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11 alimentos ricos em zinco para fortalecer a imunidade e a pele
O zinco é um mineral essencial para o funcionamento do organismo — ele atua na cicatrização de feridas, fortalece o sistema imunológico e contribui para o bom funcionamento do olfato e do paladar. Como o corpo humano não é capaz de produzi-lo naturalmente, é fundamental garantir sua ingestão por meio da alimentação.
Segundo a dietista Natalie Rizzo, em entrevista ao site Today, manter níveis adequados de zinco é indispensável para a saúde diária, especialmente para quem deseja envelhecer com mais vitalidade e prevenir infecções.
A boa notícia é que diversos alimentos acessíveis e nutritivos são boas fontes desse mineral. Confira abaixo os principais indicados pela especialista:
1. Ostras
São uma das fontes mais concentradas de zinco na alimentação. Seis unidades fornecem mais de 300% da recomendação diária.2. Carne de vaca
Além de rica em proteínas e ferro, a carne bovina contém boas quantidades de zinco, especialmente os cortes magros como o patinho e o coxão mole.3. Peru
A carne de peru é uma alternativa leve e saudável, com alto teor de proteínas e zinco, ideal para variar as fontes de carne branca.4. Frango
Fácil de encontrar e versátil no preparo, o frango é uma fonte importante de zinco e contribui para a manutenção da massa muscular.5. Ovos
Ricos em proteínas e nutrientes como colina e selênio, os ovos também oferecem uma dose modesta, porém relevante, de zinco.6. Castanha-de-caju
Entre as oleaginosas, é uma das mais ricas em zinco. Também fornece gorduras boas, que ajudam na saúde do coração.7. Amêndoas
Outra oleaginosa que, além de zinco, contém vitamina E, magnésio e antioxidantes que favorecem o cérebro e a pele.8. Sementes de abóbora
Excelentes para um lanche saudável, as sementes de abóbora são ricas em zinco, ferro e antioxidantes.9. Lentilhas
As leguminosas como a lentilha são fontes vegetais de zinco, além de oferecerem fibras, ferro e proteínas.10. Grão-de-bico
Versátil e nutritivo, o grão-de-bico contribui com zinco, proteínas vegetais e fibras que favorecem o intestino.11. Aveia
Cereal completo, a aveia fornece zinco, ferro, fibras solúveis e ajuda a controlar o colesterol.Manter uma alimentação variada e equilibrada é a melhor forma de garantir a ingestão adequada de zinco. Em casos de deficiência diagnosticada, a suplementação pode ser indicada por um profissional de saúde.
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Três signos que, secretamente, são muito competitivos
Há três signos do zodíaco que são secretamente muito competitivos, afirma o Times of India.
Saiba se é um deles:
Virgem (23 de agosto a 22 de setembro)
Não se deixe enganar pelo seu ar calmo. Os nativos deste signo são perfeccionistas e odeiam perder, mesmo que finjam que não se importam.
Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)
Não só querem ganhar, como querem dominar. São competitivos, mas escondem-se atrás do seu ar misterioso. Porém, nunca esquecem um desafio, ou um rival.
Capricórnio (22 de dezembro a 20 de janeiro)
O sucesso é a competição máxima das suas vidas. Fazem de tudo para vencer, sem nunca perder a compostura.
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A Igreja Católica já teve uma papa mulher?
Segundo os registros do Vaticano, mais de 260 papas já passaram pela história – e todos eles foram homens. Mas há uma lenda medieval que conta a saga da misteriosa Papisa Joana. Dizem que a pontífice se disfarçou de homem para alcançar o posto mais alto da Igreja, mas seu segredo veio à tona de forma trágica: durante uma procissão, ela teria dado à luz espontaneamente, revelando sua verdadeira identidade.
Mas será que essa história tem algum fundo de verdade? Nesta galeria, exploramos a vida da Papisa Joana. Clique na galeria e descubra tudo sobre essa enigmática figura!
