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Signos que pensam demais em tudo e estão sempre preocupados
Há pessoas relaxadas que não precisam pensar duas vezes antes de fazer as coisas. Já outras tendem a analisar tudo e, por isso, entram nesta lista dos signos que pensam demais. Identifica-se? Leia o que os astrólogos disseram ao BestLife.
1- Virgem (23 de agosto a 22 de setembro)
São muito perfeccionistas. É uma característica excelente, mas, infelizmente, leva-os a pensar e analisar tudo em detalhes, incluindo as questões pequenas.
2- Gêmeos (21 de maio a 21 de junho)
Têm a “capacidade de analisar todas as situações de múltiplos ângulos”, o que resulta numa “constante guerra mental” e, consequentemente, os faz pensar demais em tudo.
3- Libra (23 de setembro a 22 de outubro)
Os nativos deste signo são obcecados com a justiça. Isto faz com que duvidem muito de si próprios. São capazes de ter “debates internos consigo próprios sobre assuntos aparentemente insignificantes”.
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Tudo que cabeleireiros gostariam que você realmente soubesse!
Você finalmente chega no salão (ou barbeiro), está pronta para cortar o cabelo, quando a cabeleireira questiona: “O que você gostaria de fazer hoje?” É uma pergunta importante e pode parecer um pouco assustadora, já que seus fios de cabelo estão sendo inspecionados. Mas ir ao salão não deveria ser uma experiência estressante! Então, por que as pessoas se sentem tão confusas? Entender o que seu cabeleireiro está pensando pode realmente ajudar você e ele.
Quer saber mais? Clique na galeria para descobrir as coisas que os cabeleireiros queriam que mais clientes soubessem!
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Trocar óleo por azeite não emagrece, mas melhora saúde cardiovascular
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A busca por opções mais saudáveis na dieta leva muitas pessoas a trocarem o óleo de cozinha pelo azeite. A esperança é de que a substituição ajude a emagrecer. No entanto, do ponto de vista calórico, não há diferença entre consumir um ou outro. O que muda são os benefícios nutricionais, que são maiores no azeite.
Tanto o óleo de cozinha quanto o azeite possuem a mesma quantidade de calorias -cerca de nove por grama. O que influencia na perda de peso é a quantidade ingerida.
“Se o objetivo é emagrecer, o foco deve estar na moderação do consumo de gorduras, independentemente da origem. O problema está sempre no excesso”, afirma Heloisa Theodoro, nutricionista da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica) e professora da UCS (Universidade de Caxias do Sul).
Embora caloricamente semelhantes, os benefícios -ou prejuízos- não são os mesmos.
Para a nutricionista Beliza Kazihara, do Hospital São Luiz São Caetano do Sul, da Rede D’Or, em São Paulo, o que deve mudar na lógica na hora de escolher é pensar em termos de nutrição. “Sem dúvida, o azeite é mais saudável”, diz.
Isso porque o azeite é rico em gorduras monoinsaturadas, especialmente o ômega 9, que contribui para a redução do colesterol ruim (LDL) e o aumento do colesterol bom (HDL).
O azeite também possui propriedades antioxidantes -que retardam o envelhecimento das células- e anti-inflamatórias -que combatem inflamações no corpo-, o que ajuda na saúde cardiovascular.
Além disso, o azeite ajuda na absorção de vitaminas lipossolúveis, como A, D, E e K, e alguns minerais.
Kazihara explica que existem quatro tipos de azeite disponíveis para consumo. O azeite extravirgem, o virgem, o virgem corrente -que se diferenciam pelos níveis de acidez- e o azeite composto, uma mistura de azeite com outros óleos.
“O extravirgem é a melhor opção para o nosso organismo, por ter menor acidez e maior teor antioxidante. Já o composto, embora tenha o preço mais em conta, não é tão benéfico, devido à presença de gorduras trans”, diz.
Essas gorduras geralmente são encontradas em alimentos ultraprocessados e estão relacionadas ao desenvolvimento de problemas cardiovasculares, pois elevam os níveis de colesterol ruim.
Segundo Theodoro, o ideal para uma alimentação saudável, principalmente para os que querem emagrecer, é evitar ao máximo o uso de gordura, por isso recomenda o uso de panelas antiaderentes e air fryers,”
Se for necessário utilizar uma gordura no preparo de alimentos, a nutricionista Karina Al Assal, especialista em modulação intestinal e síndrome do intestino irritável, recomenda o uso de azeite em sua forma natural, como em saladas, legumes, ou para temperar alimentos prontos.
