-
Como se preparar e sobreviver a furacões e outros desastres naturais
Os desastres naturais parecem estar aumentando em frequência e intensidade nos últimos anos como resultado das mudanças climáticas. Furacões, tempestades e incêndios florestais estão atingindo áreas que nunca tinham sofrido com essas emergências antes, afligindo milhões de pessoas completamente despreparadas. Por isso, por via das dúvidas, é importante que todos nós comecemos a aprender sobre o básico de sobrevivência. Por exemplo, como armazenar comida e água e como encontrar abrigo.
Nesta galeria, confira algumas dicas simples e essenciais que vão te ajudar a se preparar para o pior.
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/Vmo7P6G
-
Psicóloga ensina como lidar com trauma transgeracional
A população mundial tem vivenciado diariamente traumas coletivos, como os provocados por guerras, genocídios, desigualdades extremas, violências sociais, eventos climáticos severos e pandemias que criam uma conexão com o sofrimento alheio. No entanto, ao emergir nesses desafios globais, muitas vezes as pessoas esquecem de olhar para seus próprios traumas, que podem ser profundos e hereditários, conhecidos como traumas transgeracionais.
A psicóloga Cristina Florentino (CRP-SP 06-84874) destaca que negligenciar dificulta o autoconhecimento e o manejo advindo dessas feridas. Além disso, reforça que, ao enfrentar as dores do mundo, haja um tempo dedicado para compreender e tratar as histórias individuais de cada um, criando um espaço mental que equilibre o cuidado coletivo e o individual, essencial para uma sociedade mais saudável e evoluída.
Recentemente, uma matéria do G1, baseada na palestra de Julia Weinman, doutoranda da Universidade de Stanford, destacou que cerca de 90% das pessoas enfrentarão pelo menos um evento traumático ao longo da vida.
Cristina afirma que a pesquisa sugere que, na velhice, a maioria das pessoas carregará marcas profundas de experiências passadas. Diante desse cenário, é fundamental desenvolver mecanismos para superar essas vivências. Diante desse reconhecimento tanto dos traumas coletivos quanto dos pessoais, é possível trilhar um caminho mais consciente em direção à cura e ao bem-estar, criando mais resiliência diante das adversidades.Segundo a psicóloga, os traumas podem manifestar-se como episódios isolados, crônicos ou complexos e podem atravessar gerações, deixando marcas profundas no comportamento e nas emoções de indivíduos que nunca viveram os eventos diretamente. Esse fenômeno, conhecido como trauma transgeracional, tem sido amplamente investigado por meio de psicologia, neurociências e epigenética, revelando os impactos do sofrimento humano.
A neurociência também oferece novas perspectivas sobre o tema. Pesquisas lideradas pela professora Rachel Yehuda mostram que experiências traumáticas podem moldar fisicamente o cérebro, influenciando as gerações seguintes. A teoria da neuroplasticidade sugere que traumas vividos pelos pais podem tornar os filhos mais vulneráveis a reações de estresse e ansiedade. Outra área promissora é a epigenética, que investigam como as experiências podem alterar a expressão dos genes sem modificar o DNA.
<a href="https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.1316740111" target="blank” rel=”follow”>Um estudo da revista Proceedings of the National Academy of Sciences demonstrou que ratos expostos a choques elétricos associados a um determinado cheiro transmitiram essa associação a seus descendentes, que reagiam ao odor com medo, mesmo sem terem vivenciado os choques. Isso sugere que marcadores de estresse podem ser “inscritos” geneticamente e transmitidos às gerações futuras.”Embora esses mecanismos tenham se desenvolvido como formas de proteção, a hipervigilância pode se tornar prejudicial em contextos onde não há mais perigo real. Descendentes de pessoas que viveram em zonas de guerra podem herdar respostas exacerbadas a ruídos, vivendo em um estado de alerta constante”, destaca Cristina.
A psicóloga afirma que esses estudos abrem novas discussões sobre o tratamento de traumas. Técnicas que integram psicologia, neurociência e epigenética estão sendo desenvolvidas para ajudar as pessoas a processarem traumas que muitas vezes não sabem que carregam: “É fundamental que profissionais de saúde mental considerem a história familiar dos pacientes, pois as raízes do sofrimento frequentemente estão ligadas a traumas não resolvidos de gerações passadas. O desafio é transformar essas descobertas em práticas que ajudem a curar as feridas emocionais herdadas, criando um futuro menos marcado pelo sofrimento do passado. Essa jornada científica nos lembra que, assim como o trauma pode ser herdado, a resiliência e a cura também podem ser transmitidos, criando histórias para as futuras gerações”, conclui Florentino.
