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É impossível resistir a estes três signos (são os mais sedutores)
Tem um amigo que consegue seduzir qualquer um com apenas um olhar? É muito provável que encontre o signo dessa pessoa nesta lista do PinkVilla. Porquê? Menciona os mais sedutores do zodíaco. Veja!
Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)
“É possível descrever as pessoas deste signo como enigmáticas, fortes e encantadoras.” Têm muito carisma e, mesmo quando não querem, conseguem seduzir qualquer um.
Peixes (20 de fevereiro a 20 de março)
“Têm o dom de atrair as pessoas que os rodeiam” e de manter sempre a calma independentemente da situação. Para além disso, “irradiam secretismo”, o que lhes permite “fascinar e despertar a curiosidade dos outros”.
Capricórnio (22 de dezembro a 20 de janeiro)
Nativos deste signo “acham que ter um sentido de estilo excêntrico que irradia confiança e singularidade pode ser muito apelativo”. Concentram-se em “reforçar as suas caraterísticas positivas, como a competência e a independência, o que atrai muitos indivíduos”.
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Febre do Oropouche: O que é a doença que mais preocupa o Brasil
Nos últimos anos, o Brasil e outros países da América do Sul vivenciaram o surgimento e crescimento de um vírus relativamente antigo, mas desconhecido, que pode ser mortal nos próximos anos. A febre de Oropouche infectou milhares de pessoas apenas nos últimos seis meses e, embora a maioria dos casos tenha se limitado a este continente, novos casos também foram registrados na Europa também, pela primeira vez.
Mas a febre de Oropouche é uma grande ameaça às nossas vidas? Como ela é transmitida? E como podemos evitar de ser infectados, se é que é possível? Clique nesta galeria para encontrar respostas sobre este vírus potencialmente perigoso.
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Conexão intensa com cachorro reduz risco de depressão e ansiedade
Pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, descobriram que mulheres de meia-idade e idosas que são apegadas a seus animais de estimação, especialmente cachorros, possuem menores níveis de ansiedade e depressão. E o impacto do amor pelos pets na saúde mental é ainda maior entre aquelas que sofreram abusos na infância.
No estudo, publicado na revista científica JAMA Network Open, foram consideradas as respostas de 214 mulheres, com idade média de 60,8 anos. Dessas, 140 declararam ter animal de estimação e 74 afirmaram não ter um pet. Entre elas, 156 (72,6%) tinham histórico de abuso infantil.
As participantes responderam dois questionários, em 2013 e 2014, com questões sobre sintomas de ansiedade e depressão, e aquelas que afirmavam ter um animal eram direcionadas também para perguntas sobre a relação com o bichinho. Os resultados mostraram que o maior apego a cachorros está associado à redução de depressão, ansiedade e seus sintomas, especialmente entre sobreviventes de abuso. “Isso significa que quanto mais apegado você for ao seu animal de estimação, menor será o risco de depressão e ansiedade”, afirmou a epidemiologista Eva Schernhammer, coautora do estudo, em entrevista à The Harvard Gazette.
CÃES X GATOS. Cerca de 56% (78) das participantes com pets possuíam cachorros e apenas 33% (46) tinham gatos. Entre estas, o apego ao animal não refletiu em melhores indicadores de saúde mental, o que surpreendeu os pesquisadores. Eva ressaltou que serão necessários estudos com um número maior de felinos para confirmar e compreender essa divergência.
Para Elton Kanomata, psiquiatra do Hospital Israelita Albert Einstein, a principal relação entre o animal de estimação e a saúde mental está no cuidado. O cachorro pode servir desde companhia no momento de solidão até fazer o dono praticar atividades físicas, como caminhadas ao levar o amigo a passear.
Por isso, o ponto principal trazido pela pesquisa é que a ligação tutor-animal é a variável mais importante para obtenção de benefícios. “Concluímos, até certo ponto, a primeira parte desse projeto. Agora, estamos começando a olhar para mecanismos que explicam isso”, disse Eva.
ABUSOS. Outro ponto significativo está nos benefícios para mulheres que sofreram algum tipo de violência física ou sexual na infância. “Não conhecia nada voltado para essa população de mulheres, especificamente”, destacou Kanomata.
