• Nem Riviera Italiana nem Francesa: Albânia pode ser seu destino dos sonhos e você nem sabe

    Encontrar uma joia escondida na Europa tornou-se cada vez mais difícil. Achar um lugar barato então, está quase impossível. Afinal, é o continente mais visitado do mundo. A busca é ainda mais acirrada quando se trata de destinos à beira-mar. Porém, se você está disposto a desviar dos destinos mais óbvios, deve seguir viagem para os Bálcãs. A costa albanesa foi colocada em várias listas de destinos de praia mais acessíveis, e por boas razões.

     

    Bateu curiosidade? Então percorra a galeria a seguir e confira o melhor dessa joia europeia escondida.

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  • Dicas preciosas para fazer e organizar a mala de viagem

    Odeia fazer as malas? Embora seja uma tarefa chatinha, é essencial para uma viagem tranquila. Para tornar o processo mais fácil, especialistas do BestLife compartilharam dicas práticas e valiosas. Anote!

     

    Nicole Cunningham, especialista em viagens, recomenda organizar a mala passo a passo para “evitar a procrastinação e os percalços comuns”.

    Aqui estão algumas dicas para fazer e organizar sua mala de viagem:

    Faça uma lista: Anote tudo o que precisa levar para garantir que não se esqueça do essencial e evite levar itens desnecessários, sugere Peter Hamdy, especialista na área.

    Escolha a mala ideal: Para viagens curtas, uma mala de cabine pode ser suficiente, mas para viagens mais longas, uma mala de porão maior pode ser mais prática. Independentemente do tamanho, opte por uma mala leve, resistente e com compartimentos.

    Recolha e classifique os itens: Coloque tudo em cima da cama para criar uma “área de triagem”, aconselha Cunningham.

    Repense suas escolhas: Reserve alguns minutos para revisar suas pilhas de roupas e acessórios. Identifique o que realmente precisa e faça uma lista mental de looks para não esquecer nada.

    Escolha o outfit para a viagem: Decida o que vai usar no dia da viagem e verifique se precisa de camadas adicionais, como casacos, camisolas ou cachecóis.

    Organize os itens na mala: Muitos especialistas recomendam o uso de cubos de organização para manter tudo compacto e organizado.

    Coloque itens pesados no fundo: Jay Ternavan, especialista em viagens, afirma que isso ajuda a manter a mala estável e equilibrada, evitando que tombe e facilitando o transporte.

    Utilize espaços livres para itens pequenos: Isso maximiza o espaço e reduz o movimento dos itens durante o transporte, o que diminui os vincos e danos, segundo Nicole Cunningham.

    Separe os essenciais: Mantenha-os no topo da mala e em um local acessível para facilitar o acesso. Ter os itens essenciais ao alcance pode economizar tempo e evitar aborrecimentos.

    Verifique antes de fechar: Consulte sua lista para garantir que não está esquecendo nada e verifique várias vezes os itens essenciais, como passaporte.

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  • Três signos do zodíaco que sofrem de ‘preguicite aguda’. É o seu caso?

    “Preguiçoso demais para guardar rancor.” A frase é de ‘Sid’, a preguiça faladora do filme ‘A Era do Gelo’. Se identifica? Então, é muito provável que esteja nesta lista de signos, divulgada pelo Informe Brasil.

     

    Veja abaixo quem são os preguiçosos do zodíaco:

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    Áries (20 de março a 19 de abril)

    Quando lhe falta motivação, o ariano consegue ser bastante preguiçoso. Este signo perde o interesse no que está a fazer com muita facilidade. Para combater isso, necessita de estímulos constantes.

    Leão (23 de julho a 22 de agosto)

    As pessoas deste signo preferem mil vezes estar na zona de conforto, aproveitando os prazeres da vida e delegando responsabilidades. Apesar do seu potencial para liderar, o leonino evita o trabalho árduo a todo o custo.

    Peixes (19 de fevereiro a 20 de março)

    O sonhador do zodíaco está sempre inventando desculpas para fugir às responsabilidades. 

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  • Saiba quais são os benefícios do orgasmo para a saúde

    (FOLHAPRESS) – O orgasmo, considerado o clímax de uma relação sexual, envolve uma série de respostas fisiológicas e emocionais do corpo. Além deste ponto alto, tudo que engloba o sexo é benefício para o organismo, por causa da liberação de hormônios, como ocitocina e a dopamina, proporcionando bem-estar.

