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Quer dormir melhor? Evite esses alimentos, aconselham nutricionistas
Se nunca tinha pensado nisto, o melhor é começar a ter esse cuidado. O tipo de alimentos que consome ao jantar e à noite podem acabar por interferir com o seu sono. Se quer dormir bem, o melhor é fazer algumas trocas.
A revista Real Simple falou com as nutricionistas Amy Goodson e Johna Burdeos para entender o que deve evitar consumir à noite, ao jantar e antes de ir dormir.
Alimentos ricos em açúcar
“Alimentos como doces, sobremesas e bebidas com açúcar podem levar a um pico de açúcar no sangue e a uma queda subsequente, o que afeta o sono”, revela Johna Burdeos.
Alimentos picantes
“Podem causar indigestão ou azia antes de dormir e prejudicar o sono.”
Fritos
“Causam ingestão e azia, gases e inchaço. Evite ainda refeições muito pesadas.”
Cafeína
“Seja no chocolate, no café ou nos refrigerantes. Podem interferir com o sono e aumentar o estado de alerta”, explica Amy Goodson.
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O que é preciso saber (e considerar) antes de se mudar para a Europa?
Morar no exterior é uma experiência que transforma a vida e, como um imigrante que vive na União Europeia, você encontrará lugares que ostentam uma história rica, culturas diversas e infinitas oportunidades de viagem. Mas antes de fazer as malas e seguir em frente, é importante considerar muitos fatores e realmente analisar como seria a vida em outro país.
Este guia vai fornecer a você uma visão privilegiada não só do que perguntar e para onde ir, mas também de como abraçar suas raízes enquanto conhece outros lugares, pessoas e experiências. Curioso sobre como tornar a vida na Europa uma realidade? Clique para saber mais.
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Musculação protege cérebro de idosos contra demência, diz estudo
Manter uma rotina de musculação não traz apenas benefícios como aumento de força e resistência, melhora na postura e prevenção contra lesões. Um estudo de enfoque original, desenvolvido no Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (Brainn), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), confirmou que a atividade protege o cérebro de idosos contra demências.


Detalhado em artigo da revista GeroScience, o estudo acompanhou 44 pessoas que já apresentavam um comprometimento cognitivo leve, estágio que fica entre o comprometimento do envelhecimento normal e a doença de Alzheimer, a forma mais comum de demência. O que se descobriu foi que praticar musculação duas vezes por semana, com intensidade moderada ou alta, preservou o hipocampo e o pré-cúneo, áreas cerebrais que se alteram quando esse diagnóstico.
Com ineditismo, os 16 pesquisadores também identificaram outro impacto positivo: o de melhora na chamada substância branca, parte do cérebro que opera em conjunto com a massa cinzenta, por meio de axônios, para garantir a conexão entre neurônios, mediante as sinapses. As vantagens chegaram à metade dos participantes, a dos que incorporaram a musculação ao seu cotidiano, já após seis meses e há possibilidade de que o impacto seja ainda mais expressivo, caso o período seja maior.
“No grupo que praticou musculação, todos os indivíduos apresentaram melhoras de memória e na anatomia cerebral. No entanto, cinco deles chegaram ao final do estudo sem o diagnóstico clínico de comprometimento cognitivo leve, tamanha foi a melhora”, ressalta a primeira autora do artigo, a bolsista de doutorado da Fapesp Isadora Ribeiro, vinculada à Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Para analisar os possíveis efeitos da musculação no cérebro dos participantes, a equipe responsável pela pesquisa realizou testes neuropsicológicos e exames de ressonância magnética. Os especialistas buscavam comparar índices e imagens, uma vez que já se sabe que, entre pessoas com perdas cognitivas, há atrofia, isto é, redução do volume de certas regiões do cérebro.
Atualmente, no Brasil, cerca de 2,71 milhões de pessoas com 60 anos ou mais convivem com quadros de demência, o que corresponde a 8,5% desse grupo populacional. De acordo com o Relatório Nacional sobre a Demência, lançado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, essa quantidade deve dobrar até 2050, subindo para 5,6 milhões.
