• Soluços: quando é que há motivos para ir ao médico?

    “Soluços são contrações ou espasmos recorrentes e incontroláveis ​​do diafragma que fazem com que a laringe e as cordas vocais se fechem repentinamente”, começa por dizer a médica de medicina interna Julia Adamian. Será que, em algum momento, é necessário consultar um especialista?

     

    Existem várias soluções, como beber água e suster a respiração, mas podem existir casos em que se mantêm durante algum tempo. 

    “Quando o soluço persiste por mais de 48 horas ou se interfere gravemente nas atividades da vida diária, como comer, dormir ou respirar,  é aconselhável procurar atendimento médico”, revela Julia Adamian.

    Ela explica ainda que um médico pode ajudar a descartar algumas causas mais sérias e perceber se é necessário algum tratamento específico.

    Ainda assim, costumam não ser perigosos e de curta duração.

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  • Sinais alarmantes que você deve ter atenção se já passou dos 40 anos

    Há muitos benefícios em envelhecer e entre eles geralmente está o aumento na confiança e o fato de se tornar mais confortável com quem a gente é e o que quer. No entanto, a grande desvantagem do envelhecimento é que, quanto mais velho a gente fica, menos funcional nosso corpo se torna e, com isso, muitos problemas podem começar a aparecer.

    Na galeria, descubra os sinais de alerta para prestar atenção se você já passou dos 40 anos.

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  • É seguro tomar um banho quente depois de comer? Especialistas respondem

    Existe, desde sempre, a ideia de que um banho depois de comer tem consequências negativas. É mesmo assim? Tudo pode depender da temperatura da água. Especialistas da PlumbNation, citados no Mirror, explicaram alguns dos efeitos negativos de tomar banho com água quente logo após a refeição.

     

    Depois de comer, o corpo concentra-se na digestão, o que exige “um aumento do fluxo sanguíneo para o estômago e os intestinos”. “Quanto mais sangue for direcionado para o estômago, melhor será o desempenho do seu sistema digestivo”, explicam.

    Quando toma um banho de água quente, “o calor provoca a dilatação dos vasos sanguíneos, especialmente junto à pele”. Isto causa a vasodilatação, “o que atrai mais sangue para a superfície do corpo para ajudar a esfriar”, reduzindo a quantidade de sangue disponível para a digestão.

    Quais as consequências? Desacelerar a digestão pode fazer com que comece a sentir-se mais lento, inchado, com náuseas ou muito cheio. 

    Esperar pelo menos 30 minutos depois de comer, ajuda o corpo a “concentrar-se em mover os alimentos através do trato digestivo de forma mais eficiente, ajudando a prevenir estes sintomas desagradáveis”, acrescentam. 

    Leia Também: Como lidar com o Transtorno Opositor Desafiador?

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  • Erros que nunca se deve cometer ao se candidatar a um emprego (e muitas pessoas fazem)!

    Praticamente todo mundo já passou pelo árduo processo de procurar emprego. Encontrar a vaga ideal é uma tarefa muito complicada. Frequentemente, erramos de tal forma que desperdiçamos oportunidades ou acabamos em posições que não são apropriadas, obrigando-nos a recomeçar do zero. A verdade é que encontrar o emprego certo requer habilidades e conhecimentos específicos para evitar diversas armadilhas.

    Clique nesta galeria para obter conselhos valiosos que te ajudarão a evitar esses erros mais frequentes.

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  • Cães terapeutas podem ajudar no tratamento de transtorno de ansiedade

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Há cerca de cinco anos, Mayara Correa, 24, juntou informações de sites, livros, vídeos, sobre cães de assistência emocional e questionou sua psicóloga se o animal poderia ajudar no tratamento de transtorno de ansiedade generalizada, estresse pós-traumático, transtorno de personalidade borderline e transtorno bipolar com os quais foi diagnosticada.

     

    “Eu só queria melhorar. Por que não mostrar e por que não ver se há possibilidade? Ela conversou comigo e falou ‘eu preciso te analisar antes para ver se você é apta a ter um cão de assistência, talvez seria o caso de mudar a medicação, fazer outro tipo de terapia’”, conta.