     

    Ludmila Bercaire, ginecologista especializada em reprodução humana pela Unesp (Universidade Estadual Paulista), explica que “a própria saúde sexual é um dos pilares do bem-estar físico e emocional. Conhecer o próprio corpo, entender o processo da sexualidade, saber como chegar ao orgasmo, tudo isso faz parte da saúde sexual”.

    Durante a excitação sexual, há um aumento do ritmo cardíaco, da pressão arterial e da respiração, além de um maior fluxo sanguíneo para os órgãos genitais. “Isso culmina na fase de platô, seguida por contrações musculares rítmicas dos músculos pélvicos e áreas adjacentes”, explica a médica.

    O orgasmo ajuda a diminuir o estresse do dia a dia. “Com a liberação de dopamina, serotonina e adrenalina, atua como um inibidor de estresse, como um fator de relaxamento, que contribui para a saúde mental, até melhorando o sono, por exemplo.”

    Bercaire afirma que “quando o organismo está em homeostase -o equilíbrio das funções metabólicas do corpo- isso tende a fortalecer o sistema imunológico. Portanto, a relação é mais indireta, pois não é a atividade sexual ou o orgasmo que diretamente influenciam o sistema imunológico, mas sim o equilíbrio geral do organismo”.

    A atividade sexual contribui para a saúde cardiovascular e pode ser considerada uma forma de exercício físico, promove essa harmonia do corpo e, consequentemente, melhora a imunidade.

    A sexóloga e CEO da marca de sexual wellness Dona Coelha, Natali Gutierrez, explica que ter orgasmos com certa frequência contribui significativamente para nossa saúde mental. Contudo, ela afirma que não devemos delegar toda a nossa estabilidade emocional ao orgasmo.

    “Precisamos fazer outras coisas: terapia, atividade física, comer bem, beber água e estar bem com nós mesmas. Contudo, o orgasmo é um complemento excelente para nosso bem-estar. Estar nesse lugar de autoconhecimento, de gostar de estar comigo, de me relacionar bem com meu corpo e comigo mesma, é fundamental”, completa.

    O orgasmo está também ligado à autoestima, o que promove um equilíbrio também no corpo feminino. “Não há nada mais libertador do que conhecer nosso próprio corpo e ter uma relação bem resolvida com nossa sexualidade”, diz a sexóloga Natali Gutierrez.

    AUTOCONHECIMENTO É A CHAVE PARA PLENITUDE SEXUAL

    Ainda que o orgasmo feminino esteja ligado a tabus, a sexóloga cita a importância de se conhecer. “Falar sobre sexo é um grande tabu, e o orgasmo feminino é ainda mais”, afirma.

    “Uma mulher que compreende o que é um orgasmo, sabe como estimular o clitóris e entende seu próprio momento de conexão enfrenta muitos tabus. Ser mulher, por si só, parece ser um grande tabu, já que desde o nascimento nós carregamos uma carga de tabus que envolvem a sexualidade”, completa.

    Não há uma prescrição formal de frequência para a atividade sexual ou masturbação, nem estudos que determinem a quantidade ideal por dia. Mas a ginecologista Ludmila Bercaire frisa que “o essencial é manter uma boa conexão com a própria sexualidade, seja por meio da masturbação ou da troca sexual”.

    A médica cita que esse vínculo sexual pode ser essencial para o controle da ansiedade, do estresse e para o bem-estar geral. Bercaire explica que, cientificamente falando, que depressão e ansiedade tendem a diminuir quando há uma saúde sexual satisfatória.

    Por outro lado, Bercaire cita que pessoas com ansiedade frequentemente enfrentam queda de libido ou disfunção sexual, o que também precisa ser tratado, de uma forma que considere o aspecto emocional, a autoestima, relacionamentos e os hormônios.

    “A libido é multifatorial e complexa, especialmente nas mulheres. A sexualidade e o bem-estar emocional se reforçam mutuamente”, completa. Para esse tipo de terapia os médicos precisam usar de estratégias multifatores para promover a saúde sexual e a estabilidade emocional.

    A médica cita também que esse ciclo pode ser virtuoso ou vicioso, como disse a sexóloga Natali Gutierrez acima, não dá para usar do orgasmo como uma forma de fugir de todas as frustrações, assim como acontece com os vícios.

