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Os alimentos geneticamente modificados mais estranhos do mercado
Alimentos geneticamente modificados são cultivados a partir de organismos vivos que foram artificialmente projetados em laboratório, resultando em uma variedade que não ocorre na natureza. Algumas das novas características criadas nesses produtos refletem as necessidades básicas da cadeia alimentar, como vegetais que produzem seu próprio repelente de insetos ou frutas que levam muito mais tempo para estragar. Essas modificações por si só já são incríveis, mas há cientistas por aí com planos muito maiores! Entregar uma vacina que salva vidas ou tratar o câncer, por exemplo, dentro de alimentos que comemos diariamente.
Clique na galeria a seguir e descubra alguns dos alimentos geneticamente modificados mais incríveis que, não vai demorar muito, chegarão às gôndolas de supermercados. Algumas inovações são maravilhosas, outras, um pouco estranhas…
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Inverno mais quente e seco: como evitar problemas nesses dias?
O inverno chegou no último dia 20 com a previsão de seca significativa, com poucas chuvas, com ondas de frio, especialmente em julho, mas também com ocorrências de temperaturas acima da média para a estação, de acordo com o site do Climatempo.
A combinação de dias quentes e secos aumentam os riscos do agravamento de doenças respiratórias, já que a elevada concentração de poluentes no ar pode ocasionar irritação nos pulmões.
A Dra. Sara Morhbacher, clínica geral do Hospital Alemão Oswaldo Cruz destaca a importância de manter a hidratação.
“É imprescindível importante tomar bastante água, porque o tempo seco contribuí para a desidratação corporal. Uma alimentação leve, composta de carboidratos, também pode contribuir para uma boa digestão e evitar sintomas de desconforto como azia e enjoos”.
A especialista diz ainda que as pessoas devem estar mais atentas para a proteção dos idosos e crianças nos dias mais secos.
“A atenção deve ser redobrada com a saúde desse público, que geralmente não sente muita sede e pode se desidratar com mais facilidade. Idosos e crianças são mais vulneráveis as bruscas alterações climáticas”, disse.
Dicas manter a saúde em dia durante o tempo seco
- Utilize protetor solar: É fundamental para auxiliar nos cuidados com a pele e proteger contra os raios solares;
- Roupas leves e assessórios para ajudar a enfrentar o calor: Roupas leves e claras, uso de acessórios como chapéus, óculos de sol ou até mesmo sombrinhas ajudam quem precisa se locomover pelas ruas em dias de muito sol e calor;
- Beba água: A hidratação é fundamental para garantir o bom funcionamento do organismo. O ideal é não esperar ter sede para beber água. Para crianças e idosos a oferta de água deve ser rotineira;
- Evite realizar exercícios físicos entre às 10 horas e às 16 horas: Durante esse período, o calor é predominante e pode prejudicar a saúde física e respiratória;
- Lavar nariz e olhos com soro fisiológico: A lavagem pode evitar a secura e o sangramento das narinas;
- Mantenha a casa limpa, higienizada e arejada: A poeira e a sujeira podem auxiliar na manifestação de bactérias, prejudicando a saúde respiratória.
Leia Também: Autismo: diagnóstico precoce garante melhor qualidade de vida
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Peeling? O que são ácidos faciais, como usá-los e os cuidados!
Sejamos realistas: a ideia de colocar ácido no sua cara pode parecer bastante assustadora! E mesmo que você supere o fator medo, como saber quais produtos são indicados para a sua pele? Nos últimos anos, vimos os ácidos faciais migrarem dos peelings de salão para itens básicos para cuidados com a pele em casa, mas o grande número de produtos disponíveis no mercado pode lhe causar confusão. De fato, já existem opções para ‘resolver’ todos os tipos de problemas de pele, desde manchas, acne a sinais de envelhecimento.
Ácido hialurônico, ácido glicólico, ácido salicílico, ácido azelaico… Já é difícil saber como pronunciá-los, quanto mais descobrir como usá-los! Mas nós lhe damos algumas dicas para ir se familiarizando no mundo dos ácidos faciais. Clique a seguir na galeria.
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Saiba como preparar uma Torta de Maçã do Amor
Para uma boa festa junina, não pode faltar uma boa maçã do amor, não é mesmo? Para te ajudar a servi-la de uma forma diferente, ensinamos a fazer uma Torta de Maçã do Amor, com biscoito de maizena na base, é decorado com fatias de maçã.