    Depois de um ano, Correa conseguiu o laudo de seu primeiro cão de serviço, Hagnar. Atualmente, ela cria conteúdo nas redes sociais para falar sobre cães de assistência no perfil “Vida em Matilha” e Sirius é o cão que a auxilia.

    “Ele me dá mais autonomia, mais independência, mais força também para seguir com o meu tratamento. Ele me auxilia nas tarefas básicas, como pegar e trazer a minha medicação ou algum outro objeto. Ele faz também a terapia de pressão profunda no meu colo, que é para me auxiliar quando eu tenho taquicardia, quando eu tenho uma respiração mais intensa durante a crise. Ele me alerta, evitando que as crises cheguem em um episódio com risco de me machucar”, diz. “Sou uma pessoa mais feliz e mais estável com ele”.

    Ingrid Atayde, médica veterinária, psicóloga e chefe do Setor de Comissões Técnicas do CFMV (Conselho Federal de Medicina Veterinária), explica que existem tipos diferentes de animais que podem ajudar em condições de saúde: os de serviço, como, por exemplo, os cães-guias; os de assistência emocional, que podem ajudar pessoas em crises de ansiedade e depressão; e os de terapia, que visitam hospitais, ajudam em fisioterapias, dentre outros.

    “Os animais de serviço são treinados individualmente para fazer alguma tarefa. Por exemplo, o cão-guia é treinado para funcionar como uma extensão do olhar do deficiente visual. O cão ouvinte é treinado para reconhecer determinados sons e avisar aquela pessoa que não escutou os sons. Tem o cão psiquiátrico, por exemplo, que é treinado para perceber uma crise de ansiedade”, explica. Outros exemplos, que incluem animais de serviço, são aqueles cães treinados para sentir o cheiro da pessoa e detectar se o índice glicêmico está baixo, por exemplo, ou se aquela pessoa vai entrar em convulsão, diz a médica veterinária.

    No TikTok, uma família americana mostra a rotina de um cão de serviço treinado para detectar alterações na glicemia de sua filha que tem diabetes. Em um dos vídeos, por exemplo, o cachorro avisa os pais da menina que sua glicose subiu muito enquanto ela dormia.

    A médica veterinária explica que, no caso dos cães de serviço, não é qualquer cachorro que pode ser treinado. “Algumas raças são mais prováveis, por exemplo, labrador, golden retriever, mas dentro dessas raças eu tenho linhagens. Se eu pegar uma ninhada qualquer de golden retriever, por exemplo, possivelmente, no máximo 30% desses animais vão ter aptidão para cão-guia. Se eu pegar uma linhagem selecionada de cães-guias, esse número sobe para uns 70%”, afirma.

    Já o cão de assistência emocional, segundo Patrícia Muñoz, doutora em psicologia experimental pelo Instituto de Psicologia da USP e diretora clínica do Centro de Psicologia, Pesquisa e ABA em Houston (Texas) ajuda com apoio psicológico. “Só o fato de animal estar perto de você, você já tem uma mudança de cortisol no sangue. A pessoa se sente mais calma, mais tranquila. Por exemplo, uma pessoa que tem depressão e tem um animal de suporte precisa cuidar do animal. O animal de suporte está ali para gerar conforto”.

    A psicóloga relembra que, para ter um animal de suporte, a pessoa precisa estar em tratamento e o animal precisa fazer parte do plano individual de tratamento daquela pessoa.

    Em relação aos animais de terapia, Atayde explica que eles são treinados para ajudar em trabalhos, como visitas em hospitais, consultórios de psicologia, de fisioterapia. “Por exemplo, uma criança, um idoso, pode não ter interesse em fazer o exercício de rodar o braço na fisioterapia, mas jogar a bolinha para o cachorro ele quer, escovar um animal ele quer”.

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  • Falar sozinho é normal? O que diz a Ciência sobre esse hábito

    Em algumas ocasiões, ser visto falando sozinho é um pouco embaraçoso. Faz parecer que a gente não bate muito bem da cabeça! Geralmente, falamos para nos comunicar com alguém e fazer isso sem um interlocutor pode ser considerado estranho para os outros. Mas isso, definitivamente, não é verdade. Falar também serve para outras funções e há benefícios inesperados.

