias peças que tem em casa.

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  • Mágoa fica no passado! É tempo de perdão para quatro signos

    Existem quatro signos do zodíaco que estão vivendo uma fase de cura emocional e reconciliação, conforme adianta o portal Social 1. Está na lista?

     

    Libra (23 de setembro a 22 de outubro)

    O universo trará clareza para resolver conflitos. Agora que se libertou desse peso emocional, a harmonia está de regresso à sua vida!

    Câncer (21 de junho a 21 de julho)

    A reconciliação – quer seja amorosa ou com familiares – pode ser o ‘segredo’ para desbloquear a sua paz interior. Está na altura de curar as feridas.

    Sagitário (22 de novembro a 21 de dezembro)

    O rancor fica lá atrás. Abrace o recomeço e deixe-se guiar pela sabedoria interior para restaurar a sua paz

    Peixes (20 de fevereiro a 20 de março)

    O perdão vai libertá-lo. Permita-se a viver com leveza e compaixão.

    Leia Também: Sintomas de deficiência de ferro que muitos ignoram e são perigosos

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  • Pesquisadores descobrem possível fase de transição entre a vida e a morte

    Em uma descoberta inovadora que desafia nossa compreensão da vida e da morte, cientistas se depararam com um misterioso “terceiro estado” de existência. Essa fase intermediária, onde células de organismos mortos continuam a funcionar e até mesmo a evoluir, abre novas possibilidades na Biologia e na Medicina.

    O terceiro estado poderia ser a chave para estender a vida humana ou até mesmo alcançar a imortalidade? Embora isso possa parecer ficção científica, as implicações dessa descoberta são profundas e otimistas. Clique e descubra.

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  • Meu Filho só come macarrão, e agora?

    Cara feia, comida no prato, choro e muitos formatos de rejeição são desafios enfrentados por famílias com crianças que têm seletividade alimentar na hora das refeições. Carla Deliberato, fonoaudióloga especialista em motricidade oral com enfoque em alimentação, explica que a seletividade alimentar ocorre quando há desinteresse ou recusa de determinados alimentos com frequência pela criança. “Ela seleciona os alimentos que irá comer e isso pode estar relacionado com a textura, a cor, a temperatura, o cheiro e ou o sabor do alimento”, exemplifica.

     

    O que, inicialmente, pode parecer apenas uma birra, pode gerar reflexos em todo o desenvolvimento futuro da criança, já que ela pode passar a apresentar deficiências nutricionais provocadas pela carência de determinados alimentos e isso pode trazer consequências em seu desenvolvimento e até na vida social, como não comer fora de casa.

    Sinais de alerta

    A especialista elenca uma lista de comportamentos da criança que podem indicar a necessidade de procurar ajuda de um fonoaudiólogo especializado para corrigir a rota:

    • Recusa ou não apresenta interesse na maioria das refeições;
    • Tem náuseas ou vômitos durante a alimentação;
    • Cospe alimentos com relativa frequência;
    • Aceita apenas uma textura ou consistência do alimento;
    • Engasga-se com frequência;
    • Tem dificuldade para mastigar;
    • Não consegue se alimentar na mesa de refeição, preferindo andar ou ficar em outros locais para comer;
    • Faz caretas, sente “nojo” ou se sente muito incômodo com o cheiro dos alimentos.
       

    Possíveis causas

    A fonoaudióloga explica que a raiz da seletividade pode ter uma variedade de motivos, entre eles, uma desordem de processamento sensorial. “Isso leva à necessidade de uma avaliação específica de integração sensorial com a terapeuta ocupacional”, recomenda a fono.

    Em outros casos, a origem pode estar em questões gastrointestinais prévias ou de problemas de desenvolvimento. “Estudos já apontam um índice de 25% a 40% de lactentes e crianças pequenas saudáveis com algum sintoma de dificuldade alimentar”, exemplifica Carla.

    Por que só comem macarrão?

    Este grande dilema das famílias é abordado pela Carla de forma realista e convidativa a novos costumes. “Comer é um ato aprendido e os pais precisam dar modelos muito positivos durante as refeições com seu filho”, alerta a especialista, ao continuar: “De nada adianta exigir que a criança coma verduras, se a própria família não consome e só prepara macarrão para ela”.

    Para ajudar nesse processo, ela sugere as 5 dicas abaixo para adotar no dia a dia:

    • Estimular a criança a explorar a própria boca com objetos mordedores, brinquedos e alimentos);
    • Convidar para o preparo das refeições, bolos, ou ajudando a descascar frutas;
    • Estimular o desenvolvimento da autonomia, pedindo ajuda para a colocar os pratos na mesa, incentivando-a a servir o próprio prato;
    • Refeições em família como estímulo à curiosidade por alimentos novos que ela ainda não conhece;
    • Não usar tablets ou estímulos visuais para não desviar a atenção da criança do contexto dos alimentos.

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  • Estudo revela a idade em que começamos a nos transformar nos nossos pais

    Você sempre jurou que nunca mudaria e ficaria parecido nos seus pais? Você se acha muito mais relaxado e interessante do que eles? Ou assim você pensava ser… Um estudo recente mostra que, em uma certa idade, começamos a “nos transformar” em nossos pais. Você consegue adivinhar quando é?

    Aqui você encontrará a resposta, além de alguns sinais reveladores de que você está ficando mesmo envelhecendo e se tornando cada vez mais similar aos seus pais. Clique agora para descobrir.

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  • Que tal um Bolinho de Coco para servir no café?

    Seja sozinha ou acompanhada, a hora do café tem que ter alguma coisinha para beliscar, não é mesmo? Para te inspirar, sugerimos a receita de Bolinho de Coco, com biscoito triturado na massa, a sobremesa rende até 10 fatias.

     

    Ficou com vontade? Então confira a receita completa abaixo e mão na massa!

    Bolinho de Coco

    Ingredientes:

    Para a Massa
    3 ovos
    150ml de óleo
    600g de açúcar
    300ml de leite
    100g de coco ralado
    80g de Biscoito Coquinho Pilar triturado
    300g de farinha sem fermento
    15g de fermento
    30g de Margarina Puro Sabor para untar

    Para a Calda

    1 lata de leite condensado
    350ml de leite de coco

    Para Decorar
    400g de coco ralado

    Modo de Preparo:

    Massa

    – Bata no liquidificador o biscoito, formando uma farinha;
    – Acrescente no liquidificador os ovos, o óleo, o leite, o açúcar e o coco ralado;
    – Em um recipiente, misture o conteúdo batido no liquidificador com o trigo e o fermento;
    – Unte um tabuleiro com margarina e trigo. Despeje a massa e leve ao forno preaquecido a 180 graus por mais ou menos 35 minutos.

    Calda
    – Misture o leite de coco com o leite condensado. Leve ao fogo e mexa até ficar uma calda ralinha e homogênea.

    Montagem
    – Corte o bolo de coco em quadradinhos. Banhe na caldinha de coco e polvilhe coco seco. Sirva.

    Tempo de Preparo: 50 minutos
    Rendimento: 8 a 10 pedaços

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