Para o psiquiatra, este poderia ser mais um grupo beneficiado por animais de suporte emocional. Hoje, já existem cachorros treinados para auxiliar em crises de pânico, chamando por ajuda; como apoio para pessoas com autismo; e treinados para identificar alucinações de tutores com esquizofrenia. “Só não devemos ‘prescrever’ um pet para alguém que não gosta de animais”, brincou a pesquisadora.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Tudo o que você precisa saber sobre melasma
O melasma, ou cloasma, é uma doença de pele comum que afeta principalmente as mulheres, especialmente durante e após a gravidez. Ocorre quando as células produtoras de melanina são superestimuladas, causando manchas marrons ou acinzentadas de pigmentação. Embora não haja cura, a condição pode ser controlada. Ela pode até desaparecer por conta própria à medida que você envelhece.
Mas o que causa o melasma? E quais são as opções de tratamento? Para obter respostas a essas perguntas e muito mais, clique nesta galeria.
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Hepatites: prevenção e vacinação são essenciais para conter disseminação
As hepatites virais são infecções silenciosas que afetam o fígado e representam um sério problema de saúde pública. No mundo, as mortes causadas pela doença estão aumentando e já são a segunda principal causa infecciosa de óbito, com 3,5 mil pessoas falecendo por dia e 1,3 milhão por ano, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS). Apesar da natureza muitas vezes assintomática, as hepatites virais podem ser controladas com o diagnóstico precoce, melhoria no saneamento básico, acesso a tratamento adequado e, principalmente, a vacinação.
No Paraná, a cidade de Curitiba enfrenta um surto de hepatite A. De acordo com um boletim epidemiológico da Secretaria Municipal da Saúde, mais de 360 casos foram registrados entre janeiro e julho de 2024, representando um aumento de 7.220% em comparação com os cinco casos diagnosticados no mesmo período do ano passado. Como as hepatites podem causar sintomas agudos e, em casos crônicos, levar a complicações graves, a capital paranaense também registrou cinco mortes relacionadas à doença e um transplante de fígado.
Quais são os diferentes tipos de hepatites?
Existem cinco tipos de hepatites virais — A, B, C, D e E —, além de outras causadas por distúrbios autoimunes, medicamentos e drogas. Entre as mais comuns, a hepatite A, que geralmente aparece na infância e adolescência, é conhecida por seus sintomas iniciais sutis, que incluem febre, mal-estar e icterícia. Já as hepatites B e C são mais preocupantes devido à sua capacidade de evoluir para formas crônicas severas, como cirrose e câncer de fígado.
“As hepatites B, C e D são transmitidas por fluidos corporais infectados, incluindo relações sexuais desprotegidas, transfusão de sangue e compartilhamento de agulhas. Seus sintomas variam desde um quadro assintomático a um quadro agudo com febre, dor abdominal e icterícia”, explica o gastroenterologista e hepatologista Jean Tafarel, dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru. Já a hepatite E, menos grave exceto em casos fulminantes, não possui vacina e pode afetar pessoas de todas as idades, especialmente mulheres grávidas.
Como se vacinar contra a hepatite?
As infecções mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C, sendo que os subtipos A e B são preveníveis por vacina, disponibilizada gratuitamente pelo SUS. “O sistema de saúde oferece ampla vacinação contra a hepatite B e, desde 2014, a vacina de hepatite A tem sido administrada em crianças de 1 a 5 anos e aos adultos do grupo de risco descritos no protocolo no Ministério da Saúde. Isso é fundamental para protegermos a população e contermos a disseminação dessas doenças infecciosas”, explica o médico Jean Tafarel.
A vacina contra a hepatite A é oferecida em duas doses, com intervalo de seis meses, e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde e na rede privada. Já a vacina contra a hepatite B é administrada em três doses e é recomendada para todas as faixas etárias, especialmente para gestantes não vacinadas. Ambas as vacinas são amplamente acessíveis e desempenham um papel crucial na prevenção da doença.
