• Como criar uma playlist de música perfeita para alguém que você ama

    Parece que os dias de gravação meticulosa de fitas K7 e CDs acabaram, mas a arte de fazer uma playlist para alguém que você ama nunca vai morrer! Na verdade, esse é um presente bonito e acessível para construir e dar a alguém. Além disso, vai durar mais tempo na memória da pessoa do que qualquer hidratante, bijuteria ou bugiganga tecnológica que você poderia comprar. Mas o processo é mais complexo do que apenas juntar músicas aleatoriamente — ou pelo menos deveria ser. É preciso um pensamento cuidadoso por trás de cada música: a ordem delas e a apresentação são o que transformam uma playlist num presente mais do que especial.

    Se você está em busca de dar um presente maravilhoso para alguém que você ama, essa galeria é para você! Clique e descubra as melhores dicas de como fazer a mixtape/playlist perfeita!

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  • Gravidez após os 35 anos: quais os riscos? É possível contorná-los?

    Cada vez mais mulheres dão à luz depois dos 35 anos, quando a gestação passa a ser considerada de risco. Em São Paulo, o número de mulheres nessa idade que se tornaram mães subiu 40% entre 2010 e 2022. Considerando a faixa acima de 40 anos, o aumento foi ainda maior, de 64%.

     

    “São mulheres que estão no auge da carreira, da saúde, e hoje podemos dizer que uma gestação aos 40 anos é relativamente tranquila. Quando a pessoa avança para os 45 ou 47, aí já é mais complicado”, diz a médica Ana Paula Beck, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein. Mas quais os riscos associados à gestação nessa idade e como contorná-los?

    Concepção

    O primeiro risco está na própria concepção. Quanto mais velha a mulher, mais velhos os óvulos que ela possui, o que pode contribuir para abortos espontâneos e aumentar o risco de o bebê ter uma cromossomopatia, como síndrome de Down.

    Segundo Ana Paula, a chance de uma mulher na faixa de 20 anos ter um bebê com uma alteração genética desse tipo é de 1 para cada 10 mil. Aos 40, entretanto, o índice sobe para 1 a cada 100. “É um risco que não temos como evitar ou mudar”, afirma. Por isso, muitas mulheres optam por congelar os óvulos para que ainda estejam jovens na fecundação.

    O método funciona e está crescendo no Brasil, mas é caro, podendo chegar a R$ 30 mil. Para aquelas que não têm condições de arcar com esse tipo de procedimento, o melhor a fazer é antecipar o acompanhamento médico.

    Eduardo Cordioli, especialista em partos de risco e diretor médico de Obstetrícia do Grupo Santa Joana, afirma que atende muitas pacientes que engravidaram sem ajuda, mas que tiveram uma gestação planejada – atualmente, a média de idade das mães de primeiro filho no Santa Joana é de 34 anos.

    Ele explica que é preciso haver um acompanhamento mais de perto em gestações tardias e, se possível, iniciar os cuidados antes da concepção. “Se engravidar acima de 35 anos sem nenhuma doença crônica, fazendo consultas pré-concepcionais e tendo se preparado para a gravidez, a chance de complicação diminui”, diz.

    Gestação

    O risco de perdas durante a gestação também está ligado à idade: o útero é um órgão muscular e com o passar do tempo tem maior dificuldade de ‘segurar’ o feto. Além disso, os vasos sanguíneos que irrigam a região podem já estar enrijecidos (um processo natural do envelhecimento) e ter acumulado placas de gordura, atrapalhando a oxigenação do bebê.

    Outros possíveis problemas são o diabetes e a hipertensão, mais frequentes em idades mais avançadas. “Mesmo em gestantes que não têm doença nenhuma, há maior ocorrência de distúrbios relacionados à gestação, como pré-eclampsia, diabetes gestacional, parto prematuro, diminuição no crescimento do bebê e má formação fetal, por exemplo, em mulheres mais velhas”, afirma Cordioli.

