• Descubra 10 vegetais ricos em proteínas para enriquecer suas refeições

    Para preparar uma refeição nutritiva e satisfatória, é essencial incluir alimentos ricos em proteínas. Embora seja amplamente conhecido que carnes, leite e queijos são fontes importantes desse nutriente, muitas pessoas não sabem que vegetais também podem ser boas opções.

     

    Christine Byrne, uma nutricionista citada pela revista Self, listou exemplos de vegetais ricos em proteína:

    Dez vegetais ricos em proteínas:

    Couves-de-bruxelas: Uma xícara geralmente possui entre 4 e 6 gramas de proteína.

    Ervilhas: Meia xícara tem cerca de 4 gramas de proteína.

    Alcachofra: Uma alcachofra média pode conter cerca de 4 gramas de proteína.

    Abacate: Um abacate médio oferece entre 3 e 4 gramas de proteína.

    Espinafre: Meia xícara possui de 3 a 4 gramas de proteína.

    Batata: Uma batata média cozida tem em torno de 4 gramas de proteína.

    Soja Verde: Meia xícara contém cerca de 9 gramas de proteína.

    Cogumelos: Meia xícara oferece aproximadamente 3 gramas de proteína.

    Milho: Uma espiga média ou meia xícara de milho congelado ou enlatado possui cerca de 3 gramas de proteína.

    Couve verde: Uma xícara contém aproximadamente 3 gramas de proteína.

    Embora essas opções não sejam suficientes para atingir a quantidade diária recomendada de proteínas, podem ser um complemento valioso para enriquecer suas refeições com mais alguns gramas desse importante nutriente, explica Christine Byrne.

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  • Ansiedade e depressão podem impactar diretamente na saúde do coração

    Segundo o Relatório Mundial de Saúde Mental da OMS (2022), uma em cada oito pessoas no mundo vive com algum transtorno mental, sendo a ansiedade e a depressão os mais comuns, representando 60% dos casos.1 No Brasil, cerca de 9,3% da população convive com ansiedade, enquanto a depressão afeta 5,8%.2,3 Esses transtornos não apenas comprometem o bem-estar mental, mas também podem impactar gravemente a saúde do coração.

     

    A médica Patrícia Oliveira, do Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês, área liderada pelo médico cardiologista Roberto Kalil Filho, explica que, para além de uma questão comportamental, o coração e o estado de espírito estão intimamente relacionados. “Transtornos mentais desencadeiam alterações biológicas importantes, mudando as vias de sinalização entre o sistema nervoso central e os órgãos. Além disso, podem levar à elevação de citocinas inflamatórias, agravando condições como aterosclerose e isquemia miocárdica”, afirma.

    A especialista explica ainda que quadros de depressão e ansiedade se caracterizam pela hiperativação do sistema simpático (que prepara o organismo para reagir em situações de medo, estresse e excitação) e liberação de cortisol. “Como resultado, os indivíduos podem sofrer com vasoconstrição e aumento da pressão arterial e frequência cardíaca”, conta.

    Um dos maiores exemplos do impacto das doenças mentais na saúde do coração tem nome conhecido: a ‘síndrome do coração partido’ é uma cardiopatia induzida por estresse, que se manifesta de maneira similar ao infarto agudo do miocárdio, mas sem lesões ateroscleróticas obstrutivas, caracterizadas pelo estreitamento e enrijecimento das artérias causado pelo acúmulo de gordura em suas paredes. Neste caso, segundo a especialista, o estresse e a depressão ativam o sistema neuro-hormonal, levando a liberação de substâncias que reduzem o fluxo sanguíneo no músculo cardíaco (vasoconstrição) e possível lesão celular.

    Cuidados multidisciplinares

    A abordagem multidisciplinar é essencial para prevenir os efeitos negativos da ansiedade e depressão no coração. “O acompanhamento por uma equipe que inclui cardiologistas, psicólogos e psiquiatras é fundamental, especialmente em pacientes que já passaram por eventos cardíacos”, explica Patrícia.