O relatório sublinha que praticamente metade (45%) dos casos de demência poderiam ser evitados ou, pelo menos, faz com que chegue mais tarde. Entre os fatores que aumentam as probabilidades de se desenvolver demências estão:
- Baixa escolaridade
- Perda auditiva
- Hipertensão
- Diabetes
- Obesidade
- Tabagismo
- Depressão
- Inatividade física
- Isolamento social.
Bem-estar
A professora aposentada, atriz e modelo Shirley de Toro, de 62 anos (na foto de destaque), é vizinha da unidade Sesc Santana, em São Paulo, e há 17 anos bate cartão no local para se exercitar. Passou a frequentá-la desde a inauguração, inicialmente pela programação artístico-cultural e depois para manter o corpo fortalecido.
Com histórico de saúde marcado por episódios de epilepsia e um acidente, ela considera a atividade como fundamental para seu bem-estar no presente e no futuro.
“Há 20 anos, fiz uma cirurgia no cérebro, porque tinha epilepsia, e, antes disso, não fazia nada. Só trabalhava, trabalhava, mas nunca foquei em academia. Depois, percebi a necessidade disso, aí comecei a fazer caminhada”, diz Shirley.
Ela conta também que, após ter sido atropelada, há cerca de 10 anos, descobriu os benefícios da musculação para a melhora das dores.
“Quebrei clavícula, costela, uma parte da coluna e isso foi o desencadeador para o esporte, porque eu fazia fisioterapia e saía chorando de dor. Simplesmente acabaram com meu braço. Tenho uma placa e doía demais. Quando vim para a academia, comecei a fazer exercícios de força e pararam as dores. Melhorou muito. Faço todo tipo de exercício, pego peso”, emenda.
Durante a pandemia de Covid-19, Shirley vivia com a filha mais nova e perdeu sua mãe, que morava no apartamento de baixo. No período, cumprir o ritual de exercícios físicos, ainda que pela internet, todos os dias, foi o que conservou sua saúde mental.
“Eu sinto falta hoje em dia. A gente acha que nunca vai sentir falta, né. Pensa: ‘ah, é chato”. Hoje eu sinto falta. Quando vou trabalhar, subo as escadarias do metrô, para dar um jeito [de me manter em movimento]”, diz a atriz, que pratica ginástica multifuncional.
Corpo e mente
Alessandra Nascimento, técnica da gerência de desenvolvimento físico-esportivo do Sesc de São Paulo, destaca que, atualmente, muitos estudos já têm comprovado os benefícios dos exercícios físicos tanto para o corpo quanto para a mente e que isso não fica restrito a modalidades como natação, ciclismo e corrida.
“Os trabalhos com sobrecarga, independentemente de ser peso, musculação, com o próprio peso, com elástico ou molas, têm mostrado que, além dos benefícios físicos, trazem melhoras cognitivas e relacionadas à saúde mental, de foco”, esclarece.
Atualmente, a calistenia, que é o método utilizado para a prática de exercícios físicos apenas com o peso do próprio corpo como resistência, é a terceira modalidade esportiva com mais interesse no mundo, segundo uma revista acadêmica.
A especialista lembra que só mais recentemente é que se começou a recomendar a idosos esse tipo de exercício, porque antes era consenso de que deviam praticar algo como hidroginástica ou dança. A imagem de fragilidade que se tinha dos idosos estava por trás dessa percepção, que agora mudou com as descobertas de pesquisas mais recentes.
Ela lembra que, a partir dos 30 anos de idade, toda pessoa vai perdendo força, equilíbrio e massa magra, processo que deve ser refreado.
“Hoje em dia, a gente vê o contrário, os médicos indicando um trabalho de força, de resistência, justamente porque os estudos vêm mostrando a importância de proteção, de ter mais massa muscular -, porque a gente vai perdendo essa massa para tantas coisas -, para conseguirmos fazer as atividades do dia a dia sem depender de ninguém”, afirma Alessandra.
A técnica do Sesc destaca a necessidade de políticas públicas para facilitar o acesso às atividades físicas por toda a população.
“A gente precisa de políticas públicas que consiga incluir o profissional de educação física nas UBS [Unidades Básicas de Saúde], no SUS [Sistema Único de Saúde], porque esse trabalho precisa ser multidisciplinar. Tem que ter o médico, o profissional de educação física, o fisioterapeuta e destacar o trabalho do educador físico. A gente ainda não vê tanto isso aqui no Brasil.”