Para saber como fazer, confira o modo de preparo abaixo:
Torta de Maçã do Amor
Ingredientes:
- 1 embalagem de Biscoito Maizena Estrela
- 4 maçãs sem sementes
- 1 lata de leite condensado
- 3 colheres de sopa de amido de milho
- 1 colher de chá de gelatina sem sabor
- 1 xícara e meia de chá de margarina em temperatura ambiente
- 165 ml de groselha
- 4 xícaras de chá de leite
- 2 gemas
Modo de Preparo:
– Leve ao processador os biscoitos de maizena e bata até obter uma farofa. Despeje em uma tigela funda, junte a margarina e amasse bem com os dedos para ligar tudo. Forre o fundo de uma forma desmontável (27 cm de diâmetro) e leve ao forno médio (180º C) por cerca de 10 minutos ou até que as beiradas comecem a dourar e reserve.
– Em uma panela pequena, junte 2 maçãs em cubinhos, meia xícara de groselha, meia xícara de chá de água e deixe cozinhar até reduzir um pouco o líquido. Retire a maçã e reserve a calda.
– Em uma panela média, junte 1 lata de leite condensado, 4 xícaras de chá de leite, 3 colheres de sopa de amido de milho, 2 gemas e leve ao fogo baixo, mexendo sempre até engrossar. Acrescente a maçã reservada e deixe esfriar.
– Dissolva 1 colher de chá de gelatina sem sabor em 2 colheres de sopa de água fria, leve ao banho-maria ou micro-ondas e deixe aquecer sem ferver.Em uma panela pequena, coloque 3 colheres (sopa) de groselha, 2 maçãs cortadas em fatias finas, cozinhe rapidamente até a maçã ficar vermelhinha, retire a maçã e reserve a calda.
– Acrescente a gelatina dissolvida na calda, mexa bem e deixe esfriar.
– Despeje o recheio sobre a massa, acomode por cima as fatias de maçãs e a calda de groselha e leve à geladeira por 2 horas.
– No momento de servir desinforme a torta sobre um prato raso e sirva ainda gelada.
Rendimento: 15 porções
Tempo de Preparo: 40 minutos + tempo de geladeiravia Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/1FHKmv9
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Está na lista dos signos mais insuportáveis do zodíaco?
São pessoas complicadas de lidar e o melhor é pensar duas vezes antes de aceitar ir ao mesmo evento onde vão estar. Quase que certeza que não irá conseguir passar muito tempo a ouvi-las.
Segundo o ‘website’ OK Diario, estes são os três signos mais insuportáveis do zodíaco. Veja se está nesta lista.
Touro (21 de abril a 20 de maio)
“Têm uma teimosia excepcional. Podem ser charmosos e confiáveis, mas quando decidem algum caminho, é impossível fazer com que mudem de posição.”
Capricórnio (22 de dezembro a 20 de janeiro)
“Tornam-se os protagonistas que qualquer situação, especialmente em contextos académicos e laborais. Gostam de monopolizar as discussões.”
Virgem (23 de agosto a 22 de setembro)
“Não exige só de si, mas espera que os outros cumpram com os padrões que estabeleceram. São muito perfeccionistas e têm a necessidade de estar sempre a corrigir os outros.”
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Quase metade da população brasileira será obesa daqui a 20 anos, diz estudo
(FOLHAPRESS) – Quase metade da população brasileira será obesa nos próximos vinte anos se forem mantidos os padrões atuais. O alerta é de um estudo nacional divulgado nesta quarta-feira (26), no Congresso Internacional sobre Obesidade (ICO 2024), em São Paulo.
A projeção aponta que, até 2044, 48% dos adultos brasileiros podem atingir a obesidade e outros 27% o sobrepeso. Esse cenário representa um universo de 130 milhões de pessoas com um dos dois índices ou 83 milhões com obesidade e 47 milhões com sobrepeso.
Também indica um país em que três quartos da população ativa será afetada pelo problema e por comorbidades associadas -são pelo menos 11 doenças associadas ao elevado IMC (índice de massa corporal), incluindo diabetes, hipertensão, doença renal crônica, câncer e cirrose.
Hoje, 56% têm obesidade ou sobrepeso, sendo a taxa de obesos de 34% e a de pessoas acima do peso de 22%. E se duas décadas soam para alguns como uma data distante, os autores reforçam que em apenas seis anos, já em 2030, a obesidade severa e o sobrepeso já devem atingir níveis recordes no Brasil.