    Entre as abordagens estão:

    • Terapias psicológicas e psiquiátricas: ajudam a tratar os transtornos mentais, reduzindo o risco cardiovascular.
    • Exercícios físicos regulares: promovem bem-estar emocional e melhoram a saúde cardiovascular.
    • Medicação apropriada: quando indicada, pode controlar sintomas emocionais e prevenir complicações cardíacas.

    Além disso, protocolos clínicos específicos permitem o rastreio precoce de transtornos mentais em pacientes cardíacos, melhorando tanto a qualidade de vida quanto a sobrevida. “O equilíbrio emocional é tão importante quanto o controle de fatores tradicionais, como colesterol e pressão arterial. Ao cuidar da saúde mental, estamos cuidando também do coração”, conclui a cardiologista.

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  • Por que algumas doenças que afetam homens e mulheres de formas diferentes?

    Condições médicas não se manifestam da mesma maneira em todas as populações. É claro que as diferenças individuais são determinantes, mas o gênero da pessoa também desempenha um papel nisso. De um modo geral, os sintomas, bem como a gravidade da doença, variam dependendo se o paciente é homem ou mulher. Nesta galeria, compilamos uma lista de problemas de saúde em que isso ocorre.

    Na galeria, saiba como homens e mulheres são afetados de forma diferente por algumas condições médicas.

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  • Como lidar com reações alérgicas a borrachudos em viagens de férias

    Com a chegada das férias e as viagens para destinos turísticos, muitos aproveitam para explorar áreas ao ar livre, como praias, rios e matas. No entanto, um problema comum que pode surgir são as picadas de borrachudos, mosquitos encontrados principalmente em regiões de água doce e vegetação densa. Essas picadas, além de causarem incômodos imediatos, podem gerar reações alérgicas severas em algumas pessoas.

     

    Os borrachudos, também conhecidos como mosquito-pólvora, são insetos da família Simuliidae, comuns em áreas com corpos d’água, como rios e lagoas. Eles se alimentam do sangue de mamíferos e, ao picar, injetam uma substância anticoagulante que pode desencadear reações alérgicas em algumas pessoas. As reações variam de leves, com coceira e vermelhidão, até mais graves, com inchaços intensos, febre e dificuldade respiratória.

    José Andys Oliveira Rodrigues, coordenador do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera Vila Mariana, recomenda diversas estratégias para prevenir as picadas de borrachudos, especialmente para quem viaja para locais mais propensos à presença desses insetos. “O uso de repelentes é fundamental. Escolha produtos que contenham ingredientes como DEET ou Icaridina, que são eficazes contra os borrachudos. Além disso, é importante evitar sair em horários de maior atividade dos mosquitos, como ao amanhecer e ao entardecer”, orienta.

    Além do uso de repelentes, o professor sugere a utilização de roupas adequadas. “Em regiões onde a infestação de borrachudos é maior, o ideal é vestir roupas de manga longa e calças, além de usar redes mosquiteiras durante o sono. Evitar fragrâncias fortes e alimentos doces também pode ajudar, pois esses odores atraem os insetos.”

    Apesar da prevenção, caso ocorra uma picada, o professor José Andys destaca que é essencial tomar medidas imediatas para minimizar a reação. “Primeiramente, é importante limpar bem a área da picada com água e sabão. A aplicação de compressas frias pode ajudar a aliviar a coceira e o inchaço.”

    Se a pessoa apresentar sinais de reação alérgica mais grave, como dificuldades respiratórias, inchaço no rosto, boca ou garganta, ou uma erupção cutânea intensa, Andys alerta para a necessidade de buscar atendimento médico imediato. “Em casos graves, a pessoa pode precisar de um tratamento com medicamentos antihistamínicos ou até mesmo corticosteroides, dependendo da gravidade da reação. Não se deve subestimar reações alérgicas mais intensas.”

