• Maio promete ser um mês inesquecível para estes três signos

    Depois de terem vivido alguns momentos difíceis em Abril, há pessoas que podem respirar de alívio que vão ter muita sorte durante as próximas semanas.

     

    Segundo a lista do Canal26, estes são os três signos que se prepararam para ter um mês de maio inesquecível. Veja se é um deles.

    Touro (21 de abril a 20 de maio)

    “Vão surgir novas ofertas de emprego e novas oportunidades de viagens.”

    Câncer (21 de junho a 21 de julho)

    “Vai fazer progressos no trabalho e receber vários elogios.”

    Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)

    “O romance está no auge. Vão enfrentar desafios, mas vão acabar por superá-los.”

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  • Alimentação pode afetar bem-estar emocional e até piorar crises de ansiedade

    (FOLHAPRESS) – A ideia de que a alimentação tem uma íntima relação com a nossa saúde mental vem se fortalecendo na última década.

     

    Juliana Saldanha, nutricionista membro da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica), diz que é preciso pensar a saúde mental como um conjunto de fatores genéticos e ambientais.

    “As desordens psiquiátricas vêm crescendo no mundo e esses dois fatores estão envolvidos na gênese desses problemas. Nesse sentido, as intervenções em estilo de vida, como a preocupação com a alimentação, exercem um papel fundamental, não só para o tratamento, mas para a prevenção do aparecimento”, avalia Saldanha.

    A nutricionista destaca que a conexão dos hábitos alimentares com os problemas psiquiátricos está tão consolidada que, em 2013, foi fundada a ISNPR (International Society for Nutritional Psychiatry Research), uma sociedade focada em pesquisas sobre psiquiatria nutricional.

    “A alimentação impacta diretamente na saúde mental e emocional, uma vez que os nutrientes influenciam o funcionamento do cérebro e o equilíbrio hormonal”, afirma Jéssica Kozaka, nutricionista clínica e hospitalar do Laboratório IonNutri, especializada em Fisiologia e Bioquímica da Nutrição.

    Fabio Salzano, médico psiquiatra e vice-coordenador do Ambulim-IPq HCFM-USP (Programa de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), diz que o consumo de alimentos processados e ultraprocessados e o sedentarismo crescentes estão na raiz do problema.

    “Há aumento da população com sobrepeso e obesidade e, em consequência, piora na morbidade e mortalidade. As alterações na ingestão de macro e micronutrientes, limitação na atividade física, tabagismo e excesso de consumo de álcool afetam a saúde física e mental, facilitando aumento de índices de depressão e ansiedade”, diz o médico.

    Alimentos ricos em gorduras trans e aditivos podem ainda afetar a função cerebral, prejudicando o estado emocional e mental e contribuindo para uma sensação de cansaço e falta de energia.

    “Algumas pessoas com distúrbios de saúde mental podem apresentar uma sensibilidade ao glúten ou a laticínios, o que pode agravar sintomas como ansiedade, depressão ou inchaço. Nessas fases, pode ser interessante evitá-los temporariamente”, recomenda Kozaka.

    Para quem não consegue abandonar de vez esses alimentos, a dica é controlar as quantidades e suspender ou moderar o consumo pelo menos durante crises ou períodos mais delicados na saúde mental, retomando sempre de forma mais controlada.

    “O consumo excessivo de cafeína pode piorar a ansiedade, dificultar o sono e aumentar a sensação de nervosismo. O açúcar refinado pode provocar picos de glicose e uma queda rápida, o que pode afetar o humor e aumentar a irritabilidade, algo que pode ser prejudicial durante momentos de instabilidade emocional”, pondera a nutricionista.

    Kozaka lembra que o álcool pode, além de causar um efeito depressivo no sistema nervoso e piora de sintomas, interferir na ação de medicamentos para tratamento de depressão e ansiedade.

    Saldanha reforça que alguns antidepressivos, como fluoxetina, sertralina e escitalopram, não devem ser consumidos junto com alimentos fermentados.