    Por isso o pré-natal, fundamental não importa a idade da gestante, pode ter consultas mais frequentes a partir dos 35 anos. Conforme o médico, há uma espécie de cálculo para estimar o risco da gestação – no qual a idade é apenas um dos fatores – e a depender dessa avaliação o especialista define um padrão diferente para a paciente.

    Mesmo após o nascimento do bebê, com tudo ocorrendo bem, Cordioli destaca que a obstetrícia moderna tem um conceito de “quarto trimestre”, considerando os três primeiros meses logo após o parto, em que é preciso manter a atenção.

    “Hoje sabemos que mulheres que apresentaram durante a gestação doenças como eclâmpsia ou pré-eclâmpsia e disfunção de crescimento (do bebê) têm maiores chances de terem doenças vasculares no futuro, principalmente enfarte e derrame”, sinaliza.

    O que fazer?

    A dica do médico é: ao começar a pensar em engravidar, procurar um profissional especializado. Hábitos saudáveis, como boa alimentação, prática de atividades físicas, não fumar e não consumir bebida alcoólica, costumam ser muito úteis para a concepção – para não dizer durante a gestação e em qualquer outro momento da vida.

    As consultas iniciais permitirão avaliar ainda a necessidade e a quantidade de suplementação com ácido fólico, cálcio e vitaminas, bem como verificar a possibilidade de medicamentos que controlem a hipertensão, por exemplo.

    “O que mais vejo no consultório é a questão do trauma: muitos pais tentam uma vez, engravidam, mas perdem. Daí, sem conseguir lidar direito com o luto, acabam desistindo de tentar de novo, mas é preciso perseverança”, aconselha a obstetra.

    “Eu só alerto para pensarem em quantos (filhos) vão ter. Se a pessoa quiser mais de um, com certa diferença de idade, melhor adiantar o primeiro para que o segundo não seja tão tarde e acabe sendo mais complicado”, acrescenta Cordioli.

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  • Falta de acompanhamento faz ceratocone progredir, diz pesquisa

    No mundo todo o transplante de córnea está em queda, mas no Brasi a fila única da cirurgia quase triplicou nos últimos 10 anos. Segundo recente levantamento do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) saltou de 10.734 em 2014 para 28.937 em junho do ano.

     

     O que explica este aumento num País em que a Oftalmologia está entre as melhores do mundo?

    De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, diretor executivo do Instituto Penido Burnier de Campinas, um levantamento realizado nos prontuários de 920 portadores de ceratocone atendidos pelo hospital, revela que 690 deles ou 75% não repetem os exames no período prescrito pelos oftalmologistas.

    O que é o ceratocone e como a lente pode piorar a doença

    O oftalmologista afirma que o ceratocone é uma condição degenerativa que enfraquece as fibras de colágeno da córnea, lente externa e transparente do olho, responsável por 60% de nossa refração. A doença afina e curva a córnea que normalmente é esférica e passa a ter o formato de um cone. Altamente incapacitante,  os sintomas do ceratocone são: troca frequente dos óculos, dificuldade de enxergar à noite, miopia associada ao astigmatismo, fotofobia, visão dupla e turva.

    “A falta de acompanhamento oftalmológico do ceratocone é um erro porque o prognóstico de todas as condições de saúde é melhor quanto antes são tratadas”, pontua.  

    Queiroz Neto afirma que no início, a correção da refração pode ser feita com uso óculos associado à instilação de colírio hidratante para melhorar a lubrificação das pálpebras, córnea, conjuntiva, esclera e cílios e evitar danos na porção externa dos olhos.  

    A maioria das pessoas, ressalta, descobrem a condição em estágio intermediário. Uma evidência disso é que dos 920 prontuários avaliados no hospital, 61% ou 561 pacientes já usavam lente de contato rígida que aplana a córnea e melhora a correção refrativa.  

    O especialista explica que o  maior risco da falta de acompanhamento oftalmológico é o aumento da curvatura da córnea em um curto espaço de tempo. Isso porque, prejudica a adaptação da lente de contato que entra em atrito com a córnea e provoca evolução mais rápida do ceratocone. É, portanto, tão perigoso quanto o   hábito de coçar os olhos, já que as duas situações fragilizam as fibras de colágeno e aumentam o risco de transplante.