    Quantas vezes procuramos nossas chaves e ficamos perguntando: “Cadê minha chave?” Falar em voz alta nos ajuda a encontrar as coisas porque nos lembra do que estamos procurando e não perdemos o foco. E isso é apenas um exemplo!

    Para entender os motivos que nos levam a falar sozinhos, o que também pode ser chamado de “autoconversa”, confira na galeria a seguir!

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  • Como lidar com o Transtorno Opositor Desafiador?

    De acordo com um estudo da FATECE (Faculdade de Tecnologia, Ciência e Educação), o Transtorno Opositor Desafiador (TOD) é um transtorno neuropsíquico de comportamento destrutível, com apresentação de comportamentos que fazem mal a própria criança e aos outros com ela convivem. Em sua grande maioria, as crianças com TOD, apresentam um padrão negativista, desobediente e de desafio com pessoas de autoridade, como professores e responsáveis, resultando em inúmeros aspectos negativos no que se refere ao desenvolvimento e aprendizagem das crianças.

     

    Para a psicóloga e neuropsicopedagoga Deise Moraes Saluti, o Transtorno Opositor Desafiador é um desafio também muito grande aos pais. “Eles muitas vezes não impõem limites por medo, por não achar justo o filho passar vontade, por não regular o impulso de aceitar tudo que o filho pede para não o frustrar, enfim, é desafiador quando a criança ou o adolescente percebe essa brecha ou facilidade para ‘conseguir o objeto de desejo’”, conta.

    Ele cita o caso da menina de 20 anos que exigiu que a mãe comprasse o IPhone 15 em um shopping, e a mãe por se recusar a aderir as vontades da filha, presenciou uma cena de TOD da adolescente como uma criança de 5 anos fazendo birra por um brinquedo, em que se debatia no chão. “Nessas características de comportamentos fica claro a necessidade dos pais de impor limites e regras em todo tempo necessário. Se a criança reagiu com agressividade ou descontrole emocional, os pais precisam agir imediatamente. Sentar-se com essa criança, apresentar-lhes os motivos nos quais não é possível atender ao pedido, dizer o quanto isso pode prejudicar e enquanto houver resistência, não atender aos pedidos”, explica.

    Quanto aos sinais do TOD, Deise ressalta que adulto com o papel de educar ou cuidar dessa criança devem sempre estar atentos ao comportamento e aos impulsos que essa criança costuma reagir com outras crianças ou com adultos. “É preciso intervir com maturidade e sabedoria para que a criança compreenda a necessidade do autocontrole em casos de negação ou frustração vindas de outras pessoas. E para que haja um bom relacionamento quando precisar dividir um brinquedo ou um alimento, saber respeitar a todos. Também é preciso saber se essa criança não está passando por questões de traumas ou abalos psicológicos dentro de casa. Tudo precisa ser investigado para que não haja erro no momento do diagnóstico”, fala Saluti.

    Como tratar o TOD?

    A psicóloga esclarece que é necessário fazer um acompanhamento psicológico e neurológico pediátrico para detectar comportamentos ou emoções desreguladas.

    “A criança ou o adolescente necessita desse acompanhamento para entender e compreender melhor seu papel em sociedade e em suas interações diárias, assim como suas reações e necessidades, e não partir para uma fase adulta cheia de problemas de enfrentamento. Crianças que não lidam bem com frustrações são adultos insatisfeitos com a própria vida e possuem dificuldade de se relacionar com quem quer que seja”.

    Segundo a profissional, tudo precisará ser voltado às suas necessidades, assim como sempre foi em sua infância. “Então, para que isso seja naturalmente evitado, entrar com mediações psicológicas e se necessário medicamentosa”, aponta.

    Para ela, tratamentos assertivos são a psicoterapia infantil com atividades de arteterapia e trabalhos psicoterapêuticos como, por exemplo, o controle de suas atividades e as recompensas em suas boas atitudes. “Um bom trabalho a fazer é um quadro com tarefas e recompensas. E, claro, se existe recompensa, existe punição. Necessário os pais aprenderem a punir de forma segura e com o amparo da psicologia. Em alguns casos mais graves de agressividade ou automutilação, é preciso um psiquiatra infantil para a administração de medicamentos”.

