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Nem imagina o que o chocolate meio amargo pode fazer pela sua vida sexual
Será que o chocolate meio amargo é afrodisíaco? A verdade é que consumir esse tipo de chocolate pode trazer benefícios ao corpo que refletem positivamente na vida sexual.
Em entrevista ao site HealthShots, a ginecologista Gurpreet Batra destaca algumas vantagens do consumo de chocolate meio amargo:
Rico em flavonoides: “Esses compostos podem ajudar a aumentar o desejo sexual e melhorar o fluxo sanguíneo pelo corpo.”
Eleva os níveis de serotonina e endorfina: “O cérebro libera mais substâncias que elevam o humor. Quando o humor está positivo, a excitação sexual tende a aumentar.”
Aumenta a energia: “Pode ajudar a se sentir mais motivado e com mais resistência para a atividade sexual.”
Beneficia a saúde do coração: “Um coração saudável contribui para uma circulação sanguínea mais eficiente.”
Reduz o estresse: “Níveis menores de estresse impactam positivamente a libido.”
Esses fatores fazem do chocolate meio amargo uma opção saudável para quem busca um aliado para a saúde e para o bem-estar sexual.
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Qual é a receita para ser um avô e avó incríveis?
Tornar-se avô ou avó é uma experiência que realmente transforma a vida. Independentemente de ser o primeiro ou o terceiro neto, este guia foi elaborado para tornar cada momento seu e da criança uma verdadeira aventura. Essa nova fase proporciona a oportunidade de reviver a alegria da infância e de transmitir valiosos conselhos e lições aprendidas ao longo dos anos.
Nesta galeria, você encontrará dicas práticas, orientações e percepções que o ajudarão a assumir esse papel especial com sabedoria e confiança. Se está curioso para descobrir como se tornar ainda melhor nesse novo capítulo cheio de amor, clique aqui agora e embarque nessa jornada de carinho e aprendizado.
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Procedimentos estéticos podem beneficiar saúde mental
Os procedimentos cirúrgicos e não-cirúrgicos estão em alta em todo o mundo, e de forma particular no Brasil. Somente no ano passado, foram 3,3 milhões de tratamentos realizados, segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps).
Em todo o mundo, aponta a organização, foram ao todo 34,9 milhões de procedimentos feitos em 2023.Dentre os não-cirúrgicos, a aplicação de toxina botulínica foi o tratamento mais buscado. Nada menos que 8,8 milhões de procedimentos foram realizados em todo o mundo, também no ano passado.
A biomédica Karine Maia, especializada em estética integrativa, reconhece que a procura elevada por mudanças estéticas é um reflexo da autovalorização, mas alerta que isso precisa ir para além do procedimento.
“As pessoas hoje dão uma atenção maior à estética porque elas querem corrigir ou realçar determinados detalhes que incomodam ou que poderiam ser ostentados numa proporção maior. É interessante e saudável pensar em mudanças que façam alguém se sentir bem, mas essa mudança precisa ser mais profunda. Não dá para ser apenas no físico”, afirma.
Karine Maia explica que os melhores procedimentos são aqueles que garantem uma transformação também na autoestima do paciente, melhorando seu nível de autoconfiança e suas relações pessoais e profissionais. Por isso, ela recomenda um bom diálogo com o profissional que for realizar um procedimento estético cirúrgico ou não-cirúrgico. Este primeiro passo pode ser essencial para certificar-se de que é o tratamento adequado a ser feito.
“Muitos pacientes, sobretudo as mulheres, tendem a identificar pequenos defeitos que são visíveis somente para eles. Então muitas vezes encontram nos tratamentos estéticos uma solução para minimizar o problema. Não que não seja pertinente realizá-lo, mas é necessário, primeiramente, dar uma real dimensão aos incômodos que o indivíduo identifica”, pondera. “Não se trata de desestimular o procedimento, mas de compreender se realmente aquilo irá trazer uma solução”, afirma Karine Maia.
Pressão pessoal
A biomédica revela que há casos de pacientes que procuram por sua clínica para realizar procedimentos motivados mais pela “moda” do que propriamente por um desejo pessoal. “A moda cria uma pressão que nem sempre vai ao encontro da dor ou do desejo pessoal. Existem relações de consumo, mesmo no setor de estética, que ditam produtos que as pessoas devem consumir. Isso não deveria ser assim. A autoestima é que deve ser o combustível de qualquer procedimento”, pontua.