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Como lavar roupas delicadas corretamente e evitar danos às peças
Cuidar das roupas delicadas exige atenção especial, já que diferentes tecidos requerem métodos de lavagem específicos para evitar desgaste e danos. Segundo a especialista em lavandaria da Whirlpool, Morgan LaLonde, peças como roupas íntimas, camisolas e artigos em tecidos sensíveis, como seda e renda, devem ser tratadas com cuidado extra.
De acordo com LaLonde, essas peças devem sempre ser lavadas no ciclo delicado da máquina de lavar, que utiliza água fria e uma velocidade de centrifugação reduzida. Esse processo minimiza o risco de encolhimento, deformação e desgaste prematuro dos tecidos.
Além disso, a especialista alerta para o uso de detergentes adequados. “Os artigos delicados também podem ser sensíveis a certos detergentes. Sempre que possível, opte por um produto suave, específico para roupas delicadas”, recomenda.
Dicas extras para preservar roupas delicadas:
Use sacos protetores: Ao lavar peças mais frágeis na máquina, utilize sacos de tecido específicos para reduzir o atrito e evitar rasgos.
Evite torcer as roupas: Após a lavagem, pressione levemente o excesso de água ao invés de torcer, o que pode danificar as fibras do tecido.
Prefira a secagem natural: Sempre que possível, seque as peças ao ar livre e na sombra, evitando exposição direta ao sol, que pode desbotar as cores.
Verifique as etiquetas: Antes de lavar qualquer roupa delicada, confira as instruções do fabricante para garantir a melhor forma de limpeza.Seguir essas orientações pode prolongar a vida útil das suas roupas favoritas, garantindo que elas permaneçam bonitas e bem cuidadas por muito mais tempo.
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Ervas que melhoram o equilíbrio hormonal nas mulheres
A saúde hormonal às vezes parece uma batalha sem fim. Cólicas menstruais, TPM forte e sintomas da perimenopausa e da menopausa são só alguns dos desafios que mulheres enfrentam. Sem muitas opções para aliviar os sintomas, muitas mulheres acabam tomando remédios fortes para passar pela menstruação.
Mas existem outras formas de cuidar da saúde hormonal sem ter que lidar com efeitos colaterais: a fitoterapia. Com soluções naturais e fáceis de encontrar, existem muitas ervas que podem ajudar as mulheres a aliviar os sintomas e equilibrar os hormônios.
Quer saber mais? Clique na galeria para ver as dicas.
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Doenças crônicas lideram mortes no Brasil por falta de prevenção
As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como hipertensão, diabetes tipo 2 e câncer, seguem como as principais responsáveis por mortes prematuras no Brasil. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), essas doenças representam cerca de 71% dos óbitos no país, um número alarmante que reforça a necessidade de mais ações de prevenção e conscientização.
Para José Andys Rodrigues, coordenador do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera Vila Mariana, o cenário poderia ser diferente se houvesse mais atenção à prevenção e ao diagnóstico precoce. “O grande problema das doenças crônicas não transmissíveis é que, em sua maioria, são silenciosas até atingirem estágios graves. Muitas pessoas descobrem que têm hipertensão ou diabetes apenas quando já apresentam complicações sérias”, alerta o especialista.
A origem desse problema está diretamente ligada ao estilo de vida moderno. Má alimentação, sedentarismo, estresse crônico, além do consumo excessivo de álcool e tabaco, são os principais gatilhos para o desenvolvimento dessas doenças. “O consumo excessivo de ultraprocessados, ricos em açúcar e gorduras saturadas, a falta de atividades físicas e o tabagismo são fatores que impulsionam essa epidemia silenciosa”, explica José Andys.
O professor também destaca que a falta de acesso a cuidados médicos regulares e a baixa adesão a exames preventivos agravam o problema. “A medicina avançou muito no tratamento das DCNTs, mas a prevenção ainda é o melhor caminho. A mudança de comportamento e o autocuidado são essenciais para reduzir essas taxas de mortalidade precoce.”
Para reverter esse quadro, José enfatiza a necessidade de educação em saúde desde a infância. “A conscientização sobre alimentação saudável e a prática regular de exercícios devem começar cedo, dentro das escolas e das comunidades. Pequenas mudanças nos hábitos podem gerar impactos positivos na saúde a longo prazo.”