“Apesar dos avanços da medicina, a hepatite continua sendo difícil de erradicar. Sem a manifestação dos sintomas, muitos não sabem que estão infectados e tornam-se vetores da doença. Diante desse quadro, a melhor forma de evitar a hepatite ainda é a prevenção e a vacinação”, avalia o hepatologista.
Qual é a prevenção?
Além da vacinação, algumas medidas podem ser tomadas para prevenir a contaminação. A hepatite A é mais comum em áreas com saneamento básico precário, sendo a higiene a principal forma de prevenção. Isso inclui lavar bem as mãos antes de comer, higienizar os alimentos consumidos crus e evitar contato com água contaminada. No caso das hepatites B, C e D, é fundamental não compartilhar objetos pessoais como lâminas de barbear e seringas, além de usar preservativos nas relações sexuais.
Para o diagnóstico precoce, o hepatologista Jean Tafarel enfatiza a importância de realizar exames de forma regular, especialmente aqueles em grupos de risco. “Essa abordagem permite iniciar tratamentos mais eficazes, reduzindo as chances de complicações graves. Portanto, manter consultas periódicas com o médico e seguir as orientações de vacinação são medidas essenciais na prevenção e no controle das hepatites virais”, complementa o médico dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru.
“Promover a vacinação e conscientizar sobre as medidas preventivas pode ajudar a controlar a disseminação das hepatites virais. É essencial que a população esteja informada sobre os riscos e as formas de prevenção, visando reduzir o número de novos casos e melhorar a qualidade de vida daqueles já infectados”, finaliza Jean Tafarel.
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Todo pai e mãe faz essas coisas em segredo, mas eles NÃO admitem!
Se você chegar a um ponto em sua vida em que está pronto para ter filhos, será uma maravilha para você finalmente perceber como seus próprios pais conseguiram lhe criar e os seus irmãos (caso tenha). Os pais de primeira viagem muitas vezes sentem que dificilmente estão fazendo as coisas da maneira correta ou que estão no controle da situação. De fato, a paternidade e maternidade não é fácil, os desafios diários são imensos e, justamente por isso, há alguns segredos – mesmo os mais controversos – que ajudam os pais a sobreviverem à rotina sem surtarem!
Curiosamente, as coisas secretas que você faz como mãe ou pai provavelmente são as mesmas que seus pais faziam no passado, e são coisas que até mesmo as super mães e os super pais “perfeitos” fazem quando ninguém está vendo. Afinal, desde que seu filho esteja feliz e saudável, não há problema em apelar para alguns atalhos para manter a sua saúde mental, certo?
Na galeria, descubra as coisas mais hilariantes e relacionáveis que todos os pais fazem, mas raramente algum admitirá.
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Baixa testagem pode mascarar aumento de casos de Covid no país, dizem especialistas
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A baixa testagem, o autodiagnóstico -quando a pessoa acredita estar com gripe ou Covid, mesmo sem testar- e o autoteste -comprado em farmácias para realizar em casa, que pode ter um índice de falso positivo e não tem notificação compulsória- podem mascarar os novos casos de Covid e geram uma subnotificação, apontam especialistas.
Há uma tendência de alta de positividade nos laboratórios públicos e privados nas últimas semanas, de acordo com o Ministério da Saúde.
Segundo último informe do dia 10 de agosto, houve um aumento de 29,8% nas médias móveis de casos (total de casos na semana dividido por sete) e de 39% nos óbitos registrados na semana epidemiológica 32, em comparação com a semana anterior. Os casos novos foram de cerca de 4.000 para 9.000 no período.
Os dados, no entanto, são apenas uma pequena parte da realidade: cerca de 20%, segundo Wallace Casaca, coordenador da plataforma SP Covid-19 Infotracker, que acompanha a evolução da pandemia.
“Tem uma parcela que não entra nas estatísticas oficiais. Sabemos uma ínfima porção dos casos, que são mais severos, pessoas que acabam buscando postos de saúde ou até hospitalização”, afirma.
Procurado, o Ministério da Saúde informou que implementou uma série de estratégias para evitar a subnotificação de casos das duas doenças, como a ampla disponibilização de diagnósticos, incluindo RT-PCR e testes rápidos de antígeno.
