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Paçoca: entenda os benefícios da queridinha julina
Junho e julho são meses que colorem e animam o Brasil com a tão esperada “Festa Junina”, um evento tradicional repleto de fogueiras, danças e roupas típicas. Essa celebração é marcada também por diversos quitutes da culinária regional, que são o destaque dessa época do ano. Entre eles, quem se destaca é a paçoca, um doce feito à base de amendoim, que carrega consigo tanto um valor nutricional quanto uma profunda carga afetiva e cultural.
Karoline Victoria Vieira, coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera, explica que a paçoca é feita com amendoim, açúcar e farinha de mandioca ou de milho. “O amendoim, seu principal ingrediente, apresenta em sua composição gorduras saudáveis, proteínas, vitaminas e minerais, que devem ser levadas em consideração quando introduzido na dieta. Além disso, quando pensamos em nutrição, o amendoim frequentemente surge na alimentação individualizada como estratégia de emagrecimento e hipertrofia, na forma de pasta de amendoim, por exemplo. Mas ainda assim tem que ter cautela no seu consumo e objetivo definido”. Além disso, a nutricionista salienta que o amendoim, quando ofertado em uma dieta equilibrada, pode oferecer benefícios para a saciedade e saúde cardiovascular.
Mais do que um doce nutritivo, Karoline destaca que a paçoca carrega memórias e histórias. “Para muitos, ela remete à infância com momentos especiais com avós, às festas de família e às celebrações comunitárias. Cada mordida pode transportar alguém de volta às noites juninas, ao som das quadrilhas e ao calor das fogueiras. Essa conexão afetiva torna a paçoca um alimento especial, que aquece o coração”, ressalta.
Entretanto, embora o alimento tenha benefícios para saúde e proporcione uma boa memória afetiva, a professora alerta que deve ser consumida com moderação. “A combinação de açúcar e amendoim pode tornar o doce o oposto de uma estratégia nutricional inteligente, por isso, aproveitá-la de maneira equilibrada é essencial”, finaliza a nutricionista.
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Sinais de que você está enfrentando baixa testosterona (mesmo que você seja mulher)
A testosterona é um dos hormônios mais importantes do nosso corpo. Nos homens, tem uma ampla gama de funções, desde o desenvolvimento de traços físicos masculinos até a regulação do humor e o aumento da libido. Nas mulheres, a testosterona não só desempenha um papel na libido, como também na saúde dos ossos e ovários. Os homens produzem uma quantidade muito maior de testosterona em comparação às mulheres, de modo que níveis menores do hormônio têm um impacto maior na saúde e no bem-estar deles.
Nesta galeria, veja o que acontece quando os níveis de testosterona ficam baixos e como isso pode se manifestar através dos sintomas, em homens, mulheres e crianças.
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Depressão na terceira idade: doença atinge 13% da população idosa
A depressão é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o “Mal do Século”. A doença, no sentido patológico, possui a presença constante de tristeza, pessimismo, baixa autoestima, que aparecem com bastante frequência e podem combinar-se entre si, e pode afetar todas as faixas etárias, inclusive, os idosos.
Segundo os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o tema, cerca de 13% dos idosos entre 60 e 64 anos foram diagnosticados com depressão. Já os de 65 a 74 anos aparecem com 11,8%. E, por último, os de 75 ou mais, com 10,2%.
Os dados preocupam especialistas em saúde mental, pois, grande parte dos idosos estão longe de núcleo familiar, sendo a solidão um fator determinante para o aumento dos números da doença nessa faixa etária. Esse fato foi mostrado inclusive em pesquisa publicada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no passado, que apontou que a depressão é quatro vezes mais comum entre idosos que relatam se sentirem sempre sozinhos. A pesquisa revelou também que os níveis de solidão em mulheres idosas são mais altos do que os de homens, sendo a mulher o número maior com a doença.
Para a Coordenadora do Curso de Psicologia da Faculdade Anhanguera, Daniele Buzatto Souza, é realmente mais comum que idosos que moram sozinhos apresentarem índices mais altos do que os moram com mais pessoas, porém existem outros fatores que também podem evidenciar a doença.