    Por fim, Deise cita a importância do apoio familiar para essas crianças. “O Transtorno Opositor Desafiador pode ter origens de desamparo ou de insegurança dessa criança. Se essa criança se sentir desamparada, ela pode reagir com agressividade ou indiferença sempre quando lhe for colocado limites. A família precisa aprender a conviver com a criança portadora desse transtorno. Precisa aprender a acolher sempre que necessário, em crises de histeria ou raiva, que são características também de crianças com TOD”, finaliza.

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  • Em busca de amor! Estes são os quatro signos mais carentes do zodíaco

    Sabe aquelas pessoas sedentas de atenção e que gostam de ser o centro das atenções? Conhece alguém assim? O astrólogo João Bidu revela os quatro signos mais carentes do zodíaco.

     

    Veja:

    Câncer (21 de junho a 21 de julho)

    Os nativos deste signo têm dificuldades em aceitar quando as pessoas ao seu redor não são carinhosas ou não lhes dão a atenção que acreditam merecer. 

    Leão (22 de julho a 22 de agosto)

    Este signo ‘alimenta-se’ de elogios e aplausos.

    Peixes (20 de fevereiro a 20 de março)

    Sonhador e sentimental, Peixes é carente por natureza. Gosta de rodear-se de pessoas cuidadosas. 

    Libra (23 de setembro a 22 de outubro)

    É muito apegado aos seus e espera sempre reciprocidade. Gosta de sentir-se especial. 

    Leia Também: É impossível resistir a estes três signos (são os mais sedutores)

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  • O que fazer em casos de disfunção erétil e ejaculação precoce

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Cerca de 50% dos homens brasileiros acima dos 40 anos sofrem de disfunção erétil, e cerca de 30% experimentam ejaculação precoce em algum momento da vida, segundo a SBU (Sociedade Brasileira de Urologia).

     

    Para o homem, pode ser frustrante e vergonhoso. Para a parceira ou parceiro, uma situação delicada de lidar. Nesses casos, a melhor resposta não é o drama. O ideal é o entendimento de ambas as partes de que isso pode acontecer e, principalmente, não interromper o momento íntimo.

    O que fazer e o que não dizer em caso de disfunção erétil

    No caso do homem

    Aceite que falhas acontecem A primeira coisa a se fazer ao enfrentar a disfunção erétil ou a ejaculação precoce é entender que essas situações são normais e podem acontecer com qualquer homem. É importante manter a calma e lembrar que a experiência sexual vai muito além da penetração.

    Converse com sua parceira Uma comunicação aberta e honesta é crucial. Explique que o que está acontecendo não é uma falha pessoal, mas um problema comum e tratável. Mostrar vulnerabilidade pode ajudar a aliviar a tensão e aproximar o casal.

    Explore outras formas de prazer Sexo não se resume à penetração. Quando uma falha ocorre, isso não significa que o momento íntimo precisa acabar. Explore carícias, beijos e outras formas de prazer que podem manter o ambiente erótico e agradar ambos os parceiros.

    Busque ajuda médica Se o problema for recorrente, é importante procurar um especialista, como um urologista ou um sexólogo, para uma avaliação adequada e orientações sobre tratamento. Há muitas opções eficazes disponíveis, tanto para disfunção erétil quanto para ejaculação precoce.

    Evite justificativas exageradas Frases como “Você é tão atraente que eu não consegui me controlar” podem soar artificiais e aumentar a pressão emocional. A sexóloga Cláudia Perry alerta que justificativas tendem a intensificar a sensação de falha.

    Não se critique Evite dizer coisas como “Eu nunca consigo fazer direito” ou “Eu sou péssimo nisso”. A autocrítica negativa só aumenta a ansiedade e agrava o problema.

    Não dramatize a situação É importante não transformar uma falha momentânea em um grande problema. Isso só aumenta a pressão nas próximas vezes.”Sexo vai muito além da penetração. Quando uma falha ocorre, isso não significa que o momento íntimo precisa acabar”, afirma Claudia Petry, sexóloga especialista em sexualidade feminina pela USP (Universidade de São Paulo) e membro da SBRASH (Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana).

