• Por que a preguiça não existe?

    Preguiça é um rótulo que a sociedade frequentemente atribui muito rapidamente e sem muita reflexão. Quando as pessoas não atendem às expectativas (seja academicamente, profissionalmente ou pessoalmente), a suposição imediata é que elas não se esforçam ou não têm motivação. Mas e se o problema não for preguiça? E se a causa real for algo mais profundo, mais complexo e muitas vezes invisível para quem está vendo de fora?

    O mundo está cheio de barreiras invisíveis que impedem as pessoas de chegarem ao seu melhor desempenho. Mas em vez de abordar essas dificuldades com empatia e apoio, geralmente julgamos e reforçamos ciclos de constrangimentos e mal-entendidos. No entanto, ao olhar além dos julgamentos superficiais e investigar as verdadeiras razões por trás da inércia, podemos promover um mundo que não seja apenas mais tolerante, mas também mais produtivo.

    Clique nesta galeria para dar uma olhada mais profunda no motivo pelo qual a preguiça, como pensamos, pode nem existir.

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  • Dor de cabeça pode indicar grave problema de saúde

    Costuma ter dores de cabeça frequentes e acha sempre que é cansaço? O melhor é ter mais atenção, uma vez que pode indicar um problema de saúde que poderia não estar à espera que tivesse este sinal.

     

    A dentista Karen Man contou a revista Parade queo stress pode desencadear dores de cabeça e na sequência outros problemas de saúde. “O stress tem um impacto direto na mandíbula, muitas vezes desencadeando hábitos involuntários como apertar e ranger os dentes, conhecidos como bruxismo“.

    “Esta pressão constante pode sobrecarregar os músculos, causar rigidez e inflamação”, continua. Por outro lado, pode também levar a dores no ouvido.

    “Pode também criar pressão na zona dos ouvidos.” E nunca pensou também que pudesse levar a dores no ombro, mas é possível.

    Pode ainda ter dificuldade em mastigar. “O ranger constante dos dentes pode desgastar o esmalte, tornar os dentes mais sensíveis e vulneráveis ​​a cáries e fraturas.”

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  • Nomes de pessoas com significados surpreendentemente sombrios

    O que há em um nome? Bem, depende de quão fundo você está disposto a ir na toca do coelho etimológico. Muitos nomes populares usados ​​hoje podem ser rastreados há séculos, e muitos deles têm origens bastante perturbadoras. Na verdade, até mesmo termos bíblicos aparentemente inocentes, como Jacó e Maria, têm definições surpreendentes!

    Curioso para descobrir quais nomes populares têm significados obscuros? Clique a seguir..

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  • Atenção aos sinais: médico alerta para dores que não devem ser ignoradas

    Nem toda dor é inofensiva — e ignorar certos sinais do corpo pode custar caro. De acordo com o médico Michael Turturro, professor da Universidade de Pittsburgh (EUA), algumas dores comuns do dia a dia podem, na verdade, ser indicativos de problemas de saúde graves que exigem atenção médica imediata.

     

    Em entrevista ao HuffPost, Turturro explicou que a dor súbita e persistente é um dos principais alertas. “Se surgir de forma repentina, for muito intensa e não desaparecer com o tempo, é motivo para procurar ajuda. Dores incapacitantes, mesmo sem histórico prévio, não devem ser ignoradas”, reforça o especialista.

    Outros tipos de dor que merecem atenção:

    Dor no peito: um sintoma clássico de problemas cardíacos, principalmente se for uma sensação nova ou semelhante a episódios anteriores relacionados ao coração. Nesse caso, a recomendação é buscar atendimento de emergência imediatamente.

    Dor na parte inferior da perna: pode indicar a presença de coágulos sanguíneos, especialmente se vier acompanhada de inchaço ou coloração avermelhada. É um sintoma que pode estar relacionado à trombose venosa profunda e não deve ser subestimado.

    Dor na parte superior das costas: muitas vezes negligenciada, pode sinalizar problemas cardíacos, respiratórios ou até mesmo neurológicos, dependendo da intensidade e de outros sintomas associados.