    Outros fatores de risco

    O oftalmologista salienta que há indícios de que a condição pode estar associada à genética, atopia, fatores ambientais como o excesso de poluição, poeira ou contato com pelo de animais, alterações hormonais que interferem na síntese do colágeno, excesso de limpeza e exposição precoce aos antibióticos. A atopia, explica, pode causar reação alérgica nos olhos, eczema na pele, rinite no nariz e asma nos pulmões. Por isso, toda pessoa que apresenta uma ou mais dessas alterações deve fazer um checkup da córnea.

    Diagnóstico e tratamento

    O oftalmologista ressalta que o exame oftalmológico de rotina não é suficiente para diagnosticar o ceratocone. “O diagnóstico é feito através da tomografia que faz o mapeamento 3D da córnea e possibilita flagrar a doença logo no início.

    “Quanto mais precoce é o diagnóstico, maiores são as chances de escapar do transplante de córnea. No início o tratamento combina o uso de óculos para corrigir a refração e colírio hidratante  que melhoram a lubrificação das pálpebras, córnea, conjuntiva, esclera e cílios  visando evitar danos porção externa dos olhos.  

    O crosslink é único procedimento que interrompe a progressão da doença. A cirurgia, explica, é ambulatorial, feita com anestesia local e consiste na aplicação de riboflavina (vitamina B2) associada à radiação UV (ultravioleta) na superfície da córnea para aumentar sua resistência em até três vezes.

    Causas e sinais de alerta

    Queiroz Neto afirma que a maioria dos casos de ceratocone começa na adolescência. Além dos casos na família, são sinais de alerta as alterações hormonais que podem ser a causa do distúrbio no colágeno,  apneia obstrutiva do sono e a  síndrome da pálpebra flexível que dobra durante a noite, causando olho seco. Nem todas estas alterações aparecem em quem tem ceratocone, mas se mais de uma coexistir sinaliza risco de desenvolver a condição.

    Outros sinais da doença são: alteração frequente de grau, dificuldade de permanecer em locais ensolarados ou muito iluminados, olhos irritados e queda no rendimento escolar.

    Dicas de prevenção

    O oftalmologista finaliza com algumas dicas para prevenir a piora do ceratocone. São elas:

    ·         Mantenha as consultas regularmente para ajustar suas lentes

    ·         Evite coçar os olhos.

    ·         Aplique compressas frias em crises de coceira ou sensação de areia nos olhos.

    ·         Dê preferência às soluções higienizadoras de lente sem conservante para evitar irritações oculares.

    ·         Só use colírio com corticoide sob supervisão médica para afastar o risco de glaucoma.

    ·         Interrompa o uso de antialérgico caso use lente e sinta os olhos ressecados.

    ·         Faça polimento semestral das lentes com seu oftalmologista para eliminar resíduos que deformam a superfície.

    ·         Use óculos escuros com proteção ultravioleta em locais ensolarados.

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  • Saiba quais alimentos nunca deve congelar

    Congelar alimentos pode ser uma solução prática para preservar a comida, mas nem todos os alimentos são adequados para o freezer. De acordo com a nutricionista Camila Pedrosa, em entrevista ao jornal Metrópoles, alguns alimentos perdem propriedades nutricionais e apresentam mudanças na textura e sabor quando congelados. Veja a seguir os principais exemplos e os motivos para evitá-los no congelador.

     

    1. Vegetais de folha verde, como alface e couve

    Embora o espinafre seja uma exceção, a maioria dos vegetais de folha verde perde a frescura e textura quando congelados, tornando-se moles e sem sabor. Isso ocorre porque as células vegetais são danificadas pela formação de cristais de gelo, o que compromete sua estrutura natural.