    “Vinho, alguns queijos embutidos e cervejas de fermentação mais longa podem prejudicar a ação do medicamento. Além disso, a maioria dos medicamentos também não devem ser consumidos com bebidas alcoólicas concomitante ao uso de antidepressivos ou medicamentos psiquiátricos à base de hormônios”, afirma.

    Ela lembra que não há “relatos de alimentos que vão exercer um papel pontual numa crise”, mas que “deve-se evitar alimentos estimulantes” quando o paciente está numa crise, como bebidas que contêm cafeína como café, mate, chá preto, chá verde e energéticos.

    Salzano destaca que um plano alimentar saudável pode diminuir o risco de transtornos depressivos. “A microbiota intestinal vem sendo estudada como um fator complementar na melhoria de sintomas relacionados à ansiedade e depressão, incluindo redução de nível de cortisol, cujo aumento reflete estresse no dia a dia”, avalia o especialista.

    Alimentos ricos em carboidratos complexos, proteínas e gorduras saudáveis ajudam a estabilizar o humor e a energia. “Nutrientes como triptofano (para produção de serotonina) e ômega-3 (anti-inflamatórios) melhoram o bem-estar. A saúde intestinal, apoiada por fibras e probióticos, também afeta as emoções”, diz Kozaka.

    Outra recomendação é manter-se hidratado e evitar alimentos como açúcares refinados, carboidratos simples, gorduras trans e processadas, com excesso de cafeína. Deve-se priorizar alimentos com ômega 3, como peixes, e também frutas, vegetais, ovos, nozes, sementes, grãos integrais, fibras e probióticos.

    Salzano afirma que a chamada dieta mediterrânea, com presença de frutos do mar e azeite de oliva, bem como frutas frescas e secas, pode ajudar a prevenir a queda na função cognitiva, inclusive em quadros de Alzheimer.

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  • Como lavar roupas delicadas corretamente e evitar danos às peças

    Cuidar das roupas delicadas exige atenção especial, já que diferentes tecidos requerem métodos de lavagem específicos para evitar desgaste e danos. Segundo a especialista em lavandaria da Whirlpool, Morgan LaLonde, peças como roupas íntimas, camisolas e artigos em tecidos sensíveis, como seda e renda, devem ser tratadas com cuidado extra.

     

    De acordo com LaLonde, essas peças devem sempre ser lavadas no ciclo delicado da máquina de lavar, que utiliza água fria e uma velocidade de centrifugação reduzida. Esse processo minimiza o risco de encolhimento, deformação e desgaste prematuro dos tecidos.

    Além disso, a especialista alerta para o uso de detergentes adequados. “Os artigos delicados também podem ser sensíveis a certos detergentes. Sempre que possível, opte por um produto suave, específico para roupas delicadas”, recomenda.

    Dicas extras para preservar roupas delicadas:
    Use sacos protetores: Ao lavar peças mais frágeis na máquina, utilize sacos de tecido específicos para reduzir o atrito e evitar rasgos.
    Evite torcer as roupas: Após a lavagem, pressione levemente o excesso de água ao invés de torcer, o que pode danificar as fibras do tecido.
    Prefira a secagem natural: Sempre que possível, seque as peças ao ar livre e na sombra, evitando exposição direta ao sol, que pode desbotar as cores.
    Verifique as etiquetas: Antes de lavar qualquer roupa delicada, confira as instruções do fabricante para garantir a melhor forma de limpeza.

    Seguir essas orientações pode prolongar a vida útil das suas roupas favoritas, garantindo que elas permaneçam bonitas e bem cuidadas por muito mais tempo.

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  • Ervas que melhoram o equilíbrio hormonal nas mulheres

    A saúde hormonal às vezes parece uma batalha sem fim. Cólicas menstruais, TPM forte e sintomas da perimenopausa e da menopausa são só alguns dos desafios que mulheres enfrentam. Sem muitas opções para aliviar os sintomas, muitas mulheres acabam tomando remédios fortes para passar pela menstruação.