“Além da solidão, há outras motivações para o aumento dos índices de depressão entre os idosos. Uma delas é a desigualdade social, visto que, essa faixa etária precisa de cuidados médicos constantes sendo que nem todos têm acesso. Muitos idosos enfrentam, ainda, estereótipos negativos e preconceitos com base na idade, o que pode afetar sua autoestima e qualidade de vida. Outro fato importante é que grande maioria dos idosos já são aposentados e não possuem uma rotina linear o que, consequentemente, pode trazer danos constantes para a saúde mental”, explica.
Confusão dos sintomas entre idosos
O diagnóstico da depressão em idosos pode ser difícil devido à semelhança com outras doenças mentais, apontam especialistas. Diferentemente do quadro em um jovem, em que os sintomas ficam mais evidentes, em pessoas mais velhas, a condição pode ser “mascada”. Nesse sentido, o paciente pode estar com alguma alteração cognitiva e os sintomas podem ser confundidos com depressão e vice-versa. A dificuldade de obter o diagnóstico também pode ocorrer também por negligência dos próprios familiares, que precisam estar atentos e ter uma escuta dedicada com os mais velhos, sem enfatizá-los.
Segundo Daniele, a depressão nos idosos podem vir acompanhada com alterações de humor, sintomas como dores frequentes, sonolência em excesso, insônia, falta de apetite, fadiga, tristeza profunda e apatia. A especialista ressalta a importância do núcleo familiar na observação dos idosos, como também a busca de orientação especializada caso haja necessidade. “É importante que a família tenha um olhar delicado com os mais velhos, os apoiando a criar uma rotina, seja com atividades físicas individualizadas ou atividades em grupos e acompanhamento médico constante. Assim como qualquer outro grupo da população, os idosos têm os próprios problemas e precisam de uma escuta ativa seja da família ou de um especialista em saúde mental para auxiliá-los com o necessário”, conclui.
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Três signos que simplesmente não conseguem mentir
Conta sempre a verdade? Mesmo nas situações mais embaraçosas? É muito provável que encontre o seu signo nesta lista do site Astroltak onde foram revelados os signos que simplesmente não conseguem mentir.
1- Áries (21 de março a 20 de abril)
Normalmente são destemidos e espontâneos. Têm um coração aventureiro. Nunca mentem e, muitas vezes, são honestos demais e não gostam de ‘panos quentes’.
2- Touro (21 de abril a 20 de maio)
Já os nativos deste signo são fiéis e merecem confiança. Geralmente valorizam tanto a verdade como os seus bens materiais.
3- Leão (22 de julho a 22 de agosto)
Têm uma personalidade magnética e um sentido de honra quase única. São honestos em todas as situações e a sua franqueza resulta do seu caráter forte.
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Para perder peso e diminuir o colesterol, aposte nestes sete alimentos
Você achava que gorduras devem ser evitadas para perder peso? Pois saiba que não é bem assim. Uma nutricionista revela quais gorduras devem ser incluídas na sua dieta diária, pois ajudam a emagrecer e ainda a reduzir o colesterol.
Johanna Angman compartilhou com o site SheFinds os ingredientes que contêm as melhores gorduras para consumo.
Conheça-os:
Abacate
“A fibra presente no abacate ajuda a mantê-lo saciado por mais tempo.”Frutos secos
“São excelentes fontes de gorduras saudáveis, fibras e proteínas.”Azeite
“Ajuda a reduzir os níveis de colesterol.”Peixes gordos
“Reduzem o risco de doenças cardíacas.”Sementes de chia
“São ricas em fibras, especialmente as solúveis.”Linhaça
“É uma excelente fonte de ômega-3.”Chocolate amargo
“Ajuda a melhorar os níveis de colesterol e pode satisfazer a vontade de comer doces.”Incorporar essas gorduras saudáveis na sua dieta pode contribuir para uma perda de peso mais eficaz e melhorar sua saúde geral.
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Três especiarias que são aliadas contra a gordura abdominal
Especiarias ricas em antioxidantes, propriedades anti-inflamatórias e estimulantes do metabolismo podem ajudar a queimar a gordura corporal teimosa, afirma a nutricionista Mary Sabat ao BestLife. Essas especiarias melhoram a taxa metabólica, reduzem a inflamação e ajudam a controlar o apetite.
Incluir regularmente essas especiarias na alimentação é altamente recomendado. Veja a lista de recomendações da especialista:
Pimenta Caiena: Contém capsaicina, que pode estimular o metabolismo e aumentar a produção de calor pelo corpo, levando a mais calorias queimadas por dia. É ótima para carnes, sopas e para adicionar um toque picante a qualquer receita.