    “Explore carícias, beijos e outras formas de prazer que podem manter o ambiente erótico e agradar ambos os parceiros”, recomenda.

    Fatores emocionais, como ansiedade de desempenho, insegurança e falta de intimidade com o parceiro podem levar à ejaculação precoce, que se caracteriza por uma ejaculação que ocorre antes ou até um minuto após a penetração, sem que o homem consiga controlá-la.

    Além disso, muitos homens aprendem a ejacular rapidamente devido à falta de tempo a sós ou privacidade durante a masturbação, ainda na adolescência, o que pode afetar o controle durante as relações. Petry afirma que o consumo de pornografia também pode condicionar o corpo a respostas rápidas e afetar negativamente o desempenho sexual.

    No caso da disfunção erétil, fatores psicológicos podem influenciar, especialmente entre os mais jovens, mas as causas também podem ser físicas.

    O que fazer e o que não dizer em caso de disfunção erétil

    No caso da (o) parceira (o)Mantenha a calma e seja compreensiva Quando uma situação de disfunção erétil ou ejaculação precoce ocorre, o parceiro já está, provavelmente, se sentindo ansioso ou frustrado. Ao demonstrar calma e compreensão, você ajuda a reduzir a pressão sobre ele.

    Ofereça apoio emocional A disfunção erétil e a ejaculação precoce podem ser difíceis para a autoestima. Ofereça apoio ao seu parceiro, reforçando que vocês podem enfrentar o problema juntos e que isso não afeta o relacionamento de maneira significativa.

    Continue com a intimidade Ao invés de interromper o momento íntimo, explore outras formas de prazer, como beijos, toques e brincadeiras sensuais. Isso mantém o ambiente erótico e ajuda a aliviar a pressão sobre o pênis como o centro do prazer sexual.

    Evite comentários que aumentem a pressão Frases como “Isso sempre acontece com você?” ou “Por que você não consegue?” podem gerar ainda mais ansiedade e prejudicar a confiança do parceiro.

    Não saia abruptamente ou se afaste Levantar-se da cama ou interromper o momento de forma brusca pode fazer o parceiro se sentir rejeitado. Permanecer próximo e envolvido demonstra apoio e carinho.

    Não transforme o problema em algo pessoal Evite tomar a situação como um problema pessoal ou como uma falha do relacionamento. Isso só aumenta a pressão e a frustração para ambos.”Diabetes, hipertensão, colesterol alto, obesidade e sedentarismo são algumas das causas mais comuns da disfunção erétil em homens mais velhos”, afirma o urologista Luiz Otávio Torres, presidente da SBU, que lembra que tais condições podem afetar a circulação sanguínea e, consequentemente, a capacidade do pênis de se manter ereto durante o sexo.

    O estresse, a ansiedade de desempenho e o medo de falhar durante o sexo podem desencadear a liberação de adrenalina, que contrai as artérias e impede que o sangue flua para o pênis, resultando em perda de ereção.

    O tratamento da disfunção erétil varia de acordo com a causa. Para casos de origem fisiológica, controlar fatores de risco, como o diabetes e a hipertensão, é essencial.

    Medicamentos como o sildenafil (Viagra) são comumente prescritos. Já para os casos de disfunção erétil e ejaculação precoce de origem psicológica, a terapia sexual pode ser uma ferramenta poderosa.

    Essa abordagem busca reduzir a ansiedade relacionada ao desempenho sexual, melhorar a comunicação entre os parceiros e explorar maneiras de aliviar a pressão sobre o homem durante o sexo.

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  • Comidas que você NUNCA deve aquecer no micro-ondas!

    Para a maioria das pessoas, o micro-ondas é um eletrodoméstico essencial na cozinha. Pode ser um salva-vidas quando se trata do almoço com as sobras da noite anterior, por exemplo. E embora seja bastante útil quando você precisa reaquecer alimentos, nem tudo deve ser esquentado no micro-ondas. Infelizmente, reaquecer certos pratos pode colocar você em risco de intoxicação alimentar ou pior. Além disso, o calor que este aparelho emite pode ser demais para alguns tipos de comida.

    Para a sua segurança, clique na galeria para descobrir quais alimentos você nunca deve reaquecer no micro-ondas, os perigos e como esquentá-los corretamente.

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