De acordo com Rosana Richtmann, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e diretora de imunização da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia), o interesse pelos testes de Covid diminuiu conforme as pessoas optam pelo autodiagnóstico. Isso costuma acontecer em casos de sintomas característicos de quadros leves da doença.
“Com o avanço da pandemia e com a modificação do quadro clínico da Covid, as pessoas podem ter um quadro que parece uma infecção respiratória, como uma coriza, tosse, dor de cabeça, acham que é gripe e não vão testar como testavam no passado. A falta de diagnóstico faz com que a gente não tenha números reais do que está acontecendo no nosso país”.
Os quadros mais leves estão associados tanto a ter tido Covid uma vez quanto à eficácia das vacinas.
Para Casaca, esse problema poderia ser reduzido com uma política pública de incentivo à testagem. “Infelizmente, não há essa política e isso, além de contribuir para a subnotificação, se traduz em uma percepção para a população de que a Covid acabou”.
O autoteste vendido em farmácias, por sua vez, faz com que os casos não cheguem à estatística oficial. A pasta da Saúde não criou um mecanismo para receber informações de autotestes, diz o médico sanitarista da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Cláudio Maierovitch.
O acesso aos testes também é um problema apontado por Casaca. Embora estejam disponíveis na rede pública, ainda é mais fácil a obtenção de testes na rede privada, onde existe um outro problema, que é o alto custo. Os mais baratos custam, em média, R$ 50 a unidade.
Segundo Casaca, a vigilância genômica nacional também não é tão forte quanto em outros países. “Ter um mapeamento mais rápido dos casos [ajuda a] antever a explosão de casos. Caso haja crescimento de uma variante que é muito agressiva, você consegue direcionar políticas públicas para aquela localidade.”
Outros dados também podem apontar a subnotificação de casos de Covid. Os mais confiáveis dizem respeito à internação por Srag (síndrome respiratória aguda grave) e os dados de mortes por vírus respiratórios, segundo Maierovitch.
Segundo informe do Ministério da Saúde, 46% das 63 mortes por Srag entre as semanas epidemiológicas 30 a 32 aconteceram por covid.
Para Richtmann, a falta de testagem é prejudicial, principalmente, aos grupos de risco. “Para o jovem que tem quadro clínico leve não faz diferença, mas pode colocar pessoas em risco. Talvez o descaso com quadro clínico de um indivíduo reflita uma falta de responsabilidade social.”
Aumento de casos e vacina
O aumento de casos no Brasil, em geral, acompanha uma curva de aumento de casos no mundo e pode estar associado à chegada de novas variantes.
Nos últimos meses, houve um pico de novas infecções principalmente nos Estados Unidos. A França e outros países da Europa também apontaram a presença em ascensão da variante KP.2, batizada de “FLiRT”.
Para garantir a proteção, os especialistas reforçam que a vacina ainda é determinante. No Brasil, só podem tomar a vacina os grupos de risco, como crianças entre 6 meses a 4 anos, pessoas com 60 anos ou mais, gestantes, puérperas, imunocomprometidos e pessoas a partir de 5 anos com comorbidades.
Além dessa restrição, os profissionais também já apontaram uma irregularidade na presença da vacina nos postos de saúde em alguns estados. São Paulo foi um deles.
Procurada, a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo informou que recebeu 250 mil doses da vacina adaptada contra as novas variantes da empresa de biotecnologia Moderna em agosto, que já fez uma nova solicitação de doses ao PNI (Programa Nacional de Imunizações) e que aguarda o repasse.
O Ministério da Saúde do governo Lula (PT) entregou menos de 10% das vacinas atualizadas contra a Covid prometidas para 2024. Com poucas doses, a campanha tem ritmo lento e público-alvo limitado.A pasta diz que novas aquisições da vacina estão em andamento, e na última segunda-feira (19) foi iniciado o pregão eletrônico para a compra de mais doses.
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Achocolatado vem de vacas marrons? Muitos americanos acreditam nessas coisas bizarras!
De lagartos que comandam o governo ao leite achocolatado vindo de vacas marrons – as coisas que alguns americanos acreditam podem proporcionar entretenimento infinito aos pesquisadores ano após ano. Ou preocupação… Algumas são teorias conspiratórias populares, enquanto outras são desinformação, pura e simples.