O ICO, organizado pela World Obesity Federation (WOF) em parceria com a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso), vai até 29 de junho e traz os dados demográficos de saúde mais recentes sobre o tema.
O levantamento apresentado foi desenvolvido pelo pesquisador Eduardo Nilson, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e outros colaboradores, e indica ainda que as taxas de obesidade devem atingir todas as regiões do país.
Nilson e os demais autores afirmam no documento divulgado que “a carga epidemiológica e econômica do sobrepeso e da obesidade no Brasil aumentará significativamente”.
A recomendação do pesquisador é que o país implemente com celeridade “políticas robustas”, “incluindo o tratamento dos casos existentes e a prevenção do sobrepeso e da obesidade em todas as faixas etárias”.
Além de campanhas e foco nos casos atuais, é recomendado que o ambiente alimentar seja melhorado desde a primeira infância até a idade adulta “por meio de políticas regulatórias e fiscais que facilitem escolhas alimentares saudáveis”.
“O aumento da prevalência de obesidade como um alerta para ações mais agudas já vem sendo ignorado há muito tempo. A gente vê um crescimento exponencial há 50 anos em todo o mundo e isso vai ter uma consequência gigantesca”, afirma o médico Bruno Halpern, presidente da Abeso.
A questão, de acordo com Halpern, vai além da questão de saúde e entra no âmbito econômico, pois compromete o PIB (Produto Interno Bruto) com os custos gerados e reduz a longevidade da população ativa no mercado de trabalho. “Ainda existe um discurso geral de obesidade ser responsabilidade de cada um, mas a doença está totalmente associada a outros fatores, como consumo, aumento de desperdício e mudanças climáticas. E se a gente pensa em uma sociedade crescendo tecnologicamente e em riqueza, não se pode reduzir sua expectativa de vida”, destaca Halpern.
EPIDEMIA BRASILEIRA
A prevalência de obesidade no Brasil quase dobrou de 2006 a 2019, atingindo 20,3% da população adulta. Até 2030, as prevalências podem alcançar 68,1% para sobrepeso e obesidade combinados (29,6% para obesidade e 38,5% para sobrepeso).
Os grupos mais afetados serão os de mulheres, negros e outras etnias minoritárias. A estimativa de obesidade para mulheres nesse mesmo período é de 30,2% e sobrepeso de 37,7%, enquanto para os homens, é de 28,8% e sobrepeso de 39,7%.
Entre brancos, a obesidade em 2030 será de 27,6% e sobrepeso de 38,8% ante 31,1% para obesidade e 38,2% para sobrepeso entre negros e outras etnias não brancas somadas.
Em relação ao tempo de estudo, entre os que têm mais anos de educação formal a obesidade deve chegar a 26,2% face 35,4% perante aqueles com menos formação educacional.
Embora a distribuição de novos casos entre homens e mulheres não seja significativamente diferente, estima-se que 64% (quase dois terços) das mortes atribuíveis estimadas durante este período serão entre os homens, grupo geralmente mais propensos a morrer prematuramente.
Das doenças atribuíveis ao excesso de peso, as mais preocupantes ainda são diabetes, representando mais de 51% dos novos casos, e as doenças cardiovasculares, com cerca de 57% das mortes até 2044.
INFÂNCIA COMPROMETIDA
Outra pesquisa apresentada no ICO 2024 revelou que, em duas décadas, a obesidade deve atingir 24% das crianças de 5 a 9 anos, 15% das de 10 a 14 anos e 12% dos adolescentes de 15 a 19 anos. O estudo é de Ana Carolina Rocha de Oliveira, do Instituto Desiderata, do Rio de Janeiro, e de Nilson, pela Fiocruz Brasília.
Os autores preveem que, se nada for feito, “a prevalência de obesidade infantil aumentará em todas as faixas etárias para ambos os sexos”, seguindo os padrões observados em grupos de estudo brasileiros de 1985 a 2019.
A estimativa é de que a prevalência de obesidade em meninos de 5 a 9 anos aumente de 22,1% para 28,6% entre 2023 e 2044. Entre meninas da mesma idade, a projeção é que aumente de 13,6% para 18,5%.
A porcentagem de meninos de 10 a 14 anos vivendo com obesidade aumentará de 7,9% para 17,6% e a de meninas, de 7,9% para 11,6%.