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  • Pesquisadores identificam genes associados ao TDAH

    (FOLHAPRESS) – Na busca por explicações genéticas para certas condições psiquiátricas, muitas vezes os estudiosos se veem numa espécie de labirinto, um emaranhado de genes candidatos, com efeitos modestos ou discretos, que, até agora, pouco ajudam a decifrar a natureza complexa delas. No caso do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, o TDAH, há ainda mais nevoeiro sobre essa paisagem.

     

    Mas um estudo recém-publicado na revista Nature Communications aponta possíveis caminhos para entender o que há por trás dessa neurodivergência (ou seja, uma forma diferente de funcionamento cerebral). O grupo de pesquisadores, ligados à Universidade de Yale (Estados Unidos), à FMUSP (Faculdade de Medicina da USP) e a outras instituições dos EUA e Canadá, identificou um gene que pode ser um dos responsáveis pelo desenvolvimento de TDAH: o KDM5B, um “gene de risco de alta confiabilidade”, segundo os autores.

    O TDAH se manifesta principalmente na infância e frequentemente se mantém na vida adulta. Entre os sinais e sintomas estão desatenção, hiperatividade e impulsividade, que podem impactar significativamente o desempenho escolar, a vida social e familiar dos afetados. Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam que cerca de 5% das crianças podem ser afetadas.

    E como uma alteração no KDM5B provocaria o TDAH? Ainda não se sabe, explica o médico e pesquisador Luís Carlos Farhat, um dos brasileiros que assinam o artigo. É possível que o produto desse gene, uma enzima chamada lisina demetilase 5B, tenha um papel importante na estabilidade do genoma dentro da célula e no reparo de DNA. Se o gene, por conta de alguma mutação ou deleção de uma base, deixar de exercer adequadamente essa função, isso poderia aumentar o risco do TDAH. Mas o mecanismo ainda precisa ser desvendado em pesquisas futuras.

    Para se ter uma ideia do tamanho do desafio, o mesmo KDM5B também está ligado ao transtorno do espectro autista (TEA), a transtornos de desenvolvimento e a doenças cardíacas congênitas. Logo, fica na mesa a possibilidade de uma raiz genética comum às diversas condições, podendo ser parte da explicação de por que condições psiquiátricas frequentemente se sobrepõem, com pacientes apresentando mais de uma delas.

    De todo modo, o achado é motivo de ânimo, explica Farhat, já que a relação entre o gene e o TDAH era até então desconhecida. Também foram identificados outros três genes candidatos: YLPM1, CTNND2 e GNB2L1, classificados como “de risco potencial”. São genes ligados ao funcionamento do maquinário da expressão gênica, ao desenvolvimento embrionário e à sinalização celular, respectivamente. Descobrir potenciais associações dos genes ao surgimento de condições como o TDAH revela a ponta de um iceberg que encanta os pesquisadores.

    “É provável que TDAH, TEA e outras condições do neurodesenvolvimento tenham etiologia em comum, ao menos em parte. Com novas pesquisas ‘de bancada’, por exemplo utilizando-se de modelos animais ou células pluripotentes, esperamos conseguir entender o que está acontecendo a partir de alterações nesses genes, e por quais caminhos funcionais essas variantes se ramificam”, diz Farhat.

    À época do desenvolvimento do estudo, Farhat estava no doutorado, apoiado pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), e era orientado por Guilherme Polanczyk, do setor de psiquiatria da Criança e do Adolescente do Departamento de Psiquiatria da FMUSP. Farhat defendeu sua tese em março e continua suas pesquisas na área, agora no pós-doutorado. Também integram o rol de autores brasileiros do estudo Monicke Lima e Carolina Cappi, também da psiquiatria da FMUSP.

    Para chegar a essas conclusões, foi preciso construir o maior grupo de pessoas com TDAH acompanhado por um longo tempo e seus pais biológicos -152 trios, entre eles 30 brasileiros- com diagnósticos para TDAH.

    Segundo Farhat, apesar de testes laboratoriais e de imagem não serem até o momento capazes de auxiliar no diagnóstico do TDAH, se os médicos tiverem um bom treinamento, é possível haver um excelente nível de concordância entre profissionais independentes em relação à presença do diagnóstico.

    O processo para saber quais genes, entre os mais de 20 mil existentes, poderiam ser responsáveis pelo TDAH envolveu o sequenciamento de todo o exoma (fração do genoma composta de genes) tanto de trios com filhos com TDAH quanto sem a condição (e sem potenciais confundidores, como TEA e outras neurodivergências).