Intrigado? Clique na galeria e descubra alguns dos resultados mais fascinantes de pesquisas de opinião pública nos Estados Unidos que vão fazer sua cabeça explodir. Algumas dessas ideias bizarras já estão até sendo difundidas no Brasil…
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Como ocorre a recuperação muscular após competições intensas
Quem nunca lamentou pelo afastamento de um atleta preferido que, devido a uma lesão, precisou se ausentar das competições por semanas ou até meses? A realidade é que atletas frequentemente enfrentam esses problemas devido às microlesões nas fibras musculares causadas por exercícios intensos ou não habituais. Esse processo, conhecido como dor muscular de início tardio (DOMS), resulta da inflamação e reparação das fibras danificadas.
Fisioterapeuta e coordenadora do curso de Fisioterapia da Faculdade Anhanguera, Marlla Souza explica que diferentes fatores podem desencadear tais lesões e que A recuperação muscular é um processo vital para manter a saúde e a performance atlética, especialmente após atividades físicas intensas. “O acúmulo de ácido lático durante o exercício também pode contribuir para a sensação de desconforto. Além disso, a falta de preparo adequado ou o aumento abrupto na intensidade do treino podem exacerbar essas dores. A recuperação e o descanso são essenciais para minimizar esses efeitos e promover a regeneração muscular”, ressalta a profissional.
Recuperação muscular refere-se ao processo pelo qual o corpo repara e regenera os músculos após esforço físico. A recuperação é o mecanismo pelo qual as fibras se curam e se fortalecem, resultando em ganho de força e resistência. “Após a atividade física, o corpo inicia uma resposta inflamatória para reparar as microlesões musculares. Isso envolve o envio de células imunes e nutrientes para a área afetada. O corpo começa a sintetizar novas proteínas para reparar as fibras musculares danificadas. Enquanto isso, as reservas de glicogênio (a forma de armazenamento de carboidratos nos músculos) são reabastecidas através da ingestão de alimentos ricos em carboidratos e a hidratação é restaurada para compensar a perda de fluidos durante o exercício, essencial para o funcionamento ótimo das células musculares”, esclarece Marlla.
A recuperação adequada não apenas previne lesões, mas também melhora a performance geral. A especialista destaca que uma estratégia de recuperação eficaz deve incluir várias abordagens integradas, como reidratação e nutrição, descanso e sono, técnicas de relaxamento e alongamento, além de fisioterapia e massagens.
Quando a recuperação muscular é necessária?
Após atividades intensivas: A recuperação é particularmente importante após treinos ou competições intensas, quando as fibras musculares foram submetidas a estresse significativo.
Após exercícios de alta intensidade: Atividades que envolvem levantamento de peso, sprints ou treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) demandam um período de recuperação adequado para evitar o overtraining e reduzir o risco de lesões.
Entre sessões de treino: Mesmo entre sessões regulares de treinamento, é fundamental permitir tempo suficiente para recuperação para garantir que os músculos possam se reparar e se fortalecer antes do próximo esforço.
Para prevenção de lesões: A falta de recuperação pode levar ao acúmulo de fadiga muscular, aumentando o risco de lesões e diminuindo o desempenho geral. Técnicas adequadas de recuperação ajudam a prevenir esses problemas.
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Trocar óleo por azeite não emagrece, mas melhora saúde cardiovascular
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A busca por opções mais saudáveis na dieta leva muitas pessoas a trocarem o óleo de cozinha pelo azeite. A esperança é de que a substituição ajude a emagrecer. No entanto, do ponto de vista calórico, não há diferença entre consumir um ou outro. O que muda são os benefícios nutricionais, que são maiores no azeite.
Tanto o óleo de cozinha quanto o azeite possuem a mesma quantidade de calorias -cerca de nove por grama. O que influencia na perda de peso é a quantidade ingerida.
“Se o objetivo é emagrecer, o foco deve estar na moderação do consumo de gorduras, independentemente da origem. O problema está sempre no excesso”, afirma Heloisa Theodoro, nutricionista da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica) e professora da UCS (Universidade de Caxias do Sul).