Na faixa etária de 15 a 19 anos o aumento previsto é de 8,6% para 12,4% entre garotos e de 7,6% para 11,0%, entre garotas. “Os resultados do estudo apoiam a necessidade urgente de políticas públicas para prevenir e tratar o sobrepeso e a obesidade no Sistema Único de Saúde (SUS)”, destacaram os autores.
Para combater a situação, Bruno Halpern, presidente da Abeso, reforça que prevenção e tratamento precisam andar juntos. “Pais com obesidade têm mais chance de terem filhos com obesidade, independentemente da genética. E existem algumas mudanças nos genes que fazem com que a criança tenha mais risco, aumentando de geração em geração. Precisamos agir”, diz Halpern.
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Se quer reduzir o apetite, nada melhor do que apostar nestes alimentos
Está sempre com fome e não consegue parar de comer? O segredo pode estar em consumir certos alimentos que ajudam a reduzir o apetite por mais tempo.
No site HealthShots, a dietista Garima Goyal compartilhou uma lista de alimentos que atuam como inibidores de apetite no organismo. Veja quais são:
Extrato de chá verde
“Estimula o metabolismo, aumenta a queima de gordura e suprime o apetite.”
Cafeína
“Pode acelerar o metabolismo, diminuir o apetite e estimular o sistema nervoso central.”
Erva-mate
“Aumenta a energia e pode reduzir a fome. É um chá tradicional da América do Sul.”
Feno-grego
“As sementes são ricas em fibras e atuam como um inibidor natural do apetite, proporcionando sensação de saciedade.”
Vinagre de maçã
“Ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue e a reduzir a fome, retardando a digestão dos alimentos.”
Pimenta caiena
“Estimula o metabolismo e promove a queima de gordura.”
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Só querem confusão! Os signos mais conflituosos do zodíaco
Este é provavelmente o tipo de pessoa que não vai quer enfrentar. Quando sabem que têm razão, fazem de tudo para mostrar. São intensos e gostam de gerar confusão.
Segundo a lista do ‘Cronista’, estes são os três signos mais conflituosos do zodíaco. Conhece alguém assim?
Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)
“É um líder nato, mas está sempre propenso ao confronto. Gosta de discutir e não consegue evitar quando sabe que está certo.”
Áries (21 de março a 20 de abril)
“Nunca desistem de nada. Têm uma determinação intensa e raramente acha que está errado.”
Leão (22 de julho a 22 de agosto)
“Passa de aliado a rival numa questão de minutos. Tornam qualquer discussão numa experiência poderosa.”
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Mudar de país? Vantagens e perrengues de viver no exterior
Morar fora do país é uma decisão muitas vezes cercada de romantismo. Pode ser uma tarefa muito difícil se estabelecer num novo lugar, encontrar amigos, aprender uma nova língua, começar um novo trabalho, assim como todo o resto. Por outro lado, pode ser uma das coisas mais gratificantes que uma pessoa pode fazer, sem dúvida.
As pessoas descobrem novas amizades, conhecem o amor de suas vidas, encontram algo que sentem paixão em fazer e muito mais. Mas a questão que não quer calar é: será melhor ficar ou ir embora?
Essa é uma pergunta que obviamente é impossível de ser respondida porque é pessoal e cada indivíduo deve pensar no que é mais importante para si. Uma pessoa pode ter tudo o que precisa onde nasceu e mesmo assim querer partir. Outros podem não ter tido tanta sorte e optam por preferir ficar ao lado da família.
No entanto, há certamente alguns prós e contras de viver fora do país que podem te ajudar a tomar a decisão. Para descobri-los, clique nesta galeria.
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Autismo: diagnóstico precoce garante melhor qualidade de vida
Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, existem mais de 2 milhões de pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), o que equivale a entre 1% e 2% da população. Mesmo sendo um tema conhecido pela maioria da população, ainda existem muitos tabus e a condição enfrenta muito preconceito que acaba gerando a exclusão social de quem sofre com o transtorno. Pensando em desmistificar o assunto trazendo mais informações para as pessoas, a Inspirali, principal ecossistema de educação médica do país, convidou seu embaixador na área psiquiátrica, Dr. Luiz Dieckmann, para responder as principais dúvidas sobre o tema. Confira:
1. O que significa transtorno do espectro do autismo?
R: O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação, o comportamento e a interação social. O “espectro” refere-se a ampla gama de sintomas e níveis de gravidade que podem ser observados, variando de leves a graves (e classificamos como Nivel 1 a 3).