Manter uma rotina de musculação não traz apenas benefícios como aumento de força e resistência, melhora na postura e prevenção contra lesões. Um estudo de enfoque original, desenvolvido no Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (Brainn), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), confirmou que a atividade protege o cérebro de idosos contra demências.
Detalhado em artigo da revista GeroScience, o estudo acompanhou 44 pessoas que já apresentavam um comprometimento cognitivo leve, estágio que fica entre o comprometimento do envelhecimento normal e a doença de Alzheimer, a forma mais comum de demência. O que se descobriu foi que praticar musculação duas vezes por semana, com intensidade moderada ou alta, preservou o hipocampo e o pré-cúneo, áreas cerebrais que se alteram quando esse diagnóstico.
Com ineditismo, os 16 pesquisadores também identificaram outro impacto positivo: o de melhora na chamada substância branca, parte do cérebro que opera em conjunto com a massa cinzenta, por meio de axônios, para garantir a conexão entre neurônios, mediante as sinapses. As vantagens chegaram à metade dos participantes, a dos que incorporaram a musculação ao seu cotidiano, já após seis meses e há possibilidade de que o impacto seja ainda mais expressivo, caso o período seja maior.
“No grupo que praticou musculação, todos os indivíduos apresentaram melhoras de memória e na anatomia cerebral. No entanto, cinco deles chegaram ao final do estudo sem o diagnóstico clínico de comprometimento cognitivo leve, tamanha foi a melhora”, ressalta a primeira autora do artigo, a bolsista de doutorado da Fapesp Isadora Ribeiro, vinculada à Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Para analisar os possíveis efeitos da musculação no cérebro dos participantes, a equipe responsável pela pesquisa realizou testes neuropsicológicos e exames de ressonância magnética. Os especialistas buscavam comparar índices e imagens, uma vez que já se sabe que, entre pessoas com perdas cognitivas, há atrofia, isto é, redução do volume de certas regiões do cérebro.
Atualmente, no Brasil, cerca de 2,71 milhões de pessoas com 60 anos ou mais convivem com quadros de demência, o que corresponde a 8,5% desse grupo populacional. De acordo com o Relatório Nacional sobre a Demência, lançado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, essa quantidade deve dobrar até 2050, subindo para 5,6 milhões.
O relatório sublinha que praticamente metade (45%) dos casos de demência poderiam ser evitados ou, pelo menos, faz com que chegue mais tarde. Entre os fatores que aumentam as probabilidades de se desenvolver demências estão:
A professora aposentada, atriz e modelo Shirley de Toro, de 62 anos (na foto de destaque), é vizinha da unidade Sesc Santana, em São Paulo, e há 17 anos bate cartão no local para se exercitar. Passou a frequentá-la desde a inauguração, inicialmente pela programação artístico-cultural e depois para manter o corpo fortalecido.
Com histórico de saúde marcado por episódios de epilepsia e um acidente, ela considera a atividade como fundamental para seu bem-estar no presente e no futuro.
“Há 20 anos, fiz uma cirurgia no cérebro, porque tinha epilepsia, e, antes disso, não fazia nada. Só trabalhava, trabalhava, mas nunca foquei em academia. Depois, percebi a necessidade disso, aí comecei a fazer caminhada”, diz Shirley.
Ela conta também que, após ter sido atropelada, há cerca de 10 anos, descobriu os benefícios da musculação para a melhora das dores.
“Quebrei clavícula, costela, uma parte da coluna e isso foi o desencadeador para o esporte, porque eu fazia fisioterapia e saía chorando de dor. Simplesmente acabaram com meu braço. Tenho uma placa e doía demais. Quando vim para a academia, comecei a fazer exercícios de força e pararam as dores. Melhorou muito. Faço todo tipo de exercício, pego peso”, emenda.
Durante a pandemia de Covid-19, Shirley vivia com a filha mais nova e perdeu sua mãe, que morava no apartamento de baixo. No período, cumprir o ritual de exercícios físicos, ainda que pela internet, todos os dias, foi o que conservou sua saúde mental.