    Em regiões de alto risco, onde os borrachudos são mais comuns, o professor Andys aconselha que os viajantes mantenham um cuidado constante com a prevenção. “Mesmo que a pessoa não tenha reações alérgicas graves inicialmente, é importante continuar o uso de repelentes ao longo de toda a viagem e não descuidar das medidas de proteção, como as roupas adequadas e a escolha de locais com menos foco de mosquitos.”

    Viajar para destinos turísticos durante as férias pode ser uma experiência incrível, mas é essencial estar atento aos cuidados com a saúde, principalmente no que diz respeito à exposição a borrachudos e suas picadas. O professor Andys reforça a importância de um planejamento adequado e a conscientização sobre as reações alérgicas, orientando todos a tomarem as precauções necessárias para garantir um passeio seguro e saudável.

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  • Coisas que parecem inofensivas, mas podem causar overdose!

    Quem passou a vida e conseguiu evitar os principais vícios em drogas e álcool, pode até pensar que não corre riscos de sofrer uma overdose. Mas não é bem assim: a ameaça pode estar dentro da nossa própria cozinha! Desde os alimentos mais “saudáveis” e nada suspeitos até os desejos difíceis de ignorar, existem inúmeros alimentos e bebidas cotidianas que têm o potencial de serem tóxicos ou causar intoxicação — alguns até mataram pessoas.

    Na galeria, descubra por que a frase “tudo com moderação” existe e funciona para tudo na vida!

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  • 10 milhões de brasileiros têm algum grau de surdez; veja como detectar

    Segundo uma pesquisa recente do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 5% da população brasileira apresenta alguma deficiência auditiva, o que corresponde a cerca de 10 milhões de pessoas. Destas, 2,7 milhões têm surdez profunda, ou seja, não escutam nada.

     

    Mas como detectar os sinais iniciais de perda auditiva? Para o médico Paulo Mendes Junior, especialista do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), um dos sintomas iniciais é não entender o que os outros falam. “Existe uma dificuldade de compreender as falas. As pessoas conversam ouvindo e lendo os lábios, é um sistema complexo”, afirma.

    Existem várias causas para a perda de audição, e um exame chamado otoscopia detecta se a perda existe ou se é algo comum, como acúmulo de cera no ouvido. Problemas como congestão nasal podem causar também a surdez e uma audiometria consegue mapear o que está acontecendo.

    A audiometria consegue identificar se existe uma dificuldade real de escutar, se atinge os dois ouvidos, qual a frequência de perda auditiva. “Normalmente se perde a audição nos tons agudos, onde a pessoa escuta, mas não entende o que é falado”, conta.

    Dependendo da perda auditiva, dois procedimentos podem ser feitos, como uma cirurgia em casos de otoesclerose, ou, se for acúmulo de secreção (como nos casos do nariz que vai para o ouvido), uma limpeza já é eficaz. “O aparelho de audição é recomendado em diversos casos, mas não caracteriza uma surdez total. Lembrando que um longo período sem tratar a perda auditiva pode ocasionar em problemas cognitivos, e até mesmo complicar o dia a dia ao não ouvir um celular, uma buzina, enfim, traz transtornos para a rotina da pessoa”, diz.

    Hoje, os aparelhos estão muito modernos, alguns até se conectam ao celular, com diversas opções de tamanho. “Não é mais como antigamente em que os modelos geravam até um desconforto. Eles estão cada vez mais compactos, tecnológicos e eficientes”, completa Paulo Mendes Junior.

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  • Não é necessário excluir carne vermelha da dieta para melhorar saúde intestinal, sugere estudo

    (FOLHAPRESS) – Pessoas que contam com uma dieta composta por carnes, leites, frutas e vegetais podem apresentar um microbioma intestinal semelhante à de indivíduos vegetarianos e veganos, observou um estudo publicado na segunda-feira (6). A conclusão mostra que a exclusão completa de alguns alimentos taxados como potencialmente perigosos para a saúde humana não é necessária para evitar doenças.