Leia Também: Células velhas da pele aceleram envelhecimento de outras partes do corpo
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/eJVruR1
-
Você está saudável? Esses são os sinais corporais que mostram que sim
Nossos corpos são rápidos em nos dizer quando algo está errado, uma dor aqui, outra acolá. Estes podem ser indícios precoces de problemas de saúde iminentes. Mas também recebemos sinais sugerindo que o corpo em que estamos vivendo é perfeitamente saudável. O problema é que tendemos a tomar essa boa notícia como garantida, porque a sensação de boa saúde é muitas vezes negligenciada.
Então, quais são os indicadores de um estilo de vida saudável e sem problemas? Clique na galeria para descobrir!
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/oI6sL9l
-
Existe uma hora ideal para jantar? Finalmente a resposta!
Estando em processo de emagrecimento, será que existe uma hora ideal para jantar? Confrontado pelo jornal Metrópoles com um estudo publicado pela Cell Metabolism, que indica que pessoas que jantam entre as 17 e as 19 horas queimam mais calorias, o nutricionista Matheus Maestralle considera que não há necessidade de jantar tão cedo.
No entender do especialista, é preciso entender o tipo de alimentação que a pessoa em questão está habituada a fazer. “Se for uma refeição maior, com grandes quantidades de carboidratos e gorduras, é interessante dar um intervalo de digestão entre uma a duas horas antes de dormir. Se for uma refeição rápida, como um iogurte natural com abacate, uma porção de castanhas ou uma dose de proteína, podemos esperar uns 30 minutos e ir para cama”, diz.
Maestralle compartilha ainda outro alerta. Comer muito tarde pode impactar o sono “devido ao aumento da insulina e do impacto da produção de melatonina”.
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/IqUOdYv
-
Bebês podem absorver microplásticos pela placenta materna, sugere estudo
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um estudo da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, mostrou que partículas microplásticas foram identificadas em fluídos e tecidos de órgãos, incluindo a placenta e o leite materno.
De acordo com a pesquisa, as partículas são capazes de cruzar a barreira placentária e serem depositadas em tecidos fetais.
Para o estudo, publicado na edição mais recente da Science of The Total Envioronment, seis ratos em processo gestacional foram expostas a aerossóis de poliamida, um microplástico comum na indústria têxtil, durante aproximadamente 4h30 horas por 10 dias não consecutivos.
Duas semanas após o nascimento dos animais, foi feita a coleta de amostra de órgãos como pulmão, fígado, rim, coração e cérebro, que identificou partículas de plástico como a poliamida do aerosol nos filhotes após a exposição gestacional.
De acordo com o estudo, essas descobertas são importantes para o mesmo cenário em humanos, mas mais pesquisas são necessárias para quantificar a deposição em massa de microplásticos, acumulação biológica e toxicidade sistêmica.
O estudo definiu como microplástico partículas com menos de 5 milímetros de dimensão. Os microplásticos analisados foram identificados em amostras de ar adquiridas em ambientes urbanos e remotos e ainda em alimentos e bebidas.
Outros trabalhos mostraram ainda que a visualização e quantificação dos microplásticos foram encontradas em amostras de pulmão humano e até fezes. Segundo os pesquisadores, da mesma forma como acontece com os ratos, as partículas também podem ser transmitidas na relação placentária humana e os bebês já nascerem com micropartículas.
De acordo com os pesquisadores, o objetivo do levantamento foi constatar que microplásticos também podem ser identificados na relação materno-fetal após a inalação pela mãe e o resultado é de grande preocupação porque pode ditar a suscetibilidade de doenças futuras.
Leia Também: Células velhas da pele aceleram envelhecimento de outras partes do corpo
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/dFVIWTE
-
Quais são os tipos de câncer de mama? Veja as diferenças e chances de cura
(FOLHAPRESS) – Existe mais de um tipo de tumor mamário, que é aquele caracterizado pelo crescimento descontrolado de células anormais na mama. É o tumor mais frequente entre mulheres no Brasil, depois do tumor de pele não melanoma.
Independentemente do tipo, as pacientes devem fazer exames de imagem, como mamografia e ultrassom, para identificar a doença. Caso seja encontrada uma lesão na mama, o médico faz uma biópsia, que é a retirada de um fragmento dessa lesão para análise laboratorial.