“Os influencers tornaram-se referências de beleza, de cuidado pessoal, de estilo de vida. Uma pessoa com milhões de seguidores que resolve fazer um preenchimento labial, por exemplo, é suficiente para empurrar muita gente para dentro das clínicas. Não há problema nisso, desde que o preenchimento seja realmente um sonho adequado àquilo que o paciente projeta. Mas nem sempre é isso o que acontece”, observa Karine Maia.
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O que é luto prolongado e por que OMS classifica como transtorno mental?
O luto é um processo natural e doloroso. No entanto, em alguns casos, o sofrimento pode se prolongar, interferindo diretamente na vida social, profissional e emocional, comprometendo a saúde mental e sendo diagnosticado como luto prolongado.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a resposta ao luto, nos casos mais graves, persiste por um período de tempo atipicamente longo após a perda, no mínimo por mais de seis meses, superando as normas sociais, culturais ou religiosas esperadas ao contexto de cada indivíduo. Outro indicador do transtorno é quando a perturbação passa a causar prejuízos significativos na rotina de vida pessoal, familiar, social, educacional e ocupacional.
A população idosa, em especial, é um grupo vulnerável e suscetível a esse tipo de luto. Com o envelhecimento interferindo na perda de saúde, autonomia e entes queridos, o sofrimento pode se intensificar e, em casos extremos, aumentar a possibilidade do luto prolongado.
Antônio Leitão, especialista em gerontologia e gerente do Instituto de Longevidade MAG, comenta que o luto para os longevos ocorre dentro do contexto de mudanças nas capacidades físicas e cognitivas, redução nas conexões sociais e mudanças nos ambientes de vida. “As mudanças que vivenciamos à medida que envelhecemos não precisam ser vivenciadas como perdas, mas a morte de um parceiro, familiares e amigos podem agravar os desafios de deterioração, problemas de saúde, perda da qualidade de vida e isolamento social, comprometendo a saúde mental”, finaliza.
A pandemia trouxe à tona questões relacionadas ao luto, com muitos idosos enfrentando perdas significativas e, em muitos casos, restrições que dificultaram os rituais de despedida. “Isso pode levar a um aumento do luto complicado, que requer atenção psicológica e suporte emocional”, complementa Leitão.
Glaucia Tavares, psicóloga do Instituto BioParque, explica que a melhor forma de lidar com o luto relacionado às perdas que vêm com o envelhecimento é estar aberto a novos aprendizados e conhecimentos. “Como viver com vitalidade, experiência e repertório ao longo dos anos? Estando disposto a aprender, a abrir portas para o novo. Novos caminhos, novos amigos, novas lições em qualquer campo da vida. O maior Alzheimer que alguém pode desenvolver é deixar de aprender”, alerta Glaucia.
Ela acredita que os idosos que pensam não ter mais nada a aprender estão fechando as portas para si mesmos. “Nesse caso, a pessoa viverá um luto pelo que perdeu e começará a se deteriorar. O Século XXI nos oferece a oportunidade de aprender a aprender, e o fundamental é reconhecer que somos eternos aprendizes nessa jornada. Além disso, unir pessoas de diferentes idades e gerações é sempre enriquecedor, seja no relacionamento entre avós e netos ou no mercado de trabalho”, avalia.
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O perigo do ronco
O ronco ocorre quando algo restringe o fluxo de ar durante o sono. Apesar de muita gente achar que é simplesmente um efeito colateral irritante e embaraçoso do sono, roncar, na verdade, pode ser mais perigoso do que imaginamos. Isso ocorre porque o ronco é um sinal chave de apneia obstrutiva do sono, que é um distúrbio grave no qual a pessoa para de respirar por 10 segundos ou mais de cada vez. Além disso, ressonar aumenta o risco de ataque cardíaco, derrame e outros problemas de saúde. O que faz com que certos casos de ronco coloquem a vida em risco.
Para saber mais, clique na galeria a seguir.
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Pesquisadores identificam subtipo de câncer de próstata mais agressivo
ROTERDÃ, HOLANDA (FOLHAPRESS) – Um subtipo de câncer de próstata mais agressivo foi identificado em um estudo publicado no último dia 15 de outubro. Uma pesquisa de 2018 realizada pelo mesmo grupo de cientistas do artigo mais recente já indicava uma suspeita desse subtipo do tumor. A nova pesquisa traz mais evidências sobre a doença, além de explorar os mecanismos que a causam.