     

    Pesquisas anteriores já indicaram que alguns alimentos são especialmente perigosos para humanos. Esse é o caso da carne vermelha, que é associada ao desenvolvimento de complicações cardiovasculares, por exemplo. O novo estudo, publicado na revista Nature Microbiology, chegou a conclusões iniciais semelhantes.

    A pesquisa avaliou amostras de mais de 21 mil pessoas que vivem nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Itália. Esses indivíduos foram divididos em três grupos: onívoros, vegetarianos e veganos.

    Os participantes informavam aos pesquisadores seus padrões de dieta de forma recorrente. Com isso, os cientistas avaliaram o bioma intestinal dessas pessoas e teceram relações com a alimentação adotada por eles e o desenvolvimento de complicações de saúde.

    O leite e seus derivados foram alimentos que os cientistas prestaram especial atenção. A análise da microbioma dos indivíduos que reportaram consumo de laticínios apresentou marcadores geralmente conhecidos por promover uma melhor saúde intestinal.

    Por outro lado, no caso dos onívoros, os pesquisadores observaram marcadores biológicos associados com o consumo de carne, especialmente carne vermelha. Tais microrganismos são reconhecidos por colaborarem ao aparecimento de problemas de saúde.

    “Essas espécies foram previamente implicadas em doenças inflamatórias, como doença inflamatória intestinal, câncer colorretal […] e eram mais propensas a estarem associadas a resultados negativos de saúde cardiometabólica”, escreveram os pesquisadores no artigo.

    Por outro lado, esses microrganismos não foram largamente observados nas amostras de indivíduos veganos ou vegetarianos. Tal fato é um indicativo de que esse tipo de dieta pode promover uma melhor saúde intestinal, algo relacionado com o alto consumo de frutas e vegetais.

    No entanto, os pesquisadores não confirmam que a exclusão total de alimentos vistos como promotores de uma má saúde intestinal, como as carnes vermelhas, é a solução. Na pesquisa, os cientistas observaram que, no caso dos onívoros, um maior consumo de verduras e frutas já proporcionou um microbioma intestinal mais saudável e semelhante àquele de indivíduos veganos.

    Essa conclusão ratifica a noção de que humanos podem facilmente modular seu intestino. “Nosso trabalho reforça como os humanos podem moldar seus próprios microbiomas intestinais e, por extensão, sua saúde, diretamente por meio de escolhas alimentares simples, bem como mais indiretamente por meio de práticas agrícolas e de produção de alimentos”, os autores escreveram no estudo.

    Os achados finais da pesquisa também sugerem que a exclusão completa de certos alimentos maléficos à saúde intestinal não é uma atitude necessária, já que uma dieta balanceada com vegetais e frutas já promove a melhoria na saúde humana. No entanto, outros estudos são necessários para averiguar se realmente esse achado é correto.

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  • Como armazenar nozes e sementes para mantê-las frescas por mais tempo

    Se você deseja que nozes e sementes durem mais tempo sem perder sabor ou qualidade, a maneira como você as armazena é fundamental. Segundo a nutricionista Bárbara Oliveira, em uma publicação no Instagram, o segredo para preservar esses alimentos está em evitar temperaturas inadequadas.

     

    “As gorduras naturais das nozes e sementes podem ficar rançosas se armazenadas em temperatura ambiente”, explicou Bárbara. Essas gorduras, conhecidas como ácidos graxos insaturados, são extremamente sensíveis à luz, ao calor e ao oxigênio, o que pode causar a degradação do alimento e até prejudicar seus nutrientes.

    A solução ideal: geladeira ou freezer

    A recomendação é simples: guarde nozes e sementes no refrigerador. O ambiente frio ajuda a manter o frescor e evita a oxidação das gorduras, prolongando a validade do produto.

    Aqui estão algumas dicas práticas para armazenar corretamente:

    Escolha embalagens apropriadas: Use potes de vidro ou recipientes herméticos para evitar o contato com o ar e a umidade.

    Divida em porções: Separe as quantidades que você utiliza frequentemente e armazene o restante no freezer para preservar por ainda mais tempo.