    2. Tomate

    O congelamento altera a textura do tomate, tornando-o pastoso ao descongelar. No entanto, se o alimento for processado em molhos ou sopas antes do congelamento, o problema é minimizado, pois a alteração de consistência já é incorporada ao preparo.

    3. Batata

    Congelar batatas faz com que se formem cristais de gelo em suas fibras, o que causa mudanças significativas na textura ao serem descongeladas, resultando em uma batata sem maciez e com sabor comprometido.

    4. Chuchu e pepino

    Ambos os vegetais possuem um alto teor de água. O congelamento danifica suas células, o que resulta em uma textura aguada e pouco agradável ao paladar quando descongelados.

    5. Melancia e melão

    Assim como o pepino e o chuchu, essas frutas têm elevado teor de água, o que compromete sua textura. O descongelamento deixa a polpa aguada e sem a consistência fresca esperada.

    6. Frutas cítricas, como limão e laranja

    Além de a textura ser afetada, as frutas cítricas podem perder vitaminas hidrossolúveis, como a vitamina C, durante o congelamento. Para preservar seus nutrientes, é recomendável armazenar apenas o suco das frutas.

    7. Peixes ricos em ômega-3, como salmão e sardinha

    Embora o congelamento possa ser seguro, o ômega-3, presente em peixes como salmão e sardinha, é suscetível à oxidação, o que pode afetar a qualidade nutricional desses alimentos.

    Segundo Camila Pedrosa, a escolha do armazenamento adequado ajuda a preservar o sabor, a textura e os nutrientes dos alimentos, sendo fundamental seguir recomendações específicas para cada tipo de alimento, garantindo a qualidade e a segurança na hora do consumo.

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  • Como arrumar mala de mão para viagem de frio: dicas de uma ex-comissária

    Vai viajar para um destino frio, mas só tem uma mala de mão e já está preocupado sobre como levar tudo o que precisa? Não se preocupe! A ex-comissária de bordo Saskia Sekhri compartilhou dicas práticas com o jornal Metro para aproveitar ao máximo o espaço disponível.

     

    Primeiro, investir em malas com sistema de vácuo pode ser uma excelente ideia. Esse tipo de embalagem ajuda a comprimir roupas volumosas, liberando espaço para outros itens essenciais. Além disso, adotar uma paleta de cores neutra nas roupas facilita criar combinações variadas com poucas peças, reduzindo a quantidade de roupas necessárias.

    Optar por tecidos leves e quentes também faz diferença. Existem materiais leves que oferecem excelente isolamento térmico e ocupam menos espaço. Outro truque é usar o compartimento de guarda-roupa do avião, caso esteja disponível, para armazenar um casaco volumoso sem ocupar espaço na mala.

    Por fim, verificar se o hotel ou alojamento tem ferro de passar permite organizar as roupas sem a preocupação com amassados, ajudando a economizar ainda mais espaço na mala.
     

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  • O que é câncer linfático, doença que acomete Eduardo Suplicy? Veja sintomas e formas de tratar

    O deputado estadual Eduardo Suplicy (PT-SP), de 83 anos, revelou nesta segunda-feira, 28, que está em tratamento contra um linfoma não Hodgkin, diagnosticado em julho deste ano. Esse tipo de doença afeta os vasos e gânglios do sistema linfático, que é responsável pela defesa do corpo humano, ou seja, o sistema imunológico.

     

    O político contou que está realizando imunoquimioterapia, que combina medicamentos tradicionais com drogas que estimulam o sistema imunológico. Por conta do sistema imunológico fragilizado, ele fechou a agenda pública durante o tratamento.

    “Felizmente meus exames já apresentam bons resultados.(…) Agradeço o apoio, às orações e as energias positivas para que eu possa me recuperar o mais breve possível”, publicou, no Instagram.

    Diferenças entre linfoma de Hodgkin e não Hodgkin

    Os linfomas são classificados em subgrupos: os Hodgkin e não Hodgkin. Conforme Philip Bachour, hematologista do Centro Especializado em Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, embora os nomes sejam parecidos, falamos de quadros distintos. “É como comparar uma bicicleta com um caminhão. São meios de transporte, mas completamente diferentes”, explica.