    Dor na parte inferior do abdômen: quando acompanhada de febre, pode estar relacionada a pedras nos rins ou infecção renal. “Nesse caso, a dor costuma ser intensa, latejante e localizada de um lado do abdômen ou das costas”, explica o médico.

    A orientação é clara: não normalize a dor persistente. A detecção precoce de doenças graves pode fazer toda a diferença no tratamento e na recuperação. Se algo parecer fora do normal, procure um profissional de saúde.

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  • Meu Filho só come macarrão, e agora?

    Cara feia, comida no prato, choro e muitos formatos de rejeição são desafios enfrentados por famílias com crianças que têm seletividade alimentar na hora das refeições. Carla Deliberato, fonoaudióloga especialista em motricidade oral com enfoque em alimentação, explica que a seletividade alimentar ocorre quando há desinteresse ou recusa de determinados alimentos com frequência pela criança. “Ela seleciona os alimentos que irá comer e isso pode estar relacionado com a textura, a cor, a temperatura, o cheiro e ou o sabor do alimento”, exemplifica.

     

    O que, inicialmente, pode parecer apenas uma birra, pode gerar reflexos em todo o desenvolvimento futuro da criança, já que ela pode passar a apresentar deficiências nutricionais provocadas pela carência de determinados alimentos e isso pode trazer consequências em seu desenvolvimento e até na vida social, como não comer fora de casa.

    Sinais de alerta

    A especialista elenca uma lista de comportamentos da criança que podem indicar a necessidade de procurar ajuda de um fonoaudiólogo especializado para corrigir a rota:

    • Recusa ou não apresenta interesse na maioria das refeições;
    • Tem náuseas ou vômitos durante a alimentação;
    • Cospe alimentos com relativa frequência;
    • Aceita apenas uma textura ou consistência do alimento;
    • Engasga-se com frequência;
    • Tem dificuldade para mastigar;
    • Não consegue se alimentar na mesa de refeição, preferindo andar ou ficar em outros locais para comer;
    • Faz caretas, sente “nojo” ou se sente muito incômodo com o cheiro dos alimentos.
       

    Possíveis causas

    A fonoaudióloga explica que a raiz da seletividade pode ter uma variedade de motivos, entre eles, uma desordem de processamento sensorial. “Isso leva à necessidade de uma avaliação específica de integração sensorial com a terapeuta ocupacional”, recomenda a fono.

    Em outros casos, a origem pode estar em questões gastrointestinais prévias ou de problemas de desenvolvimento. “Estudos já apontam um índice de 25% a 40% de lactentes e crianças pequenas saudáveis com algum sintoma de dificuldade alimentar”, exemplifica Carla.

    Por que só comem macarrão?

    Este grande dilema das famílias é abordado pela Carla de forma realista e convidativa a novos costumes. “Comer é um ato aprendido e os pais precisam dar modelos muito positivos durante as refeições com seu filho”, alerta a especialista, ao continuar: “De nada adianta exigir que a criança coma verduras, se a própria família não consome e só prepara macarrão para ela”.

    Para ajudar nesse processo, ela sugere as 5 dicas abaixo para adotar no dia a dia:

    • Estimular a criança a explorar a própria boca com objetos mordedores, brinquedos e alimentos);
    • Convidar para o preparo das refeições, bolos, ou ajudando a descascar frutas;
    • Estimular o desenvolvimento da autonomia, pedindo ajuda para a colocar os pratos na mesa, incentivando-a a servir o próprio prato;
    • Refeições em família como estímulo à curiosidade por alimentos novos que ela ainda não conhece;
    • Não usar tablets ou estímulos visuais para não desviar a atenção da criança do contexto dos alimentos.

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  • Sempre cansado? Coisas surpreendentes que sugam sua energia

    Os humanos têm apenas uma quantidade limitada de energia, então é natural que às vezes nos sintamos esgotados. Podemos ou não identificar facilmente as causas do que está nos deixando cansados, mas geralmente algumas vêm à mente. Estamos dormindo corretamente? Estamos nos alimentando com uma dieta equilibrada? Estamos passando por uma situação estressante em nossas vidas pessoais ou profissionais? Como está nossa saúde em geral? Todos esses são pontos de partida bastante comuns. Mas, às vezes, as razões subjacentes pelas quais estamos constantemente exaustos não são tão aparentes…

     

    Nesta galeria, descubra as coisas surpreendentes do dia a dia que sugam sua energia.