“Para fazer um arroz, um refogado ou grelhar um bife, o azeite também é recomendado. Ele não é bom para fritura por imersão, porque tem um ponto de fusão menor”, afirma.
Em temperaturas elevadas, o azeite perde suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.
Nesse caso, o uso de óleos vegetais é preferível, mas deve ser evitado.
Existem mais de dez tipos de óleos vegetais, sendo os mais comuns o de soja e o de milho. Os óleos são ricos em ômega 6, que pode ser inflamatório em excesso.
Al Assal explica que a dieta do brasileiro costuma ser pobre em alimentos ricos em ômega. Quando consumido em grandes quantidades, o organismo, que não está acostumado com o composto, pode ficar desequilibrado, aumentando o risco de inflamação.
“Entre os óleos, o de canola e o de girassol têm uma composição ligeiramente mais favorável em relação ao ômega 6”, afirma
Nos últimos anos, o óleo de coco ganhou popularidade como uma alternativa “saudável” a outras gorduras. No entanto, Theodoro argumenta justamente o contrário.
“O uso do óleo de coco é um mito em termos de benefícios à saúde. Ele é considerado prejudicial devido ao alto conteúdo de gordura saturada, que pode aumentar o LDL, o colesterol ruim. Inclusive, há relatos de aumento de peso”, diz.
Manteiga ou margarina?
A escolha entre manteiga e margarina também gera muitas dúvidas entre aqueles que buscam uma alimentação mais saudável.
As três nutricionistas concordam que a manteiga é uma opção menos prejudicial em comparação à margarina.
A manteiga, sendo de origem animal, contém colesterol e gordura saturada, mas em quantidades moderadas, pode ser incluída na dieta.
A margarina, por outro lado, é um produto industrializado. Ela passa por processos químicos que transformam o óleo vegetal em uma gordura sólida, muitas vezes resultando na formação de gorduras trans.
Essas gorduras são conhecidas por seus efeitos prejudiciais à saúde cardiovascular.
Numa ordem de escolhas mais saudáveis, as nutricionistas concordam que a prioridade deve ser o azeite extravirgem, seguido por outros azeites, óleos vegetais, manteiga e, por último, a margarina.
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Truques e dicas para livrar sua casa do cheiro dos seus animais de estimação
Se você tem um animal de estimação, saberá que não há nada mais embaraçoso do que convidar alguém para sua casa e receber um comentário sobre o cheiro. Embora você possa não sentir o odor de seu amigo peludo, seus convidados certamente notarão. É por isso que é importante manter um espaço limpo e tratar regularmente quaisquer odores relacionados a animais de estimação. Se você tem um cachorro, gato ou hamster, este guia prático está repleto de dicas para manter sua casa livre de cheiros ruins.
Clique e descubra truques e dicas para remover odores de animais de estimação da sua casa!
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Conexão intensa com cachorro reduz risco de depressão e ansiedade
Pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, descobriram que mulheres de meia-idade e idosas que são apegadas a seus animais de estimação, especialmente cachorros, possuem menores níveis de ansiedade e depressão. E o impacto do amor pelos pets na saúde mental é ainda maior entre aquelas que sofreram abusos na infância.
No estudo, publicado na revista científica JAMA Network Open, foram consideradas as respostas de 214 mulheres, com idade média de 60,8 anos. Dessas, 140 declararam ter animal de estimação e 74 afirmaram não ter um pet. Entre elas, 156 (72,6%) tinham histórico de abuso infantil.
As participantes responderam dois questionários, em 2013 e 2014, com questões sobre sintomas de ansiedade e depressão, e aquelas que afirmavam ter um animal eram direcionadas também para perguntas sobre a relação com o bichinho. Os resultados mostraram que o maior apego a cachorros está associado à redução de depressão, ansiedade e seus sintomas, especialmente entre sobreviventes de abuso. “Isso significa que quanto mais apegado você for ao seu animal de estimação, menor será o risco de depressão e ansiedade”, afirmou a epidemiologista Eva Schernhammer, coautora do estudo, em entrevista à The Harvard Gazette.
CÃES X GATOS. Cerca de 56% (78) das participantes com pets possuíam cachorros e apenas 33% (46) tinham gatos. Entre estas, o apego ao animal não refletiu em melhores indicadores de saúde mental, o que surpreendeu os pesquisadores. Eva ressaltou que serão necessários estudos com um número maior de felinos para confirmar e compreender essa divergência.
Para Elton Kanomata, psiquiatra do Hospital Israelita Albert Einstein, a principal relação entre o animal de estimação e a saúde mental está no cuidado. O cachorro pode servir desde companhia no momento de solidão até fazer o dono praticar atividades físicas, como caminhadas ao levar o amigo a passear.