    Uma dessas particularidades tem a ver com a idade dos pacientes. “O linfoma de Hodgkin, de maneira mais geral, acomete pessoas entre 20 e 40, enquanto o não Hodgkin acontece frequentemente em indivíduos de mais idade, a partir de 60 e 70 anos”, explica.

    Incidência

    Entre os linfomas do tipo não Hodgkin, há cerca de 60 subtipos. Alguns até podem acometer crianças, mas se tornam mais frequentes à medida que as pessoas envelhecem.

    O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima cerca de 12 mil novos casos por ano, sendo que a doença afeta mais homens do que mulheres. A cada ano, o órgão estima que ocorram 4,4 mil óbitos devido a essa neoplasia.

    Esse tipo de câncer não é considerado tão comum, porém, o crescimento na incidência tem chamado a atenção: o Inca aponta que os diagnósticos duplicaram nos últimos 25 anos, principalmente entre pessoas com mais de 60 anos. As razões para esse aumento ainda são desconhecidas.

    Prevenção

    O especialista ensina que a neoplasia de Suplicy é idiopática, ou seja, não tem causas totalmente conhecidas. Por isso, não existem formas de prevenção específicas para o linfoma não Hodgkin, além das recomendações gerais de estilo de vida saudável (incentivadas para reduzir o risco de outros tipos de câncer), como manter uma alimentação equilibrada e praticar exercícios regularmente.

    O Inca indica evitar exposições a materiais químicos, como agrotóxicos, benzeno, solventes orgânicos, radiação ionizante e ultravioleta.

    Sintomas

    Suplicy ressaltou que descobriu a doença na fase inicial, o que aumenta a chance de cura. Entre os sintomas iniciais mais comuns estão o inchaço dos gânglios, espécie de nódulo do sistema de defesa, responsável por “filtrar” substâncias que podem fazer mal ao organismo.

    “Temos gânglios por todo o corpo. Em geral, os lugares mais fáceis de perceber esses nódulos são virilha, pescoço e axila”, descreve o médico.

    Também podem ocorrer, especialmente em estágios mais avançados, febre intensa (principalmente à tarde), suor excessivo (comum no período da noite), cansaço e perda de peso sem motivo aparente. Um sintoma menos comum é a anemia.

    Tratamento

    Segundo Bachour, a retirada do gânglio inchado por meio de cirurgia não costuma representar a cura, pois é praticamente impossível que o câncer esteja apenas ali. Ainda assim, o primeiro passo costuma ser essa extração para, com uma biópsia, confirmar o diagnóstico e classificar o linfoma.

    Eles são divididos em indolente, com crescimento relativamente lento; ou agressivo, de alto grau e desenvolvimento rápido. “Há linfomas indolentes que nem tratamos em um primeiro momento. Esperamos os sintomas surgirem, porque são bastante lentos, e tratar antecipadamente não fará diferença”, detalha o médico.

    Entre os tipos agressivos, o mais comum é o linfoma difuso de grandes células. “Apesar de ter um aspecto mais agressivo e precisar ser tratado de forma rápida, a chance média de cura é maior que 60%, a depender do caso”, comenta.

    O tratamento, nos dois casos, costuma ser feito com quimioterapia ou radioterapia associados a outros remédios.

    Risco de outras doenças

    Por se tratar de uma doença que afeta o sistema imunológico, é altamente aconselhado a pacientes com linfomas que evitem contato com outras pessoas. Afinal, uma gripe relativamente comum pode se tornar uma verdadeira batalha para alguém já debilitado. Caso o paciente enfrente outras condições de saúde, pode ser necessário interromper o tratamento para o linfoma até sua plena recuperação.

    Leia Também: Suplicy recebe diagnóstico de câncer linfático e inicia tratamento com imunoquimioterapia

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  • Erros comuns ao fritar um bife: dicas de uma chef para evitar deslizes

    Saber preparar carne da forma correta é essencial não apenas para garantir o sabor, mas também para a segurança na hora de consumir. Kate Austen, chef vencedora da última edição do programa britânico Great British Menu, compartilhou no DailyMail alguns dos principais erros que as pessoas cometem ao cozinhar um bife.