Cúrcuma: Contém curcumina, que muitos acreditam ter propriedades anti-inflamatórias e pode influenciar a redução da gordura corporal. Pode ser usada em caril, pratos de arroz, sopas ou misturada em batidos para melhorar a saúde.
Canela: Pode ajudar a regular os níveis de açúcar no sangue, reduzindo os desejos e ajudando a comer menos. É muito versátil e pode ser adicionada a papas de aveia, café e muitos outros pratos doces e salgados.
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Saiba o que a falta de potássio pode causar na sua saúde
O potássio é crucial para várias funções do corpo humano, como a transmissão de sinais nervosos, as contrações musculares, o equilíbrio dos fluidos e a pressão sanguínea, conforme explicado por Lauren DeDecker, médica citada no BestLife. Essencialmente, o potássio desempenha um papel fundamental na regulação dos batimentos cardíacos, dada a sua influência na função muscular, incluindo o coração.
Normalmente, obtemos o potássio necessário através da alimentação. No entanto, a falta deste mineral pode resultar em sintomas desagradáveis, como fadiga, fraqueza muscular, cãibras, arritmia cardíaca, obstipação, inchaço, dormência e formigueiro nas mãos ou pés, dificuldades respiratórias e hipertensão.
Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, é recomendada uma ingestão diária de 4.700 miligramas (mg) de potássio para indivíduos com 14 anos ou mais. Para confirmar se há uma deficiência de potássio, é necessário realizar uma análise de sangue.
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Sal em excesso pode contribuir para a disfunção cerebral, diz estudo
Um estudo realizado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), Portugal, revelou que o consumo excessivo de sal tem um impacto direto no cérebro, causando danos significativos nos vasos sanguíneos.
Segundo o resumo do estudo enviado à agência Lusa, “foi encontrada uma associação entre a alta ingestão de sal na dieta e a disfunção microvascular cerebral, especialmente no mecanismo fisiológico do acoplamento neurovascular, que está comprometido”.
O consumo excessivo de sal pode levar à hipertensão arterial, um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, como o acidente vascular cerebral (AVC).
Liderado pela investigadora e neurologista Ana Monteiro, o estudo demonstrou que o sal em excesso afeta diretamente o cérebro, resultando em danos significativos nos vasos sanguíneos cerebrais.
Pessoas que consomem mais sal apresentam disfunção nos pequenos vasos cerebrais, independentemente do controle da pressão arterial, o que pode estar relacionado a problemas cognitivos e aumentar o risco de demência.
O estudo envolveu a avaliação de indivíduos com hipertensão arterial bem controlada, muitos dos quais também tinham diabetes, recrutados em um hospital na região do Porto. Foram realizados exames para medir a ingestão diária de sódio, a pressão arterial (durante 24 horas) e testes para avaliar a saúde e o funcionamento dos pequenos vasos cerebrais, que são mais susceptíveis a danos causados pela pressão alta.
Os resultados revelaram que os participantes consumiam em média 12 gramas de sal por dia, mais que o dobro do valor máximo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de cinco gramas diários.
Segundo a FMUP, os indivíduos com maior consumo de sal demonstraram menor capacidade de aumentar o fluxo sanguíneo cerebral nas áreas mais ativas do cérebro durante uma tarefa específica, indicando maior rigidez das artérias.
Os pesquisadores concluíram que “uma maior ingestão de sal está associada a um pior acoplamento neurovascular durante a estimulação visual”, o que significa que o excesso de sal prejudica a comunicação eficaz entre neurônios e vasos sanguíneos no cérebro, especialmente durante períodos de maior demanda por suprimento vascular para neurônios envolvidos na resposta a estímulos visuais.
Este estudo foi realizado por vários pesquisadores da FMUP e da Northwestern University Feinberg School of Medicine (Chicago, EUA), como parte de um trabalho mais amplo apresentado no doutorado em Neurociências de Ana Monteiro, orientado por Elsa Azevedo (FMUP/ULS São João) e foi divulgado em maio deste ano.