    Mas existem outras formas de cuidar da saúde hormonal sem ter que lidar com efeitos colaterais: a fitoterapia. Com soluções naturais e fáceis de encontrar, existem muitas ervas que podem ajudar as mulheres a aliviar os sintomas e equilibrar os hormônios.

    Quer saber mais? Clique na galeria para ver as dicas.

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  • Doenças crônicas lideram mortes no Brasil por falta de prevenção

    As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como hipertensão, diabetes tipo 2 e câncer, seguem como as principais responsáveis por mortes prematuras no Brasil. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), essas doenças representam cerca de 71% dos óbitos no país, um número alarmante que reforça a necessidade de mais ações de prevenção e conscientização. 

     

    Para José Andys Rodrigues, coordenador do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera Vila Mariana, o cenário poderia ser diferente se houvesse mais atenção à prevenção e ao diagnóstico precoce. “O grande problema das doenças crônicas não transmissíveis é que, em sua maioria, são silenciosas até atingirem estágios graves. Muitas pessoas descobrem que têm hipertensão ou diabetes apenas quando já apresentam complicações sérias”, alerta o especialista.

    A origem desse problema está diretamente ligada ao estilo de vida moderno. Má alimentação, sedentarismo, estresse crônico, além do consumo excessivo de álcool e tabaco, são os principais gatilhos para o desenvolvimento dessas doenças. “O consumo excessivo de ultraprocessados, ricos em açúcar e gorduras saturadas, a falta de atividades físicas e o tabagismo são fatores que impulsionam essa epidemia silenciosa”, explica José Andys.

    O professor também destaca que a falta de acesso a cuidados médicos regulares e a baixa adesão a exames preventivos agravam o problema. “A medicina avançou muito no tratamento das DCNTs, mas a prevenção ainda é o melhor caminho. A mudança de comportamento e o autocuidado são essenciais para reduzir essas taxas de mortalidade precoce.”

    Para reverter esse quadro, José enfatiza a necessidade de educação em saúde desde a infância. “A conscientização sobre alimentação saudável e a prática regular de exercícios devem começar cedo, dentro das escolas e das comunidades. Pequenas mudanças nos hábitos podem gerar impactos positivos na saúde a longo prazo.” 

    Além disso, o especialista reforça o papel da atenção básica de saúde na prevenção. “É fundamental que os serviços de saúde estejam atentos à monitorização de fatores de risco, como pressão arterial, glicemia e colesterol. Quanto mais cedo um problema for identificado, maiores as chances de controle e tratamento eficaz.”

    Diante desse cenário, a mensagem principal é clara: cuidar da saúde não deve ser uma escolha apenas quando os sintomas aparecem, mas sim uma prática diária. “A informação e a conscientização são as principais armas para combater as DCNTs e evitar que mais pessoas percam a vida precocemente”, conclui José Andys Rodrigues. 

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  • Cinco sinais silenciosos da doença renal crônica que não deve ignorar

    A Doença Renal Crônica (DRC) é uma condição progressiva e muitas vezes não apresenta sintomas em seus estágios iniciais, o que dificulta o diagnóstico precoce. Para Bruno Zawadzki, nefrologista e diretor médico da DaVita Tratamento Renal, “muitas pessoas associam a doença renal a sintomas evidentes, como dor lombar ou alterações na urina, mas os sinais iniciais podem ser sutis e facilmente atribuídos a outras causas”.

     

    Abaixo estão os cinco sinais que exigem atenção:

    1. Fadiga e cansaço incomum 

    A redução na produção de eritropoietina — hormônio responsável pela produção de glóbulos vermelhos — pode levar à anemia, causando exaustão mesmo após repouso. “Pacientes relatam cansaço extremo, mas raramente suspeitam de problemas renais. Esse é um alerta para investigar a saúde dos rins”, explica Dr. Zawadzki.