“Eu sinto falta hoje em dia. A gente acha que nunca vai sentir falta, né. Pensa: ‘ah, é chato”. Hoje eu sinto falta. Quando vou trabalhar, subo as escadarias do metrô, para dar um jeito [de me manter em movimento]”, diz a atriz, que pratica ginástica multifuncional.
Alessandra Nascimento, técnica da gerência de desenvolvimento físico-esportivo do Sesc de São Paulo, destaca que, atualmente, muitos estudos já têm comprovado os benefícios dos exercícios físicos tanto para o corpo quanto para a mente e que isso não fica restrito a modalidades como natação, ciclismo e corrida.
“Os trabalhos com sobrecarga, independentemente de ser peso, musculação, com o próprio peso, com elástico ou molas, têm mostrado que, além dos benefícios físicos, trazem melhoras cognitivas e relacionadas à saúde mental, de foco”, esclarece.
Atualmente, a calistenia, que é o método utilizado para a prática de exercícios físicos apenas com o peso do próprio corpo como resistência, é a terceira modalidade esportiva com mais interesse no mundo, segundo uma revista acadêmica.
A especialista lembra que só mais recentemente é que se começou a recomendar a idosos esse tipo de exercício, porque antes era consenso de que deviam praticar algo como hidroginástica ou dança. A imagem de fragilidade que se tinha dos idosos estava por trás dessa percepção, que agora mudou com as descobertas de pesquisas mais recentes.
Ela lembra que, a partir dos 30 anos de idade, toda pessoa vai perdendo força, equilíbrio e massa magra, processo que deve ser refreado.
“Hoje em dia, a gente vê o contrário, os médicos indicando um trabalho de força, de resistência, justamente porque os estudos vêm mostrando a importância de proteção, de ter mais massa muscular -, porque a gente vai perdendo essa massa para tantas coisas -, para conseguirmos fazer as atividades do dia a dia sem depender de ninguém”, afirma Alessandra.
A técnica do Sesc destaca a necessidade de políticas públicas para facilitar o acesso às atividades físicas por toda a população.
“A gente precisa de políticas públicas que consiga incluir o profissional de educação física nas UBS [Unidades Básicas de Saúde], no SUS [Sistema Único de Saúde], porque esse trabalho precisa ser multidisciplinar. Tem que ter o médico, o profissional de educação física, o fisioterapeuta e destacar o trabalho do educador físico. A gente ainda não vê tanto isso aqui no Brasil.”
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Alimentos que podem aumentar a inflamação e prejudicar a saúde
A inflamação no corpo, quando não controlada, pode se tornar crônica e abrir caminho para uma série de doenças graves. Para prevenir esse problema, é fundamental ficar atento ao que consumimos, pois alguns alimentos podem contribuir para o aumento da inflamação. A dietista Lisa Richards revelou ao SheFinds uma lista de alimentos que devem ser consumidos com cautela para evitar esse efeito negativo.
Adoçantes artificiais
Embora muitas pessoas vejam os adoçantes artificiais como uma alternativa saudável ao açúcar, eles podem ter o efeito contrário, causando inflamação no corpo. Esses adoçantes são encontrados em uma variedade de produtos diet e “light”, mas podem afetar negativamente o equilíbrio do organismo, interferindo na microbiota intestinal e, consequentemente, exacerbando a inflamação.
Óleos vegetais
Óleos vegetais, como os de soja, milho e girassol, são ricos em ácidos graxos ômega-6. Embora o ômega-6 seja essencial para o corpo, um desequilíbrio entre o ômega-6 e o ômega-3 pode resultar em um processo inflamatório. O consumo excessivo de óleos vegetais, que são amplamente utilizados em alimentos industrializados e frituras, pode contribuir para o aumento da inflamação e o desenvolvimento de doenças crônicas.
Granola de compra
A granola é muitas vezes vista como uma opção saudável, mas a versão comprada em lojas pode conter uma grande quantidade de açúcares adicionados, gorduras não saudáveis e calorias extras. Esses ingredientes podem desencadear uma resposta inflamatória no corpo, especialmente se consumidos em grandes quantidades. Prefira granolas caseiras com menos açúcar e mais fibras e nutrientes.