Além disso, o especialista reforça o papel da atenção básica de saúde na prevenção. “É fundamental que os serviços de saúde estejam atentos à monitorização de fatores de risco, como pressão arterial, glicemia e colesterol. Quanto mais cedo um problema for identificado, maiores as chances de controle e tratamento eficaz.”
Diante desse cenário, a mensagem principal é clara: cuidar da saúde não deve ser uma escolha apenas quando os sintomas aparecem, mas sim uma prática diária. “A informação e a conscientização são as principais armas para combater as DCNTs e evitar que mais pessoas percam a vida precocemente”, conclui José Andys Rodrigues.
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Cinco sinais silenciosos da doença renal crônica que não deve ignorar
A Doença Renal Crônica (DRC) é uma condição progressiva e muitas vezes não apresenta sintomas em seus estágios iniciais, o que dificulta o diagnóstico precoce. Para Bruno Zawadzki, nefrologista e diretor médico da DaVita Tratamento Renal, “muitas pessoas associam a doença renal a sintomas evidentes, como dor lombar ou alterações na urina, mas os sinais iniciais podem ser sutis e facilmente atribuídos a outras causas”.
Abaixo estão os cinco sinais que exigem atenção:
1. Fadiga e cansaço incomum
A redução na produção de eritropoietina — hormônio responsável pela produção de glóbulos vermelhos — pode levar à anemia, causando exaustão mesmo após repouso. “Pacientes relatam cansaço extremo, mas raramente suspeitam de problemas renais. Esse é um alerta para investigar a saúde dos rins”, explica Dr. Zawadzki.
2. Alterações na urina
Urina espumosa (sinal de proteína na urina), aumento da frequência urinária — principalmente à noite — ou redução no volume podem indicar mau funcionamento dos rins.
3. Inchaço nas extremidades e ao redor dos olhos
A retenção de líquidos devido à incapacidade dos rins de filtrar adequadamente resulta em edema, especialmente em pés, tornozelos e região ocular. O inchaço pode não estar necessariamente ligado ao consumo de sal; pode ser um sinal de que os rins estão sobrecarregados.
4. Coceira constante e pele ressecada
O acúmulo de toxinas no sangue, como fósforo e ureia, pode causar prurido intenso. Pacientes chegam a descrever uma coceira que não melhora com hidratantes. Isso reflete desequilíbrios minerais associados à doença renal.
5. Pressão arterial elevada
A relação entre hipertensão e DRC é maior do que pensamos: rins danificados não regulam a pressão, e a pressão alta acelera a perda de função renal. “Controlar a pressão é essencial para preservar os rins. Muitos só descobrem a doença renal durante investigações de hipertensão resistente”, ressalta.
O nefrologista recomenda:
Dr. Zawadzki enfatiza a importância da prevenção: “Exames de sangue e urina simples, como dosagem de creatinina e pesquisa de proteína, podem detectar alterações precoces. Quem tem diabetes, hipertensão ou histórico familiar deve realizar check-ups anuais”. A detecção precoce permite intervenções que retardam a progressão da doença, melhorando qualidade de vida.
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Doença do fígado gordo: 7 sinais de alerta que não pode ignorar
A doença do fígado gordo, também conhecida como esteatose hepática, caracteriza-se pelo acúmulo excessivo de gordura nas células do fígado. Embora muitas vezes silenciosa em seu estágio inicial, a condição pode evoluir para inflamação (esteato-hepatite), fibrose e, em casos mais graves, cirrose — quando há substituição do tecido hepático saudável por cicatrizes irreversíveis.
Segundo o gastroenterologista Saurabh Sethi, que compartilha orientações de saúde em seu perfil no TikTok, alguns sinais devem acender o sinal de alerta e levar ao médico:
Ganho de peso abdominal: aumento inesperado da circunferência na região do abdômen pode refletir infiltração de gordura no fígado.
Fadiga persistente: cansaço constante e fraqueza, mesmo após descanso adequado, indicam que o fígado não está metabolizando toxinas de forma eficiente.
Desconforto abdominal: dor ou sensação de inchaço no quadrante superior direito do abdômen, onde o fígado está localizado.