    2. Alterações na urina 

    Urina espumosa (sinal de proteína na urina), aumento da frequência urinária — principalmente à noite — ou redução no volume podem indicar mau funcionamento dos rins.

    3. Inchaço nas extremidades e ao redor dos olhos 

    A retenção de líquidos devido à incapacidade dos rins de filtrar adequadamente resulta em edema, especialmente em pés, tornozelos e região ocular. O inchaço pode não estar necessariamente ligado ao consumo de sal; pode ser um sinal de que os rins estão sobrecarregados.

    4. Coceira constante e pele ressecada 

    O acúmulo de toxinas no sangue, como fósforo e ureia, pode causar prurido intenso. Pacientes chegam a descrever uma coceira que não melhora com hidratantes. Isso reflete desequilíbrios minerais associados à doença renal.

    5. Pressão arterial elevada  

    A relação entre hipertensão e DRC é maior do que pensamos: rins danificados não regulam a pressão, e a pressão alta acelera a perda de função renal. “Controlar a pressão é essencial para preservar os rins. Muitos só descobrem a doença renal durante investigações de hipertensão resistente”, ressalta.

    O nefrologista recomenda: 

    Dr. Zawadzki enfatiza a importância da prevenção: “Exames de sangue e urina simples, como dosagem de creatinina e pesquisa de proteína, podem detectar alterações precoces. Quem tem diabetes, hipertensão ou histórico familiar deve realizar check-ups anuais”. A detecção precoce permite intervenções que retardam a progressão da doença, melhorando qualidade de vida.

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  • Doença do fígado gordo: 7 sinais de alerta que não pode ignorar

    A doença do fígado gordo, também conhecida como esteatose hepática, caracteriza-se pelo acúmulo excessivo de gordura nas células do fígado. Embora muitas vezes silenciosa em seu estágio inicial, a condição pode evoluir para inflamação (esteato-hepatite), fibrose e, em casos mais graves, cirrose — quando há substituição do tecido hepático saudável por cicatrizes irreversíveis.

     

    Segundo o gastroenterologista Saurabh Sethi, que compartilha orientações de saúde em seu perfil no TikTok, alguns sinais devem acender o sinal de alerta e levar ao médico:

    Ganho de peso abdominal: aumento inesperado da circunferência na região do abdômen pode refletir infiltração de gordura no fígado.

    Fadiga persistente: cansaço constante e fraqueza, mesmo após descanso adequado, indicam que o fígado não está metabolizando toxinas de forma eficiente.

    Desconforto abdominal: dor ou sensação de inchaço no quadrante superior direito do abdômen, onde o fígado está localizado.

    Alterações na cor da urina e das fezes: urina escura e fezes esbranquiçadas podem apontar disfunção na produção e excreção da bile.

    Icterícia leve: aparecimento de coloração amarelada na pele e no branco dos olhos sinaliza acúmulo de bilirrubina no organismo.

    Resistência à insulina e glicemia elevada: níveis altos de açúcar no sangue estão frequentemente associados à esteatose, especialmente em pessoas com sobrepeso ou diabetes tipo 2.

    Colesterol elevado: desequilíbrios no perfil lipídico acompanham o depósito de gordura hepática.

    Facilidade para hematomas e sangramentos: comprometimento da síntese de fatores de coagulação pelo fígado fragiliza vasos e dificulta a estancação de pequenos ferimentos.

    O diagnóstico é feito por meio de exames de imagem — como ultrassonografia e elastografia — e testes laboratoriais. O tratamento baseia-se em mudanças no estilo de vida: dieta equilibrada, atividade física regular e controle de doenças associadas, como obesidade e diabetes. Identificar precocemente esses sintomas pode evitar complicações graves e garantir a saúde a longo prazo.
     

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  • Excesso de magnésio: 7 sinais de alerta que você não pode ignorar

    O magnésio é um mineral essencial ao organismo, participando da formação óssea e da manutenção da saúde cardíaca. No entanto, níveis excessivos também podem trazer prejuízos.