Por isso, o ponto principal trazido pela pesquisa é que a ligação tutor-animal é a variável mais importante para obtenção de benefícios. “Concluímos, até certo ponto, a primeira parte desse projeto. Agora, estamos começando a olhar para mecanismos que explicam isso”, disse Eva.
ABUSOS. Outro ponto significativo está nos benefícios para mulheres que sofreram algum tipo de violência física ou sexual na infância. “Não conhecia nada voltado para essa população de mulheres, especificamente”, destacou Kanomata.
Para o psiquiatra, este poderia ser mais um grupo beneficiado por animais de suporte emocional. Hoje, já existem cachorros treinados para auxiliar em crises de pânico, chamando por ajuda; como apoio para pessoas com autismo; e treinados para identificar alucinações de tutores com esquizofrenia. “Só não devemos ‘prescrever’ um pet para alguém que não gosta de animais”, brincou a pesquisadora.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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A estranha conexão entre o consumo de álcool pelo pai e o desenvolvimento do bebê
A maioria das pessoas sabe que o consumo de álcool durante a gravidez pode causar sérios danos ao desenvolvimento do feto. Diversas campanhas de saúde pública enfatizam que não existe uma quantidade segura de álcool que possa ser ingerida durante a gestação. As evidências são claras e apontam para uma série de sintomas que caracterizam a Síndrome Alcoólica Fetal (SAF), um amplo espectro de problemas causados pelo consumo de álcool durante a gravidez. No entanto, os cientistas agora estão começando a explorar o papel do pai e seus hábitos de consumo de álcool, e os resultados podem ser surpreendentes.
Curioso? Continue lendo para descobrir mais.
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Especialista alerta para quatro sintomas de Alzheimer antes dos 30 anos
O Alzheimer não afeta apenas os idosos. A doença pode se manifestar a partir dos 30 anos, e por isso é crucial estar atento a sinais de alerta além da perda de memória.
Em um artigo publicado no portal The Conversation, o professor Mark Dallas, da Universidade de Reading, no Reino Unido, ressalta que, embora os casos sejam raros, o Alzheimer tende a aparecer após os 50 anos. Ele também menciona que jovens podem apresentar outros sintomas, como dificuldades de atenção, menor capacidade de gesticulação com as mãos, perda de consciência espacial e níveis elevados de ansiedade.
Vale lembrar que o termo “demência” é genérico e engloba uma série de doenças caracterizadas por alterações cognitivas, incluindo perda de memória, mudanças na linguagem e desorientação temporal ou espacial. Embora não haja tratamento para a maioria dos casos, estudos mostram que cerca de 40% das demências, incluindo o Alzheimer, a forma mais comum, podem ser prevenidas ou retardadas.
A Organização Mundial da Saúde estima que há 47,5 milhões de pessoas com demência em todo o mundo. Esse número pode alcançar 75,6 milhões em 2030 e quase triplicar até 2050, chegando a 135,5 milhões.
Leia Também: Sal em excesso pode contribuir para a disfunção cerebral, diz estudo
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Por que o crochê está voltando com força à moda
Prepare linhas e agulhas: o crochê está na moda! Se você ainda não adotou isso como hobby durante o lockdown, ainda dá tempo de aprender. Personificado pela vovó e pelo estilo cottagecore, o crochê tem crescido em popularidade e parece que vai ficar. A tendência foi lentamente se infiltrando nos looks das passarelas e nos guarda-roupas das celebridades, adicionando ainda mais combustível ao frenesi.
Intrigado? Clique para descobrir por que o crochê está de volta e como você pode usá-lo.
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Receita de ‘muffins’ para aproveitar as bananas quase estragadas
Odeia desperdiçar comida? Tem de aprender novas receitas que ajudem a aproveitar ao máximo os alimentos. Por exemplo, a Food Network tem uma receita de ‘muffins’ ideal para usar as bananas a mais e que estão quase estragando. Experimente!
Ingredientes:
1 xícara de farinha de trigo
1/2 xícara de farinha para todos os fins
1 colher de chá de fermento em pó
1 colher de chá de canela em pó
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1/2 colher de chá de sal grosso
5 colheres de sopa de óleo de coco derretido
1/4 xícara de açúcar mascavo
1/4 de xícara de xarope de ácer
1 colher de chá de extrato de baunilha puro
2 claras de ovo grandes à temperatura ambiente
1 1/2 xícara de banana muito madura amassada (cerca de 3 bananas grandes)
1/2 xícara de nozes picadas opcionalModo de preparação:
1- Coloque a grelha no centro do forno e ligue-o a 205ºC. Forre uma forma para 12 ‘muffins’ com formas de papel. Depois, numa tigela média, misture a farinha de trigo, a farinha para todos os fins, o fermento, a canela, o bicarbonato de sódio e o sal.