    Aí se contabilizava quais genes em cada grupo apresentavam variações, especificamente nos filhos. Ou seja, eram alterações “de novo”, que não existiam nos pais. Proporcionalmente, alterações no gene KDM5B (e, em menor grau, nos outros três) foram mais frequentes nos trios com filhos com TDAH.

    “Nosso trabalho destaca a importância de estudar variações genéticas raras juntamente com variantes comuns. Está se tornando cada vez mais claro que, para compreender distúrbios complexos como o TDAH, precisamos considerar todo o espectro da variação genética e que alterações genéticas raras podem desempenhar um papel importante em distúrbios comuns”, comentam os autores do estudo em um portal do periódico científico.

    Não há aplicabilidade clínica imediata para os achados, mas eles pavimentam o caminho adiante. O próximo passo, explica Farhat, é realizar análises com amostras ainda maiores, para que, com uma maior resolução estatística, sejam encontrados novos genes de risco, para se construir um panorama ainda mais fidedigno.

    “O ideal é que tenhamos grupos com milhares de trios. Em autismo, por exemplo, já se identificaram 72 genes de risco em milhares de participantes. Se você for menos criterioso para determinar o que seria um ‘gene de risco’, esse número sobe para a casa das centenas. E, tão importante quanto o tamanho da amostra é o avanço tecnológico, que possibilita entender cada vez mais sobre o material genético. Esperamos que no futuro esse caminho leve a respostas capazes de efetivamente melhorar a vida dos pacientes.”

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  • Três mudanças simples que podem ajudá-lo a dormir muito melhor

    Investir em um sono de qualidade é fundamental. Segundo especialistas da BoConcept, citados no Huffpost, é necessário fazer algumas mudanças na decoração para criar um ambiente mais tranquilo e propício para uma boa noite de sono. Quais são essas mudanças?

     

    Aqui estão três alterações simples que podem ajudá-lo a dormir melhor:

    Pinte o quarto com uma cor relaxante. Os especialistas recomendam cores como verde sálvia, um tom de verde claro que “simboliza a natureza e evoca sensações de calma”.

    Elimine a bagunça. “Desordem pode causar estresse e ansiedade, por isso, remover a desorganização ou transferi-la para outro local tornará seu quarto mais tranquilo e adequado para um sono de qualidade”.

    Use fragrâncias relaxantes no quarto. “Muitas pessoas acham a lavanda e o eucalipto relaxantes”, afirmam os especialistas, ressaltando que “certos aromas podem aliviar a ansiedade e acalmar os nervos”.

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  • Guia para lidar com diferentes tipos de manchas; veja

    Uma publicação no X, antigo Twitter, se tornou um verdadeiro sucesso entre os usuários, acumulando mais de 280 mil compartilhamentos. O post traz um guia completo e prático com dicas para remover os tipos de manchas mais comuns do dia a dia, como vinho, café, chocolate e molho de soja.

     

    A publicação viralizou rapidamente, mostrando que os usuários estão sempre em busca de soluções simples e eficazes para os problemas do cotidiano. As dicas, que circulam nas redes sociais, oferecem alternativas para tratar as manchas com produtos que a maioria das pessoas já tem em casa, como vinagre, sal e bicarbonato de sódio.

    Guia para lidar com diferentes tipos de manchas: 

    • Vinho tinto. Deve “aplicar um pouco de soda, depois cobrir com sal e deixar repousar durante a noite”; 
    • Cerveja. “Coloque de molho em água fria; trate previamente com um tira-manchas e lave”; 
    • Café e chá. “Passe um pouco de vinagre branco antes de lavar”; 
    • Batom. “Raspe o excesso, trate previamente com um tira-manchas e lave”; 
    • Sangue. “Coloque de molho em água fria durante duas horas, esfregue a mancha com amoníaco e água”; 
    • Base. “Trate as manchas com detergente da louça e depois lave em temperatura quente”; 
    • Suor. “Misture partes iguais de suco de limão e água, adicione sal e lave”; 
    • Chocolate. “Espalhe tira-manchas  e depois lave”; 
    • Molho de soja. “Enxague com água fria e esfregue amoníaco na mancha.” Faça um pré-tratamento com tira-manchas e lave; 
    • Mostarda. “Raspe o excesso de mostarda e lave a quente”;
    • Ketchup. “Enxague com água fria a partir da parte de trás, depois passe uma esponja com vinagre branco na mancha e lave”;
    • Molho de salada. “Trate previamente com tira-manchas e lave em temperatura alta”.