    Evite locais próximos ao calor: Mesmo dentro da cozinha, evite armazenar esses alimentos perto do fogão ou em prateleiras que recebem luz direta.

    Etiqueta e data: Anote a data de compra e o prazo de validade no recipiente, especialmente se estiver guardando no freezer.

    Por quanto tempo você pode armazenar?

    Na geladeira: Nozes e sementes podem ser armazenadas por até seis meses em recipientes adequados.

    No freezer: Quando congeladas, podem durar até um ano sem perder sabor ou qualidade nutricional.

    Por que preservar nozes e sementes é tão importante?

    Além do sabor, nozes e sementes são ricas em nutrientes como gorduras saudáveis, fibras, vitaminas e minerais. Consumir esses alimentos deteriorados pode não só prejudicar a experiência culinária, mas também trazer riscos à saúde, como desconfortos digestivos.

    Seguindo essas dicas, você garante que nozes e sementes mantenham sua crocância e sabor por muito mais tempo, além de preservar todos os benefícios que eles podem oferecer à sua saúde.

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  • Afinal, a água com gás é ou não saudável? Nutricionista esclarece

    Muitas pessoas consomem água com gás apenas quando têm algum desconforto, mas será que ela oferece mais benefícios? O canal NBC, por meio do programa Today, conversou com a nutricionista Julia Zumpano para entender se há vantagens nesse hábito.

     

    “Água com gás é a que contém dióxido de carbono, que pode ser natural ou adicionado,” explica Zumpano. Ela acrescenta que essa bebida também contém minerais, como cálcio, magnésio, potássio e sódio.

    Julia observa que o conteúdo mineral da água com gás pode variar entre as marcas, mas a versão pura não contém calorias nem açúcar.

    “Assim como a água comum, a água com gás é basicamente H2O, essencial para a hidratação. É uma ótima opção para substituir refrigerantes açucarados, mas é sempre importante checar o rótulo.”

    Ela alerta que algumas marcas adicionam açúcar ou adoçantes artificiais, como o aspartame, o que deve ser considerado. A água com gás pode ajudar na hidratação e promover uma sensação de saciedade.

    “Devido ao gás, a água com gás faz com que o estômago se sinta cheio mais rapidamente,” explica Julia. Mesmo com os benefícios, é importante observar como o corpo reage para determinar a quantidade ideal para cada pessoa.

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  • Estudo revela a que horas deve beber café para sentir melhores benefícios

    Pessoas que bebem café logo pela manhã podem experimentar mais benefícios do que aquelas que consomem a bebida em horários mais tardios, concluiu uma nova pesquisa da Universidade de Tulane, nos Estados Unidos. De acordo com o The Guardian, este é o primeiro grande estudo sobre os benefícios para a saúde do café consumido em diferentes momentos do dia.

     

    Para o estudo, publicado no European Heart Journal, os pesquisadores analisaram os hábitos alimentares de mais de 40 mil adultos, levando em conta a quantidade de café consumido e o horário em que as pessoas bebiam a bebida. Cerca de 36% dos participantes consumiam café pela manhã, enquanto 16% o faziam no final do dia.

    A pesquisa revelou que as pessoas que bebiam café pela manhã tinham 16% menos chances de morrer de qualquer causa e 31% menos chances de morrer devido a doenças cardiovasculares durante um período de acompanhamento de 10 anos.

    Segundo os pesquisadores, citados no jornal, os benefícios para a saúde cardiovascular não foram observados nas pessoas que consumiam café ao longo do dia. Mais especificamente, “os registros médicos não mostraram uma redução significativa na mortalidade entre os consumidores que bebiam café durante todo o dia, em comparação com aqueles que evitavam a bebida”.

    Além disso, o estudo concluiu que os consumidores de café pela manhã apresentaram um risco menor de morte, independentemente de serem consumidores moderados (que bebiam de duas a três xícaras por dia) ou consumidores intensivos (que consumiam mais). Porém, os benefícios foram menores entre aqueles que bebiam apenas uma xícara pela manhã.

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