     

    Segundo o nutricionista Falak Hanif, em entrevista ao site HealthShots, a maior parte do magnésio presente nos alimentos é naturalmente regulada pelo corpo e eliminada pelos rins na urina. Já o excesso proveniente de suplementos pode sobrecarregar esse sistema.

    Entre os principais efeitos adversos do magnésio em excesso estão:

    Diarreia
    Náuseas
    Cólicas abdominais
    Queda da pressão arterial
    Batimentos cardíacos irregulares
    Fraqueza muscular
    Dificuldade respiratória

    Por isso, é recomendável consultar um profissional de saúde antes de iniciar a suplementação, garantindo que os níveis de magnésio permaneçam dentro da faixa ideal.

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  • Tem mais de 50 anos? 11 alimentos que deve comer para proteger a saúde

    Envelhecer é um privilégio, mas a partir dos 50 anos o corpo requer cuidados nutricionais especiais para manter a saúde e a qualidade de vida. A dieta adequada fortalece o coração, o cérebro, os ossos e o sistema imunológico, além de favorecer a digestão e o equilíbrio hormonal.

     

    A nutricionista Valerie Agyeman, citada pela Real Simple, selecionou 11 alimentos que não podem faltar no prato de quem busca bem-estar nesta fase da vida:

    Kiwi
    Fonte abundante de vitamina C, essencial para a saúde da pele, dos cabelos, dos ossos e do sistema imunológico.

    Iogurte grego
    Rico em proteína e cálcio, contribui para a manutenção da massa muscular e da densidade óssea.

    Ameixas secas
    Carregadas de fibras que auxiliam o trânsito intestinal e nutrientes ligados à saúde óssea em mulheres na pós-menopausa.

    Mirtilos
    Antocianinas e fibras reduzem o colesterol e ajudam a controlar a pressão arterial.

    Cogumelos
    Antioxidantes que beneficiam a saúde intestinal, combatem a inflamação e auxiliam na regulação da resistência à insulina.

    Sementes de linhaça
    Fontes de ômega-3 e lignanas, promovem saúde cardíaca, equilíbrio hormonal e função cognitiva.

    Sardinha em lata
    Cálcio, vitamina D e ômega-3 reforçam ossos, coração e cérebro; a proteína ajuda a conter a perda muscular.

    Couve
    Cálcio e vitamina K preservam a densidade óssea e reduzem o risco de osteoporose; compostos que favorecem a circulação e controlam a pressão.

    Nozes
    Ricas em vitamina E e melatonina, combatem a inflamação, protegem o cérebro e podem melhorar o humor e a memória.

    Abacate
    Gorduras monoinsaturadas e fibras que ajudam a reduzir o colesterol LDL e proteger o coração.

    Edamame (soja verde)Fibras, ômega-3 e fitoestrógenos com ação anti-inflamatória e potencial proteção contra câncer de mama e doenças cardíacas.

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  • Estes cinco signos fazem o amor ser mágico!

    Os nativos destes signos são românticos e tornam qualquer relação mágica e muito especial. Saiba quais são, de acordo com o Times of India.

     

    Peixes (20 de fevereiro a 20 de março)

    São sonhadores e acreditam na alma gêmea. Expressam amor através de uma conexão profunda e gestos poéticos.

    Câncer (21 de junho a 21 de julho)

    O seu foco é no lar, conforto e ligação emocional. São leais, acolhedores e adoram cada momento romântico.

    Libra (23 de setembro a 22 de outubro)

    São o charme em pessoa. Adoram beleza, harmonia e a arte do romance.

    Touro (21 de abril a 20 de maio)

    São sensuais e devotos. Gostam de jantares à luz das velas, toque físico e consistência no amor.

    Leão (22 de julho a 22 de agosto)

    São apaixonados e adoram ir com tudo no que toca ao romance. Precisam de atenção e gostam de fazer o seu parceiro sentir-se amado.

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