Se o câncer for diagnosticado, é preciso classificar a doença por meio de duas análises: histológica, para saber o local, origem e extensão do tumor, e uma verificação imunohistoquímica, que identifica como a doença se desenvolve e como pode ser combatida.
*
ANÁLISE HISTOLÓGICAO tipo de câncer de mama mais comum é o carcinoma. A partir da análise histológica, se tem duas principais classificações: ductal ou lobular. Ambos podem ser invasivos ou in situ (no local, em tradução livre).
Sheila Wludarski, patologista do Hospital Sírio-Libânes, afirma que o carcinoma ductal in situ está restrito a mama, na região chamada de ducto mamário, que são estruturas responsáveis pelo transporte do leite materno.
Já os carcinomas ductal e lobular invasivos se originam na estrutura do ducto e dos lóbulos (responsáveis pela produção de leite), respectivamente, mas avançam em outras partes do corpo.
“O câncer invasivo pode infiltrar vasos sanguíneos, linfáticos e até mesmo gerar metástases [quando o câncer se espalha da mama para outras partes do corpo, como fígado e ossos].”
Oncologista clínico da Rede D’or, Rodrigo Guindalini destaca que o carcinoma lobular in situ não é considerado um câncer. “É uma lesão de alto risco, é um sinal de alerta para o desenvolvimento de tumor, por isso deve ser acompanhada.”
Também existe um tipo raro de câncer de mama chamado doença de Paget, que se origina nos ductos mamários (pequenos tubos que transportam o leite até ao mamilo) e se espalha para a pele da mama e da aréola.
A doença pode se manifestar por meio de alterações na pele, como uma lesão elevada, um pequeno nódulo, uma ulceração ou uma descamação.
ANÁLISE IMUNOHISTOQUÍMICA
Para tratar o câncer de mama, é preciso fazer a análise imunohistoquímica depois da histológica. O segundo teste verifica como o câncer se desenvolve e, a partir disso, é feita a avaliação da melhor forma de tratamento. As quatro classificações principais encontradas com o exame são:
– Carcinoma hormonal positivo: quando as células anormais do tumor têm receptores de estrogênio e/ou progesterona. Esses hormônios estimulam o crescimento do câncer
– Carcinoma HER2 positivo: é caracterizado pela superexpressão da proteína HER2, que também estimula o crescimento da doença e pode tornar o tumor mais agressivo
– Carcinoma triplo-negativo: não tem receptores de estrogênio, progesterona e HER2
– Carcinoma triplo-positivo: tem receptores de hormônios e da proteína HER2, que causam a multiplicação das células cancerígenasEXISTE UM TIPO MAIS GRAVE?
Alguns tipos de tumores têm mais opções de tratamento do que outros.
Além disso, o médico também vai verificar o estadiamento do tumor, ou seja, o quanto ele está restrito à mama (in situ ou invasivo), e se ele já tem metástase.
“Quanto mais metastático for o tumor, pior é o prognóstico”, diz a patologista. “Mas isso não quer dizer que a doença não seja passível de tratamento e de cura.”
OS SINTOMAS MUDAM?
Os sintomas do câncer de mama costumam ser comuns a todos os tipos da doença que, em fases iniciais, pode não dar sinais. Os mais recorrentes incluem:
– Nódulo palpável: o nódulo pode ser sentido em um autoexame, quando já está maior, ou encontrado em exames de imagem, como ultrassom e mamografia
– Alterações no mamilo: coceira ou secreção, que podem ser sanguinolentas, aquosas ou amareladas
– Mudanças na pele: o câncer avançado pode se manifestar com vermelhidão na pele, inchaço que faz a pele parecer com casca de laranja, ou o aparecimento de gânglios inchados embaixo do braçoQUAIS SÃO AS CHANCES DE CURA?
Muitas pessoas acreditam que o câncer é uma declaração de morte, mas isso não é verdade. Quando diagnosticado de forma precoce, nos estágios iniciais, o tumor mamário tem mais de 95% de chance de cura, segundo a oncologista Fernanda Moura, do Sírio-Libanês.
“A maioria das pacientes vão estar curadas em cinco anos. Por isso é tão importante a gente falar de rastreio, que é realizar a mamografia acima dos 40 anos para todas as mulheres”, destaca.
A mamografia é o exame mais indicado para identificar precocemente um câncer de mama. O exame de rastreamento é realizado, inclusive, em mulheres que não tenham sintomas do tumor.