Embora caloricamente semelhantes, os benefícios -ou prejuízos- não são os mesmos.
Para a nutricionista Beliza Kazihara, do Hospital São Luiz São Caetano do Sul, da Rede D’Or, em São Paulo, o que deve mudar na lógica na hora de escolher é pensar em termos de nutrição. “Sem dúvida, o azeite é mais saudável”, diz.
Isso porque o azeite é rico em gorduras monoinsaturadas, especialmente o ômega 9, que contribui para a redução do colesterol ruim (LDL) e o aumento do colesterol bom (HDL).
O azeite também possui propriedades antioxidantes -que retardam o envelhecimento das células- e anti-inflamatórias -que combatem inflamações no corpo-, o que ajuda na saúde cardiovascular.
Além disso, o azeite ajuda na absorção de vitaminas lipossolúveis, como A, D, E e K, e alguns minerais.
Kazihara explica que existem quatro tipos de azeite disponíveis para consumo. O azeite extravirgem, o virgem, o virgem corrente -que se diferenciam pelos níveis de acidez- e o azeite composto, uma mistura de azeite com outros óleos.
“O extravirgem é a melhor opção para o nosso organismo, por ter menor acidez e maior teor antioxidante. Já o composto, embora tenha o preço mais em conta, não é tão benéfico, devido à presença de gorduras trans”, diz.
Essas gorduras geralmente são encontradas em alimentos ultraprocessados e estão relacionadas ao desenvolvimento de problemas cardiovasculares, pois elevam os níveis de colesterol ruim.
Segundo Theodoro, o ideal para uma alimentação saudável, principalmente para os que querem emagrecer, é evitar ao máximo o uso de gordura, por isso recomenda o uso de panelas antiaderentes e air fryers,”
Se for necessário utilizar uma gordura no preparo de alimentos, a nutricionista Karina Al Assal, especialista em modulação intestinal e síndrome do intestino irritável, recomenda o uso de azeite em sua forma natural, como em saladas, legumes, ou para temperar alimentos prontos.
“Para fazer um arroz, um refogado ou grelhar um bife, o azeite também é recomendado. Ele não é bom para fritura por imersão, porque tem um ponto de fusão menor”, afirma.
Em temperaturas elevadas, o azeite perde suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.
Nesse caso, o uso de óleos vegetais é preferível, mas deve ser evitado.
Existem mais de dez tipos de óleos vegetais, sendo os mais comuns o de soja e o de milho. Os óleos são ricos em ômega 6, que pode ser inflamatório em excesso.
Al Assal explica que a dieta do brasileiro costuma ser pobre em alimentos ricos em ômega. Quando consumido em grandes quantidades, o organismo, que não está acostumado com o composto, pode ficar desequilibrado, aumentando o risco de inflamação.
“Entre os óleos, o de canola e o de girassol têm uma composição ligeiramente mais favorável em relação ao ômega 6”, afirma
Nos últimos anos, o óleo de coco ganhou popularidade como uma alternativa “saudável” a outras gorduras. No entanto, Theodoro argumenta justamente o contrário.
“O uso do óleo de coco é um mito em termos de benefícios à saúde. Ele é considerado prejudicial devido ao alto conteúdo de gordura saturada, que pode aumentar o LDL, o colesterol ruim. Inclusive, há relatos de aumento de peso”, diz.
Manteiga ou margarina?
A escolha entre manteiga e margarina também gera muitas dúvidas entre aqueles que buscam uma alimentação mais saudável.
As três nutricionistas concordam que a manteiga é uma opção menos prejudicial em comparação à margarina.
A manteiga, sendo de origem animal, contém colesterol e gordura saturada, mas em quantidades moderadas, pode ser incluída na dieta.
A margarina, por outro lado, é um produto industrializado. Ela passa por processos químicos que transformam o óleo vegetal em uma gordura sólida, muitas vezes resultando na formação de gorduras trans.
Essas gorduras são conhecidas por seus efeitos prejudiciais à saúde cardiovascular.
Numa ordem de escolhas mais saudáveis, as nutricionistas concordam que a prioridade deve ser o azeite extravirgem, seguido por outros azeites, óleos vegetais, manteiga e, por último, a margarina.
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