A principal autora do novo artigo veiculado na Cell Reports Medicine, Jean Tien, da Universidade de Michigan (EUA), explica que a investigação inicial, de 2018, trouxe as primeiras pistas para o subtipo do câncer. Nesse estudo preliminar, Tien e colegas observaram que, de 360 amostras de metástases de pacientes com câncer de próstata agressivo, 7% delas apresentaram mutações em um gene: CDK12.
Essas foram as primeiras evidências sobre esse possível tipo específico do tumor. No entanto, era só uma suspeita. “Para podermos aprofundar os estudos de mutação nesse gene relacionado com o câncer, utilizamos modelos animais”, explica Tien.
A ideia é simples: as mesmas alterações são realizadas em camundongos em laboratório, e os animais são acompanhados para observar se eles evoluem a um quadro de câncer, o que realmente aconteceu. O achado trouxe evidências mais confiáveis para as suspeitas levantadas antes.
A evolução de cânceres em humanos tem relação com diferentes alterações genéticas. No caso do CDK12, por exemplo, o estudo concluiu que ele leva a mutações de outros genes, como no P53, que já é reconhecido como associado ao câncer de próstata.
“Nós provamos que o CDK12 é muito importante no câncer de próstata, e quando ele comuta com outro gene progressivo do tumor, ele piora o câncer”, resume Tien.
Essa é uma das razões que pode explicar porque esse gênero cria o cenário ideal para a progressão mais rápida de câncer de próstata.
Tien afirma que não é possível acessar todos os mecanismos que explicam a relação do CDK12 com o tumor, mas essa mutação específica leva a instabilidade em outros genes, o que causa mais mutações num efeito cascata.
“O CDK12 promove danos ao DNA, e quando há danos a ele, isso basicamente leva à mutação, o que pode causar câncer”, completa.
POSSÍVEL TRATAMENTO
No mesmo dia que o estudo acerca do CDK12 foi publicado, outro estudo assinado pelo mesmo grupo de pesquisadores já apontava uma possível solução para o problema.
Ao mesmo tempo em que os cientistas tentavam entender os casos de cânceres mais agressivos, eles também identificaram um mecanismo que poderia barrar a ação do gene alterado em casos de pacientes que apresentem tal problema genético associado a câncer de próstata.
A ideia envolve outro gene, o CDK13, que tem função muito parecida ao CDK12. Ambos são dependentes um do outro, o que faz com que o CDK13 também seja associado a esses casos de tumores mais agressivos.
Os autores do estudo pensaram em um inibidor que pode ser ingerido oralmente para barrar a ação maléfica produzida por ambos os genes. Testes em laboratórios desse inibidor, tanto em modelos celulares quanto em camundongos, demonstraram que o medicamento inibe especificamente a ação dos dois genes, diminuindo a proliferação de células cancerígenas.
No entanto, essa inibição levou a progressão de câncer por outra forma, chamada AKT e já conhecida no meio científico. Dessa forma, Tien afirma que o modelo ideal seria utilizar o inibidor do CDK12 e CDK13 em associação com outra forma terapêutica visando o mecanismo AKT.
Mas, por enquanto, o inibidor dos genes precisa ainda ser investigado em extensas fases de testes clínicos em humanos para averiguar se ele é seguro e realmente eficaz. Os próximos genes e seus efeitos cancerígenos devem ser melhor entendidos no futuro.
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Conhece alguém da lista de signos mais manipuladores do zodíaco?
Confiar nessas pessoas pode ser arriscado. Elas parecem estar sempre do seu lado, querendo o melhor para você, mas na realidade, estão manipulando para obter algum tipo de vantagem.
De acordo com o site La Opinión, esses são os três signos mais manipuladores do zodíaco. Veja se reconhece alguém.
Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)
“Manipula para ter controle. Faz isso de forma sutil, mas muito eficaz.”
Gêmeos (21 de maio a 21 de junho)
“Como signo duplo, Gêmeos é um dos mais manipuladores. Muda de opinião com muita facilidade.”
Câncer (21 de junho a 21 de julho)
“Pode ser bastante manipulador quando sente que está em perigo. Foca-se mais em proteger a si mesmo do que aos outros.”