2- Entretanto, numa tigela média separada, misture o óleo de coco, o açúcar mascavo, o xarope de ácer, assim como a baunilha e as claras de ovo. Junte as bananas amassadas. Junte os ingredientes secos aos úmidos e mexa até combinar. Junte as nozes.
3- Divida a massa pela forma. Leve ao forno durante 20 a 25 minutos. Deixe esfriar 10 minutos e, em seguida, retire os muffins. Sirva.Leia Também: Aprenda a fazer salada fria de Penne com frango
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Trombose: especialista fala sobre o tema e alerta para perigos e sintomas
Em setembro, é o mês da conscientização do combate à trombose, uma data instituída pelo Congresso Nacional para sensibilizar a população brasileira sobre o tema, evidenciando seus risco e formas de prevenção. A doença é uma das principais causas de mortalidade no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu como meta global a redução em 25% do número de mortes prematuras por doenças não infecciosas até 2025.
A professora do Curso de Fisioterapia da Universidade Unopar Anhanguera, Edine Kavano Kitahara, explica que a trombose se caracteriza, principalmente, pelo desenvolvimento de um coágulo dentro de um vaso sanguíneo, o que causa o entupimento dele e dificulta o retorno venoso ao coração. “A trombose é um problema silencioso e frequentemente assintomático, o que torna a compreensão e a vigilância essenciais. Ela geralmente ocorre nas veias das pernas, conhecida como trombose venosa profunda, ou pode se manifestar nos pulmões como uma embolia pulmonar”, afirma.
Para evitar o problema de saúde, alguns fatores externos de risco devem ser observados como imobilização prolongada, tabagismo e uso de anticoncepcionais, ou em casos de cirurgias, hospitalizações e fraturas. “Como profissionais de enfermagem, nossa responsabilidade é oferecer cuidados eficazes e compassivos para pacientes com trombose. Isso inclui fornecer apoio emocional e educacional, explicar o tratamento de forma clara, monitorar a resposta do paciente e assegurar que eles entendam a importância de seguir as orientações médicas”.
Sobre os sintomas, a professora lista alguns que devem se ter atenção: dor, edema (inchaço) unilateral, vermelhidão na pele, cianose (coloração azul arroxeada), dilatação do sistema venoso superficial, aumento da temperatura local, empastamento muscular (rigidez da musculatura da panturrilha) e dor à palpação.
Riscos no avião
Durante viagens de avião, em razão do espaço reduzido para movimentação, é natural que as pessoas passem mais tempo na mesma posição, prejudicando o retorno do sangue venoso para o coração. Mais comuns em pessoas com predisposição a ter trombose, os sintomas que podem surgir são inchaço na panturrilha, com ou sem dor, e calor no local. “A recomendação é optar por roupas confortáveis que não restrinjam nenhuma parte do corpo, beber bastante água para manter-se hidratado e estimular a vontade de urinar, o que contribui para movimentação e pausas frequentes. É importante evitar ficar na mesma posição por mais de duas horas; mantenha-se em movimento sempre que possível”, conclui a docente.
Fisioterapia para trombose
- A fisioterapia auxilia no tratamento da trombose, quando este paciente já está diagnosticado, medicado e liberado para a fisioterapia pelo seu médico. Existem recursos além dos exercícios como botas pneumáticas e drenagem linfática que auxiliam no retorno venoso. Embora a fisioterapia tenha muitos benefícios, há situações em que a terapia pode ser contraindicada ou deve ser ajustada para garantir a segurança do paciente. Veja abaixo.
- A Trombose venosa profunda não tratada ou instável, deve ser um alerta aos fisioterapeutas pois se o paciente ainda não iniciou o tratamento com anticoagulante, a fisioterapia deve ser evitada, especialmente atividades que aumentem o risco de deslocamento do trombo.
- As massagem nas extremidades afetadas diretamente em membros com trombose deve ser evitada também pois pode facilitar o deslocamento do trombo para o sistema circulatório.
- A fisioterapia, quando bem indicada, pode ser uma ferramenta eficaz na prevenção e no tratamento da trombose venosa profunda, auxiliando na recuperação funcional e na prevenção de complicações graves. No entanto, é fundamental que o fisioterapeuta esteja ciente das contraindicações e das condições clínicas do paciente, trabalhando em estreita colaboração com a equipe multidisciplinar para garantir a segurança durante o tratamento.
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