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  • Alimentação pode afetar bem-estar emocional e até piorar crises de ansiedade

    (FOLHAPRESS) – O ideia de que a alimentação tem uma íntima relação com a nossa saúde mental vem se fortalecendo na última década.

     

    Juliana Saldanha, nutricionista membro da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica), diz que é preciso pensar a saúde mental como um conjunto de fatores genéticos e ambientais.

    “As desordens psiquiátricas vêm crescendo no mundo e esses dois fatores estão envolvidos na gênese desses problemas. Nesse sentido, as intervenções em estilo de vida, como a preocupação com a alimentação, exercem um papel fundamental, não só para o tratamento, mas para a prevenção do aparecimento”, avalia Saldanha.

    A nutricionista destaca que a conexão dos hábitos alimentares com os problemas psiquiátricos está tão consolidada que, em 2013, foi fundada a ISNPR (International Society for Nutritional Psychiatry Research), uma sociedade focada em pesquisas sobre psiquiatria nutricional.

    “A alimentação impacta diretamente na saúde mental e emocional, uma vez que os nutrientes influenciam o funcionamento do cérebro e o equilíbrio hormonal”, afirma Jéssica Kozaka, nutricionista clínica e hospitalar do Laboratório IonNutri, especializada em Fisiologia e Bioquímica da Nutrição.

    Fabio Salzano, médico psiquiatra e vice-coordenador do Ambulim-IPq HCFM-USP (Programa de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), diz que o consumo de alimentos processados e ultraprocessados e o sedentarismo crescentes estão na raiz do problema.

    “Há aumento da população com sobrepeso e obesidade e, em consequência, piora na morbidade e mortalidade. As alterações na ingestão de macro e micronutrientes, limitação na atividade física, tabagismo e excesso de consumo de álcool afetam a saúde física e mental, facilitando aumento de índices de depressão e ansiedade”, diz o médico.

    Alimentos ricos em gorduras trans e aditivos podem ainda afetar a função cerebral, prejudicando o estado emocional e mental e contribuindo para uma sensação de cansaço e falta de energia.

    “Algumas pessoas com distúrbios de saúde mental podem apresentar uma sensibilidade ao glúten ou a laticínios, o que pode agravar sintomas como ansiedade, depressão ou inchaço. Nessas fases, pode ser interessante evitá-los temporariamente”, recomenda Kozaka.

    Para quem não consegue abandonar de vez esses alimentos, a dica é controlar as quantidades e suspender ou moderar o consumo pelo menos durante crises ou períodos mais delicados na saúde mental, retomando sempre de forma mais controlada.

    “O consumo excessivo de cafeína pode piorar a ansiedade, dificultar o sono e aumentar a sensação de nervosismo. O açúcar refinado pode provocar picos de glicose e uma queda rápida, o que pode afetar o humor e aumentar a irritabilidade, algo que pode ser prejudicial durante momentos de instabilidade emocional”, pondera a nutricionista.

    Kozaka lembra que o álcool pode, além de causar um efeito depressivo no sistema nervoso e piora de sintomas, interferir na ação de medicamentos para tratamento de depressão e ansiedade.

    Saldanha reforça que alguns antidepressivos, como fluoxetina, sertralina e escitalopram, não devem ser consumidos junto com alimentos fermentados.

    “Vinho, alguns queijos embutidos e cervejas de fermentação mais longa podem prejudicar a ação do medicamento. Além disso, a maioria dos medicamentos também não devem ser consumidos com bebidas alcoólicas concomitante ao uso de antidepressivos ou medicamentos psiquiátricos à base de hormônios”, afirma.

    Ela lembra que não há “relatos de alimentos que vão exercer um papel pontual numa crise”, mas que “deve-se evitar alimentos estimulantes” quando o paciente está numa crise, como bebidas que contêm cafeína como café, mate, chá preto, chá verde e energéticos.