    Para não restarem dúvidas pode (e deve) espreitar a publicação original. 

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  • Três signos que conseguem se adaptar a qualquer tipo de situações

    Para algumas pessoas tudo  deve ser planejado até aos mínimos detalhes. Já outras deixam-se levar e aceitam qualquer tipo de situação. É o caso dos signos nesta lista, onde astrólogos, citados no BesLife, revelam os mais adaptáveis do zodíaco. 

     

    1- Aquário (21 de janeiro a 19 de fevereiro)

    Nativos deste signo pensam muito no futuro. Prosperam com a mudança e a inovação.

    Gêmeos (21 de maio a 21 de junho)

    Já as pessoas deste signo são muito flexíveis porque são curiosos. “Estão dispostos a tudo e se adaptam de bom grado à evolução dos planos.”

    Sagitário (22 de novembro a 21 de dezembro)

    Gostam mesmo de aventuras e, por isso, entram nesta lista. “Encaram as mudanças como uma oportunidade para novas experiências e aprendizagem.” 

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  • Rinite e asma: por que crises alérgicas pioram no inverno

    Espirros, coriza, nariz entupido, tosse. Com a chegada do inverno, crises de rinite e asma alérgicas tornam-se mais comuns, prejudicando diretamente a rotina e a qualidade de vida das pessoas que sofrem com os sintomas.

    O fato de essas doenças se agravarem na estação mais fria do ano não é algo sem explicação. Segundo o médico Dr. André Aguiar, <a href="https://www.alergiabotafogo.com.br/&quot; target="blank” rel=”follow”>alergista chefe da Policlínica de Botafogo no Rio de Janeiro (RJ), há mais de um motivo.”Primeiro, as viroses respiratórias, como gripes e resfriados, são muito mais frequentes nessa época do ano. Ela são os principais fatores que desencadeiam crises de asma em pacientes que estão controlados”, destaca o profissional.

    Em seguida, Aguiar menciona que as mudanças bruscas e intensas de temperatura  também servem como desencadeadores de crises de asma e rinite alérgicas. Outro fator que também influencia é o contato com poeira e mofo de roupas e agasalhos de inverno guardados por muito tempo no armário – onde acumulam poeira e ficam mofadas.

    “Quando o alérgico coloca essas roupas ou mexe no armário, tem contato com ácaros da poeira e mofo, o que leva a crises de alergia. Sempre recomendo pedir para outra pessoa, não alérgica, colocar as roupas para lavar antes de usá-las. Se não tiver alguém para fazer isso, tomar um antialérgico antes e usar máscara”, orienta o especialista.

    Tratamento contínuo

     

    O Dr. Aguiar chama a atenção para a necessidade de que o paciente alérgico faça um tratamento contínuo com um médico especialista. Isto é, não espere as crises piorarem para procurar ajuda. 

    Ele exemplifica dizendo que, muitas vezes, a pessoa com asma pode estar se sentindo bem no momento, mas tem uma leve inflamação no pulmão e fica sensível a qualquer mudança de tempo ou virose.

    “De uma hora para outra, pode pegar um resfriado e a crise ataca, levando o paciente a precisar de ajuda em hospitais ou fazer medicamentos fortes como corticoide oral. O nome técnico para isso é hiperreatividade brônquica, um pulmão sensível por estar cronicamente inflamado, mesmo sem o paciente ter sintomas”, explica.A partir do momento em que o paciente inicia o tratamento, seja com medicamentos ou imunoterapia, o organismo fica mais resistente a mudanças do tempo e viroses. O indivíduo pode até contrair um resfriado, mas, em muitos casos, acaba não levando a um quadro de crise de alergia.

    O paciente também é orientado, nas consultas, a ter o chamado plano de resgate. Ou seja, saber identificar precocemente os sinais e o que fazer em caso de crise de asma. Aguiar ressalta ainda a importância da imunoterapia, apontada como “o único tratamento que muda o curso natural das doenças alérgicas”.