Refrigerantes
Refrigerantes, especialmente os industrializados e diet, estão entre os vilões da dieta moderna. Esses produtos não apenas contêm adoçantes artificiais que aumentam a inflamação, como também são ricos em açúcares refinados, que podem elevar os níveis de glicose no sangue e promover processos inflamatórios. O consumo regular de refrigerantes está associado a um risco maior de doenças como diabetes, obesidade e doenças cardíacas.
Sucos de frutas
Embora os sucos de frutas naturais pareçam uma opção saudável, muitas vezes eles contêm altas concentrações de açúcares naturais e podem ter pouco valor nutricional, dependendo do método de preparo. O consumo excessivo de sucos, especialmente os industrializados, pode resultar em picos de glicose no sangue e aumentar a inflamação. Prefira consumir frutas inteiras, que contêm mais fibras e menos açúcar concentrado.
Barras de cereais
As barras de cereais podem parecer uma opção prática e saudável, mas muitas delas contêm grandes quantidades de açúcares refinados e óleos vegetais inflamatórios. Embora forneçam energia rápida, elas podem contribuir para o aumento da inflamação, especialmente se consumidas com frequência. Ao escolher barras de cereais, verifique os rótulos e prefira aquelas com menos açúcares e ingredientes mais naturais.
É importante ter cuidado com o consumo de alimentos que podem contribuir para a inflamação. Fique atento aos rótulos dos produtos e prefira opções mais naturais e menos processadas. Uma dieta equilibrada, rica em alimentos anti-inflamatórios, pode ajudar a prevenir problemas de saúde a longo prazo e melhorar o bem-estar geral.
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O truque simples que faz com que as bananas durem muito mais tempo
As bananas são amplamente apreciadas por seu sabor doce e pelos diversos benefícios nutricionais que oferecem, sendo uma das frutas mais populares. No entanto, elas tendem a amadurecer rapidamente, o que pode ser um inconveniente para quem deseja prolongar sua frescura.
Se você busca maneiras de manter as bananas frescas por mais tempo, boas notícias: existem dicas simples e eficazes para isso. O site Informe Brasil compartilhou uma delas. A primeira recomendação é cortar o cacho de bananas ao meio, separando um grupo de seis frutas. Em seguida, utilizando uma tesoura, corte um pedaço de película aderente com cerca de cinco centímetros de largura e envolva cuidadosamente a ponta do cacho.
Ao proteger essa extremidade, você reduz a oxidação e a liberação de etileno, um gás natural que acelera o amadurecimento das bananas e altera sua cor. Com esse truque simples, as frutas se mantêm frescas por mais tempo, permitindo que você as aproveite por vários dias.
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Mudanças climáticas do outono favorecem o aumento de doenças respiratória
Com a chegada do outono em 20 de março há um aumento significativo nos casos de doenças respiratórias que deixa em alerta especialistas e toda a população. As mudanças climáticas, caracterizadas por quedas de temperatura e redução da umidade do ar, favorecem o agravamento de condições como gripes, resfriados, rinite alérgica, sinusite, bronquite, asma e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Segundo a Profª Ma. Vanessa Lentini da Costa Zarpellom, do Curso de Medicina daFaculdade Santa Marcelina, também há uma crescente incidência de pneumonia e COVID-19 durante a estação.
Fatores que agravam as doenças respiratórias
A queda e a oscilação na temperatura são fatores determinantes para o agravamento das doenças respiratórias. A redução da umidade do ar resseca as vias respiratórias, tornando-as mais vulneráveis a infecções. Outro agravante é a permanência em ambientes fechados e com pouca ventilação, o que facilita a disseminação de vírus e bactérias.
Para Vanessa, as mudanças bruscas de temperatura também influenciam negativamente a saúde respiratória. “A inalação de ar frio pode desencadear crises em pessoas com doenças crônicas como asma e DPOC. Por isso, pacientes com essas condições devem seguir rigorosamente as medicações prescritas, evitar gatilhos como poeira e fumaça, manter a vacinação em dia e se hidratar adequadamente”, explica.
Sintomas de alerta e diagnóstico
Entre os sintomas que demandam atenção estão tosse persistente, falta de ar, chiado no peito, coriza, congestão nasal, dor de garganta, febre e cansaço excessivo. Caso esses sintomas sejam intensos ou prolongados, é necessário realizar uma avaliação médica.