    Salzano destaca que um plano alimentar saudável pode diminuir o risco de transtornos depressivos. “A microbiota intestinal vem sendo estudada como um fator complementar na melhoria de sintomas relacionados à ansiedade e depressão, incluindo redução de nível de cortisol, cujo aumento reflete estresse no dia a dia”, avalia o especialista.

    Alimentos ricos em carboidratos complexos, proteínas e gorduras saudáveis ajudam a estabilizar o humor e a energia. “Nutrientes como triptofano (para produção de serotonina) e ômega-3 (anti-inflamatórios) melhoram o bem-estar. A saúde intestinal, apoiada por fibras e probióticos, também afeta as emoções”, diz Kozaka.

    Outra recomendação é manter-se hidratado e evitar alimentos como açúcares refinados, carboidratos simples, gorduras trans e processadas, com excesso de cafeína. Deve-se priorizar alimentos com ômega 3, como peixes, e também frutas, vegetais, ovos, nozes, sementes, grãos integrais, fibras e probióticos.

    Salzano afirma que a chamada dieta mediterrânea, com presença de frutos do mar e azeite de oliva, bem como frutas frescas e secas, pode ajudar a prevenir a queda na função cognitiva, inclusive em quadros de Alzheimer.

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  • Câncer de intestino: conheça 5 sinais que exigem atenção médica

    O câncer de intestino, também conhecido como câncer colorretal, é uma das formas mais comuns da doença no Brasil — e também uma das que mais crescem entre pessoas com menos de 50 anos. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é de mais de 45 mil novos casos por ano no país. Diante desse cenário, médicos reforçam a importância de reconhecer os sinais de alerta.

     

    A gastroenterologista Jéssica Cronemberger usou suas redes sociais para listar cinco sintomas que merecem atenção especial e podem indicar a presença da doença. “Ao primeiro sinal de que algo está errado, desconfie e procure um especialista”, alertou a médica em publicação no Instagram.

    Veja os sinais que podem indicar câncer de intestino:

    Presença de sangue nas fezes

    Fezes com sangue, especialmente se forem acompanhadas de muco ou mudança na coloração, podem ser um indício de sangramento no trato digestivo inferior, o que merece avaliação imediata.

    Perda de peso sem causa aparente

    Emagrecimento súbito e involuntário pode ser um sintoma de diversas doenças graves, incluindo o câncer colorretal.

    Anemia inexplicável

    A queda nos níveis de ferro e hemoglobina no sangue, sem causa aparente, pode estar associada a sangramentos internos crônicos, comuns em alguns casos de câncer intestinal.

    Alteração no hábito intestinal

    Mudanças persistentes no ritmo intestinal — como diarreia frequente, constipação ou sensação de evacuação incompleta — também são sinais que devem ser levados a sério.

    Dor abdominal recorrente

    Dores abdominais frequentes e sem uma justificativa clara podem estar associadas à presença de tumores, inflamações ou obstruções intestinais.

    Diagnóstico precoce salva vidas

    Apesar da gravidade da doença, o câncer de intestino tem altas chances de cura quando diagnosticado precocemente. Exames como a colonoscopia são fundamentais, principalmente para pessoas acima dos 45 anos ou com histórico familiar da doença.

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  • Frutas ricas em fibras que você deveria incluir mais na sua dieta

    Incluir frutas na alimentação diária é uma das maneiras mais simples e eficazes de manter a saúde em dia. Ricas em fibras, vitaminas e antioxidantes, elas desempenham papel essencial no bom funcionamento do intestino, no controle do colesterol e até na manutenção do peso corporal.

     

    O site norte-americano EatingWell destacou algumas frutas especialmente poderosas no quesito fibras — nutriente que, além de favorecer a digestão, ajuda a regular a glicemia e a manter a saciedade por mais tempo. Confira as campeãs em teor de fibras e saiba por que vale a pena incluí-las com mais frequência no cardápio:

     
    Frutos vermelhos (morango, mirtilo e framboesa)
    Cerca de 8 g de fibra por xícara (aprox. 150g)
    Pequenos no tamanho, mas grandes em benefícios, os berries são ricos em fibras solúveis e antioxidantes. Eles ajudam a reduzir a inflamação no organismo e podem ser consumidos com iogurte, cereais, smoothies ou até como sobremesa.