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Sua cara está inchada? As possíveis razões e algumas podem ser bem sérias!
De vez em quando, é normal notar que seu rosto está um pouco inchado. No entanto, se você perceber que acorda todas as manhãs com a face visivelmente mais cheinha, pode haver uma causa por trás e que merece atenção. Em alguns casos, o motivo é evidente—como uma picada de inseto ou uma dor de dente—mas, em outros, a razão pode ser mais estranha ou misteriosa.
Curioso para saber mais? Clique na galeria para descobrir os possíveis motivos pelos quais seu rosto pode estar inchado.
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Pedras nos rins podem levar à doença renal crônica?
Você já ouviu falar que pedras nos rins podem causar uma dor insuportável, não é? Mas a verdade é que o problema pode ir além da dor. Essas “pedrinhas”, ou cálculos renais, podem aumentar o risco de uma complicação séria: a doença renal crônica (DRC).
O que são cálculos renais e por que devo me preocupar?
Os cálculos renais se formam a partir de cristais nos rins ou nas vias urinárias. A maioria das pessoas consegue eliminar essas pedras naturalmente, pela urina – cerca de 85% delas, de acordo com a Secretaria de Saúde de São Paulo. Mas nem sempre é tão simples assim. Quando essas pedras bloqueiam o trato urinário ou não são tratadas adequadamente, podem causar infecções e até levar à perda da função dos rins.
Mas nem todo cálculo vai virar um problemão, certo?
Nem todo cálculo vai virar doença renal crônica. Mas existe uma relação entre essas condições. Pedras maiores, que bloqueiam o fluxo da urina, podem lesionar o tecido dos rins. Além disso, alguns problemas metabólicos, como o excesso de cálcio ou oxalato na urina, podem piorar a situação, fazendo com que esses cristais se formem com mais facilidade e lesem os rins ao longo do tempo.
“Infecções urinárias recorrentes são comuns em pacientes com cálculos renais e podem ser um fator de risco para o desenvolvimento de DRC”, comenta o Dr. Bruno Zawadzki, diretor médico da DaVita Tratamento Renal.
Segundo ele, infecções repetidas podem acabar danificando os rins, reduzindo a capacidade de filtrar o sangue adequadamente.
Como saber se você tem pedras nos rins?
O diagnóstico de cálculos renais é feito por exames de imagem, como ultrassom e tomografia. A partir daí, é possível saber o tamanho e a localização das pedras. Para as pedras menores, o tratamento pode incluir muita hidratação e medicamentos para aliviar a dor. Já as pedras maiores podem precisar de procedimentos para serem quebradas ou removidas.
Qual a melhor forma de prevenção?
O melhor jeito de evitar complicações é prevenir o surgimento das pedras. Algumas dicas são simples:
- Beba água! Manter-se bem hidratado é a melhor forma de evitar a formação de cálculos;
- Atenção à alimentação: Dieta balanceada, com pouco sal e alimentos ricos em oxalato, ajuda a prevenir;
- Acompanhamento médico regular: Se você já teve cálculos ou infecções urinárias, ou tem histórico familiar, consulte um nefrologista para fazer o acompanhamento correto.
Lembre-se: cuidar da sua saúde renal é cuidar de você como um todo. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado das pedras nos rins fazem toda a diferença para evitar complicações e manter seu corpo em equilíbrio. Fique atento aos sinais do seu corpo, e se precisar, procure ajuda médica. Seus rins agradecem!
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O transtorno alimentar mais perigoso do mundo e quais pessoas mais afeta?
Diabulimia é um transtorno alimentar que afeta pessoas com diabetes tipo 1 (DT1). Aquelas com diabulimia reduzem ou interrompem intencionalmente o uso de insulina para perder peso. Os primeiros casos desse distúrbio alimentar foram relatados na década de 1980 e, embora seja um fenômeno relativamente recente, tem afetado indivíduos com idades entre 13 e 60 anos. Pesquisas mostram que cerca de um terço das mulheres e um sexto dos homens com DT1 restringirão intencionalmente a insulina para diminuir o peso. Aproximadamente 30% dos adolescentes com DT1 também se envolvem nesse comportamento preocupante em busca do emagrecimento. O que torna a diabulimia tão perigosa são as complicações decorrentes, que podem incluir doenças graves e até a morte.
Mas quais são os sinais e sintomas e como ela pode ser tratada? Clique a seguir na galeria.
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