A docente explica que a diferença entre resfriado, gripe e crise alérgica pode ser sutil, mas observável. “O resfriado costuma ser mais leve, sem febre alta, apresentando coriza, espirros e congestão nasal. A gripe, por sua vez, é mais intensa, com febre alta, dores no corpo e cansaço. Já a crise alérgica não apresenta febre, mas causa espirros frequentes, coceira no nariz e olhos lacrimejando”, comenta.
Para ter o diagnóstico de doenças respiratórias agravadas pelo clima, exames como teste de PCR ou testes de antígeno para influenza e COVID-19, hemograma, raio-X de tórax e provas de função pulmonar são indicados conforme a necessidade do paciente.
Prevenção e cuidados
Algumas medidas podem ajudar a prevenir doenças respiratórias durante o outono:
- Lavar as mãos com frequência;
- Manter os ambientes ventilados;
- Evitar contato próximo com pessoas doentes;
- Hidratar-se bem e evitar o ar seco;
- Reduzir a exposição a poeira e mofo.
Além disso, para fortalecer a imunidade é importante manter uma alimentação equilibrada, rica em vitaminas C e D, zinco e proteínas. A prática regular de atividades físicas, sono adequado e redução do estresse também contribuem para um sistema imunológico fortalecido.
Importância da vacinação
A vacina contra gripe deve ser tomada anualmente, especialmente por grupos de risco como idosos, crianças, gestantes e pessoas com comorbidades. A vacina contra pneumococo é essencial para idosos e pacientes crônicos, enquanto a vacina contra COVID-19 deve ser reforçada a cada seis meses em pessoas com mais de 60 anos e imunocomprometidos.
Recentemente, foi aprovada a vacinação de gestantes contra o vírus sincicial respiratório, que pode beneficiar dois milhões de bebês e reduzir as internações de prematuros. De acordo com o Ministério da Saúde, entre 2018 e 2024, foram registradas 83.740 internações de bebês prematuros no Brasil.
O papel dos umidificadores e da ventilação
Para finalizar, a Profª Ma. Vanessa Lentini da Costa Zarpellom, explica que ter um ambiente bem ventilado é uma das formas mais eficazes de reduzir a propagação de vírus e bactérias. “O uso de umidificadores pode ser benéfico em locais muito secos, mas deve ser feito com moderação para evitar a proliferação de fungos”, conclui.
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Atenção aos sinais: médico alerta para dores que não devem ser ignoradas
Nem toda dor é inofensiva — e ignorar certos sinais do corpo pode custar caro. De acordo com o médico Michael Turturro, professor da Universidade de Pittsburgh (EUA), algumas dores comuns do dia a dia podem, na verdade, ser indicativos de problemas de saúde graves que exigem atenção médica imediata.
Em entrevista ao HuffPost, Turturro explicou que a dor súbita e persistente é um dos principais alertas. “Se surgir de forma repentina, for muito intensa e não desaparecer com o tempo, é motivo para procurar ajuda. Dores incapacitantes, mesmo sem histórico prévio, não devem ser ignoradas”, reforça o especialista.
Outros tipos de dor que merecem atenção:
Dor no peito: um sintoma clássico de problemas cardíacos, principalmente se for uma sensação nova ou semelhante a episódios anteriores relacionados ao coração. Nesse caso, a recomendação é buscar atendimento de emergência imediatamente.
Dor na parte inferior da perna: pode indicar a presença de coágulos sanguíneos, especialmente se vier acompanhada de inchaço ou coloração avermelhada. É um sintoma que pode estar relacionado à trombose venosa profunda e não deve ser subestimado.
Dor na parte superior das costas: muitas vezes negligenciada, pode sinalizar problemas cardíacos, respiratórios ou até mesmo neurológicos, dependendo da intensidade e de outros sintomas associados.
Dor na parte inferior do abdômen: quando acompanhada de febre, pode estar relacionada a pedras nos rins ou infecção renal. “Nesse caso, a dor costuma ser intensa, latejante e localizada de um lado do abdômen ou das costas”, explica o médico.
A orientação é clara: não normalize a dor persistente. A detecção precoce de doenças graves pode fazer toda a diferença no tratamento e na recuperação. Se algo parecer fora do normal, procure um profissional de saúde.