Alterações na cor da urina e das fezes: urina escura e fezes esbranquiçadas podem apontar disfunção na produção e excreção da bile.
Icterícia leve: aparecimento de coloração amarelada na pele e no branco dos olhos sinaliza acúmulo de bilirrubina no organismo.
Resistência à insulina e glicemia elevada: níveis altos de açúcar no sangue estão frequentemente associados à esteatose, especialmente em pessoas com sobrepeso ou diabetes tipo 2.
Colesterol elevado: desequilíbrios no perfil lipídico acompanham o depósito de gordura hepática.
Facilidade para hematomas e sangramentos: comprometimento da síntese de fatores de coagulação pelo fígado fragiliza vasos e dificulta a estancação de pequenos ferimentos.
O diagnóstico é feito por meio de exames de imagem — como ultrassonografia e elastografia — e testes laboratoriais. O tratamento baseia-se em mudanças no estilo de vida: dieta equilibrada, atividade física regular e controle de doenças associadas, como obesidade e diabetes. Identificar precocemente esses sintomas pode evitar complicações graves e garantir a saúde a longo prazo.
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Excesso de magnésio: 7 sinais de alerta que você não pode ignorar
O magnésio é um mineral essencial ao organismo, participando da formação óssea e da manutenção da saúde cardíaca. No entanto, níveis excessivos também podem trazer prejuízos.
Segundo o nutricionista Falak Hanif, em entrevista ao site HealthShots, a maior parte do magnésio presente nos alimentos é naturalmente regulada pelo corpo e eliminada pelos rins na urina. Já o excesso proveniente de suplementos pode sobrecarregar esse sistema.
Entre os principais efeitos adversos do magnésio em excesso estão:
Diarreia
Náuseas
Cólicas abdominais
Queda da pressão arterial
Batimentos cardíacos irregulares
Fraqueza muscular
Dificuldade respiratóriaPor isso, é recomendável consultar um profissional de saúde antes de iniciar a suplementação, garantindo que os níveis de magnésio permaneçam dentro da faixa ideal.
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Tem mais de 50 anos? 11 alimentos que deve comer para proteger a saúde
Envelhecer é um privilégio, mas a partir dos 50 anos o corpo requer cuidados nutricionais especiais para manter a saúde e a qualidade de vida. A dieta adequada fortalece o coração, o cérebro, os ossos e o sistema imunológico, além de favorecer a digestão e o equilíbrio hormonal.
A nutricionista Valerie Agyeman, citada pela Real Simple, selecionou 11 alimentos que não podem faltar no prato de quem busca bem-estar nesta fase da vida:
Kiwi
Fonte abundante de vitamina C, essencial para a saúde da pele, dos cabelos, dos ossos e do sistema imunológico.Iogurte grego
Rico em proteína e cálcio, contribui para a manutenção da massa muscular e da densidade óssea.Ameixas secas
Carregadas de fibras que auxiliam o trânsito intestinal e nutrientes ligados à saúde óssea em mulheres na pós-menopausa.Mirtilos
Antocianinas e fibras reduzem o colesterol e ajudam a controlar a pressão arterial.Cogumelos
Antioxidantes que beneficiam a saúde intestinal, combatem a inflamação e auxiliam na regulação da resistência à insulina.Sementes de linhaça
Fontes de ômega-3 e lignanas, promovem saúde cardíaca, equilíbrio hormonal e função cognitiva.Sardinha em lata
Cálcio, vitamina D e ômega-3 reforçam ossos, coração e cérebro; a proteína ajuda a conter a perda muscular.Couve
Cálcio e vitamina K preservam a densidade óssea e reduzem o risco de osteoporose; compostos que favorecem a circulação e controlam a pressão.Nozes
Ricas em vitamina E e melatonina, combatem a inflamação, protegem o cérebro e podem melhorar o humor e a memória.Abacate
Gorduras monoinsaturadas e fibras que ajudam a reduzir o colesterol LDL e proteger o coração.Edamame (soja verde)Fibras, ômega-3 e fitoestrógenos com ação anti-inflamatória e potencial proteção contra câncer de mama e doenças cardíacas.
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