Esta reportagem faz parte de projeto desenvolvido com apoio do Hospital Sírio-Libanês
Leia Também: Um sintoma inesperado na mão pode indicar câncer de pulmão; fique atento
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/kSCdEw4
-
Células velhas da pele aceleram envelhecimento de outras partes do corpo
Duas equipes de pesquisadores portugueses, incluindo uma da Universidade de Coimbra (UC), descobriram que células envelhecidas da pele podem acelerar o envelhecimento de outras partes do corpo, especialmente o cérebro, ao enviar sinais que promovem o processo de envelhecimento.
A UC destacou, em comunicado, que essa descoberta, realizada em parceria com o Centro de Neurociências e Biologia Celular, a Faculdade de Farmácia da UC e o Laboratório de Envelhecimento Celular e Molecular da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, liderado pelo português João Passos, abre novas possibilidades para o desenvolvimento de terapias que retardem o envelhecimento humano.
“Esta pesquisa é a primeira evidência direta de que células senescentes na pele podem acelerar o envelhecimento em outras partes do corpo. Isso sugere que o envelhecimento das células da pele pode contribuir para efeitos generalizados de envelhecimento no organismo”, explicou a universidade.
Os cientistas conduziram experimentos em ratos jovens para observar os efeitos das células senescentes, que se acumulam à medida que os órgãos envelhecem. Descobriram que a presença dessas células na pele dos animais reduziu a função musculoesquelética, aumentou a fraqueza física e prejudicou a memória. O estudo também revelou que o cérebro, em particular o hipocampo, uma região crucial para a memória e funções cognitivas, foi afetado.
Cláudia Cavadas, uma das coordenadoras da pesquisa e líder do grupo de investigação em Neuroendocrinologia e Envelhecimento, destacou: “Essas reações demonstram uma conexão entre as células envelhecidas na pele e o cérebro.”
Os resultados do estudo podem abrir caminho para intervenções inovadoras que visem retardar o envelhecimento sistêmico. Segundo o comunicado, essa descoberta também pode ajudar a entender melhor a relação entre doenças de pele e outras condições associadas ao envelhecimento.
Os pesquisadores destacam a importância desses novos dados, uma vez que o envelhecimento populacional é uma preocupação global e está relacionado ao aumento das principais doenças crônicas, como as doenças neurodegenerativas. “A pesquisa abre novas possibilidades de estudo sobre o envelhecimento, incluindo a exploração de estratégias para eliminar ou neutralizar células senescentes na pele, com o objetivo de reduzir seus efeitos sistêmicos no envelhecimento do corpo”, concluiu João Passos, co-coordenador do estudo.
Leia Também: Cientistas testam pílula que imita benefícios do exercício físico: como funciona?
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/VK1M09R
-
Comece o dia com um maravilhoso pão de aveia ‘fit’
Com apenas quatro ingredientes, é possível fazer um delicioso pão de aveia, como mostra a receita compartilhada pela nutricionista Ana Rita Campos em uma publicação no Instagram.
Ingredientes:
2 colheres de sopa de farinha de aveia
1 ovo
2 colheres de sopa de iogurte natural
1 pitada de fermento em pó
Sementes de chia (opcional)Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes em uma tigela ou caneca.
Polvilhe com sementes de gergelim por cima.
Leve ao micro-ondas por um minuto e meio.
Corte o pão ao meio e recheie com queijo branco light.
Coloque na sanduicheira para tostar e derreter o queijo.Pronto! Um lanche rápido, saudável e saboroso.
Leia Também: Receita coringa: Aprenda a fazer Torta de Limão
Leia Também: Aprenda a fazer sobrecoxa crocante com biscoito
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/Jz8uMHm
-
Colesterol elevado? Dicas de como diminuir com hábitos saudáveis
O colesterol elevado está diretamente relacionado a diversos problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas, que são uma das principais causas de morte no Brasil. Estima-se que cerca de 40% da população brasileira sofrem de colesterol elevado, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Para controlar e reduzir os níveis de colesterol, é essencial adotar hábitos saudáveis que, felizmente, não são tão difíceis de implementar.
O que é colesterol ruim (LDL) e colesterol bom (HDL)?