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Sintomas do câncer que afetou os últimos anos de vida de Val Kilmer
O ator norte-americano Val Kilmer morreu nesta terça-feira (1º), aos 65 anos, em decorrência de uma pneumonia. Nos últimos anos, o astro travava uma longa batalha contra um câncer de garganta, diagnosticado em 2014, que comprometeu seriamente sua saúde e afetou diretamente sua capacidade de falar.
Apesar de ter anunciado em 2021 que estava curado da doença, Kilmer passou por diversos tratamentos agressivos e perdeu parcialmente a voz. Em sua emocionante participação no filme Top Gun: Maverick (2022), a produção precisou recorrer à inteligência artificial para recriar digitalmente sua voz, devido às sequelas da doença.
Segundo a Cleveland Clinic, o câncer de garganta pode envolver diferentes regiões, como a laringe (cordas vocais), faringe e amígdalas. Os sintomas mais comuns incluem dor de garganta persistente, dificuldade para engolir, alterações na voz, tosse com sangue, dor de ouvido e perda de peso inexplicada. Em estágios iniciais, o tumor pode não apresentar sinais claros, o que dificulta o diagnóstico precoce.
Fatores de risco incluem histórico familiar da doença, tabagismo, consumo excessivo de álcool, infecção pelo vírus HPV (papilomavírus humano) e exposição prolongada a substâncias químicas tóxicas. Caso os sintomas persistam por mais de duas semanas, especialistas recomendam procurar avaliação médica.
Situação no Brasil
No Brasil, o câncer de laringe – uma das formas mais comuns de câncer de garganta – é o segundo tumor de cabeça e pescoço mais frequente em homens, atrás apenas do câncer de boca. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa para 2023/2025 é de cerca de 7.000 novos casos por ano, sendo mais comum em homens acima dos 40 anos.
Ainda de acordo com o INCA, o tabagismo é responsável por aproximadamente 95% dos casos de câncer de laringe no país, sendo considerado o principal fator de risco. O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de cura, mas a doença ainda é detectada em estágios avançados em muitos casos.
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Qual o limite máximo de sal que podemos consumir diariamente sem risco?
O consumo exagerado de sal é um dos grandes responsáveis por casos de hipertensão e doenças cardiovasculares em todo o mundo. De acordo com o portal de saúde Netmeds, mais de 1,89 milhão de mortes por ano estão diretamente relacionadas ao excesso de sódio na alimentação.
Embora essencial ao organismo por auxiliar no equilíbrio de fluidos e funções nervosas, o sal se torna perigoso quando ingerido além das quantidades recomendadas. Em excesso, ele pode provocar retenção de líquidos, aumento do volume sanguíneo e sobrecarga dos vasos, elevando consideravelmente a pressão arterial.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que adultos saudáveis consumam, no máximo, 5 gramas de sal por dia (cerca de uma colher de chá). Para pessoas com hipertensão ou predisposição à doença, o ideal é limitar o consumo a no máximo 3 gramas diárias, evitando complicações como AVCs e infartos.
Especialistas alertam que boa parte do sal consumido está oculto em alimentos ultraprocessados, molhos prontos e snacks, reforçando a importância de ler rótulos e manter uma dieta equilibrada, rica em alimentos naturais.
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Abril traz grandes mudanças para três signos; está na lista?
Nesta terça-feira começa um novo mês, e para alguns signos, ele trará momentos de reflexão e desafios. Os astros indicam que, para algumas pessoas, nem tudo será tranquilo em abril.
De acordo com a lista do Debate, esses são os três signos que passarão por grandes mudanças em suas vidas no mês de abril. Você está na lista?
Áries (21 de março a 20 de abril)
“Este é um momento de reflexão nas suas relações sociais e amorosas. É hora de considerar as relações que realmente lhe favorecem.”
Câncer (21 de junho a 21 de julho)
“É o momento ideal para quitar dívidas. Embora as mudanças possam parecer complicadas, elas serão a chave para alcançar a estabilidade.”
Libra (23 de setembro a 22 de outubro)
“Agora é o momento perfeito para implementar mudanças no seu estilo de vida.”
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