2. Quando ele pode ser detectado?
R: Os sinais de TEA podem ser observados já nos primeiros anos de vida, frequentemente antes dos 3 anos de idade. No entanto, em alguns casos, os sintomas podem não ser totalmente aparentes até mais tarde, quando as demandas sociais aumentam.
3. Quais os principais sintomas?
R: Os principais sintomas do TEA incluem dificuldades na comunicação e interação social, comportamentos repetitivos e interesses restritos. Pode haver variações significativas entre indivíduos, com alguns apresentando habilidades excepcionais em áreas específicas, mas isso não é regra e não devemos romantizar o autismo, que deve ser abordado como uma possibilidade de sofrimento quando não corretamente diagnosticado e encaminhado para tratamento.
4. O que os pais devem fazer quando detectarem estas manifestações?
R: Os pais devem procurar um profissional de saúde especializado, como um(a) neuropediatra ou um(a) psiquiatra infantil para uma avaliação detalhada. A intervenção precoce é crucial para maximizar o potencial de desenvolvimento da criança. Outros profissionais de saúde bem treinados, como psicólogos ou terapeutas ocupacionais que trabalham na área, podem ajudar na suspeição do diagnóstico e realizar encaminhamento para o diagnóstico médico.
5. De que forma é feito este diagnóstico?
R: O diagnóstico do TEA é feito por meio de uma avaliação clínica abrangente, que inclui a observação do comportamento da criança, entrevistas com os pais e o uso de instrumentos padronizados de avaliação, como o ADOS (Autism Diagnostic Observation Schedule) e o ADI-R (Autism Diagnostic Interview-Revised). O diagnóstico é clínico e não necessita de exames. Os exames que fazemos são para os diagnósticos chamados diferenciais, ou seja, o que poderia gerar um outro diagnóstico.
6. Como os pais devem lidar com um diagnóstico positivo?
R: Lidar com um diagnóstico de TEA pode ser desafiador para os pais. É importante buscar apoio emocional, educar-se sobre a condição e estabelecer uma rede de suporte. A participação em grupos de apoio e a consulta com profissionais especializados podem ajudar a orientar os pais e proporcionar estratégias eficazes para o desenvolvimento da criança.
7. Quais os níveis do transtorno?
R: O TEA é classificado em três níveis de suporte necessários:
– Nível 1: Necessita de suporte.
– Nível 2: Necessita de suporte substancial.
– Nível 3: Necessita de suporte muito substancial.
8. Existe tratamento? Se sim, como é feito?
R: Embora não exista cura para o TEA, existem vários tratamentos e intervenções que podem ajudar a melhorar as habilidades e o comportamento da criança. Estes incluem terapias comportamentais, como a Análise do Comportamento Aplicada (ABA), terapias ocupacionais, fonoaudiologia e intervenções educacionais especializadas.
9. Existe cura para o espectro?
R: Atualmente, não existe cura para o TEA. No entanto, com intervenções adequadas e suporte contínuo, muitas pessoas com TEA podem levar uma vida plena e produtiva.
10. Qual o médico responsável?
R: O diagnóstico e o acompanhamento do TEA geralmente envolvem uma equipe multidisciplinar, que pode incluir neuropediatras, psiquiatras infantis, psicólogos, psiquiatras, neurologistas, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos.
11. Como é feito o acompanhamento?
R: O acompanhamento é contínuo e adaptado às necessidades específicas de cada indivíduo. Pode envolver consultas regulares com profissionais de saúde, avaliações periódicas do desenvolvimento e ajustes nas intervenções conforme necessário.
12. O tratamento precoce garante qualidade de vida para o futuro?
R: Sim, intervenções precoces e apropriadas podem melhorar significativamente a qualidade de vida das crianças com TEA, ajudando-as a desenvolver habilidades essenciais para a comunicação, socialização e independência.
13. Por que o diagnóstico de autismo vem crescendo tanto?
R: O aumento no diagnóstico de TEA pode ser atribuído a uma maior conscientização, melhores métodos de diagnóstico e uma ampliação dos critérios diagnósticos. Isso não necessariamente indica um aumento na prevalência real do autismo, mas sim uma maior identificação de casos que anteriormente poderiam ter sido negligenciados.
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