    “Após algum tempo fazendo as <a href="https://www.alergiabotafogo.com.br/2020/06/11/vacina-para-alergia/&quot; target="blank” rel=”follow”>vacinas de alergia, o paciente fica menos alérgico, tem menos crises de asma e rinite, precisa menos de medicamentos, reduz as idas ao pronto socorro. Esses benefícios da imunoterapia perduram por anos após o término das vacinas, o que não acontece com os medicamentos cujo efeito acaba assim que você para de tomar”, diz o médico.

    Aguiar afirma que a imunoterapia leva algum tempo até alcançar o seu efeito máximo. Por isso, ele considera ideal que o paciente inicie o tratamento com as vacinas meses antes da temporada de inverno.

    “A imunoterapia também serve para tratar <a href="https://www.alergiabotafogo.com.br/2021/12/11/alergia-a-cachorro/&quot; target="blank” rel=”follow”>alergia a cão, gato, poeira e mofo. Com isso, podemos ajudar o paciente com outras alergias mais perenes ao longo do ano, mesmo fora do inverno”, detalha.

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  • Limpeza doméstica correta pode evitar infestação de insetos

    Elas são pequenas, ágeis, possuem a capacidade de se esconder e, por vezes, têm a sua presença negligenciada em ambientes domésticos. Apesar disso, pragas urbanas como pulgas, <a href="https://drlavatudo.com/blog/como-acabar-com-baratas&quot; target="blank” rel=”follow”>baratas, <a href="https://drlavatudo.com/blog/como-acabar-com-formigas&quot; target="blank” rel=”follow”>formigas e <a href="https://drlavatudo.com/blog/como-acabar-com-percevejo-do-colchao&quot; target="blank” rel=”follow”>percevejos podem picar, morder, danificar alimentos e objetos e, ainda, transmitir uma série de doenças ao ser humano, como mostra uma publicação da Fundação Oswaldo Cruz (<a href="https://www.canalsaude.fiocruz.br/canal/videoAberto/pragas-urbanas-LES-1907&quot; target="blank” rel=”follow”>Fiocruz).

     

    Para se ter ideia, as baratas agem como vetores de doenças causadas por bactérias, como a furunculose, hanseníase, tuberculose, poliomielite e diarreia, conforme <a href="https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2023/05/18/transmite-doencas-fatais-morde-veja-mitos-e-verdades-sobre-baratas.htm&quot; target="blank” rel=”follow”>publicação do portal UOL. Mas, afinal, como evitar a aparição de pragas urbanas no lar?

    Pedro Sampaio, especialista em <a href="https://drlavatudo.com/limpeza-de-sofa&quot; target="blank” rel=”follow”>limpeza de sofá da Dr. Lava Tudo, empresa especializada em higienização e impermeabilização de estofados, explica que “a presença de baratas e outros insetos em ambientes domésticos está frequentemente ligada à existência de farelos e migalhas de alimentos pela casa”.

    Segundo o especialista, os tipos de sujeira que mais atraem os visitantes indesejados são:

    Como evitar a aparição de insetos?

    Nesse cenário, segundo Sampaio, muitos se perguntam como pode ser feita a limpeza no ambiente doméstico de modo a <a href="https://drlavatudo.com/blog/como-acabar-com-pulgas&quot; target="blank” rel=”follow”>prevenir a aparição de insetos como pulgas, baratas, formigas e percevejos. Segundo o especialista, o primeiro passo é prezar pela limpeza regular: “Realize a limpeza da casa com frequência, principalmente dos sofás, colchões e tapetes”, destaca. “É importante optar pela limpeza profissional dos estofados pelo menos uma vez a cada seis meses para garantir que todas as migalhas escondidas saiam dos móveis”, recomenda.

    Para Sampaio, também é importante zelar pelo armazenamento adequado de alimentos, que devem ser guardados em recipientes fechados, além de limpar a geladeira regularmente. “Preste atenção ao lixo: retire o lixo regularmente e mantenha a lixeira limpa e com tampa”, acrescenta.

    O especialista em limpeza de sofá da Dr. Lava Tudo chama a atenção para a importância da eliminação de água parada: “Verifique vasos de plantas, pias e outros locais onde a água possa se acumular e elimine-a”.Para concluir, Sampaio ressalta que é importante prestar atenção ao vedamento de frestas: “Sele frestas e rachaduras em paredes, pisos e janelas para evitar a entrada de insetos. Vale a pena utilizar telas em janelas e portas para impedir a entrada de insetos voadores”, aconselha.

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