     

    Segundo a chef, um dos deslizes mais comuns é tirar a carne diretamente da geladeira e colocá-la na frigideira. Ela recomenda deixar o bife atingir a temperatura ambiente antes de cozinhar. Esse passo ajuda a carne a cozinhar de maneira uniforme, garantindo um visual e textura mais atraentes.

    Outro erro que prejudica o resultado final é usar uma frigideira que não esteja quente o suficiente. De acordo com Kate, a carne bovina é “robusta e suporta altas temperaturas”, o que é crucial para conseguir aquela caramelização intensa e dourada que torna o bife ainda mais saboroso.
     

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  • Três sinais de que está na hora de comprar um colchão novo

    Com o tempo, até o colchão mais confortável perde a firmeza e a capacidade de oferecer suporte adequado, o que pode prejudicar a qualidade do sono. Segundo o médico Dustin Cotliar, consultado pelo BestLife, colchões antigos e desgastados causam desconforto e dores, obrigando a pessoa a mudar de posição durante a noite para buscar conforto.

     

    Quando pensar em trocar? Especialistas da marca de colchões Casper recomendam avaliar a substituição do colchão a cada 10 anos, dependendo do uso e da qualidade do material.

    Três sinais de que é hora de substituir o colchão:

    Colchão com afundamentos e irregularidades

    Se o estofamento está deformado, surgindo ondulações ou protuberâncias, isso pode significar que o suporte não está mais equilibrado.

    Dores nas costas ao acordar

    Um colchão que perdeu o apoio adequado pode deixar a coluna desalinhada e pressionar músculos e articulações, resultando em dores matinais.

    Molas visíveis ou perceptíveis ao toque

    Nos modelos de molas, incluindo os híbridos, isso indica desgaste significativo. Normalmente, colchões com molas duram de seis a oito anos, dependendo da qualidade e frequência de uso.

    Trocar o colchão regularmente contribui para um sono de qualidade e para a saúde da coluna.

    Leia Também: Cheiro de mofo no colchão? Diga adeus com essa receita caseira!

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  • As contas estão sempre em ordem! O signo que lida melhor com dinheiro

    Dinheiro é coisa com que estas pessoas não se preocupam. E não é por receberem muito, o que também pode acontecer. A verdade é que gerem tudo na perfeição. O orçamento não falha e nunca precisam de pedir emprestado ou deixar de fazer o que gostam.

     

    Segundo a lista do ‘Terra’, Touro (21 de abril a 20 de maio) é o signo que lida melhor com dinheiro.

    “Valorizam a estabilidade financeira acima de tudo, e isso reflete-se na sua capacidade de poupar e manter um controle das suas finanças”, explicam. São pessoas cautelosas e preferem investir em bens materiais que tragam segurança.

    Também Leão (22 de julho a 22 de agosto) é um signo que traz bastante estabilidade a este nível. “Não têm medo de assumir riscos em grandes investimentos e acreditam que isso lhes traz sucesso.”

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  • Erros de moda que lhe fazem parecer mais velho e você não percebeu

    Todos gostamos de estar bonitos e por dentro das tendências, mas à medida que envelhecemos tendemos a nos acostumar a usar certas coisas e a experimentar menos. Por exemplo, aquela saia que você amava nos seus 20 anos talvez já não combine mais tanto com o seu eu de hoje em dia… Da mesma forma que aqueles jeans antigões tão confortáveis podem fazer você parecer com mais idade do que realmente tem. Se não é do tipo que se arrisca no visual, usar tudo combinando também não é a maneira mais adequada de aparentar jovialidade.

    Nesta galeria, mostramos alguns dos erros mais comuns que cometemos no dia a dia sem perceber e que nos envelhecem. Clique a seguir e comece a renovar seu estilo!

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