     Romã
    7 g de fibra por xícara
    Além de ajudar na digestão, a romã é conhecida por suas propriedades anti-inflamatórias. As sementes também contêm polifenóis que combatem os radicais livres, contribuindo para a prevenção de doenças cardiovasculares.

     Maracujá
    25 g de fibra por xícara
    Surpreendentemente rica em fibras, a polpa do maracujá também tem ação calmante e é excelente para o controle do colesterol e da glicemia. A grande quantidade de sementes, ricas em fibras insolúveis, favorece a saúde intestinal.

     Pera (com casca)
    6 g de fibra por unidade média
    Fonte de fibras solúveis e insolúveis, a pera ajuda a regular o intestino e aumenta a sensação de saciedade. Para aproveitar melhor seus benefícios, consuma-a com casca.

     Laranja (com bagaço)
    3 g de fibra por unidade média
    Apesar da fama pela vitamina C, a laranja também se destaca quando consumida com o bagaço — parte rica em fibras que auxilia na digestão e na redução do colesterol. O suco coado, porém, perde boa parte dessas vantagens.

     Maçã (com casca)
    4 g de fibra por unidade média
    Clássica entre as frutas, a maçã contém pectina, um tipo de fibra solúvel que contribui para o bom funcionamento intestinal e o controle da glicose. Assim como a pera, o ideal é mantê-la com casca.

     Abacate
    7 g de fibra por metade da fruta
    Além das fibras, o abacate é rico em gorduras boas (monoinsaturadas), que ajudam a proteger o coração. Sua combinação de nutrientes favorece a saciedade e o controle dos níveis de colesterol.

     Para obter os melhores resultados, é importante variar o consumo de frutas ao longo da semana e combiná-las com uma alimentação equilibrada. E não se esqueça de beber bastante água — ela potencializa os efeitos positivos das fibras no organismo.
     
     

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  • Neurologista revela o alimento que consome todo dia pelo cérebro

    A alimentação tem papel crucial na saúde cerebral, e incluir os ingredientes certos no cardápio pode fazer toda a diferença no desempenho cognitivo e na prevenção de doenças. A neurologista Sharon Sha, professora da Universidade de Stanford, compartilhou à revista Parade qual é o alimento que nunca falta em sua rotina: cogumelos.

     

    “Gosto do sabor terroso e adoro que sejam ricos em proteínas e fibras, com poucas calorias e gordura. Eles também possuem propriedades anti-inflamatórias e são cheios de nutrientes”, explicou a especialista.

    Segundo Sharon, o consumo regular de cogumelos pode ajudar a equilibrar os níveis de açúcar no sangue, reduzir o colesterol e até diminuir o risco de certos tipos de câncer. Além disso, estudos recentes apontam para benefícios diretos na saúde do cérebro.

    “Há diversas pesquisas mostrando que os cogumelos podem estimular o crescimento nervoso e contribuir para a melhora da memória e da cognição. Seu potencial neuroprotetor é promissor”, acrescentou.

    Para quem deseja incluir o ingrediente na dieta, a neurologista sugere uma preparação simples: salteá-los no azeite de oliva e finalizar com algumas gotas de vinagre balsâmico. “Qualquer variedade pode ser usada”, garante.

    No Brasil, estudos conduzidos por universidades como a USP e a UFRJ também têm reforçado o papel dos alimentos funcionais na saúde cerebral. Cogumelos como o shimeji, o champignon e o portobello são fontes naturais de compostos antioxidantes e anti-inflamatórios, além de conterem selênio, um mineral importante para o bom funcionamento neurológico.

    Especialistas recomendam que, além de uma dieta equilibrada, fatores como sono adequado, atividade física regular e controle do estresse também sejam considerados para manter o cérebro em forma ao longo da vida.

     

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