O colesterol é uma substância gordurosa essencial para o funcionamento do corpo, mas ele se divide em dois tipos principais: o LDL (lipoproteína de baixa densidade) e o HDL (lipoproteína de alta densidade). O LDL, popularmente conhecido como “colesterol ruim”, pode se acumular nas paredes das artérias, formando placas que dificultam a circulação sanguínea, aumentando o risco de doenças cardiovasculares como infarto e AVC. Já o HDL, o “colesterol bom”, ajuda a remover o excesso de colesterol das artérias, levando-o de volta ao fígado, onde é eliminado. Manter o equilíbrio entre esses dois tipos é essencial para a saúde do coração.
Dicas para reduzir o colesterol
O site StudyFinds cita recomendações da Harvard Health Publishing, do National Health Service do Reino Unido, e da Health Partners, apresentando algumas orientações importantes para manter os níveis de colesterol controlados:
1. Alimentação saudável
Para reduzir o colesterol, é importante consumir alimentos ricos em fibras, como aveia, grãos integrais, frutas, legumes e verduras. Além disso, alimentos como peixes ricos em ômega-3 (salmão e sardinha) e frutos secos (amêndoas e nozes) são ótimos aliados no combate ao colesterol elevado, especialmente o LDL. Evite alimentos ricos em gorduras saturadas e trans, como carnes gordurosas, queijos amarelos, frituras, doces e produtos industrializados.2. Prática de exercícios físicos
A atividade física regular é uma das formas mais eficazes de aumentar os níveis de HDL, o colesterol bom. Recomenda-se ao menos 150 minutos de exercício moderado por semana, como corrida, ciclismo ou natação. A prática de exercícios também ajuda a controlar o peso, que tem um impacto direto nos níveis de colesterol.3. Controle do peso
Manter um peso saudável é crucial para equilibrar os níveis de colesterol. A combinação de uma alimentação equilibrada e a prática regular de exercícios é essencial para alcançar e manter o peso ideal.4. Parar de fumar
O hábito de fumar contribui para o aumento das placas de gordura nas artérias, acelerando o processo de aterosclerose, o que pode levar a doenças cardíacas graves. Parar de fumar melhora significativamente a saúde cardiovascular e ajuda a elevar os níveis de HDL.5. Beber álcool com moderação
O consumo excessivo de álcool pode aumentar os níveis de colesterol e trazer outros prejuízos à saúde. Especialistas do National Health Service recomendam que homens e mulheres não ultrapassem 14 unidades de álcool por semana, além de intercalar dias sem ingestão alcoólica.6. Gerenciamento do estresse e controle do diabetes
O estresse prolongado pode contribuir para o aumento do colesterol, assim como o diabetes mal controlado. Técnicas como meditação, yoga e mindfulness ajudam a reduzir os níveis de estresse. Já para quem vive com diabetes, é fundamental controlar a glicose no sangue, o que contribui para a estabilização dos níveis de colesterol.7. Uso de medicamentos para controle do colesterol
Em alguns casos, mudanças no estilo de vida podem não ser suficientes, e os médicos podem prescrever medicamentos para reduzir os níveis de colesterol, como as estatinas. Esses remédios ajudam a diminuir o LDL e aumentar o HDL, sendo essenciais para pessoas com níveis de colesterol muito elevados.8. Monitoramento regular dos níveis de colesterol
Fazer exames de sangue regulares para medir o colesterol total, LDL e HDL é fundamental para o acompanhamento da saúde cardiovascular. Isso permite a detecção precoce de alterações nos níveis de colesterol e a adoção de medidas preventivas, se necessário.Leia Também: Experimento radical: aluno de Harvard come 720 ovos e surpreende médicos
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/VhmP3jL
-
Conhece alguém da lista de signos mais manipuladores do zodíaco?
Confiar nessas pessoas pode ser arriscado. Elas parecem estar sempre do seu lado, querendo o melhor para você, mas na realidade, estão manipulando para obter algum tipo de vantagem.
De acordo com o site La Opinión, esses são os três signos mais manipuladores do zodíaco. Veja se reconhece alguém.
Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)
“Manipula para ter controle. Faz isso de forma sutil, mas muito eficaz.”
Gêmeos (21 de maio a 21 de junho)
“Como signo duplo, Gêmeos é um dos mais manipuladores. Muda de opinião com muita facilidade.”
Câncer (21 de junho a 21 de julho)
“Pode ser bastante manipulador quando sente que está em perigo. Foca-se mais em proteger a si mesmo do que aos outros.”
Leia Também: Você é um dos signos mais odiados do zodíaco?
via Notícias ao Minuto Brasil – Lifestyle https://ift.tt/46J8uh0