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Rabdomiossarcoma: Uma doença grave que pode ser confundida com rinite
O rabdomiossarcoma, um tipo raro e agressivo de tumor, causou a morte de Jake Winscoe, um menino de 13 anos do Reino Unido. O caso chamou atenção internacional após Jake, inicialmente diagnosticado com sintomas comuns de doenças respiratórias como nariz entupido e olhos lacrimejantes, ter seu quadro evoluído para um diagnóstico de estágio avançado da doença.
Segundo relatos ao jornal britânico The Sun, Lynsey Winscoe, mãe de Jake, inicialmente pensou que os sintomas de seu filho poderiam indicar apenas uma rinite alérgica leve. No entanto, após notar inchaço na ponta do nariz de Jake, seu pai, que estava fora a serviço militar, suspeitou de algo mais grave.
O rabdomiossarcoma se desenvolve nos músculos ligados aos ossos e é mais prevalente em crianças e adolescentes. Sua causa específica ainda é desconhecida, mas pode estar relacionada a síndromes genéticas familiares e outras anormalidades congênitas.
Os sintomas iniciais do rabdomiossarcoma podem ser facilmente confundidos com condições menos graves, como resfriados ou rinites alérgicas comuns. Além do inchaço nasal, outros sinais incluem proptose ocular, obstrução nasal persistente com secreção sanguinolenta e dificuldades urinárias, dependendo da localização do tumor.
O diagnóstico geralmente envolve uma análise detalhada da história clínica, seguida de exames laboratoriais e de imagem como tomografia computadorizada e ressonância magnética para determinar a extensão do tumor e possíveis metástases. O tratamento inclui frequentemente quimioterapia, radioterapia e cirurgia, com monitoramento contínuo para avaliar a resposta ao tratamento e detectar qualquer recorrência.
De acordo com o Inca, embora o rabdomiossarcoma apresente desafios significativos, estudos indicam que aproximadamente 70% dos pacientes sobrevivem por cinco anos ou mais após o diagnóstico inicial. A conscientização sobre os sintomas e o diagnóstico precoce são fundamentais para melhorar as chances de tratamento eficaz e sucesso a longo prazo para os pacientes afetados por essa doença devastadora.
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Sintomas comuns do câncer de bexiga: veja quais os sinais de alerta
A bexiga é um órgão oco e expansível integrante do sistema urinário, conectada aos rins pelos ureteres. Sua função primordial é armazenar a urina produzida até que esta seja eliminada através da uretra. O câncer de bexiga, classificado como o tipo mais comum entre os homens, resultou na morte de mais de 800 mil pessoas globalmente e 19 mil no Brasil entre 2019 e 2022.
Dados do Sistema de Informações do Ministério da Saúde (SIH/SUS) revelam que desde 2019 houve mais de 110 mil casos diagnosticados de neoplasia maligna da bexiga. Assim como em outros tipos de câncer, o tabagismo figura como o principal fator de risco para o desenvolvimento desse tipo de neoplasia.
O câncer de bexiga frequentemente tem origem no urotélio, o revestimento interno da bexiga.
Os sintomas do câncer de bexiga podem incluir:
Hematuria: Presença de sangue na urina, que pode ser visível a olho nu ou detectada apenas por exames laboratoriais.
Urgência urinária: Sensação repentina e intensa de precisar urinar, muitas vezes acompanhada pela dificuldade em controlar a vontade de urinar.
Aumento na frequência urinária: Necessidade de urinar mais frequentemente do que o habitual, mesmo quando não há grande quantidade de urina na bexiga.
Disúria: Dor ou desconforto durante a micção, que pode variar de leve a intensa.
Sensação de esvaziamento incompleto da bexiga: Sentir que a bexiga não esvaziou completamente após urinar.
Dificuldade para urinar: Dificuldade em iniciar ou manter o fluxo urinário.O carcinoma de células uroteliais representa aproximadamente 90% dos casos de câncer de bexiga tanto na Europa quanto nos Estados Unidos. A condição afeta mais frequentemente homens do que mulheres, com uma relação de cerca de 3 para 1. Globalmente, o câncer de bexiga é o 7º mais comum entre os homens e o 15º entre as mulheres.
O tratamento do câncer de bexiga varia conforme o tipo e localização do tumor, grau de invasão da parede da bexiga, disseminação para outros tecidos ou órgãos, além de considerar a idade e o estado geral do paciente. As opções incluem cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapias biológicas, escolhidas de acordo